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O testemunho das coisas vivasDespertai! — 1974 | 8 de abril
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e distinta de todas as demais formas ou espécies! ! !
“Grupos, tanto de plantas como de animais, aparecem de súbito no registro fóssil. . . . Baleias, morcegos, cavalos, primatas, elefantes, lebres, esquilos, etc., todos são tão distintos em seu aparecimento inicial como o são agora. Não há um vestígio sequer de um ancestral comum, muito menos de um elo com qualquer réptil, o suposto progenitor. . . .
“E os proponentes da Teoria Geral da Evolução, que estão a par dos fatos da paleontologia, admitem a existência de lacunas entre todas as categorias mais elevadas. Admitem que este é um fato inegável do registro fóssil.”
Isto é deveras admitido pelos evolucionistas. Por exemplo, em Processes of Organic Evolution, G. L. Stebbins afirma sobre o testemunho fóssil relativo à origem e evolução dos grupos principais das coisas vivas: Os evolucionistas ficam, acima de tudo, impressionados com a imperfeição do registro fóssil para este fim.» Fala das “profundas lacunas” e a “condição incompleta e a natureza predisposta [preconcebida!] do registro fóssil .
Todavia, também afirma: “O registro de formas passadas de vida [em forma de fósseis] é agora extensivo e constantemente aumenta em riqueza.” Assim, há suficiente quantidade de fósseis para se tirar conclusões. Mas, em parte alguma se conseguem encontrar as formas transicionais que deveriam ter existido se um grupo se transformou em outro pela evolução.
Este é admitidamente o caso também das formas menores de vida, pois Asimov admite: “Primitiva como pareça ser a criatura unicelular em comparação com o homem, ou até mesmo com uma ostra, deve ser em si o produto final de longa linha evolutiva, da qual nenhum vestígio foi deixado.” E, sobre as formas mais elevadas, diz: “Talvez tanto os cordatas como os equinodermos se ramificaram de um ancestral comum, do qual não temos nenhum registro.” [O grifo é nosso.]
Assim, podemos entender por que Stebbins lamenta: “O registro fóssil é exatamente o tipo errado para os evolucionistas que desejam aprender como se originaram os grupos principais de organismos.”
E admite o evolucionista Edmund Samuel, Professor Associado de Biologia da Faculdade Antioch, Ohio, EUA: “Não se pode considerar o conceito da evolução como forte explanação científica para a presença de diversas formas de vida no espaço e no tempo. . . . Isto se dá porque os dados têm de ser usados circunstancialmente e nenhuma análise meticulosa . . . do registro fóssil pode apoiar diretamente a evolução.” — Order: In Life (1972), p. 120.
Isto posto, o que concluiria honestamente do registro das coisas vivas e do registro fóssil? Apóiam os fatos uma gradual evolução de uma espécie de coisa viva em outra? Ou, antes, apóiam o conceito da Bíblia de que Deus criou diferentes espécies de coisas vivas e que elas se multiplicaram apenas “segundo as suas espécies”?
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A arte de provar o cháDespertai! — 1974 | 8 de abril
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A arte de provar o chá
● Antes que dê de ombros, fique sabendo que provar o chá é um trabalho de alta especialização: Os provadores de chá são homens e mulheres que ajudam as nações a manter os elevados padrões para o chá que é exportado por seus países. Provar o chá é um serviço altamente técnico. Há mais de dois mil tipos diferentes de chá que um verdadeiro perito pode identificar. Com efeito, um provador de alta classe consegue supostamente dizer “onde é que foram cultivadas as folhas, o clima da região, e talvez até mesmo a precipitação pluviométrica”. Incidentalmente, o consumo de chá está aumentando.
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