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  • Bdélio
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • em lugares quentes e ensolarados. Quando se corta a sua casca, exsuda uma seiva ou goma resinosa que se transforma numa “lágrima” redonda ou oval de 2,5 a 5 cm de diâmetro. Depois de ser removida a goma da árvore, ela logo endurece, torna-se cerácea e transparente, e tem aparência similar a uma pérola.

      Em Números 11:7, o maná que os israelitas ajuntaram durante a peregrinação pelo deserto é mencionado como sendo ‘parecido ao bdélio’. O maná havia sido previamente assemelhado à “geada sobre a terra”. (Êxo. 16:14) Isto corresponde à cor quase que esbranquiçada do bdélio. Josefo (Antiguidades Judaicas, em inglês, Livro III, cap. I, par. 6), ao comentar a provisão do maná, refere-se ao bdélio como “umas das especiarias fragrantes”.

  • Bebedice (Embriaguez)
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • BEBEDICE (EMBRIAGUEZ)

      A condição de ficar embriagado devido à ingestão excessiva de bebidas alcoólicas. Um bêbedo é uma pessoa que habitualmente toma demais uma bebida forte a ponto de ficar embriagada.

      As bebidas inebriantes das antigas terras bíblicas incluíam o vinho feito de uvas (Deut. 32:14), e bebidas alcoólicas preparadas de outras frutas, tais como a romã (Cân. 8:2), ou de cereais. (Isa. 1:22) O uso moderado do vinho e de outras bebidas fortes é aceitável a Jeová, que provê “vinho que alegra o coração do homem mortal”. — Sal. 104:14, 15.

      CONDENADA NA BÍBLIA

      A ingestão de bebida forte ao ponto de embriaguez é fortemente censurada na Bíblia. O sábio escritor de Provérbios pinta um quadro vívido e cientificamente exato dos efeitos das bebidas alcoólicas tomadas em excesso. Ele avisa: “Quem tem ais? Quem tem apreensão? Quem tem contendas? Quem tem preocupação? Quem tem ferimentos sem razão alguma? Quem tem embaciamento dos olhos? Os que ficam muito tempo com o vinho, os que entram para descobrir vinho misturado. Não olhes para o vinho quando apresenta uma cor vermelha, quando está cintilando no copo [quando o vinho de qualquer cor faz com que a pessoa veja o vermelho; quando tudo lhe parece vermelho], quando escorre suavemente [quando desce suavemente pela garganta]. No seu fim morde igual a uma serpente e segrega veneno igual a uma víbora [pode deixar uma pessoa fisicamente doente (por exemplo, provocando cirrose hepática) e mentalmente doente (causando o “delirium tremens” ou delírio alcoólico) e pode realmente matar]. Teus próprios olhos verão coisas estranhas [o álcool atua sobre os centros de controle do cérebro, reprimindo-os; atitudes normalmente reprimidas vêm a lume; surgem alucinações; lapsos de memória são preenchidos por meio de a pessoa contar experiências fantásticas de modo mui plausível; a pessoa demonstra um comportamento desinibido] e teu próprio coração falará coisas perversas [os maus motivos assumirão o controle; compare com Oséias 4:11]”.

      A experiência pessoal do bêbado é descrita à medida que o escritor prossegue: “E hás de tornar-te como quem se deita no coração do mar [sentindo a confusão de alguém que se afoga; passando finalmente à perda dos sentidos], sim, como quem se deita no topo de um mastro [assim como o balanço dum navio é máximo neste ponto, a vida do bêbado corre perigo de sofrer um acidente, um golpe, uma briga, etc.]. ‘Golpearam-me, mas não adoeci; surraram-me, mas eu não o sabia [afirma o bêbado, como que falando sozinho; era insensível ao que realmente se passava e ao castigo que tal experiência lhe infligia]. Quando é que acordarei? Eu o procurarei ainda mais [tem então de dormir até passarem os efeitos de ter bebido demais, mas está escravizado à bebida e aguarda a oportunidade de beber mais, quando puder].’” Ele se tornará pobre, por gastar quantias excessivas com bebidas alcoólicas e também por se tornar incapacitado para o trabalho e se tornar indigno de confiança. — Pro. 23:20, 21, 29-35.

      PROIBIDA NA CONGREGAÇÃO CRISTÃ

      O ébrio tende a ser turbulento ou rude, a fazer barulho sem restrições e a agir de modo ridículo, o que lhe trará vitupério. (Pro. 20:1; Sal. 107:27; Isa. 19:14) Por conseguinte, a prática da bebedice não deve ser tolerada na congregação cristã. A atitude de Deus para com a bebedice é revelada em sua lei dada a Israel. Um filho obstinado e rebelde, que fosse glutão e beberrão, devia ser apedrejado até a morte. (Deut. 21:18-21) Similarmente, a Bíblia ordena que os beberrões impenitentes ou habituais sejam expulsos da congregação cristã. (1 Cor. 5:11-13) As “obras da carne” incluem “bebedeiras, festanças”, coisas que as nações em geral praticam. O cristão, tendo-se purificado de tais práticas, caso voltasse posteriormente a elas, seria impedido de entrar no reino de Deus. (1 Cor. 6:9-11) Ele deve parar de gastar seu tempo praticando a vontade das nações, por empenhar-se em seus excessos com o vinho e em suas competições com bebidas. (1 Ped. 4:3) Ele deve devotar-se a produzir os frutos do espírito de Deus. — Gál. 5:19-24.

      A moderação e a mente sã, portanto, acham-se entre os requisitos para os superintendentes cristãos (1 Tim. 3:1-3; Tito 1:7); os servos ministeriais (1 Tim. 3:8); os homens e as mulheres idosos (Tito 2:2, 3); os homens e as mulheres jovens (Tito 2:4-8); os filhos (especialmente os dos superintendentes). — Tito 1:6.

      Ao considerar a Refeição Noturna do Senhor, o apóstolo Paulo repreendeu os cristãos coríntios, alguns dos quais faziam sua própria ceia de antemão, no local de reuniões da congregação, “de modo que um está com fome, mas outro está inebriado”. Eles evidentemente consideravam a Refeição Noturna do Senhor como uma ocasião para comerem e beberem para satisfazer a si mesmos. (1 Cor. 11:20-22) Conforme mostrado na Lei, não é apropriado entregar-se às bebidas alcoólicas pouco antes de empenhar-se num oficio religioso. Ordenou-se aos sacerdotes de Israel que não deviam beber nenhum vinho, nem bebida inebriante, quando se empenhavam em seus deveres oficiais, senão morreriam. — Lev. 10:8-11.

      REGISTRO DE CERTOS CASOS FOI PRESERVADO COM UM OBJETIVO

      Vários casos de bebedice são mencionados na Bíblia, isto quando tais incidentes lançam luz sobre algum assunto importante. Assim, relata-se que, depois do dilúvio, Noé plantou um vinhedo, “começou a beber do vinho e ficou embriagado”. Este acontecimento acha-se registrado nas Escrituras para mostrar como a maldição de Noé sobre Canaã veio a ser proferida. (Gên. 9:20-27) Em outro caso, em duas noites diferentes, as duas filhas de Ló lhe deram tanto vinho que ele ficou bêbedo, e elas tiveram relações sexuais com ele. (Gên. 19:30-38) Este relato nos esclarece a origem das nações de Moabe e Amom e seu parentesco com Israel. Ló estava, pelo que parece, bastante bêbedo para perder o controle de seu bom senso, mas não estava “bêbedo de cair morto”, isto é, não estava bêbedo demais a ponto de não poder ter relações sexuais. (Algumas antigas autoridades judaicas afirmam que o texto hebraico original reza, nos versículos 33 e 35: “ele sabia quando ela se levantou.”) Visto que a Palavra de Deus condena tão fortemente a bebedice, podemos estar seguros de que estes homens justos não tinham por hábito beber em excesso, não eram bêbedos. Mas a candura da Bíblia é ilustrada nisso, não ocultando a verdade quando relata eventos que envolviam personagens da Bíblia, para nosso esclarecimento. Alguns outros casos de bebedice são registrados em 1 Samuel 25:36-38; 2 Samuel 11:13; 1 Reis 20:15-21.

  • Bebida Forte
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    • BEBIDA FORTE

      Veja VINHO E BEBIDA FORTE.

  • Beemote
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    • BEEMOTE

      A denominação “Beemote”, que aparece em Jó 40:15, tem sido considerada, de forma variada, como: (1) um derivado duma palavra egípcia para “búfalo-da-índia”, (2) uma palavra, possivelmente de origem assíria, que significa “monstro”, e (3) um plural intensificado da palavra hebraica behemáh (animal selvagem) que se entende que denota “grande” ou “enorme animal”. Na Versão Septuaginta, a palavra grega thería (animais selvagens) traduz o hebraico behemóhth. (Jó 40:10, Bagster, em inglês) Evidentemente, porém, tem-se presente um único animal, conforme indicado pela descrição fornecida do beemote não ser de várias criaturas, mas somente de uma, geralmente considerada como sendo o hipopótamo. Com efeito, várias traduções da Bíblia (veja ALA; IBB; MC, v. 10; PIB) usam a palavra “hipopótamo” no texto principal, ou em notas marginais (CBC e So, v. 10; BJ), a fim de identificar a criatura referida por Deus.

      O hipopótamo é um mamífero enorme, de couro grosso, quase sem pêlos, que frequenta os rios, os lagos e os pântanos. Alimenta-se de plantas aquáticas macias, de grama, caniços e arbustos, ingerindo todo dia mais de 90 kg de plantas verdes em seu estômago, com uma capacidade entre 150 e 190 litros.

      Houve época em que o hipopótamo era encontrado na maioria dos grandes lagos e rios da África, mas, como resultado das caçadas feitas pelo homem, desapareceu de muitas regiões, e diz-se ser desconhecido ao N da catarata em Cartum, Sudão. Nos tempos antigos, o hipopótamo bem que pode ter freqüentado o Jordão. Com efeito relata-se que defesas e ossos desta criatura já foram encontrados em várias partes da Palestina.

      A descrição no quadragésimo capítulo do livro de Jó oferece um quadro vívido deste enorme mamífero, o beemote. É descrito precisamente como herbívoro. (V. 15) Daí, as fontes de sua tremenda força e energia são comentadas como estando nas ancas e nos tendões de seu abdome, isto é, nos músculos das costas e do abdome. (V. 16) A cauda do beemote é como um cedro. Visto que sua cauda é relativamente curta, medindo cerca de 45 a 50 cm, é provável que se entenda isto como significando que tal animal pode erguer rigidamente sua cauda grossa, ou girá-la de uma parte para a outra como uma árvore. “Os tendões de suas coxas estão entrelaçados”, de modo que a fibra e os tendões dos músculos de suas coxas são contorcidos juntos e trançados como fortes cabos. (V. 17) Os ossos de suas pernas são tão fortes quanto “tubos de cobre”, assim podendo suportar o peso maciço do corpo. Os ossos e as costelas dele são como barras de ferro forjado. (V. 18) Faz-se alusão ao imenso consumo de alimentos por parte do beemote (V. 20) e menciona-se sua descontração sob os lódãos espinhosos, ou o esconder-se num lugar pantanoso, sob a sombra dos choupos. (Vv. 21, 22) Mesmo quando um rio cobre suas margens, esta criatura não entra em pânico, pois ainda pode manter a cabeça acima do nível da água e nadar contra a força do dilúvio. (V. 23) Visto que o beemote se acha dotado tão poderosa e formidavelmente de mandíbulas e dentes, será que um homem teria a audácia de confrontar tal monstro diante dos olhos dele e tentar furar-lhe o nariz com um gancho? — V. 24.

  • Beijo
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    • BEIJO

      Nos tempos bíblicos, o ato de beijar, ou de alguém tocar com seus lábios os lábios de outrem (Pro. 24:26), a bochecha de outra pessoa, ou, em caso excepcional, até mesmo seus pés (Luc. 7:37, 38, 44, 45), servia como sinal de afeto ou de respeito. Beijar era comum, não só entre homens e mulheres aparentados (Gên. 29:11; 31:28), mas também entre parentes masculinos. (Gên. 27:26, 27; 45:15; Êxo. 18:7; 2 Sam. 14:33) Era, semelhantemente, um gesto de afeição entre amigos achegados. (1 Sam. 20:41, 42;

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