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“O melhor brinquedo já inventado”Despertai! — 1983 | 8 de junho
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“O melhor brinquedo já inventado”
“Estimular um bebê não exige uma elaborada parafernália”, declara o livro Prontidão Para a Escola — Prontidão Para a Vida (em inglês), publicado pela Universidade da África do Sul. “Essencialmente, o genitor é o melhor brinquedo já inventado.” O autor a seguir considera como os genitores desempenham o papel de “brinquedo”: “Quando a mãe segura seu bebê para alimentação, com o rosto dele distante uns 20 cm do dela, ele pode sondar os contornos faciais, o contraste entre os olhos e o cabelo, o movimento dos lábios e dos olhos dela. Pode ouvir as mudanças na sua voz, cheirar seu corpo, tocar sua pele e roupa. . . . Se ele olhar, sorrir, gesticular, sua mãe deve retribuir com um sorriso, um abraço caloroso, uma mudança na expressão facial ou no tom da voz.”
Quanto ao valor de tal “brinquedo”, a escritora, dra. Magdalena Grey, observa: “Nesses primeiros anos, o desenvolvimento de boas atitudes e a afinidade são mais importantes do que adquirir habilidades matemáticas ou perícia científica. Isso é muito significativo, porque todas essas habilidades são certamente importantíssimas, para mais tarde. Contudo, a bondade é ainda um dos mais importantes atributos de todos os seres humanos, e a bondade se aprende nos primeiros anos.” Essas observações enfatizam o valor do conselho bíblico para as mães “amarem seus filhos, serem . . . operosas em casa”. — Tito 2:4, 5.
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A mente desenvolve-se à base de amorDespertai! — 1983 | 8 de junho
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A mente desenvolve-se à base de amor
Duas menininhas num orfanato, de 13 e 16 meses, mostraram tamanha evidência de retardamento que foram enviadas a um hospital para doentes mentais. Uns seis meses mais tarde um psicólogo as considerou crianças alertas, normais. Duvidando de que a melhora pudesse ser duradoura, ele as testou mais duas vezes, a intervalos de cerca de 12 meses, e em toda vez a inteligência delas era normal. A única diferença na vida delas foi que mulheres internadas no hospital as afagavam, brincavam com elas e proviam para elas um relacionamento pessoal.
O livro Qualidade da Vida — Os Primeiros Anos (em inglês), da Associação Médica Americana, diz: “Se não tivessem recebido esse amor das mulheres internadas elas poderiam ter despendido sua vida, em vão, em instituições. O caso ilustra o fato de que muito embora a herança genética duma criança seja excelente, ela precisa receber cuidado amoroso e encorajamento se há de render seu potencial.”
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