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  • A controvérsia sobre as creches
    Despertai! — 1987 | 8 de dezembro
    • conforto traga aos pais que observam um filho pequeno, anteriormente brando, proferir nomes feios, especialmente se tais genitores estiverem empenhados em instilar os princípios da Bíblia em seu filho. — Efésios 4:29.

      Riscos Para a Saúde

      Creches e órgãos similares também apresentam riscos para a saúde. Os CDC (Centros de Controle de Moléstias, dos EUA) mencionam “crescente necessidade de controlar as doenças infecciosas que freqüentemente atingem as crianças nas creches e similares”. As chamadas doenças transmitidas em creches e similares incluem a hepatite tipo-A, a shigelose (grave distúrbio intestinal), e Haemophilus influenzae tipo-B (uma infecção bacteriana). A diarréia e a febre são sintomas comuns. Tais doenças são muitas vezes o resultado de se apinhar criancinhas num ambiente, pois elas tendem a pôr tudo na boca e não estão habituadas ao uso correto do vaso sanitário.

      Um bom centro, porém, leva a sério as precauções de saúde. “Ensinamos as crianças a lavar as mãos depois de usarem o vaso sanitário”, explicou Delores Alexander, consultora de assuntos de cuidados de crianças. “E não aceitamos conscientemente crianças doentes.” Acrescentou Bernice Spence, diretora da “Willoughby House”: “Se a criança adoece num dia, muitas vezes telefonamos para sua mãe, e mandamos que a leve para casa.” Exames médicos regulares da equipe e das crianças também constituem importantes medidas preventivas.

      Todavia, a pesquisadora Clarke-Stewart admite: “As crianças nas creches contraem mais gripes, exantemas, resfriados e tosse do que as crianças em casa . . . O nariz escorrendo da criança pode ser o preço que as mães se dispõem a pagar para ter seus filhos numa creche, enquanto elas trabalham.” Mas, em vista do precedente, parece que as creches e órgãos similares poderiam envolver riscos de maior conseqüência do que um nariz escorrendo. O que tudo isso significa, então, para as mães que decidem que precisam trabalhar?

  • Creches — a escolha do que é melhor para o seu filho!
    Despertai! — 1987 | 8 de dezembro
    • Creches — a escolha do que é melhor para o seu filho!

      A QUESTÃO das creches é complexa. Para muitas famílias, as creches preenchem real necessidade. Ao mesmo tempo, têm-se suscitado perguntas perturbadoras a respeito de seu efeito sobre as crianças. Por conseguinte, os pais precisam enfrentar a realidade de que as creches e congêneres possuem aspectos tanto positivos como negativos, que nem todas as creches e congêneres são de boa qualidade. Deve-se pensar seriamente antes de colocar um filho numa creche ou órgão similar.

      ‘O Que É Melhor Para os Bebês?’

      Por exemplo, é seu filho ainda bebezinho? Há peritos, como o respeitado psicólogo Burton White, que desaconselham fortemente que se coloquem bebezinhos em creches. Declarou ele a Despertai!: “Nos primeiros seis meses de vida, as crianças que melhor se desenvolvem são as que recebem tremenda dose de atenção; as que recebem imediata atenção quando estão desconfortáveis e que participam de muitas brincadeiras engraçadas com alguém que acha que não existe nada de mais importante no mundo do que aquela criança!

      “Uma vez a criança passe a engatinhar, aos seis ou sete meses de idade”, prosseguiu o Dr. White, “essa criança precisa então ter pronto acesso a alguém que seja louco por ela! Isso visa facilitar o processo natural de aprendizagem, satisfazer sua curiosidade, aumentar seu entusiasmo, a fim de fazer diversas coisas que entrem no desenvolvimento de um sólido ser humano. A criança não obtém este apoio de outras pessoas que cuidam dela. Raramente uma pessoa, a não ser os pais ou os avós da criança, mostrará tal interesse.”

      Um profeta da antiguidade perguntou: “Pode a mulher esquecer-se de seu nenê, de modo a não se apiedar do filho de seu ventre?” (Isaías 49:15) As mães respondem prontamente às exigências do bebê, virtualmente incessantes, de amor e atenção. Será, porém, que uma outra pessoa paga para cuidar do filho — que tem de cuidar de vários bebês que choram por atenção — reagirá do mesmo modo que um genitor? A Bíblia menciona o modo como “a mãe lactante . . . acalenta os seus próprios filhos”. (1 Tessalonicenses 2:7) Embora nem todas as mães possam amamentar ao peito, fazer isso fortalece o vínculo entre a mãe e a criança. Será que o bebê numa creche receberá tais cuidados?

      Examine Suas Prioridades

      Alguns médicos recomendam, assim, que se adie os cuidados substitutos até que o bebê tenha, pelo menos, quatro meses. O Dr. White, contudo, sugere que os bebezinhos não deviam receber cuidados de outros “senão de uma ocasional babá (baby-sitter) nos primeiros seis meses de vida. Depois disso, não mais de três ou quatro horas por dia de cuidados substitutos de alta qualidade”.

      Presumamos que as creches não sejam boas para os bebezinhos. Não transporão os bebezinhos, simplesmente por crescer, quaisquer problemas resultantes disso? O Dr. White fica indignado só de ouvir falar nisso: “Isso é o mesmo que especular. Eu não irei correr tais riscos com meus filhos, e não vou recomendar isso para ninguém.”

      Embora muitos estejam inclinados a rejeitar tal posição firme, é difícil desprezar os sentimentos do Dr. White. Todavia, os genitores — e não os pesquisadores — têm de decidir o que é melhor para eles e seus filhos, e, muitas vezes, prevalecem os critérios econômicos. Assim, depois de pesar cuidadosamente todos os fatores envolvidos, alguns talvez ainda decidam utilizar alguma forma de órgão que cuide de crianças. — Veja a página 10.

      Alguns talvez estejam em condições de reavaliar suas prioridades. Afinal de contas, as crianças só são bebês uma vez na vida. Passa rapidamente a oportunidade de educar uma criança “desde a infância”. (2 Timóteo 3:15) Se não for prático adiar o serviço secular por alguns anos — ou simplesmente viver com uma renda menor — alguns talvez decidam trabalhar só parte do tempo. Isto permite que os genitores continuem sendo as pessoas que basicamente cuidam de seu filho.

      Escolher a Creche

      Pode-se confiar criancinhas com segurança a creches? Os pesquisadores estão divididos, embora a maioria concorde que a capacidade de a criança tolerar a separação de seus pais aumenta com a idade. Mais uma vez, os genitores têm de decidir se seu filho se dará bem numa creche ou órgão similar. Se acharem que sim, isto não significa colocá-lo na primeira ‘casa da criança’ ou creche disponível. Doby Flowers, vice-diretora da Agência de Desenvolvimento do Menor, de Nova Iorque, EUA, aconselha: “Escolha com muito cuidado a creche. Que reputação tem a creche (ou centro) na comunidade? São os equipamentos e os brinquedos, ali disponíveis, apropriados para a idade da criança? É a creche bem cuidada e limpa? Quais são as credenciais da equipe?”

      Sim, a equipe — e não os equipamentos ou os brinquedos sofisticados — é o ingrediente mais importante dum órgão que cuida de crianças. Assim, visite várias creches e ‘casas das crianças’ e observe pessoalmente a forma como suas funcionárias se relacionam

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