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Como pode enfrentar os preços crescentesDespertai! — 1975 | 22 de outubro
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comprarem outra menor pela metade do preço. Ainda tinham adequada moradia; mas os pagamentos de sua hipoteca tornaram-se Cr$ 800,00 menos por mês.
Poderá usar um processo similar até mesmo em sua casa atual. Usar roupas mais pesadas dentro de casa e fechar as cortinas em janelas ventosas lhe poupará dinheiro com aquecimento. Maiores economias advirão se passar dos telefonemas interurbanos para a escrita de cartas. E, onde isso se aplicar, ao invés de usar indiscriminadamente a via aérea, por que não enviar a correspondência menos urgente por via simples? As economias podem aumentar rapidamente, assim como as despesas.
Outra coisa que poderá fazer para enfrentar os preços crescentes é seguir este princípio importante: Nunca peça emprestado a menos que seja absolutamente necessário. Naturalmente, os cartões de crédito e os arranjos de mandar debitar em sua conta são de grande conveniência. E talvez lhe digam que o custo do crédito é, por exemplo, de apenas 1,5 por cento depois de trinta dias. Mas, compreende que isso significa 1,5 por cento ao mês? Isso significaria pelo menos 18 por cento ao ano. Este não é um meio de vencer o ascendente custo de vida.
Lembro-me de um comercial de TV que transbordava de generosidade ao prometer emprestar ao telespectador Cr$ 5.000,00, pagáveis em um período de trinta meses a apenas 16 por cento de juros. Compreende, contudo, que do devedor se poderia exigir um pagamento de até Cr$ 7.000,00 nessa taxa? Não seria mais sábio evitar comprar a crédito, quando possível?
UMA FAMÍLIA Combate os Preços Altos
Importante meio de enfrentar os preços altos é desenvolver uma atitude familiar diante do problema. Como isso pode ser feito!
Talvez, em sua família, como em muitos lares da América do Norte, os filhos desempenhem tarefas domésticas pelas quais recebem mesada. No entanto, deveriam ser pagos por ajudarem em casa? Será isso nos melhores interesses deles? Alguns jovens também têm empregos fora de casa. Mas, que motivos têm os filhos para fazer seu trabalho? Será unicamente para terem “seu próprio” dinheiro para comprar coisas para si mesmos? Tal motivo inclinado para o egoísmo traz poucos benefícios à família como um todo. Os pais talvez até mesmo considerem necessário insistir que os jovens contribuam para o bem-estar da família, resultando em relações estremecidas.
Muito melhor é que os membros da família criem uma atitude baseada no princípio bíblico provado pelo tempo: “Que cada um persista em buscar, não à sua própria vantagem, mas a da outra pessoa.” (1 Cor. 10:24) Seguindo este princípio, os pais não esperarão que os filhos desistam de todo seu salário; e os filhos não desejarão guardá-lo todo para si mesmos. Que benefícios maravilhosos resultam quando os membros da família trabalham juntos para o proveito uns dos outros! Isso contribui para uma vida familiar bem unida.
Enfrentar os preços crescentes hoje representa, deveras, um desafio. Mas, é um desafio que pode enfrentar com êxito, se estiver disposta a fazer alguns ajustes em seu modo de vida. — Contribuído.
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“Refrigerantes” ou sucos de frutas?Despertai! — 1975 | 22 de outubro
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“Refrigerantes” ou sucos de frutas?
■ As mães certa vez afirmavam que compravam “refrigerantes” para suas famílias — não genuínos sucos de frutas — por causa de seus preços inferiores. Agora que os custos do açúcar tornaram os “refrigerantes” quase tão caros quanto os sucos, pareceria que, até mesmo por razões econômicas, os sucos se tornariam muito mais populares. Mas, isso não acontece. Um artigo em Women’s Wear Daily cita um vice-presidente de grande cadeia de mercearias como dizendo: “As mães entorpecidas insistem em comprar refrigerantes, ao invés de sucos.”
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