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  • Mais espaço habitacional para uma crescente família
    Despertai! — 1989 | 22 de abril
    • Heights, 169. Comentando a construção deste hotel, que levou o nome de Miles Standish, famoso personagem dos primórdios da Nova Inglaterra, o jornal Brooklyn Daily Eagle publicou em 1903: “A companhia acredita que o local selecionado, em razão do ambiente e da insuperável vista que este oferece do rio Leste e de pontos de interesse na redondeza, é o local ideal para um hotel e pretende construir uma das mais bem acabadas e equipadas casas do país.”

      O hotel foi inaugurado pouco depois, mas na década de 70 já se havia deteriorado muito. A Cohi Towers Associates comprou-o no início da década de 80, e com o tempo reformou-o inteiramente visando prover acomodações adicionais para a família de Betel. A reforma terminou em 1986, e em 1988 a Watchtower Society comprou o Standish. Este acomoda 140 membros da família de Betel e cerca de 25 dos inquilinos originais que ainda moram nele.

      O Hotel Bossert A terceira grande adição ao conjunto de prédios de Betel é o Hotel Bossert, de 12 pavimentos, situado à Rua Montague, menos de cinco minutos a pé do Standish. Inaugurado em 1909, com 200 quartos, tinha a reputação de ser o melhor hotel de Brooklyn. O estilo geral de arquitetura era a Renascença italiana do século 15.

      Em 1914, acrescentaram-se 175 quartos, e dois anos mais tarde foi acrescentado um restaurante no terraço do prédio que lembrava o convés dum iate particular. “Não havia em parte alguma da cidade algo que se comparasse a ele no que tange ao cenário deleitoso”, noticiou o Brooklyn Daily Eagle em 1949. “Figuras importantes da vida pública, do teatro e do mundo dos esportes estiveram no Marine Roof.” Os fregueses do restaurante, bem como os que moravam nos andares superiores, desfrutavam duma ampla vista do porto de Nova Iorque, da Ilha do Governador, da Estátua da Liberdade, da costa de Nova Jérsei, e da extremidade inferior de Manhattan.

      Por fim, o outrora suntuoso hotel ficou reduzido uma triste condição devido à idade e à negligência. A Cohi Towers Associates comprou-o em 1983, e deu-se início a um grande projeto de restauração. A Watchtower Society comprou então o Bossert em 1988. Este acomoda agora cerca de 270 membros da família, ao passo que uns 40 dos inquilinos originais também moram nele.

      O trabalho de restauração envolveu a troca de todas as portas e janelas, e do inteiro sistema hidráulico, de aquecimento e elétrico. Instalou-se também um novo elevador de serviço, e atualmente dois dos três elevadores originais estão sendo reformados. Os salões de baile foram transformados em três espaçosos refeitórios, e a cozinha no subsolo foi completamente demolida por dentro, reconstruída e aparelhada com equipamentos modernos. Os quartos do hotel foram renovados. Também, a portaria foi restaurada mantendo-se seu estilo especial, que incluía a reparação das colunas danificadas, imitando mármore por meio dum processo que em geral tornou-se uma arte em desuso.

      Do lado externo, o edifício inteiro foi limpo, a alvenaria foi consertada, e grandes extensões dos ornamentais trabalhos em pedra foram reconstruídas. Centenas de voluntários, procedentes de todas as partes dos Estados Unidos, participaram no trabalho de limpeza, conserto e restauração. Estes contribuíram com seu tempo e seus talentos por uma semana ou mais de cada vez. Uma equipe de 39 mulheres jovens, Testemunhas, vistas aqui no telhado do Bossert, trabalharam durante meses em andaimes, consertando a alvenaria do lado externo do hotel.

      Ao todo, a família do Betel de Brooklyn mora atualmente em cerca de 20 residências em Brooklyn Heights, todas a uma curta distância a pé uma da outra. De fato, o Towers, e os prédios 124, 107 e 119 da Columbia Heights, que acomodam quase 2.000 membros da família, estão ligados por túneis. Planeja-se que no futuro próximo o novo prédio da Columbia Heights, 97, também seja ligado a eles por túnel. O Bossert e o Standish Arms, porém, estão muito distantes desses prédios para serem ligados a eles através de túneis sob as ruas.

      O aumento da família de Betel reflete a crescente aceitação da mensagem do Reino pregada pelas Testemunhas de Jeová. (Mateus 24:14) Os 3.592.654 que participaram nessa obra no último ano constituem mais do que o dobro dos que participaram nela em 1973. Os membros da família de Betel em Brooklyn, Nova Iorque, sentem-se felizes de ter o privilégio de servir as necessidades espirituais de tais irmãos e irmãs seus no mundo inteiro. E sentem-se deveras gratos pelo ampliado espaço habitacional que lhes foi provido.

  • “Toda a humanidade é uma só”
    Despertai! — 1989 | 22 de abril
    • “Toda a humanidade é uma só”

      Esse título é usado num capítulo do livro The Discoverers (Os Descobridores) para expressar a conclusão a que se chegou quando Cristóvão Colombo e outros descobriram que os nativos das Américas não eram nem os monstros, nem os selvagens que os europeus imaginavam que seriam encontrados pelos exploradores da época. Colombo é citado como tendo relatado:

      “Nestas ilhas, não vi até o momento nenhuma monstruosidade humana, como muitos esperavam, ao contrário, entre todos esses povos a boa aparência é prezada.” Os “índios” eram “bem robustos, de corpos bem esbeltos, e de belos rostos”. Ele também disse:

      “Eles são tão ingênuos e liberais com tudo que têm, que ninguém que não o tenha visto acreditaria; de tudo o que possuem, se alguém o pede, eles nunca dizem não; ao contrário, eles o convidam a partilhá-lo, e mostram tanto amor como se seu coração fosse junto, e ficam contentes com qualquer coisinha que se lhes dê, quer seja algo de valor, quer seja algo insignificante.” — Páginas 626, 628.

      Embora os europeus ficassem pasmados ao descobrir que a beleza física, bem como a bondade e o amor, se refletem em todos os homens, isso não os devia ter surpreendido. Tais coisas estavam presentes no primeiro homem, feito à imagem e semelhança de Deus. O que Colombo descobriu só enfatizou adicionalmente a veracidade e a exatidão do relato bíblico sobre a criação de um único homem original, do qual descenderam todos os demais. (Gênesis 1:26-28; 10:32) É exatamente como o apóstolo Paulo explicou 1.400 anos antes de Colombo pôr os pés nas Américas: “De um só homem, ele fez toda a raça humana para habitar sobre toda a face da terra.” Deveras, toda a humanidade é uma só. — Atos 17:26, Novo Testamento, Edição Pastoral.

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