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  • Por que Deus se tornou autor de um livro?
    Despertai! — 1978 | 8 de maio
    • O Conceito da Bíblia

      Por que Deus se tornou autor de um livro?

      POR QUE Deus decidiu tornar-se autor dum livro para comunicar-se com a família humana? Que Deus o fez, lemos nas seguintes palavras: “Toda a Escritura é inspirada por Deus.” (2 Tim. 3:16) E as profecias contidas nas Escrituras ‘nunca foram produzidas pela vontade do homem, mas os homens falaram da parte de Deus conforme eram movidos por espírito santo’. — 2 Ped. 1:21.

      Mas, por que tal comunicação precisava ser em forma escrita? Há várias razões. Considere, por exemplo, o que é a Bíblia — a Revelação de Deus à família humana. Entre outras coisas, fornece-nos o único relato exato da criação da terra e do gênero humano. Conta-nos por que Deus colocou os humanos na terra, e o que se passou de errado de modo que o sofrimento, a doença e a morte agora afligem a família humana. Também nos conta qual certamente será a solução, de modo que o propósito de Deus para esta terra e a humanidade sejam, por fim, plenamente cumpridos.

      Tais informações provêm Daquele que está na melhor situação de saber — o próprio Criador. Este tipo de vislumbre não poderia ser obtido de fontes humanas. Exigia uma Revelação divina.

      A Bíblia também contém o registro completo dos tratos de Deus com seu povo, e com as nações, no decorrer das eras. E inclui as leis e os princípios de Deus para o comportamento humano.

      Este grande conjunto de informações vitais, acumuladas durante séculos, não poderia ser deixado entregue, de forma segura, à tradição oral, para ser transmitido de uma geração a outra. À guisa de exemplo, seria a transmissão, de boca em boca, por parte dos escribas e fariseus que se opuseram a Jesus, uma fonte segura de informações sobre a vida e as obras dele?

      Ou, permitiria qualquer grande nação que sua constituição ou seus códigos de lei fossem preservados apenas pela repetição oral? Não, mas tais códigos de leis são cuidadosamente assentados por escrito, de modo que possam fornecer orientações fidedignas, permitindo seu estudo e sua aplicação.

      Visto que Deus sabia que a família humana se espalharia por todo o mundo, sabia que a tradição oral seria um depósito inseguro para Suas comunicações à humanidade. Por assentar por escrito seus pensamentos, sua mensagem seria preservada da melhor forma. É por isso que o apóstolo Paulo aconselhou: “Não vades além das coisas que estão escritas.” — 1 Cor. 4:6.

      Possuírem a comunicação de Deus em forma legível permite que os pesquisadores sinceros da verdade examinem cuidadosamente seu conteúdo. A pessoa não precisa depender de alguém com habilitações especiais para Lhe contar de forma oral os pormenores dos propósitos de Deus, pois as palavras podem ser torcidas ou esquecidas. Ter Sua Palavra como um livro nos provê a oportunidade de examinar o que os outros dizem a respeito Dele. Foi isso que se fez no primeiro século, pois alguns “recebam a palavra com maior anelo mental, examinando cuidadosamente as Escrituras, cada dia, quanto a se estas coisas eram assim”. {Atos 17:11) Podemos fazer o mesmo hoje, porque temos a Palavra de Deus em forma escrita.

      Deus é econômico, também, bem como respeitador das limitações humanas. Suas comunicações escritas para nós não se encontram em enormes coleções enciclopédicas que seriam difíceis para a maioria das pessoas obter, bem como difíceis de ler. Antes, Deus proveu um volume simples que pode ser manejado com facilidade, e também está ao alcance financeiro de todos. Todavia, é bastante exaustivo em nos dar aquilo de que necessitamos. Responde a todas as nossas perguntas básicas sobre quem é Deus, qual é o objetivo da vida, e o que o futuro nos reserva.

      Na verdade, em tempos passados Deus deveras se comunicou de outras formas. Com nossos primeiros pais, Deus lidava mais diretamente. (Gên. 3:8-13) Fez o mesmo com Noé. (Gên. 6:13-22) Em várias ocasiões, enviou anjos para proferir certas mensagens a determinada pessoa ou grupo. — Gên. 22:11-18; Atos 12:6-11.

      Enquanto a família dos servos de Deus era pequena, isto era prático. Mas, com o aumento dos servos de Deus através da linhagem de Noé e Sem, precisava-se de mais. Com o tempo, a nação favorecida de Israel chegou a atingir milhões de pessoas, quando deixaram o cativeiro egípcio. A relação de Deus com seus servos não era mais como a de um pai que lidava com apenas alguns filhos. Tendo tão grande família então, eram necessárias instruções escritas.

      A escrita da Bíblia começou com o “dedo” de Deus esculpindo os Dez Mandamentos para Moisés, em tábuas de pedra. (Êxo. 31:18) Daí, por um período de cerca de 1.600 anos, por volta de 40 escritores foram dirigidos pela força ativa de Deus para contribuir para os sessenta e seis livros que agora constituem a Bíblia. Tais homens, aos quais se confiaram as “proclamações sagradas de Deus”, eram todos servos fiéis de Jeová. — Rom. 3:2.

      Que era prático ter a mensagem de Deus em forma de livro se tornou mais evidente quando Jesus disse a seus seguidores: “Ao chegar sobre vós o espírito santo, recebereis poder e sereis testemunhas de mim tanto em Jerusalém como em toda Judéia e Samaria, e até à parte mais distante da terra.” (Atos 1:8) Também disse: “Estas boas novas do reino serão pregadas em toda a terra habitada, em testemunho a todas as nações: e então virá o fim.” — Mat. 24:14.

      Ter a comunicação de Deus em forma escrita significava que podia ser traduzida em todos os idiomas. Que isto era correto poder-se-ia depreender de que o próprio Deus orientou a mudança de línguas, do hebraico para o aramaico e o grego, quando inspirou a escrita da Bíblia. E, com a supervisão de Deus sobre a disseminação de sua Palavra, ele se certificou de que, não importava em quantas línguas ela fosse traduzida, sua mensagem permanecesse intata. Assim, sua Palavra escrita acha-se disponível numa forma prática, utilizável, fidedigna, em centenas de línguas. Acha-se disponível a pessoas de todas as nações.

      Que a mão de Deus estava sobre a origem, a transmissão e a preservação de Sua Palavra pode ser visto no cuidado e na amplitude com que se copiou a Bíblia. O perito hebraico, W. H. Green declarou sobre a parte em hebraico: “Pode-se dizer com segurança que nenhuma outra obra da antigüidade foi tão exatamente transmitida.” E, sobre a parte grega, o perito Jack Finegan escreveu: “A íntima relação de tempo entre os mais antigos manuscritos do Novo Testamento e os textos originais não é também nada menos que surpreendente. . . . a certeza com que o texto do Novo Testamento é estabelecido ultrapassa à de qualquer outro livro antigo.”

      Mas, tudo isso já era de esperar, visto que a Bíblia nos chegou, “não como a palavra de homens, mas pelo que verazmente é, como a palavra de Deus”. (1 Tes. 2:13) Assim, hoje, para o bem da fé daqueles que sinceramente desejam adorar a Deus corretamente, dispomos da amorosa provisão, feita por Deus, de um livro de que Ele é o autor, que é “lâmpada para o meu pé . . . e luz para a minha senda”. — Sal. 119:105.

  • Observando o Mundo
    Despertai! — 1978 | 8 de maio
    • Observando o Mundo

      “Sangue” Artificial

      ◆ Pesquisadores suecos disseram ter obtido êxito em fazer com que “sangue” sintético substitua o sangue natural em casos de emergência. Compostos contendo grânulos de carbono e de flúor (fluorocarbonos), segundo se afirma, são especialmente promissores, pois “absorvem e transportam oxigênio e bióxido de carbono de forma bem parecida ao sangue humano”, segundo The Journal of the American Medical Association (Revista da Associação Médica Americana). Até agora, a pesquisa com este “substituto do sangue” já progrediu em ratos e babuínos. Em outras partes foram feitas experiências similares.

      Alcatrão da Fumaça de Cigarro

      ◆ Recentemente, estudos feitos em Heidelberg, República Federal Alemã, confirmaram que os diminutos pêlos do sistema respiratório ficam bloqueados pelo alcatrão da fumaça de cigarros. Visto que tais pêlos impedem que corpos estranhos e prejudiciais penetrem nas vias respiratórias, seu bloqueamento é altamente prejudicial. Sob tais circunstâncias, o câncer pulmonar poderia “possivelmente ser atribuído ao fato de que substâncias [que provocam câncer], da fumaça, dispõem de acesso livre aos alvéolos pulmonares”, afirmam os pesquisadores, segundo o jornal belga, To the Point International.

      Polígamos não São Excluídos

      ◆ Em data recente, o Sínodo Nacional da Igreja de Cristo em Zaire decidiu conceder a polígamos a categoria de membro. Não obstante, segundo The Christian Century (O Século Cristão), tal federação (que não inclui as igrejas Kimbanguist e Católica Romana) resolveu que os polígamos não podem receber deveres eclesiásticos.

      “Raízes” Mórmons

      ◆ Três pesquisadores afirmam ter provado que o fundador mórmon José Smith, não traduziu o inteiro Livro de Mórmon, conforme afirmado, de antigas placas de ouro. Destacados especialistas em grafologia, que não sabiam da conexão com os mórmons, examinaram fotocópias de doze páginas do manuscrito original, junto com exemplos conhecidos da escrita de Solomon Spaulding, ministro congregacional e novelista, que morreu em 1816.

      Afirma-se que todos os três peritos concluíram, de forma independente, que a mão de Spaulding escreveu todos os documentos. Alega-se que este trecho do Livro de Mórmon talvez tenha sido tirado de uma novela não publicada de Spaulding a respeito das origens dos índios americanos. É interessante que uma comparação com a Versão Rei Jaime (em inglês) da Bíblia revelará que Smith usou grandes seções dela, quase palavra por palavra, utilizando o inglês de 200 anos, desatualizado, dessa versão, e seus erros quanto à perícia bíblica.

      Solução Soviética de Ser a “Outra”

      ◆ “Com 170 noivas para cada 100 noivos, nossas mulheres precisam aceitar o papel de A Outra, ao invés do” casamento, declara o principal jornal moscovita, The Gazette, conforme citado pelo Daily Mail de Londres. Como se dá em muitos outros países, a crescente facilidade de os rapazes terem relações sexuais sem se casarem, segundo se diz, diminui seu desejo de assumir tal responsabilidade. “Talvez não gostemos da solução de ter A Outra”, afirma a Gazette, patrocinada pelo governo, “mas que podemos fazer?” Por que há preocupação oficial quanto a um assunto tão delicado? “Se milhares de solteironas soviéticas já nos seus 30 e poucos

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