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O Reino de Deus a única esperança da humanidadeA Sentinela — 1962 | 15 de agosto
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disse Jesus, “não fizeram caso, até que veio o dilúvio e as varreu à tôdas, assim será a presença do Filho do homem”. “Semelhantemente”, continuou Jesus, “no dia em que Lot saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxôfre e destruiu a todos. Do mesmo modo será no dia em que o Filho do homem fôr revelado”. Assim como no passado Deus agiu a favor dos que esperaram nêle, fará o mesmo agora a favor de todos os que esperam no Seu reino. — Mat. 24:37-39; Luc. 17:28-30.
Quão maravilhosas são as grandiosas bênçãos do domínio do Reino reservadas para os sobreviventes! O homem não teve êxito em conseguir a paz, nem entre si e o seu próximo. Mas, não só Deus promete que “êle faz cessar as guerras até a extremidade da terra”, mas assegura que até o homem e os animais viverão juntos em paz. — Sal. 46:9; Isa. 11:6, 9.
Quando o reino de Deus dirigir tôdas as energias do homem em direção de empreendimentos pacíficos, o aspecto da terra será transformado ao de um parque paradísico. “A própria terra dará certamente o seu produto”, de modo que nunca mais haverá escassez de víveres. Sob a administração do Divino Médico, o homem será finalmente livre de suas aflições de há muito, das doenças e enfermidades. Até mesmo a morte terá de ceder ao poder irresistível do Reino, pois Deus promete que “êle enxugará tôda a lágrima dos olhos dêles, e não haverá mais morte, nem haverá mais lamento, nem grito, nem dor. As coisas anteriores já passaram”. — Sal. 67:6; Apo. 21:4.
Se desejar ter a segurança de sobrevivência e usufruir estas grandiosas bênçãos de paz, prosperidade, saúde e segurança, então faça do Reino a sua esperança, pois é a única esperança que não conduzirá ao desapontamento. Estude assi̇̀duamente a Palavra de Deus, a Bíblia, e fique convicto do poder de Jeová de libertar o seu povo. Não deposite a sua esperança e confiança nos esforços fracos do homem de trazer as bênçãos do Reino, mas deixe que a sua atitude seja igual à expressa pelo profeta fiel: “Eis que este e o nosso Deus; por elle temos esperado, e elle nos salvará. Este é Jehovah, por elle temos esperado, exultaremos e nos regosijaremos na salvação que elle der.” — Isa. 25:9, VB.
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Um livro surpreendenteA Sentinela — 1962 | 15 de agosto
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Um Livro Surpreendente
A BÍBLIA é um livro surpreendente. Esta era também a opinião do famoso cri̇́tico italiano, Francesco de Sanctis, que ocupava o cargo de Ministro da Educação Pública durante o govêrno de Cavour, e que escreveu: “Nunca tinha lido a Bíblia, tampouco o tinham os estudantes. Com atitude de indiferença combinada de desprêzo, que era então prevalecente quanto a assuntos religiosos, a Bíblia, como sendo a Palavra de Deus, criou sarcasmo. Li numa parte e noutra as maravilhas dêste livro, como evidência de sua maravilhosa eloqüência, e, impelido pelo tema de minhas preleções, passei os olhos no livro de Jó. Fiquei estupefato. Nunca encontrei nos meus estudos clássicos coisa comparável à sua grandeza. Levei imediatamente as minhas impressões à escola. Já havia dado uma lição sôbre a origem do mal e o significado dêste livro, o que havia atraído atenção absorta. Mas, quando li o livro todo, meus sentimentos e a minha admiração surpreenderam a todos. Entusiasmados assim, penetramos nesses estudos. Foram muito apreciados os Cânticos, um Salmo de Davi, em que a contemplação da criação sustenta o poder e a magnitude do Criador, e algumas das Lamentações de Jeremias. Para nós foi como uma viagem a longínquos países desconhecidos, estranhos a nós. Com entusiasmo de noviços, esquecemos os nossos clássicos, até mesmo Homero, e por vários meses não se ouvia outra coisa senão a Bíblia. . . . Admiro-me de que em nossas escolas, onde tantas coisas frívolas são lidas, não tenha penetrado a antologia da Bíblia.” — La Bibbia nel giudizio di illustri Italiani (A Bíblia Segundo os Italianos Ilustres), por Augusto Jahier, página 34.
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