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  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1983
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1983
w83 15/8 p. 27

Por dentro das notícias

Estranha União

Está ocorrendo uma transformação incomum no relacionamento entre a cristandade e o judaísmo. Após séculos de alienação, está-se formando um vínculo de amizade. São cada vez mais os grupos religiosos que estão abandonando seu conceito de que Deus rejeitou Israel e também de que os judeus precisam de Jesus como mediador para chegarem ao Pai. Esta surpreendente reversão tem ocorrido entre protestantes e católicos, e em ambos os lados do Atlântico”, declarou Paul M. Van Buren, renomado teólogo da Universidade Temple da Pensilvânia, EUA.

Até mesmo grupos fundamentalistas e evangélicos estão acolhendo e apoiando líderes judaicos. O primeiro-ministro de Israel recebeu pregadores evangélicos e batistas e reuniu-se com eles. “Há uma fascinação da parte do direito evangélico com Israel e uma crença de que tudo o que Israel faz precisa ser apoiado, porque Deus está do lado de Israel”, disse Timothy Smith, professor de teologia na Universidade Johns Hopkins, conforme citado no Times de Nova Iorque.

Muitos talvez encarem tal conciliação como algo excelente. Mas, se estiver fundada no erro, será realmente benéfica? Jesus disse o seguinte aos seus ouvintes judaicos: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.” (João 14:6) Ademais, o apóstolo Paulo tornou claro que apenas mediante Cristo, e não por meio de concessões mútuas feitas pelo homem, os dois grupos podem ser unidos. “Porque o próprio Cristo nos trouxe a paz, fazendo dos judeus e dos não-judeus um só povo. Com o seu corpo ele derrubou o muro que os separava e os fazia inimigos.” — Efésios 2:14, A Bíblia na Linguagem de Hoje.

Em Vez de ‘Leite e Mel, Lágrimas’

Estrangeiros aos milhares invadiram a Nigéria atraídos por suas riquezas. Repentinamente, seu sonho de riqueza transformou-se num pesadelo. Os preços mundiais do petróleo baixaram e a economia da Nigéria se deteriorou. O país mais rico da África ordenou a saída de todos os estrangeiros que estivessem em situação ilegal, dentro do prazo de duas semanas. Dois milhões de pessoas fugiram. Dezenas morreram na viagem de retorno aos seus países de origem: Togo, Benin, Alto Volta, Camarões, Màli, Chade, Níger e Gana. Certo ganense, observando esse fluxo constante de trabalhadores estrangeiros que retornavam, disse: “Eles estavam indo em busca de leite e mel e estão retornando derramando lágrimas.”

A História do mundo está salpicada de rápidas e inesperadas reviravoltas econômicas tais como essa. Incontáveis milhões de pessoas viram ruir o seu futuro, por confiarem na muralha protetora das coisas materiais para afastar a calamidade. São como aqueles descritos em Provérbios 18:11: “As coisas valiosas do rico são a sua vila fortificada, e na sua imaginação são como uma muralha protetora.” Em contraste com isso, o versículo anterior indica onde se pode depositar confiança de modo a não sofrer desapontamento: “O nome de Jeová é uma torre forte. O justo corre para dentro dela e recebe proteção.” — Provérbios 18:10.

“Ano da Bíblia”

O presidente dos EUA, Ronald Reagan, proclamou recentemente, em âmbito nacional, 1983 como o “Ano da Bíblia”, assinando uma resolução aprovada por ambas as câmaras do Congresso. A resolução reconhecia a “necessidade nacional de se estudar e aplicar os ensinamentos das Escrituras Sagradas”. “Podemos tomar a decisão de obter, estudar e procurar acatar a maior mensagem que já foi escrita, a Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada?”, perguntou o presidente. “Suas páginas contêm todas as respostas a todos os problemas que o homem já conheceu.”

Ao dizer isso, o presidente Reagan refletiu as palavras do escritor Paulo, que declarou: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e proveitosa para ensinar, para repreender, para endireitar as coisas, . . . a fim de que o homem de Deus seja plenamente competente, completamente equipado para toda boa obra.” (2 Timóteo 3:16, 17) Entretanto, é improvável que o desejo declarado na resolução do congresso, de que a Bíblia seja usada para “fortalecer-nos como Nação e como povo”, se concretize. A própria Bíblia indica que somente o Reino de Deus poderá produzir bênçãos eternas para a humanidade. Sua mensagem não se destina apenas a fortalecer ‘uma Nação e um povo’, mas a unir os povos de todas as nações sob o Governo do Reino. — Isaías 2:2-4.

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