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  • A Bíblia — manual do Criador para o homem
    A Sentinela — 1971 | 15 de outubro
    • Gade e Natã (Josué, Juízes, Rute, 1 e 2 Samuel). Também os reis Davi e Salomão contribuíram para o cânon crescente dos Escritos Sagrados. Depois vieram os profetas, de Jonas a Malaquias, cada um dos quais contribuiu para o cânon da Bíblia. E cada um deles, por sua vez, satisfazia os requisitos dum verdadeiro profeta, delineados por Jeová: Falavam em nome de Jeová, suas profecias se cumpriam e eles encaminhavam o povo a Deus. — Deu. 13:1-3; 18:20-22.

      COLEÇÃO DOS ESCRITOS INSPIRADOS

      Assim como Jeová inspirou homens a escrever, segue-se logicamente que ele dirigiu o agrupamento destes escritos inspirados. Segundo a tradição judaica, Esdras teve parte neste trabalho, depois de os judeus exilados se terem estabelecido novamente em Judá. Ele estava bem habilitado para este trabalho, por ser um dos escritores inspirados da Bíblia, sacerdote e também “copista destro da lei de Moisés”. — Esd. 7:1-11.

      O cânon das Escrituras Hebraicas estava já bem estabelecido por volta do fim do quinto século A. E. C. Continha os mesmos escritos que nós temos hoje e que agora se encontram divididos em trinta e nove livros. Não foi nenhum concílio de homens que os tornou canônicos; tinham a aprovação divina desde o seu início. O testemunho mais conclusivo da canonicidade das Escrituras Hebraicas é a palavra inquestionável de Jesus Cristo e dos escritores das Escrituras Gregas Cristãs. Embora eles usassem liberalmente as inspiradas Escrituras Hebraicas, nunca citaram os livros apócrifos. — Luc. 24:44, 45.

      COMPLETADO O CÂNON BÍBLICO

      A escrita e o agrupamento dos vinte e sete livros das Escrituras Gregas Cristãs foram similares às das Escrituras Hebraicas. Cristo “deu dádivas em homens”, sim, “deu alguns como apóstolos, alguns como profetas, alguns como evangelizadores, alguns como pastores e instrutores”. (Efé. 4:8, 11-13) Tendo sobre si o espírito santo de Deus, eles apresentaram doutrina sã para a congregação cristã. Jesus assegurou aos seus apóstolos que o espírito de Deus os ajudaria, ensinando, orientando e fazendo lembrar as coisas que haviam ouvido dele, bem como revelando-lhes coisas futuras. (João 14:26; 16:13) Isto assegurou a veracidade e a exatidão das suas narrativas evangélicas.

      A verdadeira prova de canonicidade não é quantas vezes certo livro foi citado ou qual o escritor não-apostólico que o citou. O conteúdo do próprio livro precisa dar evidência de ser produto do espírito santo. Por conseguinte, não pode estimular a superstição, o demonismo ou a adoração de criaturas. Precisa estar completamente em harmonia com as outras partes da Bíblia. Cada livro precisa conformar-se ao divino “modelo de palavras salutares” e estar em harmonia com os ensinos de Jesus. — 2 Tim. 1:13.

      Os apóstolos falavam claramente com autoridade divina. Por meio do espírito santo, eles tinham “discernimento de pronunciações inspiradas” quanto a se tais eram de Deus ou não. (1 Cor. 12:4, 10) Com a morte de João, o último apóstolo, esta série fidedigna de homens divinamente inspirados chegou ao fim. E por isso encerrou-se o cânon bíblico com a Revelação, o Evangelho de João e suas cartas.

      Os sessenta e seis livros de nossa Bíblia, por meio de sua harmonia, atestam a unicidade da Bíblia e a recomendam a nós como sendo deveras a inspirada palavra de verdade de Jeová.

      INFORMAÇÕES DE OUTRO MODO NÃO DISPONÍVEIS AOS HOMENS

      A Bíblia contém informações que de outro modo não estariam disponíveis aos homens. Por exemplo, a narrativa de Gênesis fornece informações sobre a criação da terra; dá-nos conhecimento de coisas que ocorreram antes de o homem entrar em cena. (Gên. 1:1-31) A Bíblia nos fala também sobre as palestras que ocorreram nos céus e que nenhum ouvido humano poderia ouvir, se Deus não fornecesse a informação. — Jó 1:6-12; 1 Reis 22:19-23.

      Além disso, a Bíblia nos familiariza com Jeová. Ela relata em pormenores visões milagrosas de Jeová, com que seus servos foram favorecidos. (Dan. 7:9, 10) A Bíblia nos familiariza também com o nome de Deus, “Jeová”, nome que ocorre mais de 6.800 vezes no texto massorético das Escrituras Hebraicas. Na Bíblia aprendemos as qualidades notáveis de Jeová, tais como amor, sabedoria, justiça, misericórdia, longanimidade, generosidade, perfeição de conhecimento e imutabilidade. — Êxo. 34:6, 7.

      Ainda mais, a Bíblia nos fala muito sobre o Filho de Deus e o lugar importante que ele ocupa no propósito de Deus. (Col. 1:17-20; 2:3; 2 Cor. 1:20) O Filho de Deus, mais do que qualquer outro, quando na terra, pôde ampliar nosso conhecimento de Jeová. Pois ele pôde dizer: “Quem me tem visto, tem visto também o Pai.” (João 14:9) No entanto, se os ensinos e as declarações de Jesus não tivessem sido assentados por escrito e tornados parte da Bíblia, não teríamos hoje esta informação exata.

      MANUAL PRÁTICO E PROFÉTICO

      Os pormenores sobre o desenvolvimento do propósito de Deus são revelados na Bíblia. Todas as bênçãos preditas para o homem obediente se concentravam num Salvador prometido, que seria suscitado por Jeová. Ele foi descrito no Jardim do Éden, por Deus, como o “descendente” da mulher de Deus. (Gên. 3:15) Com o tempo, Deus prometeu que este Descendente viria por intermédio de Abraão. (Gên. 22:18) Ele mostrou que o Salvador prometido seria um rei e sacerdote eterno, “à maneira de Melquisedeque”! (Sal. 110:4; Heb. 7:1-28) Ele deu o pacto da lei a Israel, com seu sacerdócio e seus sacrifícios, os quais eram todos “sombra das boas coisas vindouras”. — Heb. 10:1; Col. 2:17.

      A Davi se fez a promessa de que o reinado permaneceria eternamente na sua família. (2 Sam. 7:11-16) E mostra-se que o herdeiro desta promessa, bem como aquele que foi indicado por todas as outras profecias como o Libertador é Jesus Cristo. Sim, a Bíblia focaliza nas suas páginas o tema dos escritos inspirados — o reino de Deus às mãos de Jesus Cristo, como meio provido por Jeová para cumprir seu propósito.

      A Bíblia é notável como livro de profecia. De modo que atribui significado aos acontecimentos da história e mostra por que tiveram certo resultado. (Luc. 19:41-44) Ela mostra o futuro de todos os atuais governos mundanos — que todos eles serão esmiuçados pelo reino celestial de Deus e que este reino permanecerá para sempre. (Dan. 2:44) Explica os eventos de nossos dias, mostrando que vivemos no predito tempo do fim deste velho sistema e que Deus, em breve, eliminará todos os iníquos.

      Sem a Bíblia, não saberíamos qual é o objetivo real da vida de uma pessoa dedicada: “Teme o verdadeiro Deus e guarda os seus mandamentos. Pois esta é toda a obrigação do homem.” (Ecl. 12:13) Ela esclarece que o homem não é produto de acaso cego, mas é criação de Deus, que tem um propósito amoroso para com a humanidade. E ela explica o que Deus deseja de nós agora e como podemos achar verdadeira satisfação na vida. — Rev. 4:11; 1 Tim. 2:3, 4; Sal. 16:11.

      A história humana demonstra que o homem, à parte de Deus, não pode com bom êxito dirigir os seus passos. (Jer. 10:23) Apenas a Bíblia fornece a orientação de que ele precisa. Ela provê orientação quanto à moral, mostrando o que Deus condena e o que ele aprova. (Gál. 5:19-23) Ela mostra ser uma ajuda muito prática no meio dum mundo que lançou de si as restrições morais. Ajuda-nos a compreender o ponto de vista de Deus e a ser agradáveis a ele.

      Não é evidente por que este Livro dos livros deve ser nosso compêndio primário no estudo? Os cristãos, acima de tudo, estão vivamente interessados em investigar este Livro da autoria Daquele a quem o Filho de Deus disse: “A tua palavra é a verdade.” (João 17:17) Quanto mais se familiarizar com os sessenta e seis livros da Bíblia, tanto mais ficará convencido de que é deveras o Manual de Deus para toda a humanidade.

  • Principal defesa contra o uso de entorpecentes
    A Sentinela — 1971 | 15 de outubro
    • Principal defesa contra o uso de entorpecentes

      UM JOVEM músico, no Canadá, foi encontrado em más condições pela polícia. Ele disse à polícia que havia decidido experimentar o LSD, porque a maconha não lhe dava mais a devida sensação. O resultado foi uma “viagem ruim”, durante a qual ele enfiou os dedos nas órbitas dos olhos, porque “não queria ver o que estava vendo”. Ele danificou seriamente ambos os olhos e os médicos temiam que perdesse a vista de um deles.

      Relatos similares não são nada incomuns nas notícias. Os médicos, os legisladores e até mesmo a maioria dos que usam drogas admitem que as fortes drogas “psicodélicas”, tais como LSD e heroína, bem como as “bolinhas estimulantes” e as “‘sedativas”, as anfetaminas e os barbituratos, são perigosas. Especialmente a heroína e os barbituratos viciam. Poucos são os viciados de heroína que ficam curados.

      Por outro lado, os que fumam maconha, os quais incluem muitos jovens em idade ginasial e universitária, apresentam argumentos para defenderem seu uso da “erva”. Chamam-na de “intensificador social”.

      Um estudante universitário disse que, com a maconha, “a gente se delicia magnificamente com situações ou lembranças muito simples”. Alguns foram mais longe ao explicarem um objetivo mais profundo de a fumarem, dizendo: As drogas “são nosso meio principal para sentirmos amor neste desastre de autodestruição”. É a “volta ao Éden” e as drogas são o “paraíso instantâneo”, ou a “análise instantânea de si mesmo”.

      ALGUNS FATOS SOBRE O EFEITO DA MACONHA

      As duas perguntas feitas com mais freqüência são: Há probabilidade de que os que usam maconha passem para tóxicos mais fortes? É a própria maconha perigosa?

      Visto que se encobriu a verdade sobre a maconha numa “névoa” de ignorância e observando a sua difusão epidêmica, os governos estão estabelecendo comissões de investigação das drogas. Além disso, grande número de cientistas realizam investigações por conta própria. O que verificaram? Leva fumar maconha ao uso de entorpecentes mais fortes?

      Um folheto publicado pelo Departamento de Saúde, Educação e Bem-estar Social dos Estados Unidos relata que

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