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  • Bezalel
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • do espírito de Deus em sabedoria e em entendimento, e em conhecimento, em toda espécie de artesanato, para elaborar projetos, para trabalhar em ouro, e em prata, e em cobre, e em lavrar pedras para engastá-las e em trabalhar madeira para fazer trabalhos de toda espécie’. (Êxo. 31:3-5; 35:30-33) Estes materiais custosos, com os quais Bezalel trabalhava, foram supridos pelas contribuições generosas das pessoas de “coração disposto”, e os mesmos se provaram ‘mais do que suficientes’. — Êxo. 35:4-9, 20-29; 36:3-7.

      Bezalel teve como seu principal ajudante a Ooliabe (Êxo. 31:6), e havia muitos de “coração sábio” que trabalhavam junto com eles, todavia, a responsabilidade de orientar o trabalho complicado era de Bezalel. (Êxo. 35:10-19, 25, 26, 34; 36:1, 2) Isto se evidencia pela troca dos pronomes implícitos nos verbos, “ele” significando Bezalel, e “eles” (ou o verbo no plural), seus auxiliares. (Êxo. , caps. 36-39) A grande diversidade das perícias de Bezalel, visto que estava cheio do “espírito de Deus”, habilitaram-no a superintender a fabricação de tecidos para a tenda e seus bordados, de colchetes de ouro e de cobre, das coberturas externas de peles, das armações dos painéis de madeira, banhados de ouro, da cortina interior (Êxo. , cap. 36); da recoberta arca do pacto e seus querubins, da mesa e seus utensílios, do candelabro de ouro e do altar do incenso, dos prescritos óleo de unção e incenso (Êxo. , cap. 37); do altar do holocausto, da bacia de cobre e seu suporte, do pátio (Êxo. , cap. 38); do éfode e seu peitoral encrustados de pedras preciosas, e das vestes sacerdotais. , (Êxo. , cap. 39) Cerca de 475 anos depois, a tenda do tabernáculo, a arca do pacto e o altar de cobre ainda estavam sendo usados, quando Salomão ascendeu ao trono. — 2 Crô. 1:1-6.

  • Bezerro, Adoração Do
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • BEZERRO, ADORAÇÃO DO

      A primeira forma de idolatria mencionada na Bíblia, a que sucumbiram os israelitas após o êxodo do Egito. Enquanto Moisés se achava no monte, recebendo a lei de Deus, o povo ficou impaciente e se dirigiu a Arão com a solicitação de que fizesse um deus para eles. Dos brincos de ouro contribuídos pelos israelitas, Arão formou uma estátua fundida dum bezerro, sem dúvida dum novilho. (Sal. 106:19, 20) Foi considerado como representando a Jeová, e a festa realizada no dia seguinte foi designada como “festividade para Jeová”. Os israelitas sacrificaram ao bezerro de ouro, curvaram-se diante dele, comeram e beberam, e divertiram-se com música e dança. —  Êxo. 32:1-8, 18, 19.

      O bezerro fundido não era necessariamente feito de ouro maciço. Isto é indicado pelo fato de que Isaías, ao referir-se à fabricação duma Imagem fundida, menciona que o artífice a reveste de ouro. — Isa. 40:19.

      É bem provável que a adoração idólatra egípcia, que associava os deuses a vacas, a touros e a outros animais, influenciara grandemente os israelitas, fazendo com que adotassem a adoração do bezerro tão pouco tempo depois de libertos do Egito. Isto é confirmado pelas palavras de Estêvão: “Nos seus corações voltaram-se para o Egito, dizendo a Arão: ‘Faze-nos deuses para irem na nossa frente. .  . . ’ Fizeram, pois, naqueles dias, um bezerro e trouxeram um sacrifício ao ídolo, e começaram a regalar-se com as obras das suas mãos.” — Atos 7:39-41.

      O primeiro rei do reino das dez tribos, Jeroboão, temendo que seus súditos se revoltassem e retornassem à casa de Davi, caso continuassem a subir a Jerusalém para adorar a Deus, mandou fazer dois bezerros de ouro. Um dos bezerros de ouro, ele colocou na cidade mais setentrional de Dã, e o outro em Betel, cerca de 19 km ao N de Jerusalém. — 1 Reis 12:26-29.

      Jeová condenou esta adoração do bezerro e, mediante seu profeta Aijá, predisse a calamidade para a casa de Jeroboão. (1 Reis 14:7-12) Todavia, a adoração do bezerro continuou arraigada no reino de dez tribos. Até o Rei Jeú, que erradicou a adoração de Baal em Israel, permitiu que continuasse a adoração do bezerro, provavelmente a fim de manter o reino de dez tribos distinto do reino de Judá. (2 Reis 10:29-31) No nono século A.E.C., Jeová suscitou seus profetas Amós e Oséias para proclamarem Sua condenação da adoração do bezerro, que incluía beijar os bezerros-ídolos, e também para predizer a destruição do reino de dez tribos. O bezerro de ouro de Betel seria levado embora para o rei da Assíria, fazendo com que o povo, bem como os sacerdotes dos deuses estrangeiros, se lamentassem. Os altos seriam aniquilados, e espinhos e abrolhos cresceriam sobre os altares que tinham sido usados na adoração falsa. (Osé. 10:5-8; 13:2; Amós 3:14; 4:4; 5:5, 6) Realmente veio a calamidade, quando o reino de dez tribos caiu diante da Assíria, em 740 A.E.C. Cerca de um século depois, Jeremias profetizou que os moabitas ficariam igualmente envergonhados de seu deus, Quemós, assim como os israelitas ficaram de seu centro idólatra da adoração do bezerro, Betel.

  • Bíblia
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • BÍBLIA

      As Escrituras Sagradas, a Palavra Inspirada de Jeová, reconhecida como o maior livro de todos os tempos, devido à sua antiguidade, à sua circulação total, ao número de línguas em que foi traduzido, à sua grandeza sobrepujante como obra-prima literária, e também graças à sua inegável importância para toda a humanidade. Distinta de todos os outros livros, ela não imita nem copia a nenhum deles. Ela se destaca pelos seus próprios méritos, dando crédito a seu Autor ímpar. A Bíblia também se distingue por ter sobrevivido a maior número de controvérsias violentas do que qualquer outro livro, sendo odiada por legiões de inimigos.

      A palavra portuguesa “Bíblia” provém, através do latim, da palavra grega biblia, que, por sua vez, deriva-se de bíblos, palavra que descreve a parte interna do papiro, do qual se fabricava uma forma primitiva de papel.

      DIVISÕES

      De Gênesis a Revelação (Apocalipse), 66 livros singulares constituem o cânon da Bíblia. A escolha desses livros específicos, e a rejeição de muitos outros, evidencia que o Autor divino não só inspirou a sua escrita, mas também cuidou, meticulosamente, de sua compilação e de sua preservação no catálogo sagrado. Dos 66 livros, 39 deles, que constituem três quartos do conteúdo da Bíblia, são conhecidos como Escrituras Hebraicas, tendo todos sido escritos inicialmente nessa língua, com a exceção de alguns pequenos trechos, escritos em aramaico. (Esd. 4:8 a 6:18; 7:12-26; Jer. 10:11; Dan. 2:4b a 7:28) Por combinar alguns destes livros, os judeus tinham o total de apenas 22 ou 24 livros; todavia, estes abrangiam a mesma matéria. Parece, também, que era seu costume subdividir as Escrituras em 3 partes: ‘a lei de Moisés, os Profetas, e os Salmos’. (Luc. 24:44) A última quarta parte da Bíblia é conhecida como Escrituras Gregas Cristãs, assim denominadas porque os 27 livros que compõem esta seção foram escritos em grego. A escrita, a coleção e a colocação em ordem destes livros no cânon da Bíblia também demonstram a supervisão de Jeová, desde o início até o fim.

      A subdivisão da Bíblia em capítulos e versículos (a AV tem 1.189 capítulos e 31.173 versículos) não foi feita pelos escritores originais, mas foi uma adição utilíssima, realizada séculos depois. Os massoretas dividiram as Escrituras Hebraicas em versículos; daí, no século 13 de nossa Era Comum, acrescentaram-se as divisões em capítulos. Por fim, em 1555, a edição de Robert Estienne da Vulgata latina foi editada como a primeira Bíblia inteira com as atuais divisões de capítulos e versículos.

      Os 66 livros bíblicos formam, em conjunto, apenas uma única obra, um todo completo. Assim como as marcações de capítulos e versículos constituem apenas ajudas convenientes para o estudo da Bíblia, e não visam depreciar a unidade do todo, assim também se dá com a divisão da Bíblia em seções, segundo a língua predominante em que os manuscritos nos foram transmitidos. Por conseguinte, dispomos tanto das Escrituras Hebraicas como das Gregas, adicionando-se a estas últimas a expressão “Cristãs” para distingui-las da Versão Septuaginta (ou dos Setenta), que é a parte hebraica das Escrituras traduzida para o grego.

      AUTORIA

      A tabela acompanhante mostra que cerca de 40 secretários ou escribas humanos foram usados pelo único Autor para registrar a inspirada Palavra de Jeová. “Toda a Escritura é inspirada por Deus”, e isto inclui os escritos das Escrituras Gregas Cristãs, junto com “o resto das Escrituras”. (2 Tim. 3:16; 2 Ped. 3:15, 16) Esta expressão “inspirada por Deus” traduz a frase grega Theópneustos, que significa “Deus-soprada”. Por ‘soprar’ sobre homens fiéis, Deus fez com que seu próprio espírito ou força ativa se tornasse operante sobre eles, e dirigisse ativamente o que Jeová queria que fosse registrado, pois, como está escrito, “a profecia nunca foi produzida pela vontade do homem, mas os homens falaram da parte de Deus conforme eram movidos por espírito santo”. — 2 Ped. 1:21; João 20:21, 22; veja Inspiração.

      Nenhum outro livro demorou tanto para ser concluído como a Bíblia. Em 1513 A.E.C., Moisés começou a escrita da Bíblia. Até algum tempo após 443 A.E.C., quando Neemias e Malaquias concluíram seus livros, outros escritos sagrados foram adicionados às Escrituras inspiradas. Daí, houve um lapso de tempo na escrita da Bíblia, durante quase 500 anos, até que o apóstolo Mateus escreveu seu relato histórico. Quase 60 anos depois, João, o último dos apóstolos, contribuiu com seu Evangelho e três cartas para terminar o cânon da Bíblia. Assim, ao todo, estava envolvido um período de cerca de 1.610 anos na produção da Bíblia. Todos os co-escritores eram hebreus e, por isso, eram parte daquele povo ‘incumbido das proclamações sagradas de Deus’. — Rom. 3:2.

      CONTEÚDO

      No seu conteúdo, este Livro dos Livros revela o passado, explica o presente e prediz o futuro — assuntos de que somente Aquele que conhece o fim desde o princípio poderia ser o autor. (Isa. 46:10) Iniciando pelo princípio, por falar da criação do céu e da terra, no passado indefinido, a Bíblia fornece então amplo relato de mais de 42.000 anos, durante os quais a terra estava sendo preparada para a habitação do homem. Daí, revela-se a explicação verdadeiramente científica da origem do homem — como a vida provém somente de um Dador da vida — fatos que somente o Criador, agora no papel de Autor, poderia elucidar. (Gên. 1:26-28; 2:7) Junto com o relato de por que os homens morrem, o tema dominante que permeia a Bíblia inteira foi introduzido. Tal tema, a santificação e a vindicação do nome de Jeová, agasalhava-se na primeira profecia sobre ‘o descendente da mulher’. (Gên. 3:15) Passaram-se mais de dois mil anos antes que tal promessa dum “Descendente” fosse mencionada de novo, Deus dizendo a Abraão: “Todas as nações da terra hão de abençoar a si mesmas por meio do teu descendente.” (Gên. 22:18) Mais de oitocentos anos depois, deu-se renovada garantia ao Rei Davi, descendente de Abraão, e, com a passagem de mais tempo, os profetas de Jeová mantiveram ardendo fulgurantemente esta chama de esperança. (2 Sam. 7:12, 16; Isa. 9:6, 7) Outros mil anos depois de Davi, mais de 4.000 anos após a profecia original no Éden, o próprio Descendente Prometido surgiu, Jesus Cristo, o herdeiro legal

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