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    • do “trono de Davi, seu pai”. (Luc. 1:31-33; Gál. 3:16) Ferido na morte pela descendência terrestre da “serpente”, este “Filho do Altíssimo” proveu o preço de compra resgatador para os direitos de vida perdidos pela descendência de Adão, fornecendo assim o único meio pelo qual a humanidade pode obter a vida eterna. Ele foi então elevado ao alto, para ali aguardar o tempo designado de lançar para a terra “a serpente original, o chamado Diabo e Satanás”, onde finalmente será destruído para sempre. Assim, o magnífico tema anunciado em Gênesis, e desenvolvido e explanado no restante da Bíblia, é, nos seus capítulos finais, levado a glorioso clímax, à medida que se torna evidente o majestoso propósito de Jeová, por meio do seu reino. — Rev. 11:15; 12:1-12, 17; 19:11-16; 20:1-3, 7-10; 21:1-5; 22:3-5.

      Este reino sob Cristo, o Descendente Prometido, é o meio pelo qual se realizará a santificação e a vindicação do nome de Deus, Jeová. Explanando este tema, a Bíblia magnífica o nome de Jeová de forma mais ampla do que qualquer outro livro; tal nome ocorre mais de 6.800 vezes no texto massorético hebraico, em adição à forma abreviada “Jah”, e em dezenas de casos onde se combina de modo a formar outros nomes, como “Jesus”, que significa “Jeová é salvação”. Nós não saberíamos o nome do Criador, ou a grande questão suscitada pela rebelião edênica, que envolve este nome, ou o propósito de Deus, de santificar e de vindicar tal nome perante toda a criação, se tais coisas não estivessem reveladas na Bíblia.

      Nesta biblioteca de 66 livros, o tema do Reino e o nome de Jeová estão intimamente entrelaçados com informações sobre muitos assuntos. Suas referências a vários campos de conhecimento, tais como a agricultura, a arquitetura, a astronomia, a química, o comércio, a engenharia, a etnologia, o governo, a higiene, a música, a poesia, a filologia e a guerra tática, são apenas incidentais à explanação do tema; não são como um tratado. Outrossim, ela contém verdadeiro tesouro de informações para os arqueólogos e os paleógrafos. Em sentido geral, este amplo campo de informações pode ser dividido em quatro assuntos: (1) História e profecias; (2) Verdades e doutrinas básicas; (3) Princípios fundamentais; (4) Ministério cristão.

      Como obra histórica exata, e uma obra que penetra profundamente no passado, a Bíblia ultrapassa em muito todos os demais livros. No entanto, tem muito mais valor no campo das profecias, predizendo, da forma como o faz, o futuro, o qual apenas o Rei da Eternidade pode revelar com exatidão. A marcha das potências mundiais no decorrer dos séculos, até mesmo a ascensão e a extinção final das instituições hodiernas, foram profeticamente relatadas nas profecias de longo alcance da Bíblia.

      A Palavra da Verdade de Deus, de forma mui prática, liberta os homens da ignorância, das superstições, das filosofias e das tradições insensatas dos homens. (João 8:32) “A palavra de Deus é viva e exerce poder.” (Heb. 4:12) Sem a Bíblia, não conheceríamos a Jeová, não conheceríamos os benefícios maravilhosos advindos do sacrifício resgatador de Cristo, não entenderíamos os requisitos que precisam ser satisfeitos a fim de obtermos a vida eterna no justo reino de Deus, ou sob ele.

      A Bíblia é um livro mui prático também em outros sentidos, pois provê sadio conselho para os cristãos sobre como viver agora, como realizar seu ministério, e como sobreviver a este sistema de coisas anti-Deus, que só busca os prazeres. Ordena-se aos cristãos que ‘cessem de ser modelados segundo este sistema de coisas’ por transformarem a mente, evitando pensar como os mundanos, e isto podem fazer por terem a mesma atitude mental humilde “que houve também em Cristo Jesus”, e por despojarem-se da velha personalidade e se revestirem da nova personalidade. (Rom. 12:2; Fil. 2:5-8; Efé. 4:23, 24; Col. 3:5-10) Isto significa demonstrarem o fruto do espírito de Deus, “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, brandura, autodomínio” — assuntos sobre os quais há muita coisa escrita em todo o livro. — Gál. 5:22, 23; Col. 3:12-14; veja Manuscritos da Bíblia.

  • Bigode
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      Veja BARBA.

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    • BILA

      [possivelmente, simples, simplicidade]. Uma das servas da casa de Labão, que ele deu à sua filha Raquel, para ser serva dela, por ocasião do seu casamento com Jacó. (Gên. 29:29) Isso ocorreu no ano 1774 A.E.C., em Padã-Arã, situada na região do planalto setentrional da Mesopotâmia. Quando Raquel, com o passar do tempo, provou-se estéril, ela deu Bila a Jacó como esposa secundária, para que, por meio de sua serva, Raquel pudesse ter filhos, assim como o fizera Sara. (Gên. 16:2) Jacó, por essa época, tinha pelo menos 88 anos. Deste modo, Bila teve o privilégio de se tornar a mãe de dois filhos, Dã e Naftali, cujos descendentes formaram duas das doze tribos de Israel. (Gên. 30:3-8; 35:25; 1 Crô. 7:13) Quando Jacó voltou à terra de Canaã, Bila, junto com seus filhos, foi apresentada pessoalmente a Esaú, irmão gêmeo de Jacó. Depois da morte de Raquel, Rubem, o filho mais velho de Jacó, cometeu fornicação com Bila. — Gên. 35:22; 49:3, 4.

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