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A Bíblia — manual do Criador para o homemA Sentinela — 1971 | 15 de outubro
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entrar em cena. (Gên. 1:1-31) A Bíblia nos fala também sobre as palestras que ocorreram nos céus e que nenhum ouvido humano poderia ouvir, se Deus não fornecesse a informação. — Jó 1:6-12; 1 Reis 22:19-23.
Além disso, a Bíblia nos familiariza com Jeová. Ela relata em pormenores visões milagrosas de Jeová, com que seus servos foram favorecidos. (Dan. 7:9, 10) A Bíblia nos familiariza também com o nome de Deus, “Jeová”, nome que ocorre mais de 6.800 vezes no texto massorético das Escrituras Hebraicas. Na Bíblia aprendemos as qualidades notáveis de Jeová, tais como amor, sabedoria, justiça, misericórdia, longanimidade, generosidade, perfeição de conhecimento e imutabilidade. — Êxo. 34:6, 7.
Ainda mais, a Bíblia nos fala muito sobre o Filho de Deus e o lugar importante que ele ocupa no propósito de Deus. (Col. 1:17-20; 2:3; 2 Cor. 1:20) O Filho de Deus, mais do que qualquer outro, quando na terra, pôde ampliar nosso conhecimento de Jeová. Pois ele pôde dizer: “Quem me tem visto, tem visto também o Pai.” (João 14:9) No entanto, se os ensinos e as declarações de Jesus não tivessem sido assentados por escrito e tornados parte da Bíblia, não teríamos hoje esta informação exata.
MANUAL PRÁTICO E PROFÉTICO
Os pormenores sobre o desenvolvimento do propósito de Deus são revelados na Bíblia. Todas as bênçãos preditas para o homem obediente se concentravam num Salvador prometido, que seria suscitado por Jeová. Ele foi descrito no Jardim do Éden, por Deus, como o “descendente” da mulher de Deus. (Gên. 3:15) Com o tempo, Deus prometeu que este Descendente viria por intermédio de Abraão. (Gên. 22:18) Ele mostrou que o Salvador prometido seria um rei e sacerdote eterno, “à maneira de Melquisedeque”! (Sal. 110:4; Heb. 7:1-28) Ele deu o pacto da lei a Israel, com seu sacerdócio e seus sacrifícios, os quais eram todos “sombra das boas coisas vindouras”. — Heb. 10:1; Col. 2:17.
A Davi se fez a promessa de que o reinado permaneceria eternamente na sua família. (2 Sam. 7:11-16) E mostra-se que o herdeiro desta promessa, bem como aquele que foi indicado por todas as outras profecias como o Libertador é Jesus Cristo. Sim, a Bíblia focaliza nas suas páginas o tema dos escritos inspirados — o reino de Deus às mãos de Jesus Cristo, como meio provido por Jeová para cumprir seu propósito.
A Bíblia é notável como livro de profecia. De modo que atribui significado aos acontecimentos da história e mostra por que tiveram certo resultado. (Luc. 19:41-44) Ela mostra o futuro de todos os atuais governos mundanos — que todos eles serão esmiuçados pelo reino celestial de Deus e que este reino permanecerá para sempre. (Dan. 2:44) Explica os eventos de nossos dias, mostrando que vivemos no predito tempo do fim deste velho sistema e que Deus, em breve, eliminará todos os iníquos.
Sem a Bíblia, não saberíamos qual é o objetivo real da vida de uma pessoa dedicada: “Teme o verdadeiro Deus e guarda os seus mandamentos. Pois esta é toda a obrigação do homem.” (Ecl. 12:13) Ela esclarece que o homem não é produto de acaso cego, mas é criação de Deus, que tem um propósito amoroso para com a humanidade. E ela explica o que Deus deseja de nós agora e como podemos achar verdadeira satisfação na vida. — Rev. 4:11; 1 Tim. 2:3, 4; Sal. 16:11.
A história humana demonstra que o homem, à parte de Deus, não pode com bom êxito dirigir os seus passos. (Jer. 10:23) Apenas a Bíblia fornece a orientação de que ele precisa. Ela provê orientação quanto à moral, mostrando o que Deus condena e o que ele aprova. (Gál. 5:19-23) Ela mostra ser uma ajuda muito prática no meio dum mundo que lançou de si as restrições morais. Ajuda-nos a compreender o ponto de vista de Deus e a ser agradáveis a ele.
Não é evidente por que este Livro dos livros deve ser nosso compêndio primário no estudo? Os cristãos, acima de tudo, estão vivamente interessados em investigar este Livro da autoria Daquele a quem o Filho de Deus disse: “A tua palavra é a verdade.” (João 17:17) Quanto mais se familiarizar com os sessenta e seis livros da Bíblia, tanto mais ficará convencido de que é deveras o Manual de Deus para toda a humanidade.
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Principal defesa contra o uso de entorpecentesA Sentinela — 1971 | 15 de outubro
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Principal defesa contra o uso de entorpecentes
UM JOVEM músico, no Canadá, foi encontrado em más condições pela polícia. Ele disse à polícia que havia decidido experimentar o LSD, porque a maconha não lhe dava mais a devida sensação. O resultado foi uma “viagem ruim”, durante a qual ele enfiou os dedos nas órbitas dos olhos, porque “não queria ver o que estava vendo”. Ele danificou seriamente ambos os olhos e os médicos temiam que perdesse a vista de um deles.
Relatos similares não são nada incomuns nas notícias. Os médicos, os legisladores e até mesmo a maioria dos que usam drogas admitem que as fortes drogas “psicodélicas”, tais como LSD e heroína, bem como as “bolinhas estimulantes” e as “‘sedativas”, as anfetaminas e os barbituratos, são perigosas. Especialmente a heroína e os barbituratos viciam. Poucos são os viciados de heroína que ficam curados.
Por outro lado, os que fumam maconha, os quais incluem muitos jovens em idade ginasial e universitária, apresentam argumentos para defenderem seu uso da “erva”. Chamam-na de “intensificador social”.
Um estudante universitário disse que, com a maconha, “a gente se delicia magnificamente com situações ou lembranças muito simples”. Alguns foram mais longe ao explicarem um objetivo mais profundo de a fumarem, dizendo: As drogas “são nosso meio principal para sentirmos amor neste desastre de autodestruição”. É a “volta ao Éden” e as drogas são o “paraíso instantâneo”, ou a “análise instantânea de si mesmo”.
ALGUNS FATOS SOBRE O EFEITO DA MACONHA
As duas perguntas feitas com mais freqüência são: Há probabilidade de que os que usam maconha passem para tóxicos mais fortes? É a própria maconha perigosa?
Visto que se encobriu a verdade sobre a maconha numa “névoa” de ignorância e observando a sua difusão epidêmica, os governos estão estabelecendo comissões de investigação das drogas. Além disso, grande número de cientistas realizam investigações por conta própria. O que verificaram? Leva fumar maconha ao uso de entorpecentes mais fortes?
Um folheto publicado pelo Departamento de Saúde, Educação e Bem-estar Social dos Estados Unidos relata que
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