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  • A tremenda influência da Bíblia — em campos despercebidos por muitos
    Despertai! — 1982 | 8 de setembro
    • A tremenda influência da Bíblia — em campos despercebidos por muitos

      MILHÕES de pessoas viveram orientando-se por ela. Muitos morreram por ela. Todos esses a amavam. Outros, por motivos religiosos ou políticos, demonstraram-lhe intenso ódio, perseguiram, torturaram e mataram os que acreditaram nela. “Ela” é um livro; para muitos é O LIVRO por excelência.

      O próprio fato de ter a Bíblia gerado tais sentimentos profundos é suficiente para mostrar que não se trata de um livro comum. Deve haver alguma coisa diferente a respeito de um livro de mais de mil páginas impressas compactamente, um livro traduzido na íntegra em 275a idiomas, e partes dele, em nada menos do que 1.710 línguas e dialetos.

      A Bíblia é o livro de maior circulação de todos os tempos, tendo sido impressos, em estimativa, 2.500.000.000 de exemplares. Além do mais, está sendo continuamente traduzida em mais outros dialetos e retraduzida nas principais línguas do mundo, a fim de se extrair a pura essência do texto original, escrito em hebraico, aramaico e grego. Por que todo esse esforço, se a Bíblia não passa de “outro livro qualquer”?

      Nenhum outro livro na terra inspirou tantos artistas em sua obra. Muitas das maiores obras-primas do mundo — oratórios, óperas, esculturas, mosaicos, pinturas, vitrais, poemas, peças teatrais e outra literatura — foram criadas tendo por base temas bíblicos. Enciclopédias inteiras, dicionários e comentários em diversos volumes e concordâncias completas foram escritos — tudo com o fim de ajudar as pessoas a obter melhor compreensão do significado do que está escrito na Bíblia. Que outro livro causou tão vasta quantidade de obras eruditas de referência e literatura relacionada?

      Pode-se também ver no campo da lingüística a prova da influência da Bíblia na vida das pessoas através dos séculos. A língua inglesa está cheia de palavras e expressões idiomáticas tiradas da Bíblia. O alemão moderno deve muito à tradução das Escrituras Sagradas feita por Lutero, e o mesmo se dá com as línguas escandinavas. O mais antigo dicionário francês (do 8.º século E.C.) é um glossário latino-francês de palavras bíblicas, e escreveu-se um livro inteiro a respeito da influência da Bíblia sobre a língua francesa. Que outro livro moldou a fala e o modo de pensar dos homens em tantas línguas?

      A edição de 1979 da Encyclopœdia Britannica vai além, dizendo: “A Bíblia introduziu seu conceito sobre Deus, sobre o universo e sobre a humanidade em todas as principais línguas ocidentais e assim no intelecto do homem ocidental. . . . Milhões de pessoas hoje que não se julgam religiosas vivem, contudo, segundo as pressuposições básicas por trás da literatura bíblica. Seria impossível calcular o efeito de tais pressuposições sobre as idéias e as atitudes transformadas dos ocidentais no tocante à natureza e ao propósito do governo, das instituições sociais e das teorias econômicas.”

      Napoleão Bonaparte admitiu certa vez que a Bíblia é um livro “que tem poder de vencer todos os que se opõem a ela”. Não resta dúvida de que é em razão de outros também terem chegado a compreender a tremenda influência que a Bíblia pode ter sobre as atitudes das pessoas que alguns homens poderosos odiaram a Bíblia e perseguiram os que a amaram e a seguiram. É de surpreender que isso aconteceu também no campo da própria religião, conforme o mostrarão os artigos que se seguem.

      [Nota(s) de rodapé]

      a Apenas uns 160 idiomas são falados por um milhão de pessoas ou mais.

  • A atitude da Igreja Católica no passado para com a Bíblia
    Despertai! — 1982 | 8 de setembro
    • A atitude da Igreja Católica no passado para com a Bíblia

      APARECE a seguinte declaração interessante no livro A Guide to Catholic Reading (Guia Para Leitura Católica): “A maioria dos católicos leigos da geração mais antiga concordará que a leitura da Bíblia, sem a devida supervisão, era malvista pela maioria dos sacerdotes e das freiras católicas. Felizmente, a situação mudou radicalmente, e hoje os católicos são instados, exortados e incentivados por todos os lados a ler o Livro dos Livros.”

      Inegavelmente, a atitude da Igreja Católica para com a Bíblia “mudou radicalmente” nas últimas décadas. Mais traduções populares católicas da Bíblia em línguas modernas têm aparecido nos últimos 30 anos do que durante os séculos precedentes. Mas o que são 30 anos na história de uma igreja que afirma que data do tempo dos apóstolos? Quais têm sido os antecedentes da Igreja Católica no decorrer dos séculos? Mostrou ela amor pela Bíblia, tornando-a disponível aos católicos e incentivando-os a lê-la? Ou demonstrou ódio aos que amaram a Bíblia?

      Antes e Depois de Carlos Magno

      Com toda justiça, é preciso dizer que a Igreja de Roma inicialmente favoreceu a tradução das Escrituras Sagradas para a língua vernácula. Não se deve esquecer que a língua comum dos cristãos primitivos era o grego. Continuou a ser assim por diversos séculos depois de surgir a apostasia com a morte dos apóstolos. Pode-se ver a evidência disso pelo fato de que no Primeiro Concílio Ecumênico, realizado em Nicéia, em 325 E.C., as sessões foram realizadas não em latim, mas em grego, e o famoso Credo Niceno, considerado a “base fundamental” da fé católica, foi redigido em grego.

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