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  • Ezequiel
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • figura dum sítio de 390 e de 40 dias de Jerusalém, que contém importante profecia cronológica. Foi preciso demonstrar obediência, paciência e muita fé para executar este aviso pictórico diante de um povo sem fé e zombeteiro. Durante o sítio de Jerusalém, Ezequiel voltou a atenção profética para as nações pagãs que odiavam Israel e gostariam de tomar parte na queda de Israel, regozijando-se com ela, descrevendo a punição que Jeová traria a tais nações. Depois da queda de Jerusalém, mudou o tom das profecias de Ezequiel. Depois de forte condenação dos pastores gananciosos de Israel, e de Seir, ele orientou suas atividades proféticas para a edificação da fé na promessa de Deus de que Israel seria reavivado, reajuntado e unido, e que o glorioso pastoreio de ‘Davi, servo’ de Jeová, os abençoaria por tempo indefinido, sob um pacto de paz. (Eze., cap. 37) Ezequiel então fornece uma descrição pormenorizada do templo reconstruído, cujas “plantas” lhe foram fornecidas por Jeová. Este templo visionário era profético de algo num futuro muito distante, pois nenhum templo assim jamais foi construído. — Eze., caps. 40-48.

      A ESPERANÇA DE EZEQUIEL

      Ezequiel era fiel a Deus, executando toda e qualquer ordem recebida, muito embora sua tarefa fosse difícil. Acha-se entre os profetas que perseveraram por meio de fé, e que ‘procuravam alcançar um lugar melhor, isto é, um pertencente ao céu’. — Heb. 11:16.

  • Ezequiel, Livro De
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • EZEQUIEL, LIVRO DE

      Esta notável profecia traz o nome do profeta a quem foi dada esta série de avisos e visões proféticos. Ezequiel, filho de Buzi, um sacerdote, talvez tenha terminado o livro em Babilônia, no ano 591 A.E.C. Abrange um período de aproximadamente vinte e dois anos, de 613 a cerca de 591 A.E.C. — Eze. 1:1-3; 29:17.

      AUTENTICIDADE

      A prova da autenticidade do livro pode ser achada no cumprimento de suas profecias. Testemunho adicional da autenticidade deste livro provém da arqueologia. O famoso arqueólogo norte-americano, W. F. Albright, escreveu em seu livro The Bible After Twenty Years of Archeology (A Bíblia Após Vinte Anos de Arqueologia): “Dados arqueológicos têm . . . demonstrado a originalidade substancial dos Livros de Jeremias e Ezequiel, Esdras e Neemias, além de dúvida, estes têm confirmado o quadro tradicional de eventos, bem como sua ordem.”

      A autenticidade do livro de Ezequiel é apoiada por sua harmonia com os outros livros da Bíblia, embora não seja citado ou mencionado diretamente por nenhum dos escritores das Escrituras Gregas Cristãs. Alusões a algumas de suas declarações e expressões similares, todavia, são encontradas profusamente. Ezequiel e Jesus falam do ressecamento duma árvore seivosa. (Eze. 17:24; Luc. 23:31) Tanto Ezequiel como Jesus falaram dum julgamento das pessoas como ovelhas e cabritos. (Eze. 34:17; Mat. 25:32, 33) O livro de Revelação usa muitas ilustrações similares às de Ezequiel. Compare Ezequiel 1:28 — Revelação 4:3; Ezequiel 10:3, 4 — Revelação 15:8; Ezequiel 12:25 — Revelação 10:6; Ezequiel 37:10 — Revelação 11:11.

      Deve-se notar que entre os papiros bíblicos gregos de Chester Beatty existe um códice que contém, entre outros trechos da Bíblia, Ezequiel, Daniel e Ester. Todos eles se encontram em um só códice, provavelmente consistindo originalmente em cento e dezoito folhas. É uma cópia escrita por dois escribas, provavelmente na primeira metade do terceiro século, indicando a substancial integridade do livro de Ezequiel assim como chegou até nós.

      Visto que Jeremias e Ezequiel eram contemporâneos, suas profecias têm muitas coisas em comum. (Compare Ezequiel 18:2 — Jeremias 31:29; Ezequiel 24:3 — Jeremias 1:13; Ezequiel 34:2 — Jeremias 23:1.) Daniel e Ezequiel, também contemporâneos, possuem similaridades de expressão em seus escritos. Ezequiel, enquanto amarrado com cordas, profetizou sobre o reino de Judá e designou um ano em cumprimento para cada dia da profecia. (Eze. 4:4-8) Semelhantemente, Daniel falou dum tronco de árvore cintado, e uma característica de um dia por um ano, uma profecia relativa ao reino. — Dan. 4:23.

      DISPOSIÇÃO DA MATÉRIA

      Na maior parte, as profecias e visões de Ezequiel são dispostas cronologicamente, bem como segundo os tópicos. Os versículos 17-20 do capítulo 29 são colocados fora de sua ordem cronológica (compare com Ezequiel 29:1; 30:20), mas, no que se refere ao tópico, ajustam- se ali, na profecia contra o Egito. Até o décimo mês do nono ano do primeiro cativeiro, o ponto central em torno do qual giravam as profecias de Ezequiel era a completa queda e desolação de Jerusalém, com apenas breves referências à restauração. Este é o teor dos primeiros vinte e quatro capítulos. Durante o sítio de Jerusalém, o profeta voltou sua atenção principalmente para a declaração de ais sobre as nações pagãs, previstas por Jeová Deus como se regozijando por causa da queda de Jerusalém. Depois da chegada da notícia de que Jerusalém tinha caído, o profeta soa a gloriosa nota de restauração, que é o tema predominante em todo o restante do livro. — Eze. 33:20, 21.

      O livro de Ezequiel revela que a religião falsa de Babilônia tinha sido introduzida nos precintos do templo de Jeová, especialmente na forma da adoração do deus babilônico Tamuz. (Eze. 8:13, 14) Além de tal detestável adoração falsa conduzida no próprio templo de Jeová, os judeus apóstatas encheram a terra de Judá de violência. Não é nenhuma surpresa, portanto, que, em sua visão, Ezequiel ouça a chamada para que os executores da parte de Jeová venham com suas armas maçadoras,

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