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  • Josué
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • seus dias depois de Josué.” — Jos. 24:29-31; Juí. 2:7-9.

      2.Filho de Jeozadaque; o primeiro sumo sacerdote a servir aos israelitas repatriados, depois de voltarem do exílio em Babilônia. (Ageu 1:1, 12, 14; 2:2-4; Zac. 3:1-9; 6:11) Nos livros bíblicos de Esdras e de Neemias, ele é chamado de Jesua. — Veja Jesua.

  • Josué, Livro De
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • JOSUÉ, LIVRO DE

      Este livro da Bíblia fornece um elo vital na história dos israelitas, por mostrar como as promessas de Deus, feitas aos patriarcas Abraão, Isaque e Jacó, foram cumpridas. Abrangendo provavelmente um período de mais de vinte anos (1473 a c. 1450 AEC), fala sobre a conquista de Canaã, seguindo-se a distribuição da terra para os israelitas, e conclui com os discursos de Josué, incentivando a fidelidade a Jeová.

      Conter este livro o nome antigo das cidades (Jos. 14:15; 15:15), e instruções pormenorizadas, daí relatando como estas foram executadas, indica que se trata dum registro contemporâneo. (Para obter exemplos, veja Josué 1:11-18; 2:14-22; 3:2 a 4:24; 6:22,  23.) Com efeito, o escritor se identifica como vivendo ao mesmo tempo que a Raabe de Jerico, e, por conseguinte, como sendo testemunha ocular. — Jos. 6:25.

      AUTENTICIDADE

      Na avaliação de alguns, contudo, o livro de Josué não é história verdadeira. Este conceito se baseia primariamente na pressuposição de que, visto que os milagres mencionados neste livro não acontecem na experiência humana recente, não podiam ter acontecido. Por conseguinte, questionam a capacidade de Deus de realizar milagres, se não também a Sua existência, bem como a integridade do escritor. Caso o escritor tivesse floreado de ficção o seu relato, enquanto se apresentava como testemunha ocular, isso o tornaria culpado de fraude deliberada. Por certo, é ilógico concluir que um livro que honra a Deus como o Cumpridor de sua palavra (Jos. 21: 43-45), que incentiva a fidelidade a Ele (Jos. 23:6-16; 24:14,  15,  19,  20,  23) e que reconhece abertamente as falhas de Israel, tenha sido produzido por uma testemunha falsa. — Jos. 7:1-5; 18:3.

      Ninguém pode negar que a nação israelita veio a existir e a ocupar a terra descrita no livro de Josué. Semelhantemente, não existe base válida para se questionar a veracidade do relato deste livro a respeito do modo como os israelitas obtiveram a posse de Canaã. Nem os salmistas (Sal. 44:1-3; 78:54,  55; 105: 42-45; 135:10-12; 136:17-22), nem Neemias (9: 22-25), nem o primeiro mártir cristão, Estêvão (Atos 7:45), nem o discípulo Tiago (Tia. 2: 25), nem o erudito apóstolo Paulo (Atos 13: 19; Heb. 4:8; 11:30, 31) duvidaram de sua autenticidade. E 1 Reis 16:34 registra o cumprimento da maldição profética de Josué, proferida cerca de 500 anos antes, na época da destruição de Jericó. — Jos. 6:26.

      ESCRITOR

      Alguns peritos, embora reconhecendo que o livro foi escrito na época de Josué, ou por volta dela, rejeitam o conceito tradicional judaico de que o próprio Josué o tenha escrito. Sua objeção principal é que alguns dos eventos registrados no livro de Josué também aparecem no livro de Juízes, que começa com as seguintes palavras: “E aconteceu depois da morte de Josué.” (Juí. 1:1) Todavia, esta declaração inicial não é, necessariamente, uma indicação de tempo para todos os eventos ocorridos no relato dos Juízes. O livro não está disposto numa ordem cronológica estrita, pois menciona um evento que definitivamente ocorreu antes da morte de Josué. (Juí. 2:6-9) Por conseguinte, algumas coisas, tais como a captura de Hébron por Calebe (Jos. 15:13,  14; Juí. 1:9, 10), de Debir por Otniel (Jos. 15:15-19; Juí. 1:11-15) e de Lesem ou Laís (Dã) pelos danitas (Jos. 19: 47,  48; Juí. 18:27-29) podiam, igualmente, ter ocorrido antes da morte de Josué. Mesmo a colocação, pelos danitas, de uma imagem idólatra em Laís podia, razoavelmente, ajustar-se à época de Josué. (Juí. 18:30, 31) Em sua exortação final, Josué disse aos israelitas: “Removei os deuses a que vossos antepassados serviram do outro lado do Rio e no Egito, e servi a Jeová.” (Jos. 24:14) Caso não existisse idolatria, esta declaração pouco significaria.

      Logicamente, então, excetuando-se o trecho final que relata a sua morte, o livro pode ser atribuído a Josué. Assim como Moisés registrara os acontecimentos de seu período de vida, assim também seria apropriado que Josué fizesse o mesmo. O próprio livro relata: “Então escreveu Josué estas palavras no livro da lei de Deus.” — Jos. 24:26.

      NÃO É CONTRADITÓRIO 

      Alguns acharam que o livro é contraditório em dar a entender que a terra foi completamente subjugada por Josué, ao passo que, ao mesmo tempo, relata que restava ainda grande parte dela para ser tomada. (Compare com Josué 11:16,   17,  23; 13:1.) Mas estas aparentes discrepâncias podem ser facilmente solucionadas quando se tem presente que havia dois aspectos diferentes da conquista. Primeiro, a guerra nacional, sob a liderança de Josué, rompeu o poderio dos cananeus. Em seguida, exigia-se a ação individual e tribal para tomar-se plena posse da terra. (Jos. 17:14-18; 18:3) Provavelmente, ao passo que Israel guerreava em outro lugar, os cananeus se fixaram novamente em cidades tais como Debir e Hébron, de modo que elas precisaram ser retomadas, através de esforços individuais ou tribais. — Compare Josué 11:21-23 com Josué 14:6,  12; 15:13-17.

      ESBOÇO DO CONTEÚDO

      I. Jeová comissiona Josué a liderar israelitas para cruzarem Jordão; também garantiu-lhe

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