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  • O que aconteceu com o nome de Deus?
    A Sentinela — 1978 | 1.° de novembro
    • Por exemplo, em 1961, foi descoberta uma antiga caverna sepulcral a uns 32 quilômetros ao sudoeste de Jerusalém. A caverna parece ser do tempo do Rei Ezequias (745-716 A. E. C.) Nas suas paredes há inscrições hebraicas que usam o tetragrama, tais como “Jeová é o Deus de toda a terra”. E em 1966, foi publicado um relatório sobre cacos de cerâmica com escrita neles, encontrados em Arade, no sul de Israel. Um deles, que vê aqui reproduzido, é uma carta particular em hebraico, de um subordinado para Eliasibe. A carta começa assim: “Ao meu senhor Eliasibe, Iavé peça a tua paz E agora . . .” — Israel Exploration Journal, Vol. 13, N.º 2, pp. 74-92; Vol. 16, N.º 1, pp. 1-7.

      Visto que muitos antigos hebreus usavam o nome divino até mesmo em circunstâncias não exclusivamente religiosas, é de se perguntar quando surgiu a superstição de omiti-lo. Realmente, hoje, ninguém tem certeza sobre isso Alguns afirmam, à base dos escritos rabínicos, judaicos, que o nome não foi usado no primeiro século, quando Jesus esteve na terra. Mas, se a superstição de omiti-lo se espalhava naquele tempo, não significava que o nome pessoal de Deus nunca era usado. Sobre isso escreveu o Dr. M. Reisel: “O Tetragrama deve ter sido pronunciado pelo Sumo Sacerdote até a destruição do Segundo Templo em 70 E. C.”

      No entanto, talvez se pergunte sobre o que faziam Jesus e seus apóstolos. Usavam eles o nome de Deus na escrita, na fala ou na leitura das Escrituras? Por exemplo, que dizer da ocasião em que Jesus se levantou na sinagoga de Nazaré e leu Isaías 61:1? O tetragrama aparece no texto hebraico, que começa: “O espírito do Senhor Javé está sobre mim . . .” (Liga de Estudos Bíblicos) Acha que Jesus teria intencionalmente evitado pronunciar o nome divino, mesmo que alguns judeus supersticiosos não o quisessem fazer? Lembre-se de que ele disse: “Tenho feito manifesto o teu nome aos homens que me deste do mundo.” — João 17:6.

      O relato do que Jesus disse quando leu Isaías 61:1 encontra-se em Lucas 4:18, 19 Se procurar estes últimos versículos em qualquer versão amplamente distribuída, em português, fora da Tradução do Novo Mundo, não encontrará o nome pessoal de Deus. Encontrará, em vez disso, que Jesus é apresentado como lendo: “O Espírito do Senhor está sobre mim . . .” — Almeida, atualizada

      Acha que foi isso o que Jesus disse? Por que e que a maioria das Bíblias diz aqui “o Senhor”, em vez de usar o nome pessoal de Deus? A resposta envolve uma investigação recente, que desperta o interesse assim como uma história de detetives. Convidamo-lo a seguir a pista e notar alguns dos indícios surpreendentes que foram descobertos.

  • Nova e surpreendente evidência vem à luz!
    A Sentinela — 1978 | 1.° de novembro
    • Nova e surpreendente evidência vem à luz!

      ELES realmente arriscaram a vida quando desceram pelos penhascos verticais do que agora conhecemos como a Caverna dos Horrores. Poucos podiam esperar encontrar no meio dos esqueletos uma pista importante referente à Bíblia que você tem.

      Para entender as circunstâncias, imagine estar no ermo árido mostrado na página 9, nas montanhas ao oeste do Mar Morto.

      Ao sul encontra-se Massada, a cidadela isolada onde, em 73 E. C., o último posto avançado que restava da revolta judaica foi tomado pelos romanos. Ao norte encontram-se as ruínas de Qumran. Este era o centro duma comunidade judaica do primeiro século, que escondeu o famoso Rolo de Isaías do Mar Morto e outros escritos em cavernas vizinhas.

      No começo de 1961, uma equipe de peritos empreendeu explorar as cavernas no agreste Nahal Hever. Estava equipada com detectores de minas, máscaras contra poeira, cordas e arnês de pára-quedas. Era uma descida perigosa de 80 metros até a boca da caverna número 8, cujo nome foi trocado para Caverna dos Horrores. Um passo em falso significaria uma queda de centenas de metros até as rochas lá embaixo

      O horripilante nome, Caverna dos Horrores, provém do que os investigadores encontraram lá dentro — os esqueletos de uns 40 homens, mulheres e crianças. Haviam sido seguidores do combatente judeu Barcocheba, que chefiou uma guerra contra Roma, em 132 E. C. Supõe-se que eles tenham ficado encurralados lá dentro pelos romanos acampados no alto do penhasco e que tenham morrido de sede ou fome.

      Talvez se pergunte, porém, o que tudo isso tem que ver com se Jesus e os apóstolos usaram o nome pessoal de Deus, e se, por isso, devia estar na sua Bíblia ou nos seus lábios. A relação está em nove pequenos fragmentos de pergaminho, contendo escrita em grego, descobertos na Caverna dos Horrores.

      Quando os eruditos os estudaram com cuidado, reconheceram que os fragmentos provinham dum antigo rolo de couro dos Doze Profetas (de Oséias a Malaquias). Era um texto grego de entre 50 A. E. C. e 50 E. C. Ora, conhecia-se a fonte do rolo, a Caverna dos Horrores, no deserto da Judéia. Embora você talvez, de início, não veja a importância disso, é uma das principais pistas quanto a se o nome divino deve aparecer na sua Bíblia, ou não.

      A fim de que esta pista tenha real significado para você, precisamos considerar quais os rolos que estavam disponíveis a Jesus e seus apóstolos, no primeiro século E. C.

      A PALAVRA DE DEUS EM GREGO

      Os livros bíblicos de Gênesis a Malaquias foram originalmente escritos em hebraico, com pequenas partes em aramaico. Entretanto, quando os judeus foram dispersos através do mundo antigo, eles começaram a usar a língua internacional, o grego. Assim,

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