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  • Manterá a Turquia a liberdade de adoração?
    Despertai! — 1973 | 22 de setembro
    • estão a favor duma mudança.” (Pro. 24:21) Nenhum governo, assim, tem qualquer razão de temer as testemunhas cristãs de Jeová. Numa era de crescente violência, sua obediência à Palavra de Deus promove a lei e a ordem.

      Assim, na Turquia, os tribunais e o próprio governo enfrentam uma decisão que revelará o que pensam sobre a liberdade de adoração. Reconhecerão as testemunhas de Jeová pelo que são — um estabelecido grupo religioso, ao invés de uma “sociedade com vários membros”? Cumprirá e honrará a Turquia as assertivas de sua Constituição? Certamente se espera que a Turquia tome uma posição positiva a favor da liberdade de adoração, em harmonia com seu desejo de situar-se entre as nações livres do mundo.

  • Em que direção vai a moderna erudição católica?
    Despertai! — 1973 | 22 de setembro
    • Em que direção vai a moderna erudição católica?

      BEM que se tem dito: ‘Não existe paralisação. Ou as coisas vão adiante ou voltam atrás. Ou melhoram ou pioram. Assim, pode-se propor adequadamente a pergunta: Em que direção vai a erudição bíblica católico-romana — para a frente ou para trás?

      Que a moderna erudição católica está mudando se evidencia a todos que são observadores. Com efeito, suas mudanças provocaram uma crise na Igreja Católica Romana. Por um lado, há aqueles que se opõem estrenuamente a tais mudanças, e, por outro lado há aqueles que são impacientes porque as mudanças não são maiores e não estão sendo feitas mais rapidamente. Em vista desta situação, não é de admirar que a publicação jesuíta America (9 de maio de 1970a) achasse necessário observar: “O(s) católico(s) que cresceu(ram) na Igreja de ontem agora respira(m) e ora(m) e se debate(m) numa situação caracterizada pela incerteza, dissenção e transtorno.”

      Em especial, há uma tendência na erudição católico-romana de afastar-se da fé na inspiração e na autenticidade das Escrituras. E este, poder-se-ia acrescentar, é o aspecto mais grave da mudança moderna e deve causar preocupação a todos os católicos praticantes que ainda se apegam à inspiração da Bíblia.

      Escreveu Moisés O Pentateuco?

      Pelo termo “Pentateuco” se quer dizer os primeiros cinco livros da Bíblia: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio. Quem escreveu tais livros? Não só o próprio Pentateuco, como a tradição judaica por muitos e muitos séculos, atribuem tais livros a Moisés, mas também o fazem outros livros das Escrituras Hebraicas, bem como Jesus e seus apóstolos. Assim, em Êxodo 17:14, Números 33:2 e Deuteronômio 31:9, encontram-se declarações que falam de Moisés escrever ou receber a ordem de escrever. Entre outras partes das Escrituras Hebraicas que creditam a Moisés a transmissão da lei contida no Pentateuco se acham Josué 1:7, 8; Juízes 3:4 e 1 Reis 2:3. Que Jesus Cristo cria que Moisés escreveu tais livros da Bíblia é evidente de suas observações a seus oponentes judaicos: “Se acreditásseis em Moisés, teríeis acreditado em mim, porque este escreveu a meu respeito.” (João 5:46) E verificamos que o corpo governante cristão primitivo, que se reuniu em Jerusalém para considerar algumas questões, tais como a circuncisão, semelhantemente deu crédito a Moisés, pois declarou: “Desde os tempos antigos, Moisés tem tido em cidade após cidade os que o pregam, porque ele está sendo lido em voz alta nas sinagogas, cada sábado.” — Atos 15:21.

      Houve tempo em que a erudição católica concordou com o acima. Assim, o New Catholic Dictionary (Novo Dicionário Católico; 1929) declarou: “Os primeiros cinco livros da Bíblia” foram “escritos por volta de 1400 A. C. . . . Uma tradição constante, tanto judaica como cristã, tem sempre asseverado a autoria mosaica de tais cinco Livros . . . Mas, é perfeitamente lícito admitir que Moisés fez uso de documentos previamente existentes, os quais inseriu em sua obra.” Outra que dava crédito a Moisés pelo Pentateuco era a Catholic Bible Encyclopedia, Old Testament (Enciclopédia Bíblica Católica, Velho Testamento) que prossegue dizendo: “O texto do Pentateuco . . . tem sido, em sua transmissão, preservado de erros em questões de fé e de moral pela providência divina.”

      Mas, isso não se dá, afirma a moderna erudição católica. The Jerusalem Bible (1966), The Jerome Bible Commentary (Comentário Bíblico de Jerônimo; 1968), e a New Catholic Encyclopedia (Nova Enciclopédia Católica; 1967), todos revelam ter sido influenciados por Wellhausen, perito alemão em línguas que não cria na inspiração da Bíblia e cujas teorias se provam cada vez mais sem base. Mas, como pode alguém produzir uma teoria sólida quando parte de uma premissa preconcebida? É isso que Wellhausen faz, afirmando que toda religião tem origem humana.

      Assim, a moderna erudição católico-romana patentemente recuou em sua posição quanto a estes cinco livros como sendo escritos inspirados de Moisés. (Evidência adicional da inspiração do Pentateuco pode ser obtida na publicação Aid to Bible Understanding, páginas 1283, 1284.)

      O Que Dizer do Livro de Jonas?

      Não há dúvida de que o livro de Jonas conta eventos extraordinários. Mas, não contém nada que a fé esclarecida não possa aceitar. Argumentando a favor de sua autenticidade e historicidade, há os seguintes fatores:

      (1) Os antigos hebreus aceitaram o livro como inspirado e histórico.

      (2) O livro de Jonas, empregando um estilo similar ao de quatro outros dos profetas ‘menores’, inicia-se com a expressão: ‘E começou a vir a haver a palavra de Jeová . . .’ — Osé. 1:1; Joel 1:1; Miq. 1:1; Sof. 1:1.

      (3) O testemunho mais forte, contudo, é o de Jesus Cristo. Repetidas vezes se referiu ao relato de Jonas, conforme se vê em Mateus 12:39-41, onde faz duas referências ao mesmo, e em Mateus 16:4. Disse ele: “Assim como Jonas esteve três dias e três noites no ventre do enorme peixe, assim estará também o Filho do homem três dias e três noites no coração da terra.” E, longe de duvidar que Jonas pudesse induzir o povo de Nínive a arrepender-se, Jesus passou a dizer: “Homens de Nínive se levantarão no julgamento com esta geração e a condenarão; porque eles se arrependeram com o que Jonas pregou, mas, eis que algo maior do que Jonas está aqui.”

      Os peritos católicos de há mais de meio século tinham a mesma mentalidade, pois The Catholic Encyclopedia (1910), Vol. 8, p. 498, declarou: “Os católicos sempre consideraram o Livro de Jonas como fato-narrativa. . . . Razões para a aceitação tradicional para a historicidade de Jonas: I. A Tradição Judaica. . . . II. A Autoridade de Nosso Senhor. — Esta razão é considerada pelos católicos como removendo toda dúvida quanto ao fato da história de Jonas. . . . Cristo não faz distinção alguma entre a história da Rainha de Sabá e a de Jonas (Veja Mat., xii, 42). Ele atribui o mesmo valor histórico ao livro de Jonas que ao Livro de [Primeiro dos] Reis. Este é o argumento

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