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    • entre Jebel Ataca e Jebel el Galala, quer com a faixa estreita daquela planicie que segue ao longo do sopé SE até Jebel Ataca, c. 19 km a SE de Suez. Sugerem uma travessia a partir do promontório chamado Ras Ataca, e que conduzia através do leito do mar até a vizinhança do oásis Ayun Musa, na margem oposta. O leito do mar, nesta região, declina de forma bem gradual em ambos os lados, devido a bancos de areia que se estendem por c. 3, 2 km de ambos os lados. A profundidade máxima da água perto do meio desta trajetória é de c. 15 m. A distância de uma margem à outra é de c. 10 km, permitindo amplo espaço para que possivelmente 3.000.000 de israelitas atravessassem o leito do mar, enquanto que, ao mesmo tempo, as forças militares do Faraó também estivessem percorrendo a mesma trajetória, através daquele corredor miraculosamente provido, no esforço de alcançar a hoste israelita.

      Este conceito coincide, em geral, com a tradição que foi transmitida por Josefo, historiador judeu do primeiro século EC, de que os israelitas, antes de atravessarem o mar, estavam ‘encurralados num local estreito entre as montanhas intransponíveis e o mar’. [Antiquities of the Jews (Antiguidades Judaicas), Livro II, cap. XV, par. 3] Uma ‘volta’ da nação israelita de Etão para o local acima descrito também se harmoniza bem com a previsão de Jeová, de que Faraó diria a respeito deles: ‘‘Estão vagueando em confusão pelo país. O ermo os encerrou.” (Êxo. 14:3) Isto dificilmente seria verídico no caso de localidades ao N de Suez. A localização de Pi-Hairote na vizinhança de Jebel Ataca permitiria, igualmente, que as forças de Faraó avançassem de forma rápida contra os israelitas fugitivos, através de uma rota regularmente percorrida desde Mênfis (a provável capital do Egito naquela época) até a península do Sinai. — Êxo. 14:4-9.

  • Pilão (Gral)
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    • PILÃO (GRAL)

      Recipiente com interior em forma de tigela, em que cereais, especiarias, azeitonas, ou outras substâncias, eram pulverizadas por serem trituradas com a mão do almofariz.

      Pinturas em túmulos egípcios representam pilões de considerável capacidade. Eram, provavelmente, pilões de madeira e é possível que suas mãos de almofariz fossem de metal. Certa pintura num túmulo apresenta dois homens em um único pilão, elevando e baixando alternadamente pesadas mãos metálicas (em forma de clava em ambas as pontas), que eles agarravam no centro, com ambas as mãos. Tal pintura indica que, depois de certa quantidade da matéria contida no pilão ter sido triturada suficientemente, ela era peneirada e transferida para outro receptáculo, e as sobras mais grossas eram de novo colocadas no pilão, para trituramento adicional.

      No deserto, os israelitas preparavam o maná para ser consumido por moê-lo em moinhos manuais, ou por triturá-lo em um gral. — Núm. 11:7, 8.

      Obtinha-se o mais excelente azeite de oliveira por triturar as azeitonas num pilão, usando uma mão de almofariz. Isto produzia azeite apenas da polpa das azeitonas, ao passo que um lagar esmagava também os caroços. Exigia-se puro azeite de oliveira batido para ser queimado no candelabro da tenda de reunião. Azeite batido era também usado em relação com a “contínua oferta queimada”, e, evidentemente, no óleo de santa unção. Incenso pulverizado era empregado no santuário. — Êxo. 27:20, 21; 29:40, 42 ; 30:23-25, 35, 36.

      Visto que um pilão ou almofariz tem um interior oco, é empregado apropriadamente na Bíblia para descrever a configuração duma específica área de terra. Por exemplo, de acordo com Juízes 15:18, 19, Deus proveu água potável para Sansão por dividir ao meio uma “cavidade em forma de almofariz” em Lei. Também, certa área de Jerusalém, o “Mactés” & ou “Bairro do Pilão” (Heb., Makhtésh, significando “um pilão”), pode ter sido assim chamado para identificar uma cavidade ou depressão com formato de bacia naquela área da cidade. — Sof. 1:11.

  • Pilar
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    • PILAR

      Veja Coluna (Pilar).

  • Pilatos
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    • PILATOS

      Governador romano da Judéia, durante o ministério terrestre de Jesus. (Luc. 3:1) Depois de Arquelau, filho de Herodes, o

      Grande, ter sido removido como rei da Judéia, o imperador designou governadores provinciais para governar aquela província, sendo Pilatos, evidentemente, o quinto deles. Tibério o designou em 26 EC, e seu governo durou dez anos.

      Pouco se sabe sobre a história pessoal de Pôncio Pilatos. Alguns sugerem que o nome de seu clã, Pôncio, indica um parentesco com C. Pôncio Telésimo, destacado general do povo samnita numa região montanhosa do sul da Itália. Pilatos, seu cognome, ou seu nome de família, pode indicar uma descendência dum militar, caso tal nome provenha do latim pilum, que significa “dardo”. Ou, pode identificá-lo como um escravo liberto ou como descendente de um, caso se derive do latim pileus, um píleo ou barrete geralmente usado pelos escravos que obtiveram sua libertação. O único período de sua vida que recebeu breve menção histórica foi o de sua governança sobre a Judéia. A única inscrição conhecida que estampa o nome dele (e o de Tibério) foi encontrada em 1961 em Cesaréia, a sede do governo romano na Judéia.

      Como representante do Imperador, o governador exercia pleno controle sobre a província. Podia impor a sentença de morte e, de acordo com os que endossam o conceito de que o Sinédrio podia pronunciar a sentença de morte, a ratificação do governador tinha de ser obtida por aquela corte judaica, a fim de que tal sentença da parte dela fosse válida. (Compare com Mateus 26:65, 66; João 18:31.) Visto que a residência oficial do governador romano era em Cesaréia (compare com Atos 23:23, 24), o corpo principal das tropas romanas estava aquartelado ali, havendo pequena força destacada em Jerusalém. Costumeiramente, contudo, o governador ficava em Jerusalém durante as épocas das festividades (tais como a época da Páscoa) e trazia com ele reforços militares. A esposa de Pilatos estava com ele na Judéia (Mat. 27:19), isto sendo possível em virtude de uma mudança anteriormente feita da diretriz governamental romana a respeito de governadores que estavam em postos perigosos.

      O período em que Pilatos ocupou seu cargo não foi pacífico. De acordo com Josefo, historiador judaico, Pilatos começou mal o seu relacionamento com seus súditos judaicos. Ele mandou que soldados romanos, que portavam estandartes com imagens do imperador, entrassem à noite em Jerusalém. Esta medida provocou grande ressentimento; uma delegação de judeus viajou até Cesaréia para protestar contra a presença de estandartes, e exigir a sua retirada. Depois de cinco dias de discussão, Pilatos procurou assustar os peticionários por ameaçá-los de execução, por parte de seus soldados, mas a recusa determinada dos judeus em ceder fez com que Pilatos anuísse ao pedido deles. — Antiquities of the Jews (Antiguidades Judaicas), Livro XVIII, cap. III, par. 1.

      Filo, escritor judeu do primeiro século EC, em Alexandria, Egito, descreve uma medida um tanto similar tomada por Pilatos, e que provocou protestos, desta vez envolvendo escudos de ouro que portavam os nomes de Pilatos e de Tibério, escudos estes que Pilatos colocou em seus alojamentos em Jerusalém. Um recurso dos judeus foi dirigido ao imperador, em Roma, e Pilatos recebeu ordens de remover os escudos para Cesaréia. — De Legatione ad Gaium (A Delegação Enviada a Gaio), XXXVIII.

      Josefo alista ainda outro distúrbio. Para construir um aqueduto, a fim de trazer água a Jerusalém de uma distância de c. 40 km, Pilatos empregou dinheiro do tesouro do templo em Jerusalém. Grandes multidões clamaram contra esta medida, quando Pilatos visitou a cidade. Pilatos mandou soldados disfarçados infiltrarem-se na multidão, e, em dado sinal, atacarem as pessoas, resultando em mortos e feridos dentre os judeus. [Antiquities of the Jews, Livro XVIII, cap. III, par. 2; Wars of the Jews (Guerras Judaicas), Livro II, cap. IX, par. 4] Pelo visto, o projeto foi levado a termo. Este último conflito é muitas vezes sugerido como sendo a ocasião em que Pilatos ‘misturou o sangue dos galileus com seus sacrifícios’, conforme registrado em Lucas 13:1. À base desta expressão, parece que tais galileus foram mortos bem na área do templo. Não existem meios de se determinar se este incidente se relaciona com o descrito por Josefo, ou se se trata de uma outra ocasião. Não obstante, uma vez que os galileus eram súditos de Herodes Ântipas, o governante distrital da Galiléia, tal matança pode ter sido, pelo menos, um fator contribuinte para a inimizade existente entre Pilatos e Herodes até a ocasião do julgamento de Jesus. — Luc. 23:6-12.

      O JULGAMENTO DE JESUS

      Em 14 de nisã de 33 EC, ao despontar do dia, os líderes judeus trouxeram Jesus a Pilatos.

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