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  • Segurança mundial — como?
    A Sentinela — 1990 | 15 de junho
    • A morte e a ressurreição de Jesus lançaram o alicerce para se alcançar tal segurança total. (João 3:16; 1 Coríntios 15:20) Estando à mão direita de Deus, no céu, ele em breve trará segurança mundial para todos os que se sujeitam ao seu governo. O rei Davi da antiguidade foi inspirado a escrever sobre isso no poético Salmo 72. As palavras ali tiveram um cumprimento parcial durante o reinado do filho de Davi, daí o cabeçalho “Referente a Salomão”. Todavia, o principal cumprimento concerne ao governo do Reino do Salomão Maior, Jesus Cristo.

      Segundo o Salmo 72:7, 8, a segurança que se desfrutará sob o governo de Cristo será tanto global quanto eterna. “Nos seus dias florescerá o justo e a abundância de paz até que não haja mais lua. E terá súditos de mar a mar e desde o Rio até os confins da terra.” — Veja Zacarias 9:9, 10.

      Os súditos do governo de Cristo também estarão livres da penúria, pois o Salmo 72:16 assegura-nos: “Virá a haver bastante cereal na terra; no cume dos montes haverá superabundância.” Naturalmente, tampouco haverá discriminação, opressão e violência. “Pois livrará ao pobre que clama por ajuda, também ao atribulado e a todo aquele que não tiver ajudador. Resgatará sua alma da opressão e da violência, e o sangue deles será precioso aos seus olhos.” — Salmo 72:12, 14.

      Como nos dias do rei Salomão, o alicerce de tal segurança mundial será a aplicação sábia das leis universais de Jeová. Isto se dará em resposta à solicitação profética de Davi: “Ó Deus, dá ao rei as tuas próprias decisões judiciais. . . Julgue ele os atribulados do povo, salve ele os filhos do pobre e esmigalhe o defraudador.” — Salmo 72:1, 4.

      Que Dizer de Nossas Necessidades Atuais?

      Alguém talvez diga: ‘Tudo isso é muito bonito, mas preciso de segurança física agora.’ De fato, os cristãos ainda estão sujeitos às condições inseguras que afligem a humanidade — crimes, doenças, desastres naturais, envelhecimento e morte. No entanto, a experiência em todo o globo tem mostrado que, com o conhecimento da Bíblia, eles estão melhor equipados para enfrentá-las. (Provérbios 15:1; 22:3) Além disso, contam com a satisfação de ter uma esperança válida. Certo morador dum subúrbio assolado pelo crime, em Johanesburgo, África do Sul, que recentemente começou a estudar a Bíblia, explicou uma das maneiras pelas quais as Escrituras o ajudaram: “Agora sei que o crime não é permanente; é apenas temporário.”

      Ora, há esperança até mesmo para aqueles que morreram como vítimas da violência criminal. “Eu sou a ressurreição e a vida”, prometeu Jesus, acrescentando: “Quem exercer fé em mim, ainda que morra, viverá outra vez.” — João 11:25.

      Para desfrutar este senso de segurança, você precisa ter forte fé, resultante do estudo da Palavra de Jeová. Reservando tempo diariamente para estudar a Bíblia, poderá sentir o cumprimento desta maravilhosa promessa: “Quanto àquele que me escuta, residirá em segurança e estará despreocupado do pavor da calamidade.” — Provérbios 1:33; 2:21, 22.

      “Sob Salomão, a cultura material israelita progrediu mais em três décadas do que durante os duzentos anos precedentes. Encontramos em estratos salomônicos as ruínas de construções monumentais, de cidades grandes com muralhas maciças, da proliferação de bairros com agrupamentos bem-construídos de residências dos abastados, de um salto significativo ao progresso tecnológico do oleiro e dos seus processos manufatureiros. Encontramos, também, vestígios de artefatos representando artigos fabricados em lugares longínquos, sinais de vigorosos negócios e comércio internacionais.” — The House of David (A Casa de Davi), de Jerry M. Landay.

  • Evidência da glória de Salomão
    A Sentinela — 1990 | 15 de junho
    • Evidência da glória de Salomão

      SEGUNDO a cronologia bíblica, o rei Salomão “governou Israel de 1037 AEC a 998 AEC. Curiosamente, o livro The Archaeology of the Land of Israel (A Arqueologia da Terra de Israel), do professor Yohanan Aharoni, revela que ocorreu um progresso revolucionário na civilização israelita “por volta do ano 1000 AEC”.

      Um exemplo fornecido por Aharoni é a evidência de sólidas muralhas citadinas, construídas com enormes pedras “talhadas em blocos oblongos, retangulares, ajustados com precisão”. Em contraste, nos países ao redor de Israel, partes das muralhas citadinas “eram feitas de tijolo e madeira”.

      Ademais, cidades reconstruídas por volta dos tempos de Salomão dão evidência de meticuloso planejamento, com esmeradas fileiras de casas e com ruas cuidadosamente projetadas. Aharoni analisa as ruínas de “quatro cidades em Judá, construídas de acordo com o mesmo plano fundamental. . . Berseba, Tell Beit Mirsim, Bete-Semes e Mispá”. Que contraste com outro grande centro civilizado — a ainda mais antiga cidade mesopotâmica de Ur! A seu respeito, escreveu Sir Leonard Woolley: “Não houve empenho algum em prol dum planejamento urbano. . . As ruas não pavimentadas, muitas delas becos sem saída. . . formavam um labirinto no qual era fácil perder-se.”

      Aharoni comenta também o aprimoramento nos utensílios domésticos na época do reinado de Salomão. “A mudança na cultura material. . . é discernível não somente em itens de luxo, mas também, em especial, na cerâmica. . . A qualidade da louça de barro e seu cozimento melhorou, ficando além de todo reconhecimento. . . Repentinamente surgiu um rico repertório de diversos tipos de recipientes.”

      O aspecto mais glorioso do reinado de Salomão foi o magnificente templo, o palácio e os edifícios administrativos em Jerusalém. Usou-se grande quantidade de ouro na decoração dessas estruturas. (1 Reis 7:47-51; 10:14-22) Cinco anos depois da morte de Salomão, Sisaque, faraó do Egito, veio e saqueou o tesouro de Jerusalém. — 1 Reis 14:25, 26.

      Tanto no Egito como na Palestina, inscrições arqueológicas confirmam que Sisaque realmente conquistou Israel. De fato, muitos historiadores reconhecem que o saque de Sisaque a Jerusalém restabeleceu a frágil economia egípcia e habilitou Sisaque a financiar a enorme ampliação dum templo egípcio, no qual registrou sua conquista, conforme se vê nesta página. Sisaque morreu pouco depois, e outra inscrição registra que seu filho doou cerca de 200 toneladas de ouro e prata para os templos do Egito. Essa inscrição não revela a fonte dessas riquezas, mas o arqueólogo Alan Millard, no livro Treasures From Bible Times (Tesouros dos Tempos Bíblicos), sugere que “boa parte delas era o ouro que Sisaque levou do templo e do palácio de Salomão em Jerusalém”.

      Não é de admirar que até mesmo uma fonte atéia reconheça a realidade do glorioso reinado de Salomão! Bol’shaia Sovetskaia Entsiklopediia (Grande Enciclopédia Soviética), sob o verbete “Salomão”, chama-o de “governante do reino judaico-israelita”, acrescentando que ele governou durante o “zênite do reino”.

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