BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • w80 15/11 p. 30
  • Por dentro das notícias

Nenhum vídeo disponível para o trecho selecionado.

Desculpe, ocorreu um erro ao carregar o vídeo.

  • Por dentro das notícias
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1980
  • Subtítulos
  • Matéria relacionada
  • Mestres de Trapaça
  • A Maioria dos Cristãos São ‘Hereges’?
  • Peritos no Exagero
  • Jogadores compulsivos são sempre perdedores
    Despertai! — 1995
  • O amargo preço da jogatina
    Despertai! — 1992
  • O que a jogatina faz às pessoas
    A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1975
  • É correto os cristãos apostarem em jogos de azar?
    Despertai! — 1994
Veja mais
A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1980
w80 15/11 p. 30

Por dentro das notícias

Mestres de Trapaça

● Calcula-se que há uns seis milhões de apostadores compulsivos nos Estados Unidos, hoje em dia, segundo uma reportagem no Sunday News Magazine de Nova Iorque. Isto é em contraposição ao número calculado de 1,1 milhão há apenas quatro anos. São cada vez mais os estados ali que recorrem a alguma forma de jogatina como fonte de receita.

“Começa de modo bastante inocente”, disse a reportagem. “Pode ser uma aposta de um dólar num bilhete de loteria, um dia de folga na pista de corrida ou uma visitinha a uma casa de apostas fora do hipódromo. Talvez seja até mesmo só uns níqueis num caça-níqueis.” O artigo mencionou também que os apostadores compulsivos “provavelmente começaram a apostar na adolescência” e tem “antecedentes de jogatina na família”.

Até que esses jogadores vão à procura de ajuda, “talvez já tenham uns 20 anos ou mais de experiência em mentir e trapacear”, disse a revista. “Conseguem ser mestres em [enganar] os psiquiatras.” Em resultado, “muitos psiquiatras não aceitam apostadores patológicos como clientes”. há certamente um bom motivo para cautela, quando um cristão se sente tentado a experimentar uma pratica que pode produzir tendências tão más. — Mat. 7:17, 18.

A Maioria dos Cristãos São ‘Hereges’?

● A revista Christianity Today patrocinou recentemente uma Pesquisa Gallup sobre as crenças religiosas. A pesquisa revelou que as crenças da maioria dos católicos e protestantes estadunidenses são ‘heréticas’ no que se refere a Trindade. Os entrevistados receberam uma escolha entre diversas declarações sobre Cristo, inclusive as seguintes: “1. Jesus Cristo era homem, mas era divino no sentido de que Deus operava por intermédio dele; era o Filho de Deus. 2. Jesus Cristo tanto é plenamente Deus como plenamente homem.”

“Cristãos bem instruídos, católicos ou protestantes, reconheciam que a primeira declaração é inadequada, e, de fato, herética”, disse Christianity Today. “Mas, foi a declaração escolhida por 63 por cento dos protestantes e 55 por cento dos católicos.” De fato, disse a revista, “apenas 26 por cento têm um entendimento doutrinal correto sobre Jesus como sendo plenamente Deus e plenamente homem”.

O presidente do Seminário Teológico Luterano Concórdia, Robert Preus, queixou-se: “A minha reação pessoal é de choque e de grande desapontamento, especialmente com o que parece ser uma crassa ignorância da parte de todos os professos grupos cristãos com respeito aos próprios fundamentos do cristianismo.”

Mas, será que são hereges aqueles que não entendem o “mistério” complexo da Trindade e que escolhem em vez disso crer na declaração simples de Cristo, de que ele e o “Filho de Deus”? Antes, não são verdadeiros hereges aqueles que têm procurado impor ao povo um ensino de filosofia pagã, em vez de ensinar a Palavra de Deus? — João 10:36, Almeida.

Peritos no Exagero

● A Mesopotâmia, berço das antigas civilizações sumeriana, babilônia e assíria, tem provido centenas de milhares de inscrições. Há um projeto em andamento para publicar edições destes registros e relevos reais esculpidos em pedra. Mas, quão fidedignos são? Numa reportagem publicada no jornal Star de Toronto, Canadá, o jornalista Bruce Ward comentou: “Os antigos assírios eram mestres do ‘hiper’ — a arte de bazófia e de exagero do publicitário — e alguns de seus deturpadores da verdade eram descarados.”

Segundo o jornal Star, Kirki Grayson, que é professor de estudos sobre o Oriente Próximo na Universidade de Toronto, disse: “Não se pode confiar nas inscrições assírias por causa da hipérbole.” Citando um exemplo de inverdade inscrita, ele falou sobre uma narrativa de 100 linhas a respeito duma suposta vitória militar do Rei assírio Senaqueribe. Mas o jornal acrescentou: “Grayson diz que outras fontes, mais fidedignas, salientam que Senaqu[e]ribe sofreu uma estrondosa derrota na luta.”

Inscrições antigas talvez se refiram a incidentes históricos, e assim podem ser de interesse para muitos, inclusive para estudantes da Bíblia. Por exemplo, o Rei Senaqueribe é mencionado nas Escrituras. (2 Crô. 32:1-23) Mas, quando se vê confrontado com a questão da fidedignidade, aceita as palavras dessas inscrições ou do registro bíblico? Antes de responder, lembre-se de que Jesus Cristo disse em oração a Deus: “A tua palavra é a verdade.” — João 17:17.

    Publicações em Português (1950-2026)
    Sair
    Login
    • Português (Brasil)
    • Compartilhar
    • Preferências
    • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
    • Termos de Uso
    • Política de Privacidade
    • Configurações de Privacidade
    • JW.ORG
    • Login
    Compartilhar