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  • Ofir
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • consorte régia como adornada do precioso ouro de Ofir, e em Isaías 13:11, 12, na declaração contra a cidade de Babilônia, emprega-se a relativa raridade do ouro de Ofir para simbolizar a escassez de tiranos em Babilônia, após a sua queda.

      Davi doou 3.000 talentos de ouro de Ofir para a construção do templo. (1 Crô. 29:1, 2, 4) Mais tarde, a frota comercial de Salomão, filho de Davi, trazia regularmente de Ofir 420 talentos de ouro. (1 Reis 9:26-28) O relato paralelo em 2 Crônicas 8:18 reza 450 talentos. Uma explicação provável é que ambos os totais estejam corretos, e que o total bruto trazido era de 450 talentos, dos quais 420 eram lucro líquido.

      Em 1946, como confirmação destes relatos bíblicos sobre as importações de ouro de Ofir, desenterrou-se um fragmento de vaso ao NE de Tel Aviv. Nele havia uma inscrição que dizia: ‘Ouro de Ofir [pertencente a, ou] para Bete-Horom, 30 siclos.’

      LOCALIZAÇÃO

      A localização precisa de Ofir não pode ser determinada, hoje em dia, com absoluta certeza. Dentre as diversas sugestões neste sentido, três são especialmente favorecidas: a Índia, a Arábia e o NE da África — todos estando ao alcance duma frota que operasse a partir de Eziom-Géber, na cabeceira do braço oriental do mar Vermelho.

      O peso das opiniões parece apoiar a conclusão de que Ofir era uma região no SO da Arábia, na vizinhança da República Árabe do Iêmen. A evidência apresentada em favor deste conceito se baseia na premissa de que os descendentes do filho de Joctã, Ofir, se fixaram na península da Arábia, junto com outras tribos-irmãs como os descendentes de Sabá e Havilá. (Gên. 10:28, 29) O relato da visita da rainha de Sabá (provavelmente da Arábia meridional) acha-se colocado entre duas referências ao comércio de Salomão com Ofir. — 1 Reis 9:26 a 10:11.

  • Ofra
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    • OFRA

      [talvez, o jovem].

      1. Cidade de Benjamim. (Jos. 18:21, 23) Sua localização relativa pode ser inferida da narrativa a respeito dos embates de Israel com os filisteus, durante o reinado de Saul. De seu acampamento em Micmás, grupos de saqueadores filisteus faziam surtidas em três direções diferentes. Um grupo se dirigia para o O, na estrada de Bete-Horom, ao passo que outro viajava para o E, na “estrada que dá para o termo que olha para o vale de Zeboim”. Uma vez que pelo menos parte do exército israelita acampava em Geba, ao S de Micmás, pelo visto, a companhia filistéia que tomou a estrada para Ofra se dirigia para o N. Assim sendo, isto colocaria Ofra ao N de Micmás. — 1 Sam. 13:16-18.

      Os geógrafos amiúde igualam Ofra com a cidade chamada Efraim (2 Sam. 13:23; João 11:54) e Efraíne (2 Crô. 13:19), que se julga estar representada por et-Taiyibeh (c. 6 km a E-NE de Betel). Mas esta identificação está sujeita a dúvidas, porque, aparentemente, colocaria Ofra além dos limites do território de Benjamim.

      2. O lar de Gideão e o local onde o anjo de Jeová o comissionou a salvar Israel da palma da mão de Midiã. (Juí. 6:11-32) Depois de sua vitória sobre as forças inimigas, Gideão fez um éfode dos despojos contribuídos e o exibiu em Ofra. Subsequentemente, este éfode tornou-se objeto de veneração idólatra. (Juí. 8:24-27) Mais tarde, depois da morte e do enterro de Gideão em Ofra, seu ambicioso filho, Abimeleque, “matou seus irmãos . . . setenta homens, sobre uma só pedra, mas sobrou Jotão, filho mais moço”. (Juí. 8:32; 9:5) Sem contar Abimeleque, Gideão tinha setenta filhos. (Juí. 8:30, 31) Por conseguinte, uma vez que Jotão escapou da matança, Abimeleque, pelo visto, matou apenas sessenta e nove filhos de Gideão em Ofra. As palavras posteriores de Jotão a respeito do incidente simplesmente parecem indicar a intenção de Abimeleque de matar todos os setenta filhos. (Juí. 9:18) No entanto, como certo comentário judaico apropriadamente observa: “Ainda é correto falar-se, em números redondos, de ‘setenta’ serem mortos.” — The Soncino Books of the Bible (Os Livros da Bíblia, de Soncino), Josué e Juizes, editados por A. Cohen, p. 234.

      Esta Ofra, pelo visto, situava-se no território de Manassés, a O do Jordão, e pode também ter estado na vizinhança de Siquém (Jos. 17:7), uma vez que tal cidade era o lar da concubina de Gideão, com a qual ele teve Abimeleque. — Juí. 8:31.

  • Ogue
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    • OGUE

      O poderoso rei amorreu de Basã (1 Reis 4:19), ao qual os israelitas derrotaram antes de penetrarem na Terra Prometida. Ogue era um dos gigantescos refains. Com efeito, seu imenso esquife de ferro (talvez um sarcófago, ou, possivelmente, uma armação de cama) media c. 3, 90 por 1, 80 m. Ele e Síon governavam os amorreus a E do Jordão. (Deut. 3:11, 13; 4:46, 47) O domínio de Ogue se estendia desde o monte Hermom até o vale da torrente do Jaboque, território a E do Jordão que abrangia sessenta cidades fortificadas e numerosos povoados rurais. (Deut. 3:3-5, 8-10; Jos. 12:4, 5; compare com Números 21:23, 24.) Suas duas cidades principais eram Edrei e Astarote. — Deut. 1:4; Jos. 13:12.

      A derrota de Ogue às mãos de Israel ocorreu perto do fim da peregrinação de quarenta anos de Israel, pouco antes de acamparem nas planícies de Moabe. Após derrotar Síon, Israel chocou-se com as forças de Ogue, em Edrei, e, numa sobrepujante vitória concedida por Deus, matou Ogue e todo o exército dele, e apoderou-se de suas cidades e

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