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    • mostra que Acazias desejava a autorização de Jeosafá para que os marujos israelitas tripulassem os navios junto com os de Judá, solicitação esta recusada por Jeosafá. Caso tal solicitação tenha sido feita antes do naufrágio dos navios, talvez indique simplesmente a falta de confiança de Jeosafá em Acazias, e a precaução de não sofrer usurpação por parte do reino setentrional. Caso tal solicitação tenha sido feita depois do fracasso da frota, bem poderia ser uma insinuação, da parte de Acazias, de que os homens de Jeosafá não eram capazes, e eram responsáveis pelo naufrágio dos navios, daí a sugestão de os navios serem reparados e enviados de novo com marujos israelitas também a bordo. Nesse caso, a recusa de Jeosafá poderia ser em reconhecimento da manifesta desaprovação de Deus sobre tal projeto. 

      Um acidente doméstico, em que o rei caiu pela gelosia (talvez uma que cobria uma clarabóia) do seu quarto de terraço, deixou-o acamado e gravemente enfermo. (2 Reis 1:2) Como se o Deus verdadeiro não mais existisse, Acazias enviou mensageiros para inquirir ao deus filisteu, Baal-Zebube (senhor ou dono das moscas) quanto às suas perspectivas de recuperação. Interceptados pelo profeta Elias, os mensageiros retornaram e proferiram a mensagem ao rei de que seu leito de enfermo se tornaria seu leito de morte. Ao invés de humilhar-se, Acazias mandou uma força de cinqüenta homens, sob seu capitão, para lhe trazer Elias. Tal força, e uma segunda, foram ambas destruídas pelo fogo, ao se aproximarem do monte onde Elias estava e lhe darem a ordem do rei de ‘descer’. Uma terceira força, enviada pelo teimoso rei, só conseguiu escapar em virtude do respeitoso apelo de seu capitão, para que tanto a vida dele como a de seus homens fossem ‘preciosas aos olhos [de Elias]’. Depois disso, Elias desceu e proferiu a mensagem de morte diante da face de Acazias. Este gradualmente morreu e, não tendo filhos, seu irmão Jeorão o sucedeu. — 1:2-17. 

      2. Filho de Jeorão e Atalia, alistado como rei de Judá por um ano (905 A.E.C.). Durante o reinado de seu pai, os filisteus e os árabes invadiram Judá e levaram cativos todos os filhos de Jeorão, exceto Jeoacaz (Acazias), o mais moço. (2 Crô. 21:16, 17; 22:1) Ele era um rapaz de vinte e dois anos quando ascendeu ao trono, e sua mãe dominadora, Atalia, filha de Acabe e Jezabel, o influenciou para a iniqüidade. (2 Reis 8:25-27;  2 Crô. 22:2-4) Acompanhou o Rei Jeorão, de Israel (seu tio materno), numa luta contra a Síria, em Ramote-Gileade, que resultou no ferimento de Jeorão. Mais tarde, Acazias visitou o convalescente Jeorão em Jezreel. (2 Reis 8:28, 29; 9:15; 2 Crô. 22:5, 6) Coordenando-se estes dois relatos (2 Reis 9:21-28;  2 Crô. 22:7-9), evidentemente aconteceu o seguinte: Jeú, ao se aproximar de Jezreel, encontrou-se com Jeorão e Acazias. Jeú abateu Jeorão, mas Acazias fugiu. Nessa ocasião, Jeú não perseguiu Acazias, mas continuou até Jezreel, para concluir ali sua obra executora. No ínterim, o fugitivo Acazias tentou retornar a Jerusalém; contudo, só conseguiu chegar a Samaria, onde tentou esconder-se. Os homens de Jeú, perseguindo Acazias, descobriram-no em Samaria e o capturaram, e levaram-no até Jeú, que estava perto da cidade de Ibleão, não muito longe de Jezreel. Quando Jeú viu Acazias, ordenou que seus homens o matassem em seu carro. Eles o golpearam e feriram quando subia para Gur, perto de Ibleão; mas permitiram que Acazias escapasse, e ele fugiu para Megido, onde morreu devido a seus ferimentos. Foi então levado para Jerusalém e ali sepultado. Conforme observa O Novo Dicionário da Bíblia, de Douglas (p. 28): “Os relatos de sua morte . . . são complementares, não contraditórios.”

       2 Crônicas 22:7 indica que a morte de Acazias ocorreu “da parte de Deus”, e, assim, Jeú atuou como executor de Deus ao matar esse homem que tinha companheirismo com a condenada casa de Acabe. Acazias é também mencionado como “Azarias”, em 2 Crônicas 22:6 (embora, aqui, quinze manuscritos hebraicos rezem “Acazias”), e como “Jeoacaz”, em  2 Crônicas 21:17, que é simplesmente o caso de se transpor o nome divino (Jah) para servir como prefixo, ao invés de sufixo.

  • Acha (Machado De Guerra)
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    • ACHA (MACHADO DE GUERRA)

      Veja ARMAS, ARMADURA.

  • Aco
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    • ACO

      [escaldante, areia quente]. Uma cidade portuária situada no extremo norte da escancarada baía de Aco (ou Acre), em forma de crescente, que é formada pelo cabo do monte Carmelo que se projeta no mar Mediterrâneo cerca de 13 km ao S. Situada cerca de 48 km ao S de Tiro, Aco era o porto mais importante da costa palestina, escassa de portos, até que Herodes, o Grande, edificou molhes desde a praia, visando construir um porto artificial em Cesaréia. Aco era inferior aos portos fenícios ao N, e não fornecia senão abrigo deficiente dos ventos marinhos. No entanto, estava estrategicamente situada para se ter acesso à rica planície de Esdrelom, e várias rotas comerciais ligavam este porto com a Galiléia, o vale do Jordão, e outros pontos a E. Madeira, itens artísticos e cereais eram exportados através de Aco.

      Aco pertencia à divisão territorial de Aser na Terra Prometida, mas Aser deixou de expulsar os cananeus que então viviam ali. (Juí. 1:31, 32) Mencionada apenas uma vez nas Escrituras Hebraicas, a cidade é, com mais freqüência, citada em registros não-bíblicos. Seu nome ocorre várias vezes nas Cartas de el-Amarna. Outros registros mostram que foi subjugada pelos reis assírios, Salmaneser, Senaqueribe e Assurbanipal. A cidade é mencionada nos Apócrifos como centro de oposição durante a regência dos Macabeus. (1 Macabeus 5:15, 22, 55; 12: 45-48; 13:12) Já então seu nome fora mudado para Ptolemaida, nome atribuído a certos Ptolomeus que regiam o Egito.

      Sob o imperador Cláudio, a cidade de Ptolemaida (Aco) tornou-se uma colonia romana, e, nos tempos apostólicos, havia ali um grupo de cristãos. Quando voltava de sua terceira excursão missionária, Paulo aportou em Aco e passou o dia visitando os irmãos ali, antes de viajar para Cesaréia e Jerusalém. — Atos 21:7.

      Atualmente, Aco é eclipsada em importância pela moderna cidade de Haifa, localizada bem do outro lado da baía.

      [Gravura na página 30]

      Zona portuária da cidade situada no local da antiga Aco.

  • Aço
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • AÇO

      Veja FERRO (AÇO).

  • Açoitar
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • AÇOITAR

      Veja BATER (ESPANCAR).

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