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  • É a Bíblia apenas produto de sabedoria humana?
    A Sentinela — 1975 | 1.° de setembro
    • aceitar a explicação da Bíblia, de que o Criador do homem prescreveu que este fosse o dia? Não é isto que devíamos esperar Daquele que indicou que a obediência à sua lei contribuiria para a preservação da saúde do povo?

      Que a Bíblia contém declarações de sabedoria notável não pode ser negado. Há definitivamente indicações claras de que a Bíblia não pode ser apenas produto da sabedoria humana. Ela contém declarações que revelam sabedoria não compartilhada pelos sábios do mundo no tempo em que foi registrada. Contudo, há um fator ainda mais forte que identifica a Bíblia como livro da parte de Deus. Qual é este fator?

  • Conhecimento que não pode vir de homens
    A Sentinela — 1975 | 1.° de setembro
    • Conhecimento que não pode vir de homens

      “NEM sabeis qual será a vossa vida amanhã. Porque sois uma bruma que aparece por um pouco de tempo e depois desaparece.” Estas palavras, citadas da Bíblia, expressam uma verdade inegável — que nós humanos não podemos dizer positivamente o que trará o amanhã. — Tia. 4:14.

      Em vista disso, não seria muito mais difícil, sim, impossível aos homens predizer eventos futuros com exatidão inerrante e em termos claros com séculos de antecedência? Não seria a presença de tais previsões ou profecias na Bíblia uma forte consubstanciação de sua afirmação de ser inspirada por Deus? Mas, existem tais profecias na Bíblia? Considere o seguinte:

      A SORTE DE BABILÔNIA E NÍNIVE

      Babilônia, construída em ambas as margens do rio Eufrates, era antigamente a capital impressionante do grande Império Babilônico. Cercada de palmeiras, equipada com um suprimento permanente de água e situada na rota comercial entre o Golfo Pérsico e o Mar Mediterrâneo, a cidade estava num lugar realmente ótimo. Não obstante, já mesmo antes de a condição de Babilônia mudar de mero satélite do Império Assírio para a da capital do Império Babilônico, conquistador do mundo, o profeta hebreu Isaías declarou no oitavo século A. E. C.: “Babilônia, ornato dos reinos, beleza do orgulho dos caldeus, terá de tornar-se como quando Deus derrubou Sodoma e Gomorra. Nunca mais será habitada, nem residirá ela por geração após geração. E o árabe não armará ali a sua tenda e os pastores não deixarão seus rebanhos deitar-se ali.” — Isa. 13:19, 20.

      Ninguém pode hoje negar o cumprimento destas palavras. Babilônia jaz em ruínas já por muitos séculos. Mesmo na primavera, não há ali nada para ovelhas ou cabras pastarem. Babilônia sofreu deveras um fim inglório. O administrador-chefe dos Museus Nacionais Franceses, André Parrot, disse:

      “A impressão que sempre me causou era de completa desolação. . . . [Os turistas] ficam em geral profundamente desapontados e quase que em uníssono exclamam que não há nada para ver. Esperam encontrar palácios; templos e a ‘Torre de Babel’; mostram-se a eles apenas massas de ruínas, a maioria delas de tijolos cozidos — quer dizer, blocos de argila secos ao sol, cinzentos e em desmoronamento e de nenhum modo impressionantes. A destruição efetuada pelo homem tem sido completada pelas devastações da natureza que ainda tira seu quinhão de tudo o que a escavação trouxe à luz. Desgastado ou minado pela chuva, pelo vento e pela geada, o monumento mais magnífico, se não for mantido em bom estado, voltará ao pó do qual foi recuperado. . . . Nenhum poder humano pode deter a incessante destruição. Não é mais possível reconstruir Babilônia; seu destino se cumpriu. . . . Babilônia . . . desapareceu completamente.” — Babylon and the Old Testament, págs. 13, 14.

      Do mesmo modo, Nínive, capital do Império Assírio, tornou-se ruína desolada. Isto também atesta o cumprimento exato da profecia bíblica. Falando sobre o que sobreviria a Nínive, o profeta Sofonias, no sétimo século A. E. C., declarou: “[Deus] reduzirá Nínive a uma solidão, árida como um deserto. Os rebanhos descansarão no meio dela.” — Sof. 2:13, 14, Missionários Capuchinhos.

      Ainda existe a evidência de que a vontade de Deus, conforme expressa nesta profecia, foi cumprida. Duas grandes elevações assinalam o lugar que antigamente era a orgulhosa capital assíria. No alto de uma destas elevações há um vilarejo, com cemitério e uma mesquita. Mas, na outra, com exceção de alguma grama e faixas de lavoura, não há nada. Na primavera, pode-se ver ali pastar ovelhas e cabras.

      Podia algum homem saber de antemão que tanto a poderosa Babilônia como Nínive acabariam assim? Podia algum homem saber de antemão que ovelhas e cabras pastariam no lugar da antiga Nínive, mas não seriam vistas no lugar da desolada Babilônia? Nem Isaías, nem Sofonias afirmavam ser os originadores de suas mensagens proféticas. Chamavam o que falavam de “palavra” ou mensagem do verdadeiro Deus, cujo nome é Jeová. (Isa. 1:1, 2; Sof. 1:1) Confrontados com o cumprimento exato de suas profecias, não temos bons motivos para aceitar o que disseram?

      Nenhum argumento quanto ao tempo da escrita ou coisa semelhante pode enfraquecer a força destas profecias cumpridas. Mesmo no primeiro século A. E. C., Babilônia ainda existia, embora não mais com a glória anterior. Não obstante, o Rolo de Isaías do Mar Morto (datado pelos eruditos como sendo do fim do segundo século ou princípio do primeiro século A. E. C.) contém a mesma profecia a respeito de Babilônia que os manuscritos posteriores. De modo que ninguém tem base alguma para afirmar que estas coisas foram registradas depois de acontecerem e se fez parecer como se fossem profecias. Tampouco pode alguém negar as ruínas a que Babilônia e Nínive foram reduzidas.

      AS PROFECIAS BÍBLICAS SÃO INCOMPARÁVEIS E PROPOSITADAS

      Naturalmente, alguns talvez tentem depreciar o testemunho da profecia bíblica, salientando que nos tempos antigos havia outros profetas que não afirmavam ser inspirados pelo Deus da Bíblia, Jeová. Mas o que prediziam tais outros profetas? Eram suas profecias de real valor? Note os comentários da Encyclopedia Americana (edição de 1956, Vol. 22, p. 664): “Não ficaram preservados nenhuns registros escritos, importantes, das pronunciações de quaisquer destes profetas fora do povo hebreu. . . . As profecias entre as outras nações, fora dos hebreus, eram comumente do tipo de clarividência, proferidas em resposta a perguntas específicas de pessoas, e, por isso, de nenhum valor geral ou permanente.” Portanto, a existência de outros profetas de modo algum desacredita o fato de que os profetas hebreus foram inspirados por Deus. Ao contrário, o grande contraste nos proferimentos proféticos serve para fortalecer a afirmação da Bíblia de ser mensagem de Deus.

      Além disso, as profecias registradas na Bíblia tinham um objetivo específico. Até mesmo quando indicavam uma vindoura destruição, como punição pela violação de normas justas de moral, as profecias

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