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É a Bíblia realmente veraz?Despertai! — 1984 | 8 de janeiro
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de geografia histórica da Palestina no período israelita. Suas narrativas e descrições refletem seu meio ambiente geográfico bem como os eventos históricos que ocorreram. Ela contém referências a uns 475 nomes geográficos locais, muitos deles em contextos que suprem detalhes pertinentes sobre a natureza, a localização e a história do lugar.” Isto se dá apesar de “a Bíblia não ser nem compêndio de geografia nem enciclopédia”.
Quanto mais a pessoa se aprofunda no estudo dos fatos e artefatos (restos antigos) relacionados com a Bíblia, tanto mais forte se torna seu apreço pela sua exatidão. Mas, fatos e artefatos são uma coisa. Interpretações, teorias e especulações são outra. São os arqueólogos sempre unânimes em suas interpretações? São sempre absolutamente objetivos? Devem suas teorias ser preferidas, em detrimento do relato histórico da Bíblia?
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Deve a arqueologia fazê-lo duvidar da Bíblia?Despertai! — 1984 | 8 de janeiro
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Deve a arqueologia fazê-lo duvidar da Bíblia?
POR QUE interessa hoje a arqueologia? Porque ela é um valioso instrumento na investigação do passado do homem. Por exemplo, por meio dela elucidam-se a geografia e a história das terras bíblicas e seus povos. Depende muito das ciências exatas e aspira alcançar o padrão de exatidão destas. Mas, existe um fator fundamental que age contrário a essa consecução — o fator humano. Todo arqueólogo tem crenças, quer seja ateísta, agnóstico, cristão, judeu ou muçulmano. Até que ponto tais crenças ou idéias preconcebidas influenciam suas interpretações? Pode isso impedi-lo de chegar a conclusões corretas?
A pesquisa arqueológica é uma espécie de trabalho de detetive. Escava-se evidência circunstancial, em forma de artefatos
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