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  • Como reagirá às pressões?
    A Sentinela — 1974 | 1.° de fevereiro
    • LIVRAR-SE DUM MODO DE VIDA IMORAL

      A atual chamada “nova moralidade” é outro ponto de pressão para os que desejam harmonizar sua vida com os ensinos bíblicos. Por exemplo, em alguns lugares, é comum que os casais passem a conviver, até mesmo constituindo família, embora não casados.

      Quando tais pessoas aceitam um estudo bíblico com as testemunhas de Jeová, aprendem que Deus classifica tal relação consensual como fornicação. A Palavra de Jeová aconselha: “Fugi da fornicação.” (1 Cor. 6:18) Pessoas humildes, em todo o mundo, estão obedecendo a esta ordem e estão recebendo bênçãos abundantes por isso.

      Quando a verdade da Bíblia tocou no coração duma senhora em Suriname, ela decidiu abandonar seu companheiro consensual, com quem havia vivido por cinco anos, dando-lhe vários filhos. Ele ficou enfurecido, espancou-a fisicamente e até mesmo ameaçou matá-la, se ela o abandonasse. Ela fez isso de qualquer modo. Com que resultado? Ela diz: “Devo confessar que a atual felicidade usufruída por mim e por meus filhos ultrapassa em muito as dificuldades que atravessamos.”

      Deveras, permanecer fiel a Jeová sob pressão é a única coisa razoável a fazer. Mostra amor a Deus e ao próximo, prova que o Diabo e mentiroso, assegura a proteção e a bênção de Jeová e pode até mesmo ajudar os que lhe são achegados a investigar seriamente a verdade. Em vista disso, como reagirá às pressões?

  • Bom êxito em servir a Jeová apesar de obstáculos
    A Sentinela — 1974 | 1.° de fevereiro
    • Bom êxito em servir a Jeová apesar de obstáculos

      Conforme narrado por Florentino Banda

      QUANDO eu era jovem, havia duas coisas na religião que me incomodavam. Não conseguia aceitar o ensino de que o homem tem uma alma imortal. E repugnava-me a preocupação das igrejas com o dinheiro; parecia que sempre se faziam coletas. Por isso decidi mais ou menos evitar a religião.

      Em 1923, emigrei do México para os Estados Unidos, onde há grande número de seitas religiosas. Ocasionalmente, ao passar por igrejas, eu entrava só para ver o que as pessoas faziam ali. E de fato, de vez em quando se fazia passar o prato de coleta! Eu dizia para mim mesmo: “Exploradores!”

      ENCONTREI UMA RELIGIÃO QUE NÃO EXPLORAVA O POVO

      Em 1928, eu morava em Houston, Texas, e em certa ocasião passei pela casa de alguns conhecidos, quando estavam de partida. “Aonde vão?” perguntei. Disseram-me: “Vamos a uma reunião. Não quer acompanhar-nos ?” Perguntei: “De que se trata? Porque se tiver que ver com política ou religião, não gosto disso.” Responderam: “Tem que ver com o estudo da Bíblia.”

      “Ah!”, disse eu, “religião! Quem sabe, em outra ocasião.” E fui embora.

      Passaram-se vários dias, e encontrei-me de novo com estes conhecidos; eles repetiram seu convite para que eu assistisse à reunião. Esta vez, por cortesia, aceitei-o.

      Fomos recebidos cordialmente pelos Estudantes da Bíblia, como se chamavam então as testemunhas de Jeová. Mas achei difícil de entender as palestras bíblicas. Apesar deste obstáculo, encontrei algo raro. Sabe o que era? Nessa reunião não se fez coleta!

      Quando saímos, alguém perguntou-me: “O que achou disso?” Visto que havia entendido muito pouco, minha resposta foi: “Bem, vocês são muito bondosos.” Da próxima vez, não houve necessidade de me convidarem. Vim por conta própria, e isto quinze minutos antes de começar a reunião! Visto que eu não entendia muito sobre a Bíblia, por que estava tão ansioso e era pontual? Ora, eu queria ver se se fazia uma coleta antes de começar a reunião. Mas não se fazia.

      Durante as quatro reuniões a que assisti naquele mês, nunca vi nenhuma coleta ser feita. Por isso perguntei a um dos Estudantes da Bíblia: “É esta a única reunião que têm?” Ele me explicou que havia outras, tais como uma domingo de manhã. No próximo domingo, lá estava eu, porque pensava que esta era a ocasião para se fazer a coleta! Mas, nem mesmo então se fizeram coletas.

      Passou-se outro mês. Continuei a freqüentar as reuniões, mas ainda não se faziam coletas. Quando perguntei novamente se havia mais outras reuniões, disseram-me que havia outra na quinta-feira à noite, mas em outro lugar. Tomei nota disso, dizendo para mim mesmo: ‘Vou a esta reunião, porque devem fazer a coleta neste outro lugar.”

      Mas não se fazia coleta em nenhuma das reuniões. Depois de mais um mês, perguntei a um dos Estudantes da Bíblia: “Será que não pagam aluguel pelo salão? Nunca vi nenhuma coleta ser feita; portanto, quem o paga?” Ele explicou que havia uma caixa para contribuições voluntárias.

      Quando vi que não havia exploração e que se manifestava o amor entre eles e também para comigo, resolvi continuar a freqüentar as reuniões, embora alguns dos meus amigos começassem a deixar de falar comigo, por causa de minha associação com estes estudantes da Bíblia.

      Mas como podia eu servir a Deus de modo bem sucedido? Eu sabia muito pouco sobre a Bíblia. Como podia ser bem sucedido com tal impedimento? Eu pensei nisso e disse para mim mesmo: “Ora, não sei de que se trata, mas vou continuar a freqüentar as reuniões, e com o tempo vou ficar sabendo.”

      APRENDI A VERDADE BÍBLICA E PASSEI A COMPARTILHÁ-LA COM OUTROS

      Cerca de três meses depois, numa das reuniões, explicou-se a verdade bíblica sobre a alma. Pude então entender que a Bíblia não ensina a doutrina da imortalidade inerente da alma humana. Eu sabia então com certeza que as igrejas ensinavam uma doutrina falsa, conforme eu havia suspeitado. Aprendi de Gênesis 2:7 que “Jeová Deus passou a formar o homem do pó do solo e a soprar nas suas narinas o fôlego de vida, e o homem veio a ser uma alma vivente”. Portanto, o próprio homem era uma alma; ele não tinha uma alma imortal, alguma coisa sombrosa que apenas habitasse no corpo ou que pudesse existir à parte da pessoa!

      Eu conhecia então esta verdade bíblica e sentia que, embora tivesse conhecimento bíblico muito limitado, ainda assim era algo que podia compartilhar com os outros. E eu queria contar aos outros a verdade sobre a alma, que a alma da pessoa é realmente a própria pessoa e que a alma pode mesmo morrer. (Eze. 18:4, 20) E queria que as pessoas soubessem que as igrejas ensinavam uma falsidade! Por isso pedi logo algum território em que pudesse trabalhar de casa em casa. Sem alguém me dizer o que devia falar, passei a bater nas portas. Em cada casa, eu falava sobre a alma e dizia que não havia tal coisa como uma alma imortal, assim como as igrejas ensinavam sobre os homens.

      Em pouco tempo, as pessoas começavam a dizer a meu respeito: “Lá vem aquele que tira a alma.” Mas eu não fiquei desanimado; meu conhecimento aumentava.

      Ao continuar a freqüentar as reuniões, aprendi que nem todas as pessoas boas vão para o céu, mas que a maioria da humanidade obediente obterá a vida eterna na terra. Aprendi também que o ensino das igrejas a respeito da Trindade não era um verdadeiro ensino bíblico. Esta era outra falsidade que eu queria expor. Pouco a pouco, o grande obstáculo da ignorância bíblica foi vencido e meu conhecimento aumentou ao ponto de poder ajudar as pessoas por falar sobre uma variedade de assuntos. Não mais precisava falar só sobre a alma.

      Falei regularmente sobre a Bíblia a um dos meus colegas de trabalho e ele também progrediu em conhecimento bíblico. Por fim, em 1930, ele me disse que gostaria de ser batizado como verdadeiro cristão antes de se mudar para o México. Mais tarde, quando também voltei ao México, tive a alegria de ver a ele e sua família pregar as verdades da Bíblia de casa em casa.

      Eu havia então decidido servir a Jeová e mostrei isso por ser batizado em água, em 2 de fevereiro de 1931. Por freqüentar as reuniões e com a ajuda dos meus irmãos cristãos aprendi a usar a Bíblia. Que bênção é vencer um grande obstáculo! O bom êxito em servir a Jeová era realmente possível!

      Perto do fim de 1931, fui para Corpus Christi, Texas. Naquele mesmo ano, havia uma assembléia do povo de Jeová na língua inglesa, e visto que eu estava com um amigo que falava tanto inglês como espanhol, ele me contava o que se dizia da tribuna Aprendi entre outras coisas que havia a oportunidade de ser pioneiro ou pregador de tempo integral da Palavra de Deus, sob a direção da Sociedade Torre de Vigia, de modo que pedi uma petição. Fui aceito, e em 1932 trabalhei como pregador por tempo integral no estado de Texas.

      PASSEI A SERVIR ONDE HAVIA MAIS NECESSIDADE

      Em abril de 1932, mudei-me para o México, na crença de que havia ali uma grande necessidade de pregadores da verdade de Deus. Enquanto eu pregava em Gómez Palácio, Durango, encontrei um homem interessado e lhe fiz revisitas. Em pouco tempo, ele me acompanhava na pregação, e convidamos outra família a assistir a uma reunião bíblica. Assim começamos a formar uma congregação. Algum tempo depois, recomendei-o como superintendente presidente naquela congregação. Ele ainda ensina a Bíblia naquela região.

      Em 1934, tive o privilégio de organizar uma congregação em San Pedro, Coahuila. Mais tarde, em 1935, fui para Parras, Coahuila, onde trabalhei por dois meses junto com meus companheiros. O padre ali mandava freiras na nossa frente para advertir as pessoas, dizendo-lhes que nós tínhamos “livros ateus” e que não nos deviam escutar. Apesar deste obstáculo, prosseguimos. Quando batíamos nas portas, alguns nem vinham atender-nos, mas de dentro diziam: “Não queremos nada; sabemos quem são vocês.” Entretanto, outros diziam: “Fomos informados de que vocês estão trazendo livros, e nós queremos saber de que espécie de livros se trata.” Muitas destas pessoas, cuja curiosidade fora suscitada pelas freiras, aceitaram a literatura bíblica. De modo que, apesar das acusações falsas do sacerdote, deixamos muitas publicações bíblicas com as pessoas.

      Quando eu pregava a verdade de Deus na cidade de San Buenaventura, Coahuila, comprei duas rodas dianteiras dum automóvel e com uma caixa fiz uma carroça; depois comprei um burrinho. Eu não precisava assim carregar todas as minhas coisas.

      UMA CAMPANHA BEM SUCEDIDA DE FOLHETOS

      Continuei a pregar em diversas cidades e fui informado de que havia uma cidade mineira a certa distância. Por isso fui para lá e comecei a falar com as pessoas. Naquele tempo, tínhamos uma campanha de colocar folhetos. O primeiro homem que encontrei ficou com um livro, e eu lhe dei o folheto Quem É Deus?. Eu tinha uns 250 exemplares deste folheto para distribuir. Perguntei-me quanto tempo levaria para distribuir a todos eles ?

      Quando saí da casa do primeiro homem que encontrei, começaram a tocar os sinos da igreja. Acontece que por três anos não havia estado ali nenhum sacerdote, e agora havia vindo um para fazer os batismos. Mas antes disso, coletou bastante dinheiro do povo para encher três pequenas bolsas.

      No dia seguinte, comecei a visitar mais pessoas nesta cidade mineira, curioso de saber que recepção eu teria então, já que chegara um sacerdote. Qual não foi a minha surpresa quando começaram a perguntar-me: “Tem o folheto Quem É Deus?” Quando terminei de visitar as pessoas nesta cidade mineira, todos os meus folhetos haviam acabado! Mas, como sabiam todas as pessoas sobre este folheto? Descobri mais tarde, ao ir para outra cidadezinha e eles me pedirem este folheto. Perguntei a uma senhora: “Como soube desse folheto?”

      Ela respondeu: “O sacerdote nos disse que o folheto é muito bom e que devíamos lê-lo.” O que havia acontecido era que a esposa do homem que ficou com o livro e a quem eu dei o primeiro folheto foi ao sacerdote para perguntar-lhe se era um bom folheto. Naquela ocasião, o sacerdote estava atarefado com a coleta de dinheiro, e, não querendo desistir desta atividade lucrativa, simplesmente disse à senhora: “Sim, é muito bom, pode lê-lo.” E assim se espalhou a notícia e meus folhetos se esgotaram em pouco tempo.

      PROVISÃO PARA AS NOSSAS NECESSIDADES

      Mais tarde fui para Santiago Papasquiaro, Durango. Meu companheiro e eu ficamos ali um mês pregando as boas novas, e tivemos bom êxito. Deixamos três livros com o prefeito, entre outros, e fizemo-lhe algumas revisitas. Quando terminamos nesta cidade, começamos a atravessar os montes. No entanto, alguns nos disseram que seria difícil, porque não se encontraria ali nada para comer. Foi a cordilheira um obstáculo grande demais para nós? Achamos que não e dissemos: “Jeová é Quem fará provisões para nós.”

      E assim aconteceu que, em cada cidade a que chegávamos, encontrava-se um homem que gostava de ouvir as boas novas do reino de Deus. Às vezes, depois de falar ao homem, ele dizia: “Queremos que pernoitem aqui para nos falar sobre estas coisas.” Em certa ocasião, um homem nos reteve por dois dias para falarmos sobre os propósitos de Jeová, e ele não nos deixou usar nada das provisões que havíamos trazido conosco, mas cuidou de nossas necessidades alimentícias.

      PRIVILÉGIOS ADICIONAIS DE SERVIÇO

      Em 1942, casei-me, e continuamos a pregar as boas novas. Mas depois, em 1946, fiquei três meses doente. Senti falta do serviço de pregação por tempo integral. Podia vencer o obstáculo e começar novamente? Com a ajuda de Jeová, fiz isso. Em 1949, pudemos até mesmo assumir privilégios de pregação como pioneiros especiais, devotando ainda mais de nosso tempo ao ministério de campo. Depois, a partir de maio de 1951, tive a alegria de iniciar-me no serviço de circuito, visitando o povo de Deus em diversas congregações para animá-los e fortelecê-los. E fomos designados a muitas partes do México, com o decorrer dos anos.

      Depois de onze anos em tal serviço, problemas de saúde, esta vez por parte de minha esposa, tornaram aconselhável pedir novamente serviço como pioneiros especiais. Com a ajuda de Jeová, tivemos o privilégio de ver aumento em cada uma das congregações com que servimos desde então.

      Aos setenta e dois anos de idade, ainda tenho a energia para ser ministro pioneiro especial, gastando pelo menos 150 horas por mês em pregar as boas novas. Depois de muitos anos de experiência, estou muito confiante de que, apesar dos obstáculos, o bom êxito é possível no serviço de Jeová, com a ajuda dele.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1974 | 1.° de fevereiro
    • Perguntas dos Leitores

      ● Por que se dá que, mesmo quando alguém procura fixar sua atenção nas coisas boas, surgem às vezes idéias ruins na mente?

      Isto se dá porque os homens são imperfeitos e nasceram em pecado. Diz 1 João 1:8: “Se fizermos a declaração: ‘Não temos pecado’, estamos desencaminhando a nós mesmos e a verdade não está em nós.” O devoto apóstolo Paulo escreveu a respeito de sua própria luta relacionada com as inclinações más: “Acho assim a seguinte lei no meu caso: que, quando quero fazer o que é direito, está presente em mim aquilo que é mau. Eu realmente me deleito na lei de Deus segundo o homem que sou no íntimo, mas observo em meus membros outra lei guerreando contra a lei da minha mente e levando-me cativo à lei do pecado que está nos meus membros.” Isto causou ao apóstolo muita aflição. — Rom. 7:21-24.

      Iguais a Paulo, temos de lutar com os desejos e as paixões pecaminosos, que nos impedem de aderirmos perfeitamente aos requisitos divinos. Embora possamos realmente desejar fazer o que é direito, verificamos repetidas vezes que somos impedidos pelas inclinações da carne pecadora. Apreciando a justeza e justiça da lei de Deus, talvez tenhamos verdadeiro deleite e prazer nela. Contudo, apesar disso, podemos ser estimulados pelas circunstâncias ou podem surgir sugestões que nos estimulem a ceder ao pensamento errado. Falharmos no que gostaríamos de fazer resulta num conflito doloroso em nosso íntimo. Não obstante como no caso de Paulo, à base do sacrifício de Cristo, podemos obter verdadeiro perdão dos pecados e assim manter uma consciência limpa perante Deus e os homens.

      Também, se nos deixarmos guiar pelo espírito de Deus, não nos tornaremos praticantes do pecado. Conforme lemos em Gálatas 5:16: “Persisti em andar por espírito, e não executareis nenhum desejo carnal.” Quer dizer, embora possam ‘surgir’ na mente desejos da carne pecadora, nós os rejeitaremos e assim não satisfaremos estes desejos, nem os levaremos a cabo. Em vista de nossas tendências pecaminosas, temos de continuar a nos esforçar arduamente a não deixar os desejos errados arraigar-se no coração e tornar-se férteis, ao ponto de darem à luz o pecado. (Tia. 1:14, 15) o apóstolo Paulo admoestou, em vista de sua próprio experiência: “Amofino o meu corpo e o conduzo como escravo, para que, depois de ter pregado a outros, eu mesmo não venha a ser de algum modo reprovado.” — 1 Cor. 9:27.

      Também devemos ter em mente que há forças espirituais iníquas, demônios, que querem que os cristãos se desviem do rumo certo e comecem a entreter idéias erradas. Não devemos permitir cair sob a influência deles, mas devemos resistir a eles. “Temos uma luta, não contra sangue e carne, mas contra . . . forças espirituais iníquas.” — Efé. 6:12.

      Como podemos ser ajudados a manter nossos pensamentos e nossos desejos sob controle? Temos de evitar as associações e as circunstâncias que dão margem a tentações. Caso surjam na mente desejos ou idéias errados, não devemos ceder a eles, mas fazer empenho para resistir a eles. Devemos imediatamente tentar mudar de pensamento, obrigando nossa mente a concentrar-se em coisas boas e edificantes. A Palavra de Deus aconselha: “Todas as coisas que são verdadeiras, todas as que são de séria preocupação, todas as que são justas, todas as que são castas, todas as que são amáveis, todas as coisas de que se fala bem, toda virtude que há e toda coisa louvável que há, continuai a considerar tais coisas.” — Fil. 4:8.

      É também vital apelar para Jeová Deus pedindo ajuda. Podemos estar certos de que ele nos ajudará a evitar que desejos errados e paixões pecaminosas nos vençam. Ele nos dará a necessária sabedoria para lidar com provações e fará seu espírito induzir-nos a fazer o que é direito por fazer nossa mente voltar aos motivos bíblicos de se manter uma boa conduta. (Fil. 4:6, 7; Tia. 1:5) Também, os que forem atribulados por pensamentos ou desejos errados podem receber ajuda bíblica de homens com qualificações espirituais, dos anciãos, nas congregações das testemunhas cristãs de Jeová. — Tia. 5:14, 15

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