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Que lugar ocupa Jesus em seu coração?A Sentinela — 1968 | 15 de junho
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“Tens afeição por mim?” E, de novo, Pedro responde, ficando bastante contristado por ter Jesus questionado de forma tão persistente o seu amor: “Senhor, tu sabes todas as coisas; tu te apercebes que eu tenho afeição por ti.” Se verdadeiramente guardas um lugar tão terno para mim em teu coração, Jesus respondeu, “apascenta as minhas ovelhinhas”. — João 21:17.
Quão claro é que Jesus deseja que seus seguidores apascentem suas ovelhas — que ministrem a outros! Tem feito isto? Será que seu proceder revela que verdadeiramente ama a Jesus, que o preza em seu coração, e que, junto com ele, ama a Jeová Deus acima de todos os demais? Se não estiver atualmente preparado para obedecer à ordem de Jesus de pregar a outros, as testemunhas de Jeová se sentirão felizes de ajudá-lo a se tornar habilitado. Aceite o seu convite de receber um estudo bíblico gratuito em seu próprio lar, onde receberá instruções práticas a respeito de como explicar as preciosas verdades bíblicas a outros.
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Indo avante no serviço de JeováA Sentinela — 1968 | 15 de junho
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Indo avante no serviço de Jeová
CONFORME NARRADO POR FRANZ ZUERCHER
NUM dia frio e úmido de fevereiro de 1912, eu estava em pé na plataforma da estação de um vilarejo da Suíça, esperando o trem que me levaria primeiro a Berna e daí a Paris. Tenho então um pouco mais de vinte anos e decidi ir para Paris a fim de aprimorar meu conhecimento de francês.
Ao meu lado se acha meu pai, vigoroso e ereto, com suas acentuadas características graves e austeras. O trem se aproxima da estação e chega a hora de o pai se separar de seu filho caçula. Uma breve despedida e “Não se esqueça de fazer suas orações, meu filho!” são suas únicas palavras, enquanto subo ao trem. Esta admoestação de despedida me deixa impressionado, à medida que começo minha jornada pelo mundo, e a uma nova vida.
Em Paris, um colega de escola vem encontrar-se comigo. A palpitação de Paris, a reluzente vivacidade de seu povo, exercem estimulante efeito sobre mim, e, dentro em breve, faço outros bons amigos com os quais posso considerar os muitos problemas da vida.
Então, certo dia, o diretor de grande loja me convida para acompanhá-lo a uma reunião da Ciência Cristã. Espero descobrir algo para o “homem interior”, algumas respostas a perguntas que me ocupam cada vez mais a mente, tais como o propósito da vida e o futuro do gênero humano. Não obstante, a Ciência Cristã me deixa desapontado desde o início, quando vejo que uma mulher toma a tribuna a fim de presidir a reunião. Logo ponho de lado as publicações.
Mais tarde, passo uma tarde numa reunião do Exército da Salvação. O General Booth, o filho do fundador da organização, é esperado. Vou até lá. Ampla multidão já se acha reunida. Logo depois, o General assoma à tribuna, com seu bastão de oficial na mão. Não sinto atração, porém, por este método de evangelização, pois me parece ser uma forma sutil de hipnotismo. Em resultado, caio num período de letargia quanto a assuntos religiosos.
VEM A GUERRA
Chega o verão do ano de 1914. Paris está febril! Jean Jaurès, político do campo socialista francês, é assassinado. Quase ao mesmo tempo, é assassinado em Sarajevo o Arquiduque Ferdinando, sucessor do trono austríaco. Então o mundo inteiro fica em suspense!
Daí, assola um raio de relâmpago: começou a guerra mundial! Jamais hei de esquecer a imobilidade que se apossou desta cidade alegre na esteira deste evento. Testemunhei as emocionantes despedidas, as cenas pungentes nas estações de Paris. Os pais se afastam dos filhos, os maridos das esposas e dos filhos, e os trens correm para a frente.
A Suíça, também, se mobiliza e eu e meu amigo consideramos ser nosso dever voltar para casa e “defender a bandeira”. Assim, viajamos de noite e, no mesmo dia, vestimos os uniformes. Quando despedi-me de meus genitores, meu pai disse simplesmente: “Se tiver de matar, meu filho, então nunca seja cruel.” Muito embora a Suíça não estivesse em guerra, logo eu estava na fronteira suíça. Ali começo mais uma vez a remoer na mente, com crescente inquietação, as muitas perguntas que me perseguem. Por que estas situações chocantes no mundo? Por que há guerra entre nações “cristãs”? Torno-me retraído, e, embora seja promovido duas vezes, ainda é inquieta minha atitude mental.
CONTINUA A BUSCA
Tenho direito à minha primeira licença militar e vou para casa por alguns dias. Sinto o coração pesado e procuro respostas a tais “porquês” renovados e atormentadores. Talvez nosso ministro protestante me possa ajudar. Ele fica contente de me ver e apelo a ele com as seguintes palavras: “Lembra-se de que disse a nós, rapazes, que o Tribunal Mundial em Haia oferecia uma garantia para os jovens que seguissem carreiras? Cri no senhor, e agora — em que posição ficamos?” Sua resposta para mim é: “Aach! Ja! Você sempre foi um rapaz um tanto pensativo e meditativo. Naturalmente é triste o que acontece em nossa volta, mas, veja, é o julgamento da parte de Deus que temos de suportar e temos de orar para que Ele preserve nosso belo país da guerra e da destruição. Siga simplesmente seu caminho em paz e tudo dará certo.” Penso para mim mesmo: “ Esses sentimentos são certamente ótimos, mas não constituem respostas para as minhas perguntas!” Pela terceira vez, fico desapontado com a religião.
Dou adeus ao ministro, e, à medida que ando para casa, compreendo que o homem aparentemente não me pode ajudar. No entanto, sinto gradual fortalecimento de propósitos e resolvo descobrir um meio. Até o dia de hoje ainda posso lembrar-me daquele lugar quieto, aquele pequeno pedaço da terra em que então me ajoelhei perante Deus e orei para que pudesse ser orientado no caminho certo.
Mais tarde recebi uma designação de trabalho no Palácio Federal em Berna. Ali, todo domingo, comparecia a diferentes reuniões religiosas em minha busca da verdade. Ao sair de certa reunião comecei a conversar com um homem de aparência séria. Diz-me ele que é pregador da Missão Adventista. Concordo em ter um estudo bíblico com ele.
Daí, certo dia, alguém me envia os seis volumes intitulados “Estudos das Escrituras”, de Charles T. Russell. Considero mui fascinantes os títulos destes livros. Com interesse febril, começo a ler o volume intitulado “O Plano Divino das Eras”, e, ao ler, se torna cada vez mais forte a convicção de que acho a verdade bíblica nestes estudos das Escrituras. Desejo aprender mais e, assim, começo a freqüentar as reuniões dos Estudantes da Bíblia, mais tarde chamados testemunhas de Jeová, que são os que distribuem tais publicações.
O amigável pregador adventista continua suas visitas, e, assim, tenho abundante oportunidade de comparar as verdades. Logo lhe digo que não precisa mais me visitar, porque estou convicto de que achei a verdade. Ele fica visivelmente desapontado, e, com olhar penetrante, pergunta-me: “Caiu nas mãos dos Estudantes da Bíblia?” Minha resposta afirmativa o entristece, mas separamo-nos em termos amigáveis. (Devo acrescentar aqui que mais tarde, quando estava numa rua distribuindo publicações bíblicas durante uma assembléia numa cidade próxima de Berna, depois de um intervalo de mais de trinta anos, este mesmo cavalheiro se aproxima inesperadamente de mim e diz: “Senhor Zuercher, vejo que permaneceu em sua fé, ao passo que abandonei a minha, visto que reconheci haver muitos erros nos ensinos adventistas.”)
AMADURECEM AS DECISÕES
Embora saiba que encontrei a verdade, ainda não dei oficialmente o passo de dedicar minha vida a Jeová. Certo dia — isso foi no outono de 1918 — a título de divertimento assisto a um concerto de música clássica. Casualmente tiro do bolso um pedaço colorido de papel. Não me lembro sequer como foi parar lá. É um programa da “Assembléia Dia do Outono da Associação dos Estudantes da Bíblia no Salão do Condado em Berna”. Leio o texto impresso nele, que reza: “Já está próximo o fim de todas as coisas.” — 1 Ped. 4:7, Al.
Nisso, uma sensação de culpa se apossa de mim. Penso: “E eu estou aqui sentado neste lugar mundano ao invés de comparecer à assembléia!” Noto ainda mais no convite impresso que se apresenta a oportunidade para o batismo. Insta-se com os candidatos a que leiam o capítulo “O Batismo da Nova Criação” no sexto volume dos Estudos das Escrituras. Saio prontamente do salão de concertos para ir para casa e começo a ler este capítulo em atitude de oração. É como se escamas me caíssem dos olhos! Assim como aquele eunuco etíope disse a Filipe, assim pergunto a mim mesmo: “O que me impe de ser batizado?” (Atos 8:36) Assim, naquela assembléia em 1918, sou batizado em água, em símbolo de minha dedicação para fazer a vontade de Deus. Este dia fica indelevelmente gravado na minha memória, e, dali em diante começo a pregar onde quer que eu vá. Sim, este “primeiro amor à verdade” é tão incalculavelmente precioso!
Agora outra decisão me confronta. Começo a avaliar cada vez mais que o cristão não pode servir a dois amos e que, no que toca aos conflitos deste mundo, tem de ser neutro. Esta questão se torna vital, e fico determinado a dar uma resposta intransigente. A oportunidade de fazer isto se apresenta rapidamente, pois sou chamado para cursar a Escola de Oficiais. Reconheço que este é o momento de agir, pois ecoa em mim o pensamento: “Não posso e não devo continuar a ser parte deste sistema ímpio.”
Daí, sento-me e cuidadosamente escrevo uma carta, explicando minha atitude com respeito à neutralidade cristã, enviando-a às devidas autoridades, bem como uma cópia a meu superior imediato. Este cavalheiro, embora fosse ele mesmo um oficial, respeita minhas convicções. Logo depois meu caso é julgado pela Junta Examinadora dos Oficiais, onde provo a veracidade das palavras de Jesus em Marcos 13:11: “Não estejais ansiosos de antemão sobre o que haveis de falar.” Dificilmente tenho tempo de compreender o que aconteceu, quando ouço as palavras: “Está dispensado do exército.” Com fervor, agradeço a Jeová a sua fiel ajuda.
MAIS PASSOS A FRENTE
Mais tarde, no verão de 1923, outro dia notável chega à minha vida. Quase no mesmo dia que sou informado de que fui nomeado Secretário-Tesoureiro duma instituição do estado, apesar de minha posição na questão da neutralidade, recebo também o convite da sucursal da Sociedade Torre de Vigia em Berna para ingressar no ministério de tempo integral!
Dois caminhos se abrem para mim, um oferecendo-me “carreira e prestígio” e o outro exortando: “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos.” (Mat. 9:37) Compreendo que há apenas uma coisa certa a fazer, e esta é servir a Jeová de forma tão plena quanto eu possa! Assim, notifico o escritório de Berna da Sociedade Torre de Vigia a minha decisão. Daí, entro no escritório de meu superior para entregar-lhe minha resignação do serviço público. Bondosamente, ele coloca a mão em meu ombro e calorosamente me deseja alegria e êxito em minha nova carreira.
Minha primeira designação no ministério de tempo integral é uma excursão com o “Fotodrama da Criação”, uma coleção de filmes e diapositivos bíblicos, pela Bélgica, Sarre, o Vale do Reno, a Alsácia-Lorena e a Suíça, acompanhado por dois irmãos na fé. Toda semana, temos quatro noites de apresentação e de discursos depois da mesma. Os salões ficam superlotados com assistências atentas. Amiúde, quando olho o mar de rostos cheios de expectativa por trás da cortina, antes de começar o “Drama”, borbulham em meus lábios as palavras: “Meu Senhor e meu Deus! Que honra é esta que deste aos homens de pó, de lhes permitir disseminar as tuas gloriosas verdades do Reino!”
Minha participação na obra do Fotodrama chega ao fim na primavera de 1925, bem depois de terem sido servidas centenas de cidades. O presidente da Sociedade Torre de Vigia, J. F. Rutherford, mandou dizer que chegou o tempo de se dar mais ênfase a outro método de proclamar o Reino, a saber, a pregação da mensagem de casa em casa, apoiada por discursos públicos. Chamam-me de volta a Berna, onde fui designado a trabalhar na revista A Idade de Ouro (Despertai!), trabalho este que me dá profunda satisfação. Mais tarde, deram-me outras designações na sucursal, ajudando a satisfazer as necessidades das congregações e de outros ministros de tempo integral sob os nossos cuidados.
Inesquecíveis, também, são as minhas visitas anuais às congregações em França e na Bélgica, e a associação usufruída com o amigável grupo de ministros de tempo integral que veio da Inglaterra. Estão arando corajosamente o solo e semeando a semente do Reino neste território virgem, especialmente em França. Estas visitas, que tenho o privilégio de fazer junto com o irmão Harbeck, o encarregado da obra no escritório de Berna, são fonte de grande vigor espiritual para mim, apesar do grande esforço exigido.
SURGE OPOSIÇÃO
Nesta época, o cenário do mundo muda rapidamente, pois o nazismo ergueu sua cabeça feia na Alemanha. As ondas da inquietação política dentro em pouco se elevam tão alto que batem contra a fronteira e varrem a Suíça.
Simultaneamente com a perseguição amarga dos judeus na Alemanha nazista, explode a hostilidade contra as testemunhas de Jeová. Na Suíça, também, há instrumentos voluntários do Diabo esperando atiçar as chamas do ódio contra as testemunhas de Jeová. Nossos inimigos amiúde nos apresentam em luz falsa às autoridades como sendo uma organização altamente suspeitosa, niilista, inimiga do Estado. Por certo tempo, parece que as autoridades são influenciadas por esta propaganda, visto que se iniciam processos legais contra nós à base da “degradação da religião”. No entanto, os resultados são, na maioria, sentenças deixadas em suspenso.
No ínterim, na Alemanha, o furor nazista assola e nossos irmãos ficam expostos à chocante e desumana perseguição, que eles agüentam mesmo ao custo de suas vidas. Material documentado que chega ao nosso escritório a respeito de tal perseguição é cuidadosamente preservado. Daí, o irmão Rutherford aprova a publicação de um livro que fornece evidência dos sofrimentos das testemunhas de Jeová na Alemanha. Surge sob o título “Kreuzzug gegen das Christentum” [“Cruzada Contra o Cristianismo”] na língua alemã. Também é publicado em francês e polonês.
No verão de 1940, o irmão Harbeck vai aos Estados Unidos assistir a um congresso das testemunhas de Jeová em Detroit. Verifica que não pode retornar à Suíça, visto que foi originalmente enviado pela Sociedade dos Estados Unidos. Assim, o irmão Rutherford me designa servo da filial.
Com o irrompimento da Segunda Guerra Mundial, tantos irmãos tomam uma posição firme na questão da neutralidade que as autoridades suspeitam de sermos um movimento antimilitar organizado. Certo dia, em julho de 1940, nossas instalações da sucursal são ocupadas por um destacamento de soldados e dá-se uma busca rigorosa nelas. Alguns dias depois, um caminhão militar chega e confisca todas as publicações, que devem ser examinadas pela censura militar da imprensa. Esperam achar uma sentença que prove que a nossa Sociedade instigou a recusa do serviço militar. Sem esperar os resultados desta investigação, o exército ordena a censura de A Sentinela na Suíça. Com isto não podemos concordar e, assim, pára-se a publicação oficial da revista.
Embora sejam interrompidos os contatos com o escritório central da Sociedade Torre de Vigia em Brooklyn, Nova Iorque, EUA, podemos entrar em contato com a Suécia, depois de certo tempo, e receber A Sentinela regularmente em sueco. Daí, um membro de nosso Betel em Berna, Alice Berner, aprende esta língua. Jeová abençoa os esforços dela, e assim é possível continuarmos a manter todas as congregações supridas de alimento espiritual.
Outras medidas são tomadas contra nós. Em dada hora, são invadidos os lares de muitos servos de congregação e confiscados seus estoques de publicações. Ademais, nossas reuniões congregacionais ficam sob inspeção da polícia, um detetive estando presente até mesmo na Comemoração da morte de Cristo. Examinam a correspondência que chega e sou amiúde chamado pelos oficiais do governo para longos interrogatórios.
Eventualmente, começam uma ação legal contra nós. Um colaborador, irmão Rutimann, é acusado de recusar-se a fazer o juramento militar. Sou acusado de quatro ofensas, duas das quais são “minar a disciplina militar” a “agir em contravenção à proscrição da propaganda perigosa ao estado”. Quase dois anos se passam antes de a ação legal ser julgada, em 23 e 24 de novembro de 1942. Há momentos de discussão acalorada durante o processo.
No dia seguinte, anuncia-se a sentença. O irmão Rutimann foi sentenciado a três meses na penitenciária do estado, que ele cumpre, e a perda de certos direitos civis. Minha sentença é de dois anos na cadeia. Mas, nosso advogado interpõe um recurso, e, em 16 de abril de 1943, minha sentença é reduzida pelo Tribunal de Recursos a um ano de servidão penal, sentença suspensa, e cinco anos de perda de alguns direitos civis.
O resultado desta ação legal produz reação favorável, e conseguimos evitar que a obra seja proscrita.
PERIODO DO APÓS-GUERRA
Por fim, finda na Europa a Segunda Guerra Mundial. Que dilúvio de cartas chega agora ao nosso escritório de todos os países circunvizinhos quando se torna conhecido que a obra permaneceu intacta na Suíça! Previamente, o novo presidente da Sociedade, irmão N. H. Knorr, escreveu-me para que fizesse tudo ao meu alcance a fim de manter aberta a obra em nosso país, de modo que, no fim da guerra, pudesse ser rapidamente restabelecido o contato com nossos irmãos no continente. E, agora, é nosso grandíssimo privilégio prestar os “primeiros socorros” a eles. Daí, em dezembro de 1945, temos o prazer de receber o irmão Knorr no nosso lar sucursal, acompanhado de seu secretário, Milton Henschel. Estes são dias de bênçãos especiais e de decisões importantes. O irmão Knorr deixa instruções para a obra.
O verão do ano de 1050 me traz, junto com diversos outros colaboradores, a coroação de muitos anos de serviço. Somos convidados a assistir a grandioso congresso no Estádio Ianque em Nova Iorque. E, em 1953, é meu privilégio assistir à segunda assembléia do Estádio Ianque. Jamais esquecerei a esmagadora impressão que tive ao olhar pelo estádio no dia inicial e observá-lo ficar cheio e superlotado, milhares de assistentes até mesmo ouvindo em tendas próximas. Que poderosa demonstração foi isso do irresistível espírito de Jeová!
Desde o ano de 1953, a carga de responsabilidade se tornou mais leve para mim, ao ser colocada sobre ombros mais jovens, pois entrei agora no outono da vida. Tenho agora cerca de setenta e cinco anos. Após mais de quarenta e cinco anos no serviço de Jeová, e ainda permaneço ereto na verdade, pelo que agradeço a Deus, visto saber que é Ele quem me tem sustentado. Pela sua bondade imerecida, continuo a ser membro da família de Betel no lar da filial da Suíça. Continuar como parte desta feliz equipe de trabalho, saber que encho ao máximo meu tempo com minha designação, é um privilégio que aprecio imensamente. Quão abençoados são aqueles que vão adiante no grandioso serviço de Jeová!
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Lembra-se?A Sentinela — 1968 | 15 de junho
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Lembra-se?
Leu cuidadosamente os números recentes de A Sentinela? Se o fez, deve reconhecer estes pontos importantes.
● Quando começaram os 400 anos de aflição sobre a descendência de Abraão? (Gên. 15:13)
O começo de tal aflição foi quando Ismael, filho da egípcia Hagar, zombou de Isaque no ano 1913 A. E. C. Quatrocentos anos depois, em 1513 A. E. C., Deus livrou os israelitas da escravidão egípcia. — P. 631.a
● Na organização de Jeová, o que significa uma pessoa “avançar”?
Não é uma questão de tomar a frente dos outros, mas significa avançar com a organização, enquadrar-se nela, preencher as necessidades dela, poder assumir incrementadas responsabilidades. — P. 720
● Por que, no antigo Israel, o homem que se havia casado pela primeira vez era isento do serviço militar durante um ano?
Isso era feito em consideração à sua esposa e para que pudesse ter oportunidade de ter um filho e vê-lo. — P. 725.
● Como se pode dizer que todas as testemunhas de Jeová são ministros de tempo integral?
Porque todo aspecto de suas vidas é influenciado pelo seu ministério. — P. 496.
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