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O que é revelado pela sua atitude para com os paisA Sentinela — 1973 | 1.° de julho
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talvez tiver família própria, vai querer que seus filhos o respeitem e lhe obedeçam? Mas, se não tiver aprendido a fazer isso para com seus próprios pais, não é provável que treine seus filhos com bom êxito em demonstrar-lhe tal respeito. A Bíblia diz que ceifará aquilo que semear. Aprenda a lidar com a posição subordinada em que se encontra agora, e isso o ajudará a lidar com as responsabilidades maiores da vida de adulto e talvez também mais tarde com a responsabilidade de pai ou mãe.
Também, se criar uma atitude negativa para com os pais, esta poderá revelar-se mais tarde em outras coisas que faz. Por exemplo, se trabalhar para um patrão, ressentir-se-á sempre da autoridade que ele exerce sobre sua pessoa? Quando ele lhe mandar fazer uma coisa, achará difícil acatar isso? Queixar-se-á constantemente de seu trabalho? Que dizer de sua atitude para com os com quem trabalha? Talvez se veja queixar-se constantemente deles, nunca os elogiando pelas coisas boas que lhe fazem. Ou se cursar a escola para aprender uma profissão ou se estiver aprendendo um ofício, talvez comece a pensar depois de algumas semanas que já sabe mais do que o instrutor. Todas estas atitudes podem prejudicá-lo mais tarde na vida. Mas, elas talvez sejam o fruto da atitude errada criada para com os pais.
Portanto, aceite a realidade da vida familiar e sua posição nela. Reconheça que é modo de Deus e que seu modo é o melhor.
Mas, se não aceitar sua responsabilidade como menor na família, então se estará metendo em dificuldades. Não só afetará a sua relação com os pais e com outros, bem como sua vida posterior; mas, de muito mais importância, prejudicará sua situação perante Deus. E é ele quem decide se há de viver na Sua nova ordem para sempre ou se deixará de existir, quando este sistema iníquo de coisas for destruído dentro em breve. — Pro. 3:1, 2.
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Prossigo no caminho das advertências de JeováA Sentinela — 1973 | 1.° de julho
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Prossigo no caminho das advertências de Jeová
Conforme narrado por Don Burt
O PERU é a minha designação atual. Sirvo aqui desde o outono de 1954. Este tem sido e ainda é um lugar emocionante em que se trabalhar. Nunca me canso deste país, e sempre parece haver algo novo a acontecer. Quando me lembro do passado, muitas vezes pergunto a mim mesmo como vim a ter tal privilégio de ser representante missionário da Sociedade Torre de Vigia neste país de oportunidades missionárias — o Peru!
Tudo começou por volta de 1932, quando minha avó enviou aos meus pais presbiterianos um livro intitulado “Vida”, de capa vermelha, publicado pela Sociedade Torre de Vigia. Eu tinha então dez anos de idade, mas ainda me lembro de que mamãe levou o livro consigo à igreja e mostrou ao ministro um dos seus muitos textos bíblicos. Era aquele que diz que Deus ‘não criou a terra em vão, mas a fez para ser habitada’. (Isa. 45:18) Mamãe queria saber como isso se harmonizava com o ensino da igreja, de que a terra iria ser destruída no fim do mundo.
Em vez de lhe responder à pergunta, o clérigo disse: “Onde obteve este livro? Livre-se dele. Ele só vai deixá-la confusa.” Parece que esta foi a coisa errada a se dizer à minha mãe, pois acabou com a nossa associação com a igreja. No ínterim, vovó continuava a escrever e a transmitir-nos as coisas que aprendia a respeito da Bíblia. Papai e mamãe estudaram aquele livro vermelho com a sua Bíblia e sempre mantiveram a nós, garotos, em dia com o que aprendiam. Sentíamos mesmo que participávamos naquilo que eles faziam.
Morávamos naquele tempo em Leavittsburg, Ohio (EUA), e não conhecíamos nenhum outro leitor das publicações da Torre de Vigia naquela região. Mamãe sempre se perguntava quando é que um daqueles “Estudantes da Bíblia” — como então eram conhecidos — viria visitar-nos. Ela parecia ter certeza de que isso aconteceria. E, de fato, um deles apareceu finalmente. Apresentou-se como sendo de Niles, Ohio, e começou a dizer: “Venho visitá-los como Estudante da Bíblia e eu . . .” Antes que pudesse dizer mais alguma coisa, mamãe logo o mandou entrar. Este Estudante da Bíblia havia assim entrado em contato com uma família disposta, na qual todos queriam aprender a mensagem da Bíblia e assistir a quaisquer reuniões que pudessem.
APRENDEMOS AS ADVERTÊNCIAS DE JEOVÁ
Embora nos mudássemos logo depois para Lake Milton, Ohio, muito mais longe de Niles, este ministro continuou a viajar os quilômetros a mais para dirigir o estudo no nosso círculo familiar. Os compêndios bíblicos que estudamos cabalmente, naquele tempo, incluíam os livros Inimigos, Profecia, Reconciliação e Preservação. Meus pais exigiam sempre estritamente que nós crianças deixássemos de brincar e viéssemos participar no estudo. Fomos também treinados a fazer serviços em casa.
Com o tempo, formou-se em Newton Falls, Ohio, uma congregação do povo de Jeová, e papai foi designado superintendente presidente, ou “servo de companhia”, sendo eu o “servo do som”. Isto queria dizer que me cabia a responsabilidade de cuidar dos fonógrafos e dos discursos gravados que usávamos naqueles dias para apresentar a mensagem do Reino em nosso ministério de porta em porta.
Eu lia muito, de modo que papai fez questão de me dar a minha própria Bíblia, que em pouco tempo li diversas vezes. De modo que, no tempo em que eu cursava a escola secundária, as advertências de Jeová sempre me serviam de proteção. (Sal. 119:9-16) Fui protegido contra as práticas más e contra o modo de pensar mundano, que induzia a “tomar a dianteira dos outros” e a “sair e criar para si um lugar no mundo”. Eu sabia que Jeová espera que pratiquemos a verdade, a justiça e a benignidade.
A falsidade e injustiça da “mentira do Natal” e de seu imaginário Papai Noel deixavam-me aborrecido. Posso lembrar-me das olhadelas furtivas das crianças mais pobres às coisas bonitas que as outras crianças recebiam de presente. Dissera-se-lhes que “Papai Noel” trazia presentes bonitos apenas às crianças boas. Eu passei a odiar todas esta hipocrisia, e meus colegas de escola sabiam o que eu pensava sobre isso, pois eu falava em cada oportunidade.
Durante os meus anos escolares, dediquei-me aos estudos, pois eu sabia que datilografia, gramática e história sempre me seriam úteis. Agradava-me também a boa literatura. Mas, apesar de tudo isso, parecia que eu não chegava a uma conclusão quanto a minha vocação. Freqüentemente eu pensava: Onde entra nisso a vontade de Deus?
TOMEI A MINHA DECISÃO
O desenvolvimento das condições mundiais ajudou-me a tomar a minha decisão. Em 1938, já havia indícios duma guerra na Europa. Às vezes ouvíamos pelo rádio as arengas e tiradas de Hitler. A situação parecia tenebrosa. Papai, que esteve na Primeira Guerra Mundial, perguntou a nós rapazes o que faríamos no caso duma guerra. Raciocinou sobre o assunto conosco, mas deixou que nós mesmos respondêssemos. Tanto meu irmão Harold como eu decidimos que ficaríamos estritamente neutros.
Em pouco tempo cheguei à conclusão de que só havia uma direção para mim. Eu queria mesmo era seguir as advertências de Jeová. Por isso dediquei minha vida a Jeová e fui batizado aos dezesseis anos em símbolo desta dedicação. Pouco depois, papai levou a todos nós a Cleveland para ouvir o discurso “Encare os Fatos”, de J. F. Rutherford, então presidente da Sociedade Torre de Vigia (dos E. U. A.) transmitido por rádio desde o Royal Albert Hall de Londres, na Inglaterra, a mais quarenta e nove cidades de congresso no mundo de língua inglesa. O orador expôs destemidamente a aliança católico-nazi-fascista, e quando ele terminou, eu sabia exatamente o que queria fazer. Desde então, nunca perdi nenhuma das grandes assembléias do povo de Jeová, nem resisti a deixar-me guiar pelas maravilhosas advertências de Jeová.
Uma de tais advertências veio por volta de dezembro de 1939, no mensário chamado “Informante”. Seu artigo, “Poderá Ser Pioneiro na Primavera?” parecia dirigir-se especialmente a alguém na minha situação. Quando mencionei o assunto aos meus pais, eles estavam a favor disso. Por isso deixei a escola e comecei a trabalhar como “pioneiro”, ou pregador do Reino por tempo integral, em 13 de janeiro de 1940.
AJUSTE A UMA NOVA VIDA
Aquele primeiro ano foi mesmo difícil. Eu estava ansioso de me desincumbir bem às portas como representante do reino de Deus. Desde o início, preparei minha Bíblia para ter uma série de textos quase sobre cada assunto vital. Isto me ajudou em muitas situações difíceis. Eu variava as minhas introduções segundo as pessoas que encontrava às portas. No fim de cada dia, estava esgotado de tanto falar, mas muito feliz por poder responder a perguntas e explicar a Palavra de Deus aos indagadores.
Durante a Segunda Guerra Mundial foi difícil obter emprego secular por meio período para me sustentar no ministério de pioneiro. Entretanto, às vezes outras Testemunhas ofereciam-me acomodações grátis. Meus pais e outros supriam-me de vez em quando com roupa. Um falso orgulho talvez me tivesse tirado do ministério de pioneiro, mas eu me lembrava das palavras do apóstolo Paulo: “O trabalhador é digno do seu salário.” (1 Tim. 5:18) Em resultado, embora eu mesmo nunca pedisse nada, certamente nunca me faltou nada do necessário.
‘PASSE PARA CÁ E AJUDE-NOS’
Em harmonia com a visão e o convite que o apóstolo Paulo teve, para entrar em novos campos na Macedônia, eu muitas vezes me perguntava sobre as partes do campo onde não havia trabalhadores. (Atos 16:9, 10) Diversos dos pioneiros nos reunimos e obtivemos a designação de municípios inteiros, onde se haviam pregado pouco as boas novas. Trabalhamos um após o outro o Município de Lawrence, Tennessee e o Município de Potter, Pensilvânia. Lembro-me de que, enquanto estávamos em Tennessee, pensei em oferecer-me para o serviço na sede da Sociedade Torre de Vigia, ou em “Betel”. Levei o assunto a Jeová, em oração, e o expressava de tal modo, que iria seguir qualquer caminho que se me oferecesse. Eu iria andar, mas queria que Jeová indicasse a direção. — Pro. 4:25, 26.
O que aconteceu? Recebi o convite de ser pioneiro especial, gastando 150 horas por mês no ministério e recebendo uma pequena ajuda financeira da Sociedade. Isto foi em 1943. Duas outras Testemunhas, junto comigo, foram designadas a Canadaigua, Nova Iorque. Com o tempo, organizamos ali uma pequena congregação. Nossa base era um apartamento de três quartos. Revezávamos em cozinhar. Lavávamos a roupa na banheira, usando um “desentupidor” para melhor lavar a roupa. Quão bom era voltar num dia frio de inverno para casa, do ministério de campo, para nosso quarto quentinho, e fazer nosso estudo pessoal, enquanto o cozinheiro do dia se ocupava com nosso fogão de querosene de três bocas!
HORIZONTES LONGÍNQUOS
Depois veio outra experiência memorável. Eu estava sentado na banheira, quando meu companheiro entrou correndo, acenando com um envelope grosso da Sociedade, dirigido a mim. Tudo o que vinha de Betel era grande novidade para nós, e estas eram notícias especialmente boas — um convite para que eu preenchesse uma petição para me matricular na escola missionária de Gilead, da Sociedade. No março seguinte, em 1944, cursei a Terceira Classe de Gilead, e desde então tenho tido uma grandiosa experiência após outra na vida.
Minha primeira designação, após a formatura, não foi bem no estrangeiro, mas emocionou-me tanto como se fosse. Fui designado a visitar e ajudar congregações na Califórnia e em Nevada como “servo aos irmãos” (agora superintendente de circuito). Eu estava bastante nervoso quanto a dar discursos nas congregações na região da Baía de São Francisco. De fato, meu primeiro discurso devia durar uma hora e meia, mas durou apenas quarenta e cinco minutos. Naturalmente, a prática trouxe melhoras.
Muitas vezes se incutiu em mim que as advertências de Jeová são escudo e proteção. Por exemplo, tomei um ônibus para pegar um trem em Elko, Nevada, para ir à Califórnia. Durante a viagem de ônibus, eu lia o livro “Está Próximo o Reino”. Quando tomei o trem, vi que era na maior parte um trem de soldados e que estava mais do que cheio. Visto que sou bastante pequeno, meti-me no espaço entre o último assento e os fundos do vagão, deitando-me em cima de algumas mochilas. Mas era impossível dormir. O assento na frente era ocupado por dois soldados e uma moça. A conversa que tive de ouvir durante a maior parte daquela noite certamente era bem diferente da boa informação que eu lia.
DESIGNAÇÃO ESPANHOLA
O tempo estava passando. Já se passaram então um ano e meio desde a Escola de Gilead, e eu me perguntava a respeito da minha designação ao estrangeiro. Quando é que a receberia? Bem, pouco depois de assistir a uma reunião especial de representantes viajantes da Sociedade, em Salt Lake City, Utah, reunião presidida pelo presidente da Sociedade, N. H. Knorr, e por um dos diretores, T. J. Sullivan, recebi minha designação para San José, na Costa Rica. Eu devia continuar a servir ali visitando uma congregação após outra.
Lembro-me de que uma congregação tinha por território só choupanas no mato, em ambos os lados duma estrada de ferro de bitola estreita. O irmão e a irmã Spence e eu tomamos o trem de manhã cedo viajando por alguns quilômetros, desembarcamos e começamos nossa obra ministerial voltando a pé ao longo dos trilhos. Foi realmente muito satisfatório levar a mensagem das boas novas a estas pessoas humildes. E foi numa ocasião destas que saboreei pela primeira vez carne de macaco. Quão animador foi saber mais tarde que o irmão Spence cursou a Escola de Gilead em 1961, para treinamento especial, adiantado, no ministério.
A seguir, recebi uma designação em Honduras, num território ainda não trabalhado pelas Testemunhas. Pouco depois de eu chegar à capital, Tegocigalpa, em maio de 1946, o Presidente Knorr nos visitou e anunciou o estabelecimento ali duma nova filial. Eu devia ser o superintendente de filial, o que significava desincumbir-me sozinho de todos os serviços de escritório e de serviço relativo ao campo. Este foi um verdadeiro desafio, mas gostei da oportunidade de servir.
Muitas são minhas lembranças felizes daqueles dias. Por exemplo, numa viagem com alguns missionários a Roatán, Coxan Hole e Utila, ilhas ao largo da costa de La Ceiba, podíamos ficar de pé nos bancos dum parque e proferir discursos bíblicos aos ilhéus que eram ouvintes realmente apreciativos. Quatro anos maravilhosos passaram depressa, a presenciamos uma expansão maravilhosa dos interesses do Reino.
A próxima designação veio depressa e inesperadamente. O querido irmão Edwin Keller, instrutor de espanhol na Escola de Gilead, havia falecido. Eu fui convidado a voltar a Gilead, esta vez para ensinar espanhol. Esta designação durou três anos e meio, começando em dezembro de 1950. Foi durante este período que sugeri a uma das moças de espírito missionário que nos uníssemos e fôssemos a uma designação missionária como marido e mulher. Louise Jobert aceitou a minha proposta, e fizemos os respectivos planos. O presidente Knorr convidou-nos a ir para o Peru, e nós nos casamos por fim em Lima, em novembro de 1954.
PROSSEGUIMOS SEGUNDO AS ADVERTÊNCIAS DE JEOVÁ
Uma de nossas primeiras designações foi Iquitos, perto das cabeceiras do rio Amazonas. Era uma região quente e úmida de selva, mas depois de vários meses, ficamos mais esbeltos, ao ponto de poder suportar o clima. Aprendemos ali que é possível acostumar-se a tudo, com bastante tempo. Ajudamos a estabelecer uma congregação em Iquitos, e às vezes entramos até mesmo em territórios tribais dos índios com as boas novas do Reino.
Mais tarde, servi como representante de circuito na parte sulina de Peru, onde servi congregações situadas a uns 3.300 metros acima do nível do mar, e onde às vezes atravessamos por sua vez os desertos quentes e secos do litoral e os cenários de aguaceiros torrenciais no interior. Louise e eu subimos e descemos montanhas; montei em burros e em cavalos, e andei sacolejando em pernas de fabricação caseira. Vadeamos rios, alguns perigosamente próximos de precipícios estonteantes, e passamos noites em claro na atmosfera rarefeita dos altos Andes. Apreciamos plenamente as experiências do apóstolo Paulo, registradas em 2 Coríntios 11:26, 27.
Posso lembrar-me duma noite passada em claro. Estávamos visitando Urcos, nas proximidades de Cuzco. Não tínhamos mais condução. Ao perguntarmos onde podíamos pernoitar, indicaram-nos uma sala de um pavimento, de grossas paredes de barro, chamada de hotel “coletivo”. Havia ali quatro camas, uma em cada parede, havendo debaixo de cada cama um vaso de barro vermelho. Não havia outra escolha. Alugamos duas camas. Por volta das nove horas da noite, as outras duas camas foram tomadas por dois índios. Com o bater dos dentes de Louise e o ronco dos índios, demorou muito antes de conseguirmos dormir, e isso muito pouco. No frio gelado da manhã, enfileiramo-nos junto à torneira e esperamos a nossa vez para escovar os dentes e nos lavar.
O prazer e a satisfação de servir nossos irmãos cristãos e de ajudar pessoas humildes a obter conhecimento dos grandiosos propósitos de Deus sempre ultrapassaram em muito todas as desvantagens. E talvez um dos momentos mais emocionantes foi quando a Sociedade começou a construir a sua própria filial e lar missionário em Lima. Tenho servido ali desde pouco antes de seu término em maio de 1961, e agora, quase doze anos depois, posso dizer que as coisas são mais emocionantes do que nunca. Há neste país mais de 13.000.000 de habitantes, e um número crescente deles fica emocionado ao ouvir o som das boas novas de Deus para todos os povos. Oramos fervorosamente para que possamos continuar a servir a Jeová e ajudar Suas ovelhas, até que ele tenha completado seu propósito.
Junto com nossas co-testemunhas em volta do mundo esperamos poder sempre confessar ao nosso Deus: “Exultei no caminho das tuas advertências, assim como sobre todas as outras coisas valiosas.” — Sal. 119:14.
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Aprenda agoraA Sentinela — 1973 | 1.° de julho
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Aprenda agora
◆ Certa vez, alguém disse que ‘os que esperam ser salvos “na última hora” amiúde morrem meia hora antes’. A Bíblia apresenta um belo exemplo contrastante referente a um carcereiro, no primeiro século. O apóstolo Paulo e seu companheiro Silas estavam presos, quando, no meio da noite, foram milagrosamente libertos por um terremoto que abriu todas as portas e soltou-lhes os grilhões. Naquela mesma noite, o carcereiro e sua família, sem demora, escutaram “a palavra de Jeová” falada por Paulo, e o carcereiro “alegrou-se grandemente, com toda a sua família, agora que tinha crido em Deus”. (Atos 16:25-34) Ainda é sábio agir sem demora em obter tal informação vitalizadora.
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Começou a fraquejar a sua fé?A Sentinela — 1973 | 1.° de julho
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Começou a fraquejar a sua fé?
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