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  • Divulgação das verdades proféticas de Deus
    A Sentinela — 1972 | 1.° de fevereiro
    • de deterioração. As nações se encontram na situação exata que Jesus predisse quando falou dos nossos dias: “E na terra angústia de nações, não sabendo o que fazer por causa do rugido do mar e da sua agitação, os homens ficando desalentados de temor e na expectativa das coisas que vêm sobre a terra habitada.” (Luc. 21:25, 26) Mas esta angústia de coração não é compartilhada pelos servos de Jeová, pois Jesus disse também: “Quando estas coisas principiarem a ocorrer, erguei-vos e levantei as vossas cabeças, porque o vosso livramento está-se aproximando.” — Luc. 21:28.

      23 A esperança dos que divulgaram tais verdades proféticas da parte de Deus torna-se cada vez mais luminosa, ao passo que as condições existentes no velho sistema de coisas pioram. Por que se dá isso? Porque estes servos de Deus sabem que tudo isso significa que “o mundo está passando, e assim também o seu desejo, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre”. (1 João 2:17) Aguardam com crescente fé e confiança um futuro maravilhoso na nova ordem de Deus, após o fim deste sistema iníquo, fortalecidos pelo conhecimento de que as verdades proféticas de Deus que defendem se estão cumprindo e continuarão a cumprir-se. Nunca abandonarão as preciosas verdades proféticas de Deus em troca das promessas vãs daqueles que promovem o presente sistema de coisas. Acatam o conselho do apóstolo Paulo: “Que venhais a ser inculpes e inocentes, filhos de Deus sem mácula no meio duma geração pervertida e deturpada, entre a qual estais brilhando como iluminadores do mundo, mantendo-vos firmemente agarrados à palavra da vida.” — Fil. 2:15, 16.

      24. Em vista do tempo, qual é a coisa mais satisfatória que se pode fazer?

      24 Há muitas pessoas sinceras que ainda não sabem a verdade sobre Deus e seus propósitos. Estão aflitas por causa do que vêem acontecer no mundo, mas não sabem para onde se virar. Estas também precisam da verdade procedente de Deus. Mas a hora já é bem avançada para este sistema moribundo. Reconheça a urgência dos tempos e tome o tempo, sim, arrume tempo para divulgar a verdade a outros. Não há nada que possa fazer neste tempo da história humana que poderia ser mais satisfatório. Por quê? Porque a Palavra de Deus promete: “Presta constante atenção a ti mesmo e ao teu ensino. Permanece nestas coisas, pois, por fazeres isso, salvarás tanto a ti mesmo como aos que te escutam.” — 1 Tim. 4:16.

  • Minha carreira de proclamar o Reino de Deus
    A Sentinela — 1972 | 1.° de fevereiro
    • Minha carreira de proclamar o Reino de Deus

      Conforme narrado por Neal L. Callaway

      MEU DESEJO de fazer da proclamação do reino de Deus uma carreira ofereceu-me uma maravilhosa escolha. Certo dia, o carteiro me trouxe um grande envelope; este continha a petição para servir na sede da Sociedade Torre de Vigia, em Brooklyn, Nova Iorque. Quão feliz me senti ao recebê-la. Daí, antes de ter tido tempo para preenchê-la, recebi outra petição; esta era para a escola missionária de Gilead da Sociedade. Confrontei-me assim como uma grande decisão.

      Foi realmente uma decisão difícil, visto que eu sempre havia desejado cada um destes privilégios. Pois bem, finalmente escolhi preencher a petição para a Escola de Gilead. Isto resultou em eu servir já por mais de vinte anos nas Filipinas, falando aos outros sobre o reino de Deus. Com o decorrer dos anos, minha carreira de proclamar o reino de Deus me trouxe muitas bênçãos, sim, desde o tempo do meu batismo.

      FINALMENTE REALIZADO O DESEJO DE SER BATIZADO

      Sou grato que meus pais me levavam às reuniões das testemunhas cristãs de Jeová desde cedo na minha vida. Embora eu nascesse de pais protestantes, em 1926, em Cleveland, Ohio, E. U. A., não demorou muito até que meu pai ficasse dessatisfeito com o ministro da igreja, o qual dizia: “Façam o que eu digo, mas não façam o que eu faço.” Tínhamos parentes que eram Estudantes da Bíblia, conforme as testemunhas cristãs de Jeová eram então conhecidas. E pouco depois começamos a freqüentar as reuniões das Testemunhas.

      Minha primeira oportunidade de ir de casa em casa, no ministério do Reino, veio em 1936, quando eu tinha apenas dez anos de idade. Mas eu gostava de ir de casa em casa, oferecendo literatura bíblica com o auxílio de um “cartão de testemunho”, um cartão impresso que explicava o motivo da minha visita. Eu queria ser batizado, mas os meus pais não me permitiram fazer isso naquele tempo, porque achavam que eu devia ter mais idade. Por isso tive de esperar até ter quinze anos de idade. Mas que ocasião maravilhosa foi esta!

      Foi por ocasião duma assembléia, o congresso da Sociedade Torre de Vigia realizado em S. Luís, Missúri, de 6 a 10 de agosto de 1941. Ao chegarmos lá, todos os menores entre cinco e dezoito anos de idade deviam registrar-se na chegada, para o Dia dos Filhos. Eu me registrei. E no domingo de manhã houve uma assembléia para o batismo. Eu fui um dos 1.357 menores que simbolizaram sua dedicação a fazer a vontade de Jeová, por meio do batismo em água. Quão emocionante era poder-me apresentar finalmente para o batismo.

      Depois de sermos batizados, voltamos à Arena, ou o auditório principal, e às 11 horas tive o privilégio maravilhoso de sentar-me na parte principal do auditório junto com outros 15.000 menores. Ouvimos o discurso do então presidente da Sociedade, J. F. Rutherford, intitulado “Filhos do Rei”. Foi um discurso inspirador. E após o término do discurso, o presidente da Sociedade disse: ‘Tenho uma pergunta a fazer a cada um de vocês. Todos aqueles de vocês que concordaram em fazer a vontade de Deus e tomaram sua posição ao lado do Governo Teocrático de Cristo Jesus, e que concordaram em obedecer a Deus e a Seu Rei, queiram LEVANTAR-SE!’

      Nós nos levantamos como um só grupo. ‘Vejam’, exclamou o presidente da Sociedade, ‘mais de 15.000 novas testemunhas do Reino!’ Após os longos aplausos, ele disse: ‘Todos vocês que farão o que puderem para falar aos outros sobre o reino de Deus e suas bênçãos acompanhantes queiram dizer Sim!’ Houve então um trovão de “Sim” proferido por 15.000 menores em pé.

      E o presidente da Sociedade disse então: ‘Se tivessem um instrumento na mão que pudessem usar para honrar o nome de Jeová, será que o usariam diligentemente? Respondemos que “Sim!”. ‘Então sentem-se, e eu vou falar-lhes sobre este instrumento. O Senhor tornou possível a preparação deste livro como mensagem para vocês. O título deste livro é “Filhos”.’ Seguiram-se enormes palmas! Lembro-me de ter subido uma das duas escadas até a tribuna para receber meu próprio exemplar gratuito deste compêndio bíblico enquanto o irmão Rutherford olhava sorrindo.

      Sim, que congresso não foi este para mim! Ser batizado e depois ser um daqueles 15.000 menores e receber aquela maravilhosa mensagem espiritual e o livro. Daquele tempo em diante e até agora tenho procurado fazer tudo o que posso para falar aos outros sobre o reino de Deus.

      PROCLAMAÇÃO DO REINO POR TEMPO INTEGRAL

      Depois do meu batismo, eu ainda tinha três anos de escola secundária a completar, mas já em princípio de 1944 eu pensava na carreira de proclamador de tempo integral do reino de Deus. Preenchi uma petição para o serviço de pioneiro, a pregação por tempo integral do Reino sob a direção da Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados. Ao ser aprovada, fiz o meu pedido de literatura e fiquei feliz quando recebi de Brooklyn aquela primeira caixa de livros.

      No primeiro dia de julho, comecei o ministério e fui de bicicleta ao território. Naquela noitinha foi a minha formatura na escola secundária. Assim terminaram doze anos de escola e iniciei meus muitos anos no ministério de tempo integral, de falar aos outros sobre Jeová Deus e seu reino.

      Mais tarde recebi uma petição para o serviço de pioneiro especial e fui designado a servir em Medina, Ohio. Enquanto estive ali, recebi petições tanto para o Betel de Brooklyn como para a Escola de Gilead. Quando escolhi Gilead, fui chamado para a sua décima segunda classe. Após a formatura, permaneci por um tempo pioneiro especial, e depois veio uma carta dizendo que fui designado para as Filipinas. Como seriam as coisas ali? Poderia agüentar? Estas e muitas outras perguntas me vieram à mente.

      FAMILIARIZAÇÃO COM MEU NOVO LAR

      Meu avô, que era imigrante da Alemanha, dissera-me que devia comer o que o povo come e aprender os modos dele. Esta sugestão se mostrou útil e tornou-me a vida muito mais fácil.

      Em 1.º de junho de 1951 cheguei ao porto de Manila. Naquela noite, fui com diversas das Testemunhas à parte central de Manila para oferecer as revistas A Sentinela e Despertai! aos transeuntes. Achei o novo ambiente muito fascinante. O povo era amigável e a maioria sabia falar inglês. Naquela noite, cheguei a conhecer muitas testemunhas, ao passarem. Pode ser que às vezes não prestava plena atenção ao trabalho com as revistas, pois um homem se chegou a mim e me bateu no ombro, perguntando se podia obter de mim uma revista.

      A primeira designação missionária que recebi foi um conjunto residencial do governo, chamado Distrito Roxas. Depois de vários meses de pregar ali o reino de Deus, pude recomendar à Sociedade que o grupo de novas Testemunhas fosse constituído em congregação. Tive o privilégio de me tornar o ministro presidente. Ao testemunhar de casa em casa a respeito do reino de Deus, verifiquei que quase todos me convidavam a entrar na sua sala de estar. Eu podia proferir um sermão quase em cada lar.

      SERVIÇO COMO SUPERVISOR DE CIRCUITO

      Depois de permanecer na minha designação missionária por apenas nove meses, recebi o privilégio de servir como servo ou supervisor de circuito, visitando congregações das Testemunhas para animá-las e ajudá-las no seu ministério. Este trabalho me levou às províncias. A vida ali era muito diferente daquela na cidade. Havia poucos transportes, e na maior parte se fazia a obra de testemunho a pé. Isto me fazia lembrar o tempo em que Jesus Cristo e seus apóstolos iam de casa em casa, proclamando as boas novas do reino de Deus.

      Durante as minhas visitas, quase cada Testemunha na congregação se empenhava no ministério de campo. Cada manhã se reuniam no Salão do Reino às oito horas. De fato, muitos já estavam ali às sete horas. Durante a minha semana de visita, muitas das Testemunhas que moravam longe do Salão do Reino costumavam dormir no Salão durante a semana inteira; por volta das duas horas da madrugada de segunda-feira costumavam voltar para casa, cheias de ânimo e felicidade.

      As atividades especiais de pregação durante a semana nos tornavam a todos muito felizes. Às vezes atravessávamos os morros por duas horas até chegar ao território para testemunhar, ocasionalmente entoando cânticos do Reino em caminho. E quando eu via quinze ou vinte num grupo andando em fila indiana pelos trilhos e cantando, alegrava-me o coração que eu havia aceito minha designação no estrangeiro.

      O primeiro circuito de minha designação abrangia todas as cidades de língua tagalo; hoje, a mesma região contém dois distritos. A expansão é muito rápida. Servir como servo de circuito nesta região de língua tagalo das Filipinas foi um ponto saliente na minha vida. Levar a Palavra de Deus aos pequenos lares na zona rural, ver esta gente humilde, sem cadeiras no lar, sentar-se no chão para escutar cada palavra que se dizia, dirigir com eles um estudo bíblico e depois vê-los no Salão do Reino, na minha próxima visita à congregação — tudo isso me fazia querer trabalhar mais arduamente para falar aos outros sobre o reino de Deus, antes que termine o trabalho.

      Viajar na segunda-feira para outra congregação era um verdadeiro acontecimento. Logo cedo de manhã, na zona rural, eu costumava esperar pelo ônibus. Quando este chegava, usualmente estava cheio, mas isso não importava, visto que sempre cabia mais um. O teto do ônibus estava cheio de carga, e às vezes havia dentro do ônibus, nos fundos, talvez até mesmo uma vaca. Nas passadeiras podia haver porcos, no chão do ônibus talvez houvesse sacos de arroz. O ônibus andava a cerca de vinte a vinte e cinco quilômetros por hora, mas com o tempo chegávamos ao nosso destino.

      Durante um ano servi no circuito de Batangas-Mindoro, composto de três províncias. Mindoro é uma ilha grande ao largo da costa ocidental de Luzón. Ali, na cidade de Bongabon, encontrei minha companheira de vida; Nenita e eu já servimos agora juntos por treze anos na obra do Reino.

      PRIVILÉGIOS EM CONGRESSOS

      Em geral, cada ano tenho um mês ou mais tirado do meu serviço regular para preparar uma assembléia grande. É um privilégio maravilhoso. A primeira assembléia de que tive o privilégio de ser o servo ou supervisor de assembléia foi realizada em 1953. Tivemos muitos problemas, pois foi a primeira vez que eu era servo de assembléia e também a maioria das outras Testemunhas eram novas neste trabalho.

      Depois, em 1963, recebi a designação de ser servo de assembléia na Assembléia Internacional ao Redor do Mundo das Testemunhas de Jeová. Ia ser a maior assembléia até então nas Filipinas. O Estádio Comemorativo Rizal de Futebol foi contratado, mas não havia lugar para o restaurante e os diversos departamentos. De modo que se teve de erguer uma grande construção. Além disso, decidiu-se cobrir as arquibancadas descobertas, visto que a assembléia se realizaria durante a estação das chuvas. Começamos a armar a cobertura sobre a parte descoberta das arquibancadas duas semanas antes da assembléia. Alguns empregados do estádio disseram que não se conseguiria fazer isso. Mas apenas um punhado de carpinteiros, com boa organização e a bênção de Jeová, pôde completar a construção da cobertura antes do tempo, e no dia da abertura estava pronta.

      Havíamos planejado esta assembléia para 20.000 pessoas, mas quando recebemos a contagem da assistência, vimos que havia ali mais de 37.000 pessoas no discurso público!

      As ocasiões dos congressos nos fornecem uma boa interrupção na rotina e chegamos a falar com outros supervisores de circuito e de distrito, de todas as partes do país, e ouvir suas experiências e os aumentos emocionantes que Jeová nos dá aqui.

      TRABALHO NO DISTRITO

      Em 1.º de junho de 1968, recebi o grandioso privilégio de ser designado a servir como servo ou supervisor de distrito. Isto nos tem dado muitas alegrias e emoções. É agradável reunir-se com o povo de Jeová numa assembléia de circuito cada duas semanas. Em nosso distrito atual, cada circuito é constituído por 200 a 500 Testemunhas. Estamos agora na parte do país onde a língua principal é hiligaino. Cada circuito tem o seu próprio dialeto, mas a língua básica aqui é hiligaino.

      Este distrito se compõe de quase 4.000 Testemunhas. Inclui muitas ilhas belas e um vulcão. Muitos de nossos irmãos cristãos ganham a vida com a plantação de cana ou arroz ou com a pescaria.

      Às vezes, viajar ainda é bastante difícil. Em alguns lugares pode-se viajar só de manhã, visto que há perigo à noitinha ou à noite. Amiúde tomamos um ônibus até certa cidade e depois passamos para outro, a fim de chegar ao nosso destino. Quando queremos tomar o outro, às vezes verificamos que não há mais ônibus nesta hora do dia. De modo que temos de pernoitar naquela cidade, no lar duma Testemunha, e depois prosseguir na manhã seguinte. Isto significa, pois, que pode levar dois dias para se viajar apenas uma distância curta. No entanto, a hospitalidade cordial de nossos irmãos cristãos, onde quer que estejamos, é muito animadora.

      Já estou agora nas Filipinas por mais de vinte anos, e não há outro lugar na terra em que eu preferiria estar mais do que aqui, falando aos outros sobre o reino de Deus. Jeová me tem dado tudo o que preciso; de fato, mais do que eu esperava.

  • Modo de se viver para sempre
    A Sentinela — 1972 | 1.° de fevereiro
    • Modo de se viver para sempre

      Artigo que se destina a ser lido especialmente pelos pais com os filhos.

      JEOVÁ nos tem dado muitos presentes maravilhosos. Uma das dádivas mais excelentes que nos deu é a vida. Sem ela, não poderíamos fazer nada, poderíamos? Mas, se quisermos continuar com esta dádiva, teremos de fazer alguma coisa.

      Você está fazendo agora mesmo uma destas coisas. Eu também. Fazemos isso o dia inteiro e a noite inteira. Se parássemos, morreríamos logo. Sabe o que é? Sim, estamos respirando.

      Há outras coisas que fazemos todos os dias para ficar vivos. Pode mencionar algumas delas? Comemos alimento. Bebemos água. E dormimos. Deus nos fez dum modo que não podemos viver sem estas coisas.

      Nenhuma delas é difícil de fazer. Ora, eu gosto de comer. Você também? Mas, como é que a comida nos mantém vivos? Você sabe? O que acontece depois de a ingerirmos?

      Nosso corpo reduz a comida a pedacinhos pequeninos. Depois, o sangue leva estes a todas as partes do corpo. Esta comida é usada de modo maravilhoso para fazer novos ossos, nova carne, novo

Publicações em Português (1950-2026)
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