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    Despertai! — 1979 | 22 de junho
    • cônscio disso; ele estava totalmente surdo! Imagine só, ele “ouviu” a riqueza plena da composição primeiramente em sua própria imaginação, e então a lançou em notas, e jamais ouviu realmente um tom sequer. Que poder de imaginação criativa possui nosso cérebro!

      Não é óbvio que há exemplos de majestoso projeto em nosso corpo? Não deveríamos tirar a mesma conclusão lógica que a tirada por notável engenheiro-consultor que labutou por dois anos projetando um “cérebro eletrônico”? Ele disse: “Depois de confrontar e solucionar os muitos problemas de projeto que [o computador] apresentou, é-me inteiramente irracional imaginar que tal instrumento pudesse vir a existir por qualquer outro modo senão por meio de . . . um projetista inteligente. . . . Se meu computador exigiu um projetista, quanto mais aquela complexa . . . máquina que é meu corpo humano.”

      Poderiam todos estes exemplos de projeto simplesmente “acontecer por acaso”? George Gallup, famoso estatístico, alguém que cuidadosamente compila números e fatos sobre certos assuntos, certa vez disse: “Eu poderia provar estatisticamente que Deus existe. Tome-se apenas o corpo humano — a probabilidade de que todas as funções do indivíduo simplesmente acontecessem por acaso é uma monstruosidade estatística.” Em outras palavras, a probabilidade de que tudo isto pudesse “acontecer por acaso”, sem algum poder orientador é, na realidade, impossível, “uma monstruosidade estatística.”

      O grande físico, Lorde Kelvin, que por ocasião de sua morte “era, sem dúvida, o maior gênio científico do mundo”, chegou à mesma conclusão: “Somos inteiramente obrigados pela ciência a crer com perfeita confiança numa Força Diretora — numa influência diferente das forças físicas, dinâmicas ou elétricas . . . Vemo-nos obrigados, pela ciência, a crer em Deus.” (Grifo acrescentado)

      Podemos ver evidência convincente da existência de Deus mediante (1) sólida lógica científica e (2) a existência de projeto no mundo ao redor de nós. Uma questão ainda nos vem à mente: Como é este Deus? Para obter uma resposta satisfatória, queira ler o artigo seguinte.

  • Deus existe! Mas como é ele?
    Despertai! — 1979 | 22 de junho
    • Deus existe! Mas como é ele?

      QUE dizer de sua personalidade? É ele o tipo de pessoa que amaríamos caso viéssemos a conhecê-lo intimamente? Acha que tais perguntas são importantes?

      Como podemos chegar a conhecer algumas de suas qualidades? Em Romanos 1:20, a Bíblia sugere: “Pois as . . . qualidades invisíveis [de Deus] são claramente vistas desde a criação do mundo em diante, porque são percebidas por meio das coisas feitas [“entendidas por meio de Suas obras” — New Berkeley Version], mesmo seu sempiterno poder e Divindade, de modo que eles são inescusáveis.”

      Por fazer um exame profundo do que Deus tem feito, “de Suas obras”, podemos aprender quais são algumas de suas qualidades. Bem, o que vemos?

      Amor e Bondade

      Tais qualidades são bem evidentes no modo em que fomos projetados. Nosso corpo foi feito mais do que simplesmente para viver; ao invés, foi feito realmente para usufruir a vida. Nossos olhos podem ver em cores. Alguns animais só vêem em preto e branco, todavia, o mundo está repleto de cores deslumbrantes. Podemos cheirar, e temos papilas gustativas. Assim, o comer não é simples função necessária; é deleitoso. Tais sentidos não são absolutamente vitais para a vida, mas são evidência de um Criador amoroso, generoso e atencioso.

      O interesse amoroso é também evidente no reino animal. Exemplo disso é o grande número de pequeninos “peixes-limpadores”, às vezes chamados, em inglês, de “Doctor Fish” (Peixe Médico). Na atualidade, há mais de 40 espécies designadas como “limpadores”. Tais peixes aparentemente se devotam à remoção de parasitos e pulgões nos peixes que poderiam obstruir as guelras de outros peixes e deixá-los doentes.

      “Mais do que isto”, um peixe-limpador “dará pequenas dentadas em placas de fungos e bactérias que talvez estejam infetando a pele, e, se o peixe foi ferido, comerá qualquer carne morta e assim limpará a ferida”, relata o livro Animal Partners and Parasites (Colegas e Parasitos Animais).

      Assim, pode ver que tais peixes são bem parecidos a pequenos “médicos”, às vezes até mesmo mantendo “consultórios” ou “estações de limpeza”. Observou-se um “consultório” que servia a mais de 300 peixes durante um período de seis horas. Imagine só o quadro: Peixes esperando em fila para serem atendidos, alguns “em pé” sobre suas cabeças ou de cabeça para baixo, à medida que os limpadores trabalham neles. Todo este tratamento “profissional”, da parte dos “médicos”, e nenhuma “conta médica”!

      Quão importante é esta atividade de limpeza? Uma das maiores autoridades neste campo, Conrad Limbaugh, chamou-a de “atividade constante e vital”. Certa vez removeu todos os “limpadores” conhecidos de certa área e, dentro de alguns dias, o número de peixes caiu drasticamente — por fim quase todos se foram. E os poucos restantes “apresentaram manchas brancas flocosas, inchações, feridas ulcerosas e barbatanas desgastadas”. Tudo porque os pequeninos “médicos” se tinham ido!

      Será que os “limpadores” fazem isso simplesmente por causa da refeição que obtêm?

      “Nenhum deles [os limpadores] parece depender exclusivamente do hábito para obter seu alimento.”

      “Nenhum destes dois peixes [dois dos mais zelosos limpadores] depende grandemente da limpeza para obter alimento, e podem subsistir à base de pequenos crustáceos, ambos os recolhem das plantas, o señorita [um tipo de peixe-limpador] pode também pegá-los no fundo e diretamente da água.”

      Assim, não têm de cuidar desses outros peixes. Mesmo assim o fazem. Quem poderia ter projetado tal pequenino e eficiente limpador — dotado de cores brilhantes para ser facilmente identificado, de nariz pontiagudo e de dentes semelhantes a pinças? Quem deve ter colocado tal instinto amoroso nessas criaturinhas? Apenas um Criador amoroso e atencioso.

      Um dono de fábrica dotado de saudável apreço pela vida instalará muitas válvulas de segurança em sua fábrica, a fim de proteger os que ali trabalham. Tais válvulas, colocadas em caldeiras ou em outro equipamento para aliviar a pressão que poderia acumular-se e tornar-se uma força explosiva, são evidência de seu genuíno cuidado para com as pessoas.

      Em nosso mundo, vemos muitas de tais “válvulas de segurança”, colocadas ali pelo Projetista da criação. O Criador “faz chover sobre justos e sobre injustos”. (Mat. 5:45) A forma em que a chuva desce é notável exemplo do uso das “válvulas de segurança”.

      A água, em bilhões de litros, é estocada, acima de nossa cabeça, das nuvens de vapor. A água é pesada, o,03 metros cúbicos pesando até 28 quilos. Uma nuvem grande, segundo se calcula, pesa até 100.000 toneladas! Pode imaginar o desastre que seria provocado se o vapor d’água formasse uma só “gota” gigantesca e desabasse sobre a terra? Que devastação! Mas, por algum motivo ainda inexplicado, pequenas goticulas d’água se agrupam em torno de uma partícula de pó — mas só até certo tamanho, não mais — e então caem sobre o solo. As chuvas brandas raramente danificam até mesmo as flores mais delicadas. Certamente nos beneficiamos desta “válvula de segurança”.

      Ou considere o terror do inverno, caso a água caísse como colossais blocos de gelo. Novamente neste caso, no momento de liberação, uma “válvula de segurança” produz pequenos flóculos que descem flutuando inofensivamente, e fornecem aconchegante cobertor que conserva o calor do solo para o benefício da vegetação.

      Muitas pessoas, em terras onde a temperatura pode mudar mui rapidamente talvez se lembrem de quando eram crianças, durante a noite, quando a temperatura caía de forma súbita, sua mãe ou seu pai se levantava e as cobriam com um cobertor extra. Lembra-se da manhã seguinte, quando se colocava a gosto em sua cama confortável, quão “aquecido” se sentia dentro dela, sabendo que mamãe ou papai mostrara-se tão atencioso para com seu bem-estar? Bem, não deveria nosso coração acalentar-se para com nosso Pai celeste, que provê este cobertor prateado de neve para preservar a vegetação? Sim, sua “obra” testifica que é um Criador terno e amoroso que se preocupa conosco.

      Justiça

      Que dizer da qualidade de justiça? É vital estabelecermos se o Criador possui tal qualidade. Sabemos que um Deus de justiça não toleraria para sempre as clamorosas injustiças, a anarquia, o clima do mal que existe hoje por toda a terra.

      Há evidência de tal qualidade por parte de algo dentro de nós mesmos. O quê? É descrita numa declaração de verdade contida na Bíblia:

      “Pois, sempre que pessoas das nações, que não têm lei, fazem por natureza as coisas da lei, tais pessoas, embora não tenham lei, são uma lei para si mesmas. Elas é que são quem demonstra que a matéria da lei está escrita nos seus corações, ao passo que sua CONSCIÊNCIA [“senso do certo e do errado”, Amplified Bible (Bíblia Ampliada), a palavra grega significa “distinguir o que é moralmente bom do que é mau . . . elogiando um, condenando o outro”, Léxico Greco-Inglês de Thayer] lhes dá testemunho e nos seus próprios pensamentos são acusadas ou até mesmo desculpadas.” (Rom. 2:14, 15)

      É a existência da consciência, uma lei “escrita nos [nossos] corações”, que nos fornece um senso do certo e do errado. Trata-se de forte evidência de que nosso Criador mesmo tem de ser um Deus dotado de senso moral, tendo a qualidade de justiça.

      Há vinte e três séculos atrás, Aristóteles falou da realidade de tal lei íntima, chamando-a de “justiça e injustiça naturais que é moralmente obrigatória para todos

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