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  • Fazendo o que é bom para com os na fé
    A Sentinela — 1968 | 15 de agosto
    • ser difícil voltar à verdade. Estive afastada por tanto tempo. Como posso sequer pensar em sair no serviço ou ir às reuniões?’ Ela estava cuidando de sua mãe gravemente enferma por tanto tempo até que esta morreu, que ela mesma se havia tornado espiritualmente fraca e inativa. Ela foi encorajada a sentir que jamais tinha realmente se afastado da verdade, mas que cumpria uma fase do seu ministério, tão vital para a boa conduta e o amor cristãos, e que Jeová não se esquecera de suas obras amorosas. Foi-lhe dito que os irmãos presos não podiam compartilhar das reuniões ou do serviço de campo, mas não estavam fora da verdade. Este conceito dos assuntos ajudou-a tremendamente. Ela. agora é regular no serviço e comparece às reuniões. Outras experiências apreciáveis como esta nos Incentivam a continuar mostrando bondade a nossos irmãos.”

      DÁDIVAS MATERIAIS

      11. Será que há boas obras que envolvam coisas materiais?

      11 As boas obras envolvendo coisas materiais também resultam numa bênção e em benefício espirituais. Isto é subentendido em Gálatas 6:10, e significa compartilhar generosamente os recursos materais com nossos irmãos. O sue é demonstrado pela dádiva generosa e realmente amor a Deus, a respeito do que não pode haver dúvida à luz de 1 João 3:13-18, cujo versículo dezessete diz: “Mas, todo aquele que tiver os meios deste mundo para sustentar a vida e observar que o seu irmão padece necessidade, e ainda assim lhe fechar a porta das suas ternas compaixões, de que modo permanece nele o amor de Deus?” Comprovando isto ainda mais, e pesquisando o motivo, o versículo dezoito diz: “Filhinhos, amemos, não em palavra nem com a língua, mas em ação e em verdade.” Contrastar ações com palavras mostra que a partilha generosa é o Cristianismo na prática e não apenas em teoria.

      12. (a) A quem se pode demonstrar a generosidade material? (b) Em que “dias” podem os cristãos dar de seus recursos materiais? (c) Do que são apropriadas as expressões de apreciaçao?

      12 A quem se pode demonstrar esta generosidade material? A todos os irmãos. Não são apenas as pessoas necessitadas que são os recebedores do amor generoso de seus irmãos, porém todos são e devem sê-lo. Entre os homens em geral, há muita dádiva formal, como, por exemplo, durante os feriados mundanos. Neste caso, contudo, há amiúde um espírito competitivo, a comparação invejosa de presentes. A generosidade praticada pelos verdadeiros cristãos não espera nenhuma ocasião formal. Presentes podem ser dados como demonstração da apreciação da pessoa pelo serviço fiel em qualquer tempo, e a todos os merecedores, como, por exemplo, às pessoas mais idosas. Não precisam limitar-se a expressões de amor entre o marido e a esposa, mas podem estender a expressão de amor aos filhos e da parte dos filhos para com os pais que os instruem e treinam em viver segundo os princípios piedosos. Também, tais podem estender-se a um irmão a quem somos gratos por talvez fazer algo por nós, algumas cortesias ou favores ou benefícios teocráticos. Os verdadeiros cristãos não precisam do “Dia das Mães”, do “Dia dos Pais”, do “Natal”, da “Páscoa” nem de outros feriados delineados pelo mundo, porque, ao passo que é verdade que algumas pessoas, em toda a sinceridade, talvez dêem algo a outros por amor, quando se tornam cristãos se refreiam de desfigurar sua dádiva pela associação com quaisquer feriados de origem pagã. As dádivas de amor podem ser expressões de apreciação por muitas coisas diferentes, tais como o serviço fiel pelos pioneiros, por exemplo. O recebedor é abençoado e o dador é abençoado de forma mais ampla. Todos são beneficiados, edificados na fé, e todos lucram, tanto os mais idosos como os mais jovens. “Também até à velhice, até à canície. Senhor, não me desampareis, até que eu anuncie o vosso braço à geração presente, e ás vindouras todas, o vosso poder.” (Sal. 71:18, PIB) Ser generosos para com nossos amados irmãos contribui para unir a todos nos fortes vínculos do amor.

      VISITAS PESSOAIS

      13. Como podem as visitas pessoais fazer o que é bom?

      13 Nos parágrafos precedentes, observamos uma possível palestra entre um irmão que talvez visite outro e o visitado, com o fim de encorajar a este. Com efeito, visitar os aparentados conosco na fé é um dos meios que podemos usar para fazer o que é bom para com a fraternidade cristã. Somos incentivados a visitar outros, pelo interesse ativo que temos neles. Isto se dá especialmente quando há alguma necessidade de nossa atenção especial, tal como no caso de que alguém da família esteja doente, ou, conforme mencionado, talvez desanimado. Jesus, em Mateus 25:35-40, utilizou este princípio em sua consideração das ovelhas simbólicas e dos cabritos simbólicos, afirmando: “Eu estava na prisão, e vós me visitastes.” Nossas visitas aos aparentados conosco na fé podem ajudar pela nossa simples presença, nosso interesse amoroso sendo destarte manifesto, também, pelo encorajamento que possamos dar, talvez a ajuda prática de ajudá-los a cuidar dos filhos, fazendo o serviço doméstico, provendo algo para comerem e, de muitos modos, dando real ajuda pela nossa presença pessoal. Estas visitas aos irmãos deve ser espontânea expressão de amor mútuo e não apenas quando são julgadas absolutamente necessárias, visando cumprir responsabilidades. Nesta base, não achamos que temos de visitar um irmão apenas quando a pessoa falta às reuniões ou ao serviço. Antes, nossa associação cristã é algo que deve ser prezado e certamente é de grande proveito espiritual para o visitado e para o visitante. “Porque anseio ver-vos, para vos conferir algum dom espiritual, a fim de que sejais firmados; ou, antes, para que haja um intercâmbio de encorajamento entre vós, cada um por intermédio da fé que o outro tem, tanto a vossa como a minha.” — Rom. 1:11, 12.

      14. Resumam as modalidades do modo de vida cristão consideradas acima.

      14 Temos mencionado algumas coisas que podemos fazer quais exemplos de fazer o que é bom para com os que são de nossa fé, coisas tais como trabalhar com eles usando tato, encorajá-los a continuar suas boas obras, compartilhar materialmente as coisas com nossos irmãos, visitá-los visando o proveito espiritual mútuo. Nisto seremos muitíssimo abençoados por Deus. Isto se dá porque a congregação é edificada e fortelecida por tais boas obras. Um vínculo mais forte de união e de amor existe quando os irmãos usam tato, são encorajadores e generosos e quando dedicam tempo para visitar os outros. Estas coisas são todas parte da vida e especialmente são parte da vida cristã, vida de amor a Deus e de amor ao próximo.

      15. Resumam os resultados destas boas coisas da vida.

      15 Um maravilhoso resultado advém com a bênção de Jeová sobre tais boas obras. É uma bênção de paz, força e conforto, que é certamente o ponto frisado em Atos 9:31: “Deveras, a congregação através de toda a Judéia, e Galiléia, e Samaria, entrou então num período de paz, sendo edificada; e, como andava no temor de Jeová e no consôlo do espírito santo, multiplicava-se:’ A paz se baseia na justiça e traz esta bênção de Jeová. Devido a ela, a congregação e todos os indivíduos que a compõem se colocam em melhor posição de fazer o que é bom para com todos, para com os de fora. Que excelentes resultados são obtidos de se fazer o que é bom para com os na fé!

  • Constante e Inabalável na Obra de Jeová
    A Sentinela — 1968 | 15 de agosto
    • Constante e inabalável na obra de Jeová

      CONFORME NARRADO POR PETER CASOLA

      MEU primeiro contato com o povo de Jeová, então conhecido como Estudantes da Bíblia, deu-se no ano de 1920, em East Patchogue, Long Island, EUA. Naqueles dias, havia muito preconceito contra um idoso Estudante da Bíblia que pregava de casa em casa na localidade. Influenciado pelo preconceito geral, sempre recusei ouvir sua mensagem.

      Daí, certo dia, à entrada de uma antiga casa abandonada achei um exemplar do tratado “A Queda de Babilônia”, amarelado pela idade. Não compreendendo de forma alguma tratar-se duma publicação da Sociedade Torre de Vigia, eu o li e usufruí cabalmente sua mensagem das Escrituras. A medida que o li e reli, grande parte do preconceito esvaiu-se da minha mente, e, na próxima vez que a idosa Testemunha me visitou, aceitei o livro O Plano Divino das Eras. Embora o lesse, devo admitir que não compreendi plenamente as informações que continha.

      No ínterim, o mesmo Estudante da Bíblia me visitava de tempos a tempos e instava comigo a continuar a estudar o livro até que o entendesse. Fiz isto, com maravilhosos resultados. Por volta de 1921, tanto eu como a minha irmã simbolizamos nossa dedicação a Jeová pelo batismo. Daí, em 1922, que encorajamento foi comparecer ao congresso de Cedar Point, Ohio, EUA! ‘Anunciai o Rei e o Reino’ tornou-se então nosso tema. Foi então que comecei a apreciar mais plenamente a necessidade de ‘tornar-me constante, inabalável, tendo sempre bastante para fazer na obra do Senhor’. — 1 Cor. 15:58.

      Em 1923 surgiu um ponto decisivo na minha vida. Tive de escolher aceitar o convite de servir na sede de Betel da Sociedade Torre de Vigia (EUA) ou de progredir nas oportunidades comerciais dos anos do após-guerra. Meus pais, que não aceitaram meu conceito sobre a religião, opunham-se a que fosse para Betel, mas achei que, como adulto, devia fazer minha própria decisão. Sempre tenho sido grato de ter escolhido o serviço altruísta.

      Meu primeiro serviço na sede da Sociedade foi no departamento de estereotipia, onde preparam os estereótipos dos quais as publicações são impressas. Apenas quatro anos depois, mudamos todas as operações da fábrica da Sociedade para o novo edifício localizado na Rua Adams, 117, Brooklyn. Pouco compreendíamos então que, quarenta anos depois, precisaríamos ocupar quatro quarteirões entre as Pontes de Brooklyn e de Manhattan, a fim de cuidar da obra de impressão e editoração que se expandiu grandemente.

      No decorrer do tempo, fui transferido para o setor de máquinas, onde de novo

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