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  • Lembre-se do seu Criador por manifestar a boa qualidade moral
    A Sentinela — 1967 | 1.° de novembro
    • Lembre-se do seu Criador por manifestar a boa qualidade moral

      “Lembra-te, agora, do teu grandioso Criador.” — Ecl. 12:1.

      1, 2. (a) Do que é citação Eclesiastes 12:1? (b) O que é a Bíblia? (c) Estão todos familiarizados com a Bíblia? (d) Será que isso lhe é de interesse?

      RECONHECE que a citação acima é feita do livro sagrado da religião cristãs? Está familiarizado com tal livro? Em algumas partes da terra em que é lida A Sentinela, as pessoas não professam ser cristãs e não estão familiarizadas com ele. É possível que o leitor more num lugar em que muitas pessoas afirmam ser da religião cristã, mas, ainda assim, não demonstram especial interesse no que toca a este livro religioso chamado a Bíblia. Ou talvez conheça e aprecie a Bíblia. Seja onde for que more, ou seja qual for o seu entendimento religioso, o assunto que desejamos considerar, o de lembrar-se do grandioso Criador por manifestar a boa qualidade moral, é um assunto que lhe diz respeito. O texto bíblico acima é um conselho religioso para todos que têm faculdades físicas, mentais e espirituais suficientes para habilitá-los a lembrar-se de seu Criador, que é deveras grandioso.

      2 A Sentinela reconhece que em todas as partes da terra há pessoas que acham que não são religiosas, ou que, embora sendo religiosas, não são cristãs. Não obstante, há expressões das Escrituras Sagradas que o abrangem, seja quem for o leitor, seja qual for a sua religião, seja qual for o lugar em que more na terra, quer seja especialmente religioso quer não. Acha-se incluído porque

      A BÍBLIA SAGRADA ACONSELHA A TODOS A LOUVAR O CRIADOR, JEOVÁ DEUS

      3. Quem deve dar ouvidos ao conselho bíblico?

      3 Muitas declarações na Bíblia mostram que pessoas de todas as idades, tanto homens como mulheres, de todas as nacionalidades, de todas as raças e de todas as posições na vida se acham incluídas em seu conselho saudável e edificante. Pode ver-se abrangido no texto das Escrituras que citamos aqui? Está ali:

      4. (a) Conforme expresso no Salmo 148, o que e quem deve louvar o Criador? (b) Quem é o Criador?

      4 “Louvai a Já!” O nome Já é uma forma abreviada do nome Jeová. Jeová é o nome pessoal de Deus, o Criador. “Louvai a Jeová desde os céus, louvai-o nas alturas. Louvai-o, todos vós, seus anjos. Louvai-o, todos vós, seu exército. Louvai-o, ó sol e lua. Louvai-o, todos vós, estrelas de luz. Louvai-o, vós, céus dos céus, e vós, águas que estais acima dos céus. Que louvem o nome de Jeová; pois ele mesmo ordenou, e eles foram criados. . . . [Louvai a Jeová] vós, reis da terra, e todos vós, grupos nacionais, vós, príncipes, e todos vós, juízes da terra, vós, homens jovens, e também vós, virgens, vós, homens idosos, junto com os meninos. Louvem o nome de Jeová, pois somente o seu nome é inatingivelmente elevado. . . . Louvai a Já!” — Sal. 148:1-5, 11-14.

      5. Acha-se o leitor excluído ou incluído?

      5 Assim, a Bíblia realmente inclui aqui o leitor, quando inclui toda a humanidade em seu convite e em seu conselho de louvar a Jeová, o Criador!

      JEOVÁ, O CRIADOR, E A FONTE DE ESPÍRITO E DE LUZ

      6. Expliquem como Jeová é a fonte (a) do espírito santo, (b) da luz, (c) da luz da verdade.

      6 Jeová, o Criador, tem poder. Seu poder opera mediante seu espírito ou força ativa. Uma das referências bíblicas a isso se encontra bem nos primeiros versículos das Escrituras Sagradas: “No princípio, Deus criou os céus e a terra. Então, a terra se mostrou disforme e vazia, e havia trevas na superfície do abismo aquoso; e a força ativa de Deus se movia para cá e para lá na superfície das águas. E Deus passou a dizer: ‘Venha a existir luz.’ Então veio a existir luz. Depois disso, Deus viu que a luz era boa, e Deus causou a divisão entre a luz e as trevas.” Visto que seu espírito procede dele, ele é a sua fonte e também é a fonte da luz física, conforme declarado em Gênesis 1:1-4. Também, a luz do entendimento e da compreensão procede de Jeová Deus. Isto é indicado de forma mui interessante em 2 Coríntios 4:6: “Porque é Deus quem disse: ‘Da escuridão brilhe a luz’, e ele tem brilhado sobre os nossos corações, para iluminá-los com o glorioso conhecimento de Deus pelo rosto de Cristo.” Deus, o Criador, é a fonte da luz da iluminação da verdade.

      7. Por que meios são esclarecidos os cristãos?

      7 Mediante o espírito de Deus, os cristãos recebem a luz do entendimento da verdade de sua Palavra. “Porque é a nós que Deus as tem revelado por intermédio de seu espírito . . ninguém veio a saber as coisas de Deus, exceto o espírito de Deus. Ora, . . .recebemos . . . o espírito que é de Deus, para que soubéssemos as coisas que nos foram dadas bondosamente por Deus.” (1 Cor. 2:10-12) Nos primeiros quatro capítulos deste livro da Bíblia diz-se muita coisa a respeito da operação do espírito de Deus sobre as pessoas que são cristãs. Estes e outros trechos bíblicos mostram que Jeová Deus é a fonte do espírito e a fonte da luz.

      RESULTADOS SÃO PRODUZIDOS PELO ESPÍRITO E PELA LUZ

      8. (a) Por que devemos lembrar-nos de Jeová? (b) Como podemos fazer isso? (c) Em que resultam o espírito e a luz de Deus?

      8 Ao prover-nos sua Bíblia, Jeová tem fornecido à humanidade sua Palavra escrita e também torna possível o entendimento dela. Sua Palavra concita todas as pessoas a louvá-lo e mostra que, como o grandioso Criador, ele é digno de tal louvor. Como poderíamos jamais esquecê-lo? Ele fez tudo que temos e nos habilitou a ter a própria vida. Então, será que deveríamos lembrar-nos dele? Sim. Como? Uma forma pela qual podemos lembrar-nos dele é por manifestar qualidades que ele aprova e que lhe trazem louvor. Assim como a operação das leis de Deus com relação ao crescimento e à produção dá origem a um ou vários frutos, assim também o resultado da operação da luz e do espírito de Jeová Deus sobre os corações e as mentes dos que o amam é mencionado em Sua Palavra como sendo fruto. Observe duas destas referências.

      9. (a) Que tipo de fruto é a boa qualidade moral? (b) Será que o espírito de Deus produz maus frutos? (c) O que se deduz disso com respeito aos frutos duma pessoa?

      9 “Os frutos do espírito são amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, brandura, autodomínio.” (Gál. 5:22, 23) Neste quinto capítulo de Gálatas, tece-se um forte contraste entre as coisas que são boas e as coisas que não são boas. O espírito do Criador não produz coisas más. A criação de Deus, segundo observada por ele, é boa, não é má. (Gên. 1:12, 18, 25, 31) Ele é bom, e não mau. (Sal. 25:7, 8) Isto significa que as pessoas que desejem harmonizar-se com Jeová Deus têm de produzir coisas boas, as coisas que demonstram ser frutos do espírito de Deus.

      10. Expliquem como é que os frutos do espírito de Jeová podem ser produzidos em homens e mulheres.

      10 De que modo são frutos do espírito de Deus, quando são produzidas em homens e mulheres? No sentido de que as pessoas que amam a justiça fazem tais coisas porque possuem o Seu espírito e desejam harmonizar-se com Deus. Seu amor a Jeová e aos elevados padrões de sua Palavra, a Bíblia, impelem-nas a ajustar-se aos Seus requisitos, e, desta forma, são dirigidas pela Palavra e pelo espírito de Deus.

      11. Quanto a Gálatas 5:22, o que merecerá especialmente nossa atenção agora?

      11 Notará que, na citação de Gálatas 5:22, 23, uma das coisas específicas mencionadas como sendo parte dos frutos do espírito é a “bondade”. É especialmente a manifestação desta qualidade, da boa qualidade moral, que merece nossa atenção aqui.

      12. Quanto à luz da verdade de Jeová, que resultado deve ser encontrado?

      12 Quanto aos frutos da luz: “Os frutos da luz consistem em toda sorte de bondade, e justiça, e verdade. Persisti em certificar-vos do que é aceitável para o Senhor; e cessai de compartilhar com eles nas obras infrutíferas que pertencem à escuridão, mas, antes, até mesmo as repreendei, pois as coisas que eles realizam em secreto são vergonhosas até mesmo para relatar.” “Portanto, não vos torneis co-participantes deles; pois outrora éreis escuridão, mas agora sois luz em conexão com o Senhor. Prossegui andando como filhos da luz.” (Efé. 5:9-12, 7, 8) Nosso interesse se centraliza na “bondade” como fruto da luz da verdade, bem como do espírito de Deus.

      13. (a) O que se deduz quanto às pessoas que recebem a verdade e o espírito de Deus? (b) Que oportunidade maravilhosa se lhe apresenta?

      13 Visto que o fruto da boa qualidade moral é o resultado do espírito e da verdade de Deus, esta boa qualidade moral tem de ser evidente naqueles que têm seu espírito e sua verdade, e que gostariam de louvar a Jeová, o Criador. Se não for evidente esta boa qualidade moral, o Criador não é lembrado, mas é desconsiderado, esquecido ou relegado a segundo plano. O próprio fato de sua existência como membro do gênero humano lhe concede a oportunidade de louvar e adorar o Criador, Jeová, que se revela em sua Santa Palavra, a Bíblia. Que maravilhosa e bendita oportunidade lhe é concedida, não só de ter vida, mas de tornar digna esta vida, por se lembrar de seu Criador, manifestando a boa qualidade moral, granjeando a boa vontade dele e, junto com esta, a certeza de vida sempiterna! O propósito do Criador é que aqueles que obtenham sua aprovação tenham a vida sempiterna em seu justo e novo sistema de coisas.

      14, 15. (a) Ao contrastar e ao comparar o bem e o mal, como arrazoam algumas pessoas? (b) Qual é o raciocínio correto sobre o assunto, quanto aos benefícios desejados? (c) Quanto ao tempo envolvido?

      14 Em nossas línguas respectivas, sejam elas quais forem, contrastamos o bom com o mau. A Bíblia estabelece este mesmo contraste. Mas, talvez alguém diga, com efeito: “Não vejo nenhum proveito em fazer o que é bom. Vejo prosperar aqueles que fazem o mal. Não vejo serem punidos os que fazem o mal. Vejo sofrerem os que fazem o bem, e vejo que aqueles que fazem o mal se aproveitam dos que tentam fazer o bem. Por conseguinte, por que deveria eu fazer o bem?” As pessoas realmente pensam dessa forma e, às vezes, tornam-se bem amarguradas de coração. Jeová Deus sabe disto e sua Palavra reconhece isto. Ser abençoado por produzir o fruto da boa qualidade moral não é uma questão de tirar proveito ou ser favorecido por outros homens. A bênção e o favor que se devem buscar são do próprio Deus e isto no Seu próprio tempo devido. O tempo tem de passar. Se não se concedesse tempo para manifestarmos a boa qualidade moral, como poderíamos manifestar esta qualidade desejável? Assim, num tempo em que observar que a boa conduta não é popular e talvez não seja materialmente proveitosa, esse é mesmo o tempo em que deve demonstrar a boa qualidade moral e, destarte, demonstrar que, não importa o que as outras pessoas façam ou deixam de fazer, o leitor ama e se lembra do seu grandioso Criador. Quão proveitoso é o seguinte texto:

      15 “Porque a sentença sobre a má obra não é executada ràpidamente, é por isso que o coração dos filhos dos homens se fixa plenamente nelas, para fazer o mal. Embora um pecador talvez faça o mal cem vezes e continue por tanto tempo quanto queira, todavia, eu também estou cônscio de que tudo sairá bem para os que temem o verdadeiro Deus, porque tinham temor dele. Mas, de jeito nenhum as coisas sairão bem para o iníquo, nem prolongará ele seus dias que são como uma sombra, porque não tem temor de Deus.” — Ecl. 8:11-13.

      16. Em vista do que a Bíblia ensina, o que temos de concluir?

      16 Assim, a demora da execução da sentença contra a má obra não nos deve desanimar de fazer o bem.

      17. Como podemos ser ajudados a produzir bons frutos por termos presente o tempo em que vivemos?

      17 Também tenha presente o tempo em que vivemos. Estes dias são tempos difíceis de violência, anarquia, egoísmo, e dias em que as obras mencionadas em 2 Timóteo 3:1-3 são manifestas: “Sabe, porém, isto, que nos últimos dias haverá tempos críticos, difíceis de manejar. Pois os homens serão . . . [desprovidos de] amor à bondade.” Assim, se observa que os homens não apreciam a boa qualidade moral, isto não é motivo para exercer a maldade moral, mas é mais um motivo forte para que produza o fruto da boa qualidade moral.

      18. Do que devem ser informados tanto os cristãos como os não-cristãos?

      18 Na consideração adicional deste assunto, ser-lhe-á de ajuda considerá-lo do ponto de vista do que deve fazer o cristão, individualmente, conforme delineado na Bíblia. Quer professe ou não professe ser cristão, pode ver o que a Bíblia delineia como sendo o verdadeiro proceder cristão.

      HÁ TANTAS COISAS BOAS A FAZER

      19. Que definições mostram que há muitas coisas boas a fazer?

      19 Há muitas coisas que são corretas e boas em conduta e que o cristão tem de fazer de dia a dia. Estas coisas resultam no fruto da boa qualidade moral. A boa qualidade, basicamente, é o que é apropriado. “É bom compor melodia ao nosso Deus . . . o louvor é apropriado.” (Sal. 147:1) A boa qualidade moral é o que é apropriado e adequado para os servos do Criador, segundo as normas de Deus. As coisas que são boas obram para um fim bom, um fim apropriado, adequado. A Palavra de Deus mostra ao cristão as coisas que são boas e em que consiste a boa qualidade moral. Deuteronômio 12:28 declara: “Faz o que é bom e reto aos olhos de Jeová.” O Third New International Dictionary de Webster (língua inglesa) define “bom” [“good” em inglês] como significando basicamente “unidor, adequado, conveniente, apropriado” e “boa qualidade” [“goodness” em inglês] como “excelência moral”; mas, na Bíblia Grega, “capaz; útil; de boa moral”. Na Bíblia Hebraica, “bom (em toda variedade de significado), agradável, útil, eficiente, belo, reto, moralmente bom”. Por certo, há muitas coisas que os cristãos podem fazer que se conformam a estas definições. — Tia. 3:17, 18.

      COMO PODEMOS DETERMINAR SE UMA COISA É BOA?

      20. (a) Como podemos determinar se uma coisa é boa? (b) Que conhecimento equipa a pessoa a determinar isso?

      20 Essa é uma boa pergunta (uma pergunta adequada). Como podemos determinar se certo proceder ou algo que dizemos ou advogamos ou apoiamos é bom? Como podemos saber se manifestamos a boa qualidade moral e não manifestamos a má qualidade moral? Uma forma é propor a nós mesmos algumas perguntas relativas ao que fazemos ou contemplamos fazer. Podemos perguntar-nos: Será isso adequado para um verdadeiro cristão? Estará fora de propósito? Será que o Criador o aprovaria? Os verdadeiros cristãos sabem se uma coisa é adequada à sua afirmação de seguirem a Cristo Jesus. O apóstolo cristão Paulo disse a outros cristãos: “Eu mesmo também estou persuadido quanto a vós, meus irmãos, de que vós mesmos também estais cheios de bondade, visto que fostes enchidos de todo o conhecimento, e que também podeis admoestar-vos uns aos outros.” (Rom. 15:14) Sendo bem dotado de boa qualidade moral e de conhecimento da Palavra de Deus e de Seus requisitos, o cristão se acha equipado para determinar se certa coisa é boa ou má, e se o seu proceder produzirá o fruto do espírito e da luz, que é a boa qualidade moral. Mencionemos especificamente algumas das coisas a que o verdadeiro cristão deve dar séria consideração. Primeiro, como isso diz respeito a

      21. Como se acha envolvida em nossa determinação a adoração de Jeová?

      21 JEOVÁ. Será que Jeová se agradará ou desagradará com isso? É o proceder, a ação ou a declaração feita para o louvor de Deus, em harmonia com Deus, que é bom e reto? Se não for, como pode ser bom e adequado? Que excelência moral pode haver em algo que não está de acordo com a vontade de Deus? A adoração de Jeová se acha envolvida no que os cristãos fazem e dizem. “Cessai de ser modelados segundo este sistema de coisas, mas sede transformados por reformardes a vossa mente, a fim de provardes a vós mesmos a boa, e aceitável, e perfeita vontade de Deus.” (Rom. 12:2) Também, como isso diz respeito aos

      22. (a) Os cristãos têm que trabalho a fazer? (b) Como isso se acha envolvido em nossa determinação?

      22 INTERESSES DO REINO. Confia-se aos cristãos o serviço dos interesses do reino de Jeová Deus por meio de Cristo Jesus. Seu trabalho em zelar fielmente destes interesses se centraliza na ordem profética de seu Líder, Cristo Jesus: “Estas boas novas do reino serão pregadas em toda a terra habitada, em testemunho a todas as nações; e então virá o fim.” (Mat. 24:14) Será que isso promove ou impede a pregação das boas novas do Reino? Será adequado às “boas novas eternas”, que levam sob a direção angélica? (Rev. 14:6) Neste sentido, deve-se considerar as

      23. Por que devem os cristãos considerar seu proceder à luz do efeito que causa a outras pessoas?

      23 OUTRAS PESSOAS. O proceder do cristão poderá influir de forma vantajosa ou adversa em outras pessoas. As boas novas eternas devem ser declaradas “aos que moram na terra, e a toda nação, e tribo, e língua, e povo”, concitando todos a ‘temer a Deus e dar-lhe glória, porque já chegou a hora do julgamento por ele, e, assim, adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas’. (Rev. 14:6, 7) Porque as testemunhas de Jeová servem a este grandioso Criador e apelam a outros para que também o sirvam, elas têm de considerar seu proceder à luz do efeito que causa em outras pessoas e à relação destas outras pessoas com Jeová. Por viverem vidas adequadas à boa mensagem que levam, os cristãos podem ajudar outras pessoas a se colocar numa relação favorável com Jeová Deus, recebendo sua boa vontade. Também, bem achegados ao cristão são os seus

      24. Onde é que o cristão pode ser de grande ajuda, e para quem?

      24 ENTES QUERIDOS. Os cristãos se preocupam com a relação de seus entes queridos com Jeová Deus, e, no círculo familiar achegado e íntimo, cada um pode ser de grande ajuda a outros que estão próximos e que lhe são caros por causa de relações familiares. Aplica-se o princípio: “Não vos deveis ocultar de vossa própria carne:” (Isa. 58:7) Daí, há

      25. Enumerem as boas coisas que podem ser feitas em favor da congregação cristã.

      25 A CONGREGAÇÃO. “Realmente, então, enquanto tivermos tempo favorável para isso, façamos o que é bom para com todos, mas especialmente para com os aparentados conosco na fé.” (Gál. 6:10) É bom apoiar a congregação cristã e cuidar dos seus interesses e do seu bem-estar. É apropriado assistir às reuniões da congregação, chegando antes do tempo designado para as reuniões começarem, e participar nelas, conforme surgir a oportunidade. É, um fruto do espírito de Deus os pais levarem seus filhos de todas as idades às reuniões da congregação e zelarem dos filhos enquanto se acham presentes lá, mantendo-os em ordem, atentos, quietos, não perturbando os outros, de modo que todos no Salão do Reino, crianças e adultos, possam receber o pleno benefício do alimento espiritual provido. O cuidado devido da propriedade, dos utensílios e equipamento do Salão do Reino é bom. E, em todas as coisas considere

      26. Ao que diz respeito o inteiro assunto de se manifestar a boa qualidade moral?

      26 SUA RELAÇÃO PARA COM JEOVÁ. A respeito da relação favorável ou desfavorável para com Jeová, acha-se declarado: “Amado, sê imitador, não daquilo que é mau, mas daquilo que é bom. Quem faz o bem origina-se de Deus. Quem faz o mal não tem visto a Deus.” (3 João 11) O inteiro assunto de nos lembrarmos de nosso Criador por manifestarmos a boa qualidade moral realmente diz respeito à nossa relação para com Jeová, o grande Criador.

      27. Quanto aos jovens e aos idosos, que ponto frisa a Bíblia?

      27 Isto é verdade com relação aos cristãos verdadeiros de todas as idades: crianças, jovens, adultos, e pessoas idosas. Tanto os pais como os filhos devem gravar bem a importante verdade bíblica: “Até mesmo pelas suas práticas um menino deixa que se reconheça se sua atividade é pura e reta.” (Pro. 20:11) Até mesmo um menino ou uma menina? Sim. Pais, que maravilhosa oportunidade lhes é oferecida de certificar-se de que a atividade de sua prole seja manifestamente pura e reta!

      28. Com os pontos acima em nossas mentes, o que nos resta fazer?

      28 Devemos agora dar atenção à aplicação dos princípios bíblicos acima mencionados às diversas ocasiões na vida, em que nos confrontamos com a necessidade de determinar que proceder seguir e que orientação a Bíblia fornece para fazermos as decisões corretas. Declarando-se de outra forma: fazer a aplicação específica da matéria acima. Queira ler o artigo a seguir.

  • Deve-se manifestar a boa qualidade moral
    A Sentinela — 1967 | 1.° de novembro
    • Deve-se manifestar a boa qualidade moral

      “O verdadeiro Deus mesmo levará toda sorte de obra a juízo, em relação a toda coisa escondida, quanto a se é boa ou se é má.” — Ecl. 12:14.

      1. (a) A norma de conduta de quem. deve ser satisfeita, segundo Deuteronômio 12:28, e como isto se harmoniza com Eclesiastes 12:14, o primeiro texto acima? (b) O que isto exige a fim de ser manifesta a boa qualidade moral? (c) Como é que Filipenses 4:9 comprova isto?

      ENTRE os mandamentos que Jeová Deus transmitiu a seu povo na antiguidade se acham as seguintes palavras: “Observa, e tens de obedecer todas estas palavras que eu te ordeno, a fim de que te vás bem, tu e teus filhos depois de ti por tempo indefinido, porque fazes o que é bom e reto aos olhos de Jeová, teu Deus.” (Deu. 12:28) Será que isto exige que se façam as coisas agradáveis a Deus? É óbvio que não significa apenas falar sobre o que é correto, mas, antes, fazer o que é correto. Do ponto de vista da aplicação dos princípios mencionados no artigo anterior, isso significa realmente produzir os frutos da boa qualidade moral. Um servo cristão de Deus frisou o mesmo ponto da seguinte forma: “As coisas que aprendestes, bem como aceitastes, e ouvistes, e vistes, em conexão comigo, estas praticai; e o Deus de paz estará convosco.” (Fil. 4:9) É por se praticar estas coisas, de fazer delas uma aplicação específica, que realmente se manifesta a boa qualidade moral. De outra forma, não se manifesta a boa qualidade moral; ela fica escondida.

      2. Que problemas e contrastes serão considerados a seguir?

      2 Alguns problemas da vida que confrontam todas as pessoas, de várias formas e em vários graus, serão considerados aqui, em harmonia com o precedente. Visto que a boa qualidade moral se contrasta com a maldade moral, assim, em cada um dos seguintes problemas, há um contraste entre dois procederes. O bom proceder honra a Jeová, promove os interesses do seu Reino, trabalha para o bem-estar de outros e estabelece mais firmemente nossa boa relação para com Jeová.

      OS CRISTÃOS FALAM A VERDADE

      3. Qual é uma das evidências de que uma pessoa é cristã?

      3 O contraste aqui é entre a verdade e a inverdade. Os verdadeiros cristãos falam a verdade. A veracidade é uma das evidências de que a pessoa é cristã.

      4. (a) Declarem vários conceitos a respeito de mentiras e do mentir. (b) Qual é o conceito de Jeová e da Bíblia? (c) Quão necessária é a honestidade?

      4 Deve-se admitir que entre os homens em geral a mentira não é tida como sendo especialmente repreensível e algo a ser evitado. Algumas pessoas até chegam a dizer que é necessário mentir a fim de se ter êxito e de tornar suas relações com outras pessoas agradáveis e até mesmo toleráveis. Alguns proferem mentiras para se proteger do castigo por coisas que fizeram e que são erradas, ou para evitar dificuldades, inconveniências ou vitupérios. A mentira anda de mãos dadas com a transigência e a falta de integridade. A mentira é a marca dum covarde e de alguém que não tem benevolência. As mentiras e os mentirosos são odiados por Jeová Deus. (Pro. 6:16-19) A Bíblia ensina que a pessoa reta e honesta teme a Jeová, e as pessoas que mentem desonestamente desprezam ao Deus Onipotente. (Pro. 14:2) A honestidade é necessária para que se produzam os bons frutos do espírito e também, conforme já vimos anteriormente, “os frutos da luz consistem em toda sorte de bondade, e justiça, e verdade”. — Efé. 5:9.

      5. Que fracasso dos sistemas educacionais é trazido á nossa atenção?

      5 Em seu país, será que o sistema educacional ensina as pessoas a falar a verdade? Esta pergunta é justificada, tendo-se em vista o seguinte comentário publicado, a respeito das faculdades nos Estados Unidos: “Parte do problema [de empregados desonestos] provém do fato que nossas faculdades e universidades têm deixado de instilar em seus estudantes as normas fidedignas e éticas, e os valores morais apropriados. São muitos os bacharéis que entram na indústria com o objetivo de obterem prestígio e instantâneo êxito financeiro, tendo pouca ou nenhuma consideração pelos princípios morais e éticos. Estas pessoas participam na maioria das transações que envolvem conflitos de interesses, irregularidades em inventários, roubo de segredos das firmas, recebimento de gratificações desonestas, ajuste desonesto de preços, falsificação de registros e de relatórios financeiros.” — Advance, julho-agosto de 1963.

      6. Que encorajamento existe para a pessoa que ama a verdade?

      6 Se odeia as mentiras e o mentir, pode estar certo de que tem o ponto de vista correto. Não é necessário mentir. Os cristãos compreendem que é necessário dizer a verdade. Embora a pessoa tenha praticado a mentira, pode mudar. É possível fazer expiação por ter sido mentiroso, porque, em seu grande amor, Jeová nos informa: “Pela benevolência e veracidade o erro é expiado, e devido ao temor de Jeová a pessoa se desvia do mal.” (Pro. 16:6) Assim, sinta-se completamente encorajado a ser veraz, não importa que proceder os outros sigam. A veracidade é o caminho correto, o caminho â vida e a bênçãos, o caminho amoroso e proveitoso. É o caminho cristão que a Bíblia ensina, e exige, em lembrança de nosso grandioso Criador.

      OS CRISTÃOS NÃO ROUBAM

      7-9. Recapitulem os pontos frisados no comentário publicado a respeito de roubos.

      7 Roubar anda de mãos dadas com o mentir. Na mesma publicação da qual se faz a citação acima, a respeito do fracasso das instituições educacionais, também há o seguinte comentário: “As estatísticas das companhias de seguro indicam que 25 por cento de todos os empregados roubam de alguma forma, sempre que achem que se possam safar com o roubo. Outros 50 por cento são influenciados pelos, bons ou maus exemplos que lhes dão. . . . [empregados] supervisores e executivos roubam mais de quatro milhões de dólares [NCr$ 10.800.000] em dinheiro e em propriedades de seus empregadores cada dia de trabalho. Este ano, tais roubos atingirão a cifra astronômica de substancialmente mais de um bilhão de dólares [NCr$ 2.700.000.000]. . . .

      8 “O roubo de mercadorias é sete vezes maior do que o de dinheiro. As fraudes fecham mais de 250 firmas comerciais cada ano. . . . As gratificações desonestas, os conflitos de interesse, e os roubos de segredos das firmas, são comuns. Tapear por meio do plano de incentivos para suplementar os rendimentos é ocorrência comum.

      9 “Além das perdas que acabamos de descrever, até mesmo somas maiores de dinheiro são perdidas em resultado de se simular de doente no serviço, a falsificação de registros de horas de trabalho, a incorreta alienação de refugos e material danificado, tabelas de produção que incluem injustificáveis fatores de demora, e o fracasso de se pôr em vigor os padrões estabelecidos. Estas perdas acham-se ocultas nos custos de negociar. São perdas que os livros não mostram.”

      10. (a) O que honra a Jeová? (b) Como é que Romanos 2:19-21 apresenta a questão diante de cada pessoa que professa ser honesta?

      10 Roubar ou a consciente compra de bens roubados não honra a Jeová, mas o reconhecimento dos corretos direitos dos outros é o bom proceder que um cristão tem de seguir. A Bíblia apresenta o assunto aos cristãos da seguinte forma: “E estás persuadido de que és guia de cegos, uma luz para os na escuridão, um que corrige os desarrazoados, instrutor de pequeninos, e tendo a estrutura do conhecimento e da verdade na Lei — tu, pois, que ensinas outro não te ensinas a ti mesmo? Tu, que pregas: ‘Não furtes’, furtas?” — Rom. 2:19-21.

      OS CRISTÃOS ACATAM A LEI

      11. (a) Ao que têm os cristãos de prestar obediência primária? (b) Que obediência adicional se exige deles? (c) Como é boa a conduta acatadora da lei do cristão?

      11 A Bíblia exige a obediência dos cristãos de todas as idades e sob todas as circunstâncias. Sujeitos à obediência primária a Jeová Deus e sua Palavra e sua lei, os cristãos devem prestar obediência no lar, na escola e às autoridades governamentais, em contraste com o espírito de anarquia que prevalece por todo o mundo, entre todas as pessoas. A legalidade produz bons frutos e honra a Jeová Deus. Como que a filhos, a Bíblia declara: “Vós, filhos, em tudo sede obedientes aos vossos pais, pois isso é bem agradável no Senhor.” Neste mesmo sentido, diz-se aos pais: “Vós, pais, não estejais exasperando os vossos filhos, para que não fiquem desanimados.” (Col. 3:20, 21) Os melhores cidadãos obedecem a Deus, colocam em primeiro lugar Seus mandamentos, são acatadores da lei e são cristãos genuínos. Recusam participar em insurreições contra os governos, em tumultos, em saques, em causar danos pessoais ou na violência sob qualquer forma. Suas armas são espirituais e são brandidas para o bem de todos e para o louvor de Deus, de quem se lembram. — Efé. 6:10-18.

      OS CRISTÃOS SÃO RESPEITOSOS

      12. (a) Contrastem a respeitabilidade com a insolência. (b) Qual delas é necessária para os bons frutos?

      12 O respeito está intimamente relacionado à obediência e à legalidade. É importante que entenda a posição cristã com respeito a isto, pois há tanta insolência manifesta no mundo. A respeitabilidade é contrastada com a insolência. Uma pessoa “espertalhona” e insolente é orgulhosa e desdenhosa, amiúde é brutal em comportamento ou em linguagem. É mandona e crassamente desrespeitosa para com o próximo e, acima de tudo, para com Jeová Deus. A insolência é realmente uma forma de religião falsa; é adoração demoníaca em contraste com a adoração do grande Criador. “Pois a rebeldia é igual ao pecado da adivinhação, e adiantar-se presunçosamente é igual a usar poder sobrenatural e terafins. Visto que rejeitaste a palavra de Jeová, ele concordemente rejeita a ti de ser rei.” (1 Sam. 15:23) A insolência é uma das coisas que Jeová odeia, “coisas que são detestáveis à sua alma: olhos altivos”. (Pro. 6:16, 17) O respeito, a deferência e a respeitabilidade são manifestações dos bons frutos da luz e do espírito de Deus e são adequados, com efeito, são necessários aos cristãos. Que bom é gozar a companhia de pessoas respeitosas!

      A LIMPEZA MANIFESTA A BOA QUALIDADE MORAL

      13. De que modos a limpeza manifesta a boa qualidade moral?

      13 Os cristãos manifestam asseio ou limpeza em todas as diferentes formas de se demonstrar esta qualidade boa. As Escrituras Sagradas, que orientam os cristãos, exigem que façam isso. A limpeza é necessária na linguagem, na pessoa, na casa ou habitação e, naturalmente, na conduta. De todos estes modos, a limpeza contrasta com a imundície. “Não toqueis em nada imundo . . . mantende-vos imaculados, vós, que carregais os utensílios de Jeová.” (Isa. 52:11) É bom que a Bíblia torne claro o requisito da limpeza, porque a imundície de toda sorte prevalece e é parte do sinal dos tempos em que vivemos.

      14. Por que deve ser limpa a linguagem?

      14 Não raro a linguagem das pessoas é corrupta, imunda, profana, obscena e desleixada. Os cristãos sabem que a faculdade de falar é uma dádiva de Deus, e a habilidade de fazer esta expressão vocal é uma grande bênção. Desejam honrar a Deus com seus lábios, e não desonrá-lo. — Heb. 13:15.

      15. (a) O que é bom com respeito à pessoa? (b) ao lar?

      15 Os cristãos se empenham de manter limpos seus corpos e, ao passo que a Bíblia não exige roupas custosas, a roupa limpa disponível a todas as pessoas é apropriada para o cristão. O mesmo se pode dizer a respeito de sua casa. Lares bem humildes podem ser asseados, limpos e ordeiros e, destarte, adequados, não só quais moradas para os que servem a Deus, mas para serem usados por grupos de pessoas em estudos bíblicos regulares. As pessoas ricas podem ser limpas ou imundas em linguagem, na mente e na conduta. As pessoas pobres podem ser imundas ou limpas em pessoa, na habitação, na linguagem, na mente, na conduta e no coração. A Bíblia exige que o cristão siga o proceder da limpeza. Pode-se ver prontamente a adequabilidade e a correção disto.

      O QUE DIZER DA BEBEDICE E GLUTONARIA?

      16. (a) Quem proveu o alimento e a bebida? (b) Qual é o seu bom uso? (c) Que conselho sobre estas coisas se acha contido na Bíblia?

      16 A bebedice é a participação excessiva em bebida alcoólica. A glutonaria é a participação excessiva em alimentos. Será que há algo em qualquer uma destas coisas que honre o Criador? Tanto o alimento como a bebida são provisões do Criador, por meio da boa terra que ele fez para ser o lar do homem, e Deus certamente proveu em abundância os produtos da terra. Os homens deveriam usar estas provisões abundantes em harmonia com a vontade do Provedor. Ficará interessado em saber o que a Bíblia diz: “Não te ajuntes aos grandes bebedores de vinho, aos que são glutões comedores de carne. Pois o beberrão e o glutão chegarão à pobreza.” (Pro. 23:20, 21) Há felicidade e prazer pessoais no uso moderado destas coisas. Não há felicidade, prazer, contentamento nem satisfação em comer demais ou na bebedice.

      17. (a) Qual é o conceito realístico sobre a bebedice? (b) O que enfraquece a fibra moral? (c) O que a fortalece? (d) Estes fatos fornecem que encorajamento?

      17 O cristão não se deve deixar desencaminhar pelo arrazoamento falso, no sentido de que os beberrões são pessoas simplesmente enfermas física ou mentalmente, e que a bebedice é apenas uma enfermidade, e, por conseguinte, não há vergonha relacionada com ela. Antes, os beberrões são moralmente enfermos. A fibra moral da humanidade é bem pequena. A satisfação dos próprios apetites enfraquece a fibra moral da pessoa, e a falha constante em aceitar a disciplina de Jeová Deus por meio de sua Palavra resulta no colapso moral. O fato é que os beberrões e outras pessoas imorais são moralmente fracas e, o são por não serem disciplinadas pela Palavra de Deus. O beberrão não precisa continuar sendo tal. A bebedice pode ser vencida por se ajustar aos requisitos bíblicos. Fazer isso é sábio. “Zombeteiro é o vinho, buliçosa é a bebida inebriante, e todo aquele que se deixa desencaminhar por ele não é sábio.” (Pro. 20:1) Pode obter e exercer o vigor moral. A pessoa sóbria partilha com moderação do alimento e da bebida com ações de graça ao Criador pelas provisões amorosas que Ele faz, e se lembra do Criador, mostrando a boa qualidade moral.

      OS CRISTÃOS SÃO LABORIOSOS

      18. (a) Quanto à laboriosidade, que contraste se vê? (b) A que se estende a laboriosidade? (c) O que dizer da boa qualidade moral e a jogatina?

      18 A laboriosidade se contrasta com a preguiça, o contrair desnecessàriamente dívidas, e a jogatina, num esforço de se obter algo em troca de nada. “O iníquo obtém falso salário, mas aquele que semeia a justiça, verdadeiros rendimentos.” (Pro. 11:18) O cristão produz um dia honesto de trabalho em troca do salário que concordou em receber. Sua laboriosidade se estende à sua atividade de ajudar outros a obter conhecimento da verdade da Palavra de Deus, o cuidado dos seus entes queridos, os esforços em favor de sua congregação e os interesses do Reino. Não se deixa enganar pela prevalecente aprovação religiosa e governamental à jogatina de várias formas, mas recusa jogar, compreendendo plenamente que, ao passo que talvez signifique um meio de encher as sacolas de dinheiro de alguma organização religiosa, não é o meio de manifestar a boa qualidade moral, em lembrança do Criador.

      19. O que é melhor do que “inocente jogatina social”?

      19 Algumas pessoas permitem que seu vício ao que acham ser inocente jogatina social os privem da companhia de suas famílias e da congregação do povo de Deus. Nisto cometem um erro. Como no caso do beberrão contumaz, os viciados em jogar podem receber de forma abundante a necessária força moral por serem disciplinados pela Palavra de Deus. O trabalho honesto é muito melhor do que a jogatina. “Pesos de duas sortes são algo detestável para Jeová, e não é boa a balança tapeadora.” — Pro. 20:23.

      MODÉSTIA

      20. Definam modéstia e mostrem como é apropriada ao cristão.

      20 A modéstia é adequada e apropriada para os cristãos, ao passo que a imodéstia não é. Modéstia significa não só a consideração moderada ou baixa dos próprios méritos da pessoa, e, por conseguinte, não ser jactanciosa, mas também a observação do que é próprio e a ausência de indecência ou lascívia. Segue-se que a modéstia inclui a castidade em pensamento, conduta e vestimenta. Há modéstia em vestir-se e há imodéstia em vestir-se. Os cristãos devem vestir-se com modéstia, porque é adequado e apropriado e, portanto, bom, evitando o vitupério que acompanharia a imodéstia.

      21. Quanto ao estilo e a maneira de se vestir, declarem os fatos (a) no que se refere à Bíblia, (b) a respeito das influências e mudanças constantes, (c) que sublinham as tendências imodestas.

      21 A Bíblia não prescreve a forma de vestimenta que as pessoas devem usar. Não é um livro de moda. Parece que em algumas partes da terra, a forma de se vestir usada pelas pessoas tem sofrido relativamente pouca alteração no decorrer dos séculos, ao passo que em outras partes da terra a mudança nas roupas tanto dos homens como das mulheres é constante. Dos países em que há constante mudança no estilo das roupas, uma grande influência é exercida sobre muitas outras partes do mundo, não só nas roupas como também em outras coisas. Os países tecnològicamente mais adiantados travaram as maiores guerras, destruíram a maioria das vidas com suas avançadas armas de guerra, exercem a maior influência econômica sobre o mundo e, junto com estas e outras influências, ditam os trajes de muitas pessoas. Nestes países, o sexo é exaltado por razões comerciais e por motivo da gratificação dos desejos. Nesta ênfase excessiva que se dá ao sexo, as mudanças de estilo de roupa causam muitas pessoas a se vestir cada vez mais imodestamente.

      22. Do que é evidência o exibicionismo?

      22 Uma das evidências da perversão e da indevida preocupação com o sexo é o desejo tanto dos homens como das mulheres de se exibirem. Este exibicionismo aumenta em toda parte a que chega a influência das manias de estilo moderno. Tanto os homens como as mulheres que se preocupam demais em gratificar o sexo sentem satisfação desnatural em usar roupas tão justas, curtas e resumidas que seus corpos ficam inevitavelmente expostos aos olhos de outros.

      23. (a) Qual é o bom conceito sobre tudo isto? (b) Qual é um dos perigos do vestido imodesto? (c) Como é que Mateus 5:28 se relaciona à nossa consideração? (d) Como é que o vestido modesto ajuda a tornar proveitosa a apresentação da tribuna?

      23 Não há nada nisto que seja bom ou adequado para o cristão. Os cristãos devem ter aparência limpa e asseada em suas roupas, e, ao mesmo tempo, evitar serem levados de roldão pela tendência para roupas imodestas. A pessoa pode andar “na moda” quanto à roupa e ainda assim ser modesta. Não é preciso chegar a extremos em roupas a fim de ser apresentável e satisfazer os prevalecentes padrões locais do que é aceitável. Vestidos imodestos tornariam as cristãs que os usam exatamente como quaisquer mulheres do velho sistema de coisas. As mulheres e as moças cristãs devem saber que muitos, muitos homens mesmo, talvez considerem sua maneira de se vestir como uma “promessa”. O Journal American de Nova Iorque, EUA, num artigo que aconselhava as mulheres jovens a não usar ‘vestidos de grandes decotes espalhafatosos e nem mostrar demasiadamente suas pernas quando se sentam’, disse que “espera-se que cumpra o que promete”! As mulheres e as moças cristãs não deveriam contribuir deliberadamente para a situação comentada por Jesus em Mateus 5:28: “Eu vos digo que todo aquele que persiste em olhar para uma mulher, ao ponto de ter paixão por ela, já cometeu no coração adultério com ela.” Não é isso mesmo que a mulher tenta suscitar no homem? A boa forma de agir cristã é melhor para todos. Quando é seguida, nem os participantes na tribuna nem as assistências nos Salões do Reino ficam embaraçadas. — 1 Ped. 3:3, 4.

      24. (a) Nestes assuntos, como é que opera o principio de nos lembrarmos de nosso grandioso Criador? (b) Será sábio lembrar-nos de Jeová em todos os nossos caminhos?

      24 Nas circunstâncias precedentes e em outras em que a pessoa que ama a justiça pode fazer uma decisão que seja boa, opera o princípio de lembrar-se do Criador. O bom proceder é um reflexo do amor demonstrado por Jeová para com os homens. “Pois até mesmo nós éramos outrora insensatos, desobedientes, desencaminhados, escravos de vários desejos e prazeres, procedendo em maldade e inveja, odiosos, odiando-nos uns aos outros. No entanto, quando se manifestou a benignidade e o amor ao homem da parte de nosso Salvador, Deus, não devido a obras de justiça que tivéssemos realizado, mas segundo a sua misericórdia, ele nos salvou por intermédio do banho que nos trouxe à vida, e por nos fazer novos por espírito santo. Este espírito, ele derramou ricamente sobre nós por intermédio de Jesus Cristo, nosso Salvador, a fim de que, depois de sermos declarados justos em virtude da benignidade imerecida daquele, nos tornemos herdeiros segundo uma esperança de vida eterna.” (Tito 3:3-7) O princípio aqui delineado se aplica a todos que gostariam de agradar a Jeová e obter sua boa vontade e, eventualmente, a vida em seu justo e novo sistema de coisas. Assim vemos que o proceder de manifestar a boa qualidade moral é o proceder da verdadeira sabedoria. Tais manifestações da boa qualidade moral são também atos de fé em Jeová e evidência da devida humildade cristã. “Isto é o que Jeová tem dito: ‘Que o homem sábio não se jacte de si mesmo por causa de sua sabedoria, e que o homem poderoso não se jacte de si mesmo por causa de sua força. Que o homem rico não se jacte de si mesmo por causa de suas riquezas. Mas, que aquele que se jacte de si mesmo, jacte-se de si mesmo por causa desta mesmíssima coisa, o ter visão e o ter conhecimento de mim, de que eu sou Jeová, Aquele que exerce a benevolência, a justiça e a retidão na terra; pois nestas coisas eu me deleito’, é o proferimento de Jeová.” — Jer. 9:23, 24.

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