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  • Mostrando benignidade para com todos
    A Sentinela — 1960 | 15 de dezembro
    • de Jeová naquele dia. E bem sabes de todo o serviço que prestou em Éfeso.” — 2 Tim. 1:16-18, NM.

      14, 15. Por que são Onesíforo, Filêmon e Gaio bons exemplos para os cristãos? Como mostraram também os filipenses que tinham o espírito cristão?

      14 Onesíforo, Filêmon e Gaio foram cristãos que estavam bem atentos quanto a mostrar benignidade. Não perdiam nenhuma oportunidade; não estavam tão enfronhados nos seus interesses pessoais que não pensaram nas necessidades dos outros. Neste respeito devemos lembrar-nos dos filipenses. Na carta amorosa dirigida aos filipenses, aprendemos o laço íntimo de simpatia que havia entre Paulo e a congregação. De fato, uma das razões de Paulo escrever a carta era expressar a sua gratidão ela benignidade dos filipenses. Em varias ocasiões diferentes tinham mostrado a Paulo simpatia e benignidade prática por meio de ajuda material, além de palavras de conforto e animação. Duas vezes mandaram dádivas a Paulo, enquanto ele estava em Tessalônica, e quando o apóstolo era prisioneiro em Roma, mandaram-lhe Epafrodito com um lembrete de seu amor. Paulo mandou Epafrodito de volta com esta carta que mostra que se lembrava muitas vezes dos filipenses nas suas orações:

      15 “Agradeço sempre ao meu Deus cada vez que me lembro de vós em cada súplica minha a favor de todos vós . . . É inteiramente correto que eu pense isto a respeito de todos vós, por causa de vos ter no coração.” “Vós, filipenses, sabeis também que ao começar a declarar as boas novas, quando parti da Macedônia, nenhuma congregação tomou parte comigo no assunto de dar e de receber, apenas unicamente vós, porque, mesmo em Tessalônica, vós me enviastes algo para a minha necessidade, tanto uma vez como uma segunda vez. . . . Estou suprido, agora que recebi de Epafrodito as coisas de vós, um cheiro suave, um sacrifício aceitável, que agrada bem a Deus. Por sua vez, meu Deus suprirá plenamente as vossas necessidades, ao alcance das suas riquezas, em glória, por meio de Cristo Jesus.” — Fil. 1:3, 4, 7; 4:15, 16, 18, 19, NM.

      16. Quem assume a obrigação de nos retribuir a benignidade mostrada para com todos?

      16 Os filipenses não deixariam de receber uma recompensa por esta benignidade, conforme indicou Paulo. Deus havia de ‘suprir plenamente’ todas as suas necessidades. Jeová Deus assume a responsabilidade de retribuir a benignidade, quer prestada a estranhos, quer a irmãos cristãos. A Palavra de Jeová assegura-nos disso: “Quem se compadece do pobre, empresta a Jehovah, que lhe retribuirá o seu beneficio.” “Lança o teu pão sobre as aguas, porque depois de muitos dias o acharás.” “Sabeis que cada um, qualquer que seja o bem que fizer, receberá isto de volta de Jeová.” — Pro. 19:17; Ecl. 11:1; Efé. 6:8, NM.

      RECOMPENSAS POR SE MOSTRAR BENIGNIDADE

      17, 18. Que bênçãos inesperadas resultaram da benignidade mostrada por Dorcas?

      17 Portanto, o que semearmos, voltará para nós. Se semearmos benignidade, receberemos de volta benignidade; “depois de muitos dias [a] acharás”. Os cristãos recebem bênçãos inesperadas por mostrar benignidade para com todos os homens. Tome, por exemplo, Dorcas. “Ela abundava nas obras boas e nas dádivas de misericórdia que fazia. Mas, aconteceu naqueles dias que adoeceu e morreu.” Os discípulos em Jopa, onde Dorcas falecera, ouviram que o apóstolo Pedro se achava em Lida, cidade vizinha. Mandaram dois homens a Pedro e lhe rogaram: “Por favor, não hesites em vir ter conosco.” Quando Pedro chegou a Jopa, “conduziram-no ao quarto superior, e todas as viúvas chegaram-se a ele chorando e mostrando muitas vestimentas internas e externas que Dorcas costumava fazer enquanto estava com elas.” Podemos bem imaginar a cena: Um grupo de viúvas, chorando e tristes com a perda duma querida amiga e irmã, exibindo as provas do amor e da benignidade de Dorcas, cada uma delas falando ao apóstolo sobre a benignidade que se lhe mostrara. Sabemos o que aconteceu: Pedro mandou que todos saíssem e orou a Jeová. “Ela abriu os olhos e, vendo Pedro, sentou-se. Dano-lhe ele a mão, levantou-a, e, chamando os santos e as viúvas, apresentou-a viva.” — Atos 9:36-41, NM.

      18 Que bênção inesperada! Levantada dos mortos! Este foi o primeiro milagre de ressurreição registrado como tendo sido realizado por um dos apóstolos, e as circunstâncias que conduziram a isso se arraigavam na benignidade. Quem pode dizer que este milagre teria acontecido mesmo que Dorcas não tivesse abundado em benignidade amorosa? Não só foi uma bênção para Dorcas e as viúvas, mas o acontecimento forneceu um testemunho da verdade e “muitos se tornaram crentes no Senhor”. — Atos 42, NM.

      19. Qual é a regra divina quanto à pessoa dura e cruel, e como foi isto ilustrado?

      19 Os que não mostram benignidade para com todos perdem muitas bênçãos. Assim como é verdade que “o homem benigno faz bem á sua alma”, assim também “quem é cruel faz mal a si mesmo”. (Pro. 11:17) Esta é a regra divina. Foi bem ilustrada por Abigail e Nabal. Abigail “tinha bom discernimento e era bela de forma, mas o marido era duro e mau nos seus tratos”. Davi tinha mostrado benignidade para com Nabal, e então, certo dia, mandou seus homens a Nabal para pedir um pouco de comida: “Apenas dá, por favor, aos teus servos e ao teu filho Davi o que achar a tua mão.” O cruel e avarento Nabal “insultou-os aos berros”. Isto irou Davi; ele se cingiu de sua espada, e tanto ele como seus homens estavam decididos a fazer Nabal pagar pela sua grosseria. A esposa de Nabal, Abigail, interceptou a Davi, levando lhe “duzentos pães e dois grandes jarros de vinho e cinco ovelhas preparadas, e cinco metidas de seá de grãos torrados, e cem bolos de passas, e duzentos bolos de figos comprimidos”. Abigail, numa petição arrebatada, que refletiu a sua própria benignidade e discernimento, persuadiu Davi a não ficar culpado de sangue. Quanto a Nabal, “Jeová feriu Nabal, de modo que ele morreu”. Davi reconheceu que Nabal recebera de Jeová o que tinha merecido: “Davi ficou sabendo que Nabal tinha morrido, e assim ele disse: ‘Bendito seja Jeová, que dirigiu o caso jurídico do meu vitupério . . . , e Jeová fez voltar a maldade de Nabal sobre a própria cabeça dele!’” Quanto à bondosa e sensata Abigail, ela teve uma bênção inesperada: “Davi passou a mandar e a propor a Abigail para tomá-la por sua esposa.” —1 Sam. 25:3, 8, 14, 18, 38, 39, NM.

      20. Por que receberá a pessoa perversa e cruel certamente em retribuição aquilo que merece?

      20 Receberemos de Jeová o que merecemos. A falta de benignidade vira-se contra a pessoa tão certamente como lhe volta a benignidade. A pessoa perversa e cruel perde as bênçãos resultantes de se demonstrar benignidade, e colhe — até mesmo de vários modos — só ‘o mal para si mesma’. Se a pessoa cruel escapa da retribuição por parte do homem ou não parece sofrer de emoções prejudiciais para o corpo, ela certamente não poderá escapar da retribuição da parte de Jeová, quem guarda acuradamente as contas. “Aquelle que faz injustiça”, declara Paulo, “receberá a paga do que fez injustamente, e Deus não se deixa levar de respeitos humanos.” Por outro lado: “Aquelle que segue a justiça e a benignidade, acha a vida, a justiça e a honra”. — Col. 3:25; Pro. 21:21.

      21. A que se opõe Deus, mas qual é o espírito cristão?

      21 Quão abundante é o testemunho de que Deus se opõe à falta de benignidade — à crueldade, à dureza, à avareza, à mesquinhez e ao egoísmo! O espírito cristão harmoniza-se com a gentileza, a compaixão, a longanimidade, a hospitalidade e a generosidade. A medida do cristão não é mesquinha, embora talvez não seja transbordante. Jesus disse: “Praticai o dar, e as pessoas darão a vós. Derramarão em vosso regaço uma boa medida, recalcada, sacudida e transbordante. Pois, com a medida com que vós medirdes, eles medirão para vós, por sua vez.” — Luc. 6:38, NM.

      22. Que medida de sua benignidade devem dar os cristãos, e qual será o resultado?

      22 Demos então uma medida generosa de nossa benignidade. Ao mostrarem benignidade para com os estranhos, por ensinar-lhes as verdades do Reino, os cristãos têm a oportunidade de mostrar generosidade, por concederem livremente o seu tempo. Medir o tempo de modo mesquinho no precioso ministério do Reino de Deus, quando poderíamos conceder uma boa medida, nos privará de bênçãos: “Aquele que semeia escassamente, também ceifará escassamente, e aquele que semeia abundantemente, também ceifará abundantemente.” Sermos generosos com a nossa benignidade para com todos os homens trará ricas recompensas e bênçãos inesperadas — sim, e ‘provaremos ser filhos de nosso Pai que está nos céus’. — 2 Cor. 9:6; Mat. 5:45, NM.

  • As ameaças falham em abalar um sique convertido
    A Sentinela — 1960 | 15 de dezembro
    • As ameaças falham em abalar um sique convertido

      OS MISSIONÁRIOS cristãos em países muçulmanos encontram muitos homens de boa vontade que aceitariam de bom grado o cristianismo, com a sua adoração do verdadeiro Deus, Jeová, se não fosse o medo da perseguição duma espécie ou doutra, indo desde o ostracismo social até ameaças de morte. No entanto, o sique que aceita o verdadeiro cristianismo sofre oposição e pressão ainda mais decididas. Em vista disso, é de interesse especial a seguinte experiência dum sique convertido. O Em Bancoc, na Tailândia, um missionário da Watchtower visitou o lar de alguém que mostrara interesse na Bíblia. Este homem não estava em casa, mas havia ali outro indiano sentado na sua pequena loja, vendendo especiarias, e que perguntou sorridente ao missionário sobre a finalidade de sua visita. Naturalmente, o missionário deu-lhe um testemunho, o que muito agradou ao indiano, que era hindu. Em pouco tempo iniciou-se um estudo bíblico, e depois de vários meses, este hindu participava com as testemunhas em contar aos outros o que tinha aprendido. Pregava também aos seus amigos, e, em resultado disso, um destes, um sique, tomou a sua posição ao lado de Jeová e do cristianismo.

      Este sique, por causa de seu zelo de lera Bíblia e de pregar aos outros o que aprende, tem sofrido muita perseguição dos seus patrícios indianos que moram na sua comunidade. Seu sogro ameaçou-o de dano físico, mas isso não o deteve de modo algum. Uma delegação de quinze indianos visitou-o e apelou para ele não abandonar a sua antiga religião e parar de trazer vergonha e vitupério sobre a sua comunidade indiana. Todavia, ele lhes disse que se surpreendia que apenas quinze deles vieram para

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