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  • Brandura
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • UM FRUTO DO ESPÍRITO

      A brandura é um fruto do espírito santo de Deus, de sua força ativa. (Gál. 5:22, 23) Deus, portanto, é a Fonte da brandura, e a pessoa precisa recorrer a Ele, pedindo seu espírito, e tem de cultivar este fruto do espírito, a fim de ter genuína brandura de temperamento. Por isso, não é adquirida pelo exercício de simples força de vontade, mas resulta de nos achegarmos a Deus.

      A falta de brandura resulta em indevida excitabilidade, dureza, falta de autodomínio, e em brigas. Por outro lado, aconselha-se o cristão a preservar a unidade e a paz por meio de “humildade mental e brandura”. — Efé. 4:1-3.

      “Brandura”, na Bíblia, é freqüentemente associada a “espírito”, como, por exemplo, “brandura de espírito”, ou “espírito brando”. A genuína brandura, assim, é algo mais do que uma qualidade exterior, transitória ou ocasional, mas faz parte da constituição ou do temperamento da pessoa. — 1 Ped. 3:3, 4.

      Escreve o apóstolo Paulo: ‘Revesti-vos da brandura’, o que, se lido de modo superficial, parecería indicar que se trata de algo parecido a um verniz, visando a simples aparência exterior, mas, no mesmo contexto, ele admoesta: “Revesti-vos da nova personalidade, a qual, por intermédio do conhecimento exato, está sendo renovada segundo a imagem Daquele que a criou.” (Col. 3:10, 12; Efé. 4:22-24) Isto mostra que a brandura é deveras uma característica da personalidade, primariamente uma característica que não foi naturalmente herdada, mas foi obtida como fruto do espírito de Deus, mediante o conhecimento exato e a aplicação dele.

      ESSENCIAL PARA OS QUE EXERCEM A SUPERVISÃO

      Em sua carta de instruções ao jovem Timóteo sobre como cuidar corretamente da congregação, Paulo ordenou-lhe como cuidar de assuntos difíceis, dizendo: “O escravo do Senhor não precisa lutar, porém, precisa ser meigo para com todos, qualificado para ensinar, restringindo-se sob o mal, instruindo com brandura os que não estiverem favoravelmente dispostos, visto que talvez Deus lhes dê arrependimento.” (2 Tim. 2:24, 25) Aqui vemos uma similaridade entre a brandura e a longanimidade, no sentido de que a pessoa discerne por que tem de lidar com tal dificuldade, que Deus a permitiu, e que como superintendente, precisa cuidar do assunto nos melhores interesses do(s) indivíduo(s) envolvido(s). Tem de suportar tal dificuldade até que seja resolvida, sem ficar superexcitado. — Veja também Tito 3:1-7.

      Em outra ocasião, Paulo se dirige aos que são espiritualmente maduros na congregação, delineando a responsabilidade que lhes cabe: “Mesmo que um homem dê um passo em falso antes de se aperceber disso, vós, os que tendes qualificações espirituais, tentai reajustar tal homem num espírito de brandura, ao passo que cada um olha para si mesmo, para que tu não sejas também tentado.” (Gál. 6:1) Devem ter presente como Deus tem lidado com eles. Fazendo isso, não deviam passar no homem errante uma forte reprimenda, mas deviam tentar restaurá-lo no espírito de brandura. Isto resultará muito mais eficaz e proveitoso para todos os envolvidos.

      APLACA A IRA

      A brandura consegue resultados quando se lida com uma situação difícil ou com uma pessoa irada, desfazendo a dificuldade, ao passo que a dureza acirraria uma situação difícil. O provérbio diz: “Uma resposta, quando branda, faz recuar o furor, mas a palavra que causa dor faz subir a ira.” (Pro. 15:1) A brandura pode exercer grande poder. “Pela paciência se induz ao comandante, e a própria língua suave pode quebrar um osso.” — Pro. 25:15.

      ESSENCIAL QUANDO SOB DISCIPLINA

      Outro excelente princípio que envolve a brandura ou a calma é expresso por Salomão. Diz respeito à tendência que talvez tenhamos de mostrar um espírito rebelde quando corrigidos ou castigados por uma autoridade. Talvez fiquemos tão indignados a ponto de deixarmos nosso lugar de correta submissão. Mas Salomão avisa: “Se o espírito de um governante se levantar contra ti, não deixes o teu próprio lugar, pois a própria calma aquieta grandes pecados.” (Ecl. 10:4; compare com Tito 3:2.) A atitude correta de calma e de brandura quando sob disciplina não só evita a ira adicional da parte da autoridade, mas também nos habilita a aprimorar nossa personalidade por controlarmos nosso temperamento e mantermos nosso devido lugar, e aplicarmos a disciplina.

      Isto se dá especialmente quando o regente é Jeová Deus, e quando a disciplina provém daqueles a quem Ele concedeu autoridade. (Heb. 12:7-11; 13:17) Também se aplica em nosso relacionamento com aqueles a quem Deus permite que detenham autoridade governamental no mundo. (Rom. 13:1-7) Mesmo quando um governante exige rudemente que o cristão explique a razão da esperança que possui, tal cristão, ao passo que coloca firmemente a obediência a Deus em primeiro lugar, deve responder “com temperamento brando e profundo respeito”. — 1 Ped. 3:15.

  • Braseiro
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    • BRASEIRO

      Em geral, um aparelho para aquecimento, que consiste em um receptáculo semelhante a uma panela, elevado sobre o solo por meio de pernas, e que se destina a reter os carvões incandescentes ou brasas. Imagina-se que a palavra hebraica traduzida braseiro (’ahh) seja de origem egípcia, sugerindo que o próprio braseiro tenha sido uma inovação do Egito. —  Jer. 36:22, 23.

  • Brilhante, O
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    • BRILHANTE, O

      Designação descritiva aplicada ao “rei de Babilônia”. (Isa. 14:4, 12) A expressão hebraica assim traduzida (NM; “astro brilhante”, MC, So) provém duma raiz que significa “brilhar”. A tradução “Lúcifer” (Fi, Tr) se deriva da Vulgata latina.

      O “brilhante” é representado como dizendo em seu coração: “Enaltecerei o meu trono acima das estrelas de Deus e assentar-me-ei no monte de reunião.” (Isa. 14:13) A evidência bíblica aponta para o monte Sião como sendo o “monte de reunião”. (Veja MONTE DE REUNIÃO.) Assim, visto que as estrelas podem referir-se a reis (Núm. 24:17; Rev. 22:16), as “estrelas de Deus” devem ser os reis da linhagem davídica que regiam desde o monte Sião. O “rei de Babilônia” (ou a dinastia dos reis babilônicos) indicava sua ambição de elevar seu trono “acima das estrelas de Deus” por desejar tornar os reis da linhagem de Davi simples vassalos seus, e, por fim, destroná-los. Como estrelas que espalham luz, o “rei de Babilônia” brilhava reluzentemente no mundo antigo e podia ser chamado de “brilhante”.

  • Brinco
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    • BRINCO

      Veja ARRECADA (BRINCO).

  • Brita-ossos (Águia-pescadora)
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    • BRITA-OSSOS (ÁGUIA-PESCADORA)

      [Heb., péres].

      Uma das “criaturas voadoras” decretadas impuras e que não deviam ser comidas, segundo o pacto da Lei. (Lev. 11:13; Deut. 14:12) Seu nome hebraico (péres) significa literalmente “o quebrador”.

      Amiúde chamada de “águia-pescadora” ou aurifrísio, parece ser aparentada aos falcões e aos gaviões, mas possui certas características distintas, inclusive pés um tanto similares aos da coruja. A cabeça e o bico da águia-pescadora assemelham-se aos do gavião, o corpo e as asas são castanho-escuros na parte de cima, e as partes de baixo são brancas, com traços marrons. Medindo cerca de 80 cm de comprimento, possui asas com uma envergadura de quase 1,80 m. A águia-pescadora povoa quase todo o mundo, vivendo perto de grandes massas aquosas, onde se alimenta de peixes que nadam próximo à superfície. A ave plana quase sem esforço acima da água, girando para os lados graciosamente e pairando no ar até que localiza sua presa. Daí, mergulha rapidamente em direção a ela, chocando-se com a água de forma vigorosa, primeiro com os pés, e às vezes desaparecendo abaixo da superfície. Acha-se admiravelmente dotada para este tipo de ataque, possuindo densa plumagem compacta nas suas partes inferiores, a fim de suportar parte do impacto do choque contra a água, e longas garras curvas, bem aguçadas, que se estendem de dedos ásperos, habilitando a ave a agarrar com firmeza sua presa escorregadia. Dizem os observadores que, ao voar com o peixe para a praia, a fim de devorá-lo, a águia-pescadora sempre agarra o peixe de modo que a cabeça deste esteja voltada para a frente, reduzindo assim a resistência ao ar. Na Palestina, a águia-pescadora existe especialmente ao longo da costa do Mediterrâneo.

      [Foto na página 237]

      O brita-ossos (águia-pescadora), ave que sob a Lei mosaica não era permitida como alimento.

  • Broche
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    • BROCHE

      Um fecho decorativo, feito de metal, e provido dum alfinete ou fuzilhão por meio do qual pode ser preso à roupa duma pessoa. Nos tempos antigos, tanto homens como mulheres usavam broches, como se dava entre os gregos e os romanos. O broche romano, ou fíbula, às vezes consistia em um pedaço curvo de metal, com um gancho em uma ponta e um alfinete que se estendia da outra ponta, como um alfinete de segurança. Não sendo apenas ornamental, mas também útil, o broche amiúde era usado para finalidades tais como prender duas partes duma echarpe ou capa. Os broches de antanho eram feitos de bronze, ferro, ouro e prata. Seu uso na antiga Palestina foi confirmado por meio de descobertas arqueológicas, entre estas achando-se os broches em forma de arco, descobertos em Tel el-Nasbeh.

      Quando se concedeu aos israelitas o privilégio de contribuir para a construção do tabernáculo, os homens e as mulheres trouxeram vários ornamentos, inclusive “broches” ou “fivelas”. (Êxo. 35:21, 22) Tais broches eram, evidentemente, enfeites com ganchos de algum tipo, pois a mesma palavra hebraica usada para eles (hhahh) é traduzida em várias outras partes como “gancho(s)”. — 2 Reis 19:28; Eze. 29:4.

  • Bronze
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    • BRONZE

      Veja COBRE.

  • Bruma (Neblina)
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    • BRUMA (NEBLINA)

      Partículas de água que flutuam no ar e que se assemelham à chuva bem leve. Quando sobe da terra o ar úmido e quente, e então se resfria no que é chamado de “ponto de orvalho”, a umidade se condensa, uma vez que o ar frio não pode reter tanta água quanto o ar tépido. Se isto ocorre próximo do solo, é chamado de nevoeiro; se ocorre numa parte mais alta do céu, forma o que é chamado de nuvem. (Sal. 135:7; Pro. 25:14; Jer. 10:13; 51:16) A umidade que se condensa sobre objetos frios, tais como o solo ou a vegetação (geralmente à noite), é descrita como orvalho. (Êxo. 16:13, 14; Juí. 6:36-40; veja ORVALHO.) A bruma (neblina ou névoa), por outro lado, compõe-se de partículas de umidade em suspensão que são um pouco maiores do que as partículas do nevoeiro, porém

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