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Proteja a nova geraçãoA Sentinela — 1964 | 15 de fevereiro
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fugir da insensatez e da maldade, não importa quanto ridículo a juventude mundana amontoe sobre eles. Ensinem-lhes a ‘cessar de ser modelados segundo este sistema de coisas’. (Rom. 12:2) Ensinem-lhes responsabilidade, dando-lhes responsabilidade. Ensinem-lhes a respeitar a propriedade alheia. Ensinem-lhes a santidade da vida humana. Quantas vezes os jornais dizem que uma criança atirou em alguém, acidentalmente ou não! Em primeiro lugar, por que deveriam as crianças apontar revólveres quer de brinquedo quer reais a outras pessoas? Ensinem os filhos a porem “as armas da luz” e a empunharem a Palavra de Deus, “a espada do espírito”. Dêem-lhes um exemplar particular da Bíblia logo na infância. Ensinem-lhes a lei divina concernente ao casamento, que o cristão está livre para se casar “somente no Senhor”. Façam os filhos compreender os tristes resultados da violação das leis de Jeová. Tudo isto é uma tremenda responsabilidade, a de colocar a mentalidade de Deus nos filhos; mas o resultado é proteção para a nova geração. — Rom. 13:12; Efé. 6:17; 1 Cor. 7:39.
21. Para evitarem a tendência do mundo, o que devem os pais cristãos fazer, resultando em que bênção para os filhos?
21 Embora a tendência do mundo seja a de os adultos necessitarem proteção contra a nova geração, os pais cristãos não devem permitir que esta tendência se desenvolva em suas famílias. Comecem desde a infância conforme fizeram os pais de Moisés. Prossigam dando aos filhos o conselho autorizado de Jeová, certificando-se de que pela repetição os mandamentos do grande Protetor sejam inculcados indesarraigavelmente neles. Dêem aos jovens a mentalidade de Deus através dos anos críticos da adolescência, quando cada vez mais são defrontados com laços. Protejam a nova geração com profundo interesse e amor. Então, a nova geração será usada tanto agora como no novo mundo, glorificando para sempre aquele cujo conselho autorizado torna possível a proteção — Jeová Deus!
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Cada um de nós prestará contas de si mesmoA Sentinela — 1964 | 15 de fevereiro
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Cada um de nós prestará contas de si mesmo
“Nós todos ficaremos postados diante da cadeira de juiz de Deus. Assim, pois, cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus.” — Rom. 14:10, 12.
1, 2. A quem todos nós temos de prestar contas? Sobre o quê e por quê?
NINGUÉM pode escapar de prestar contas a Deus. O grande Juiz, assegura-se-nos, “fará uma prestação de contas na terra”. Não importa onde vivamos ou que religião professemos, “não há criação que não esteja manifesta à sua vista, mas todas as coisas estão nuas e abertamente expostas aos olhos daquele com quem temos uma prestação de contas”. — Rom. 9:28; Heb. 4:13.
2 Quer tenham sido praticadas em público quer às escondidas, prestaremos contas pelas nossas ações. Tudo o que fazemos está ‘abertamente exposto aos olhos’ do Juiz do universo. Deveremos prestar contas quanto a quão bem obedecemos aos mandamentos de Deus: “A conclusão do assunto, tudo tendo sido ouvido, é: Teme o verdadeiro Deus e guarda seus mandamentos. Pois esta é toda a obrigação do homem. Pois o verdadeiro Deus é quem levará toda sorte de obra a juízo, em relação com toda
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