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  • Que valores governam sua vida?
    Despertai! — 1989 | 22 de março
    • pago pelo pecado é a morte”, e não o tormento no fogo; que a arqueologia moderna confirma a Bíblia como História exata, e não mito; que muitos dos clérigos da cristandade são como os clérigos falsos dos tempos bíblicos, e não como os fiéis profetas e apóstolos daqueles dias. — Romanos 6:23; Mateus, capítulos 5-7, 23.

      A Bíblia é a fonte dos verdadeiros valores. Permitir que eles governem sua vida significará ter a aprovação de Deus, e conduzirá à vida eterna num novo mundo de justiça, onde Deus “enxugará dos seus olhos [i.e., da humanidade] toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já passaram”. — Revelação [Apocalipse] 21:4; João 17:3.

      Assim, deixe que os verdadeiros valores, decantados na Palavra de Deus, governem a sua vida, desta forma trazendo-lhe benefícios: “Eu, Jeová, sou teu Deus, Aquele que te ensina a tirar proveito, Aquele que te faz pisar no caminho em que deves andar. Oh! se tão-somente prestasses realmente atenção aos meus mandamentos! A tua paz se tornaria então como um rio e a tua justiça como as ondas do mar.” — Isaías 48:17, 18.

  • Parte 6: 1513 AEC em diante — os best-sellers religiosos
    Despertai! — 1989 | 22 de março
    • O Futuro da Religião, Tendo em Vista Seu Passado

      Parte 6: 1513 AEC em diante — os best-sellers religiosos

      “Nossa religião está num livro.” − Samuel Johnson, ensaísta e poeta inglês do século 18.

      TODA religião principal tem seu livro, ou livros. Ao passo que eles podem “variar muito em forma, volume, antiguidade, e grau de sacralidade”, afirma The New Encyclopædia Britannica (A Nova Enciclopédia Britânica), “seu atributo comum é que suas palavras são consideradas sagradas pelos devotos”. A própria existência de tantos livros sagrados prova, em si, que a humanidade é basicamente religiosa, em sua constituição.

      A Bíblia (do cristianismo), o Alcorão (do islamismo), o Talmude (do judaísmo), os Vedas (do hinduísmo), e as Tripitaca (do budismo) são os sagrados escritos oficiais das principais religiões.a

      Outros livros, embora não sejam reconhecidos por quaisquer religiões organizadas como seus sagrados livros oficiais, são, todavia, de natureza religiosa. Isto se dá com os Kojiki e os Nihongi, livros que durante séculos têm exercido tremendo impacto sobre a vida dos japoneses e sobre o xintoísmo. A vida dos chineses tem sido similarmente influenciada pelos 13 Clássicos de Confúcio. Estes últimos se baseiam nos ensinos de Confúcio, um sábio chinês que mal chegava a ser um adolescente quando Babilônia caiu diante da Medo-Pérsia, em 539 AEC. Diz-se que o compêndio básico do confucionismo, os Analectos (Lun yü), contém, em seus 496 capítulos, as palavras do próprio Confúcio.

      Mais recentes escritos religiosos também alcançaram a condição de sagrados. Alguns são tidos como acréscimos necessários das escrituras aceitas. Os membros da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, por exemplo, crêem que O Livro de Mórmon foi gravado em placas de ouro por um profeta chamado Mórmon; que mais tarde foi enterrado por seu filho Moroni; e que, cerca de 1.400 anos depois, na primeira metade do século 19, foi encontrado por um anjo e entregue a Joseph Smith, que o traduziu.

      O livro Science and Health With Key to the Scriptures (Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras), de Mary Baker Eddy, publicado inicialmente em 1875 como Science and Health (Ciência e Saúde), é encarado de modo similar. Durante anos, ela se opôs a que seu livro fosse traduzido em outros idiomas, mas por fim cedeu, estipulando: “Esta nova edição deve ser impressa com páginas alternadas em inglês e em alemão, um lado contendo a versão em inglês, divinamente inspirada, que deve ser o texto padrão, e o outro, contendo o texto em alemão, que será uma tradução”. — O grifo é nosso.

      Mesmo livros não-religiosos têm sido elevados à categoria de escritos sagrados. Nesta categoria acham-se os escritos, que datam dos séculos 19 e 20, de homens tais como Charles Darwin, Karl Marx e Mao Tsetung, cujas idéias sobre a evolução e o comunismo são religiosamente patrocinadas por milhões de pessoas.

      Estabelecer um Cânon

      A maioria dos escritos sagrados foi, originalmente, transmitida por via oral, às vezes durante séculos. Mas, em geral, em algum ponto, julgou-se necessário determinar que partes da matéria acumulada — seja oral, seja escrita deveriam servir como cânon oficial de determinada religião. A palavra “cânon” é definida como “coleção ou lista autorizada de livros aceitos como escritura sagrada”.

      Não foi fácil estabelecer um cânon uniforme; às vezes, nem mesmo foi possível. Por exemplo The Encyclopedia of Religion (Enciclopédia de Religião) chama a literatura budista de ímpar entre as escrituras religiosas do mundo, por haver vários cânones. Diz ela: “As coleções de escrituras variam uma da outra de formas significativas, e são raros os textos que podem ser encontrados em toda tradição.” Esta confusão resultou na formação de grupos sectários, e naquilo que a história chama de “Dezoito Escolas” do pensamento budista.

      O hinduísmo, por outro lado, faz distinção entre um cânon aceito e outra matéria à qual se conceda a categoria de semi-sagrada. Aquela classe de escritos sagrados hinduístas, chamada de Sruti, que significa “aprender por ouvir”, refere-se à revelação primária, e inclui os Vedas e os Upanixades. O

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