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  • Cabelo (Pêlo)
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • um período de um mês de pranto por seus pais, tendo estes sido mortos ao ser tomada a cidade. — Deut. 21:10-13; 20:10-14.

      CRISTÃOS

      Tanto o apóstolo Pedro como Paulo sentiram-se movidos a aconselhar as mulheres cristãs a não dar indevida atenção aos penteados e adornos, como era costumeiro naqueles dias. Antes, foram admoestadas a focalizar sua atenção em adornar-se com a vestimenta incorruptível dum espírito quieto e brando.— 1 Ped. 3:3, 4; 1 Tim. 2:9, 10.

      O apóstolo Paulo também trouxe à atenção a situação e o costume geral que grassava entre as pessoas às quais escreveu, e mostrou que era natural um homem usar cabelos mais curtos que a mulher. Era uma desonra para a mulher ter seus cabelos tosados ou a cabeça rapada. Deus lhe dera cabelos compridos “em lugar de mantilha (cobertura para a cabeça)”, mas, argumentou Paulo, a mulher não poderia utilizar esta cobertura natural, que era uma glória para si, a fim de se escusar de usar uma cobertura para a cabeça, um “sinal de autoridade”, ao orar ou ao profetizar na congregação cristã. Ao reconhecer tal fato e usar uma cobertura em tais circunstâncias, a mulher cristã reconhecería a chefia teocrática e mostraria submissão cristã. Glorificaria, assim, tanto ao seu cabeça marital como a Jeová Deus, o Cabeça de todos. — 1 Cor. 11:3-16.

      USO FIGURADO

      Jó rapou a cabeça qual símbolo da condição desolada em que se achava, tendo perdido seus filhos e seus bens. — Jó 1:20.

      Ordenou-se que Ezequiel cortasse os cabelos e a barba, dividisse-os em três partes, e desse fim a eles dum modo que descrevesse profeticamente as coisas angustiantes que aconteceriam com os habitantes de Jerusalém na execução dos julgamentos de Deus contra ela. (Eze. 5:1-13) A angústia e a aflição também eram simbolizadas pelo arrancar dos cabelos, ou por cortá-los. (Esd. 9:3; Jer. 7:29; 48:37; Miq. 1:16) A desonra, o desprezo ou o vitupério podiam ser expressos por se arrancarem os cabelos da cabeça ou da face de outrem.— Nee. 13:25; Isa. 50:6.

      O número de cabelos na cabeça humana (que se diz ser em média de 120.000) foi usado para representar grandes números, ou inumerabilidade. (Sal. 40:12; 69:4) E a textura fina do cabelo foi usada figuradamente como símbolo de minúcia. (Juí. 20:16) ‘Nenhum cabelo de sua cabeça perecerá (ou cairá)’ é uma declaração que garante plena e completa proteção e segurança. (Luc. 21:18; 1 Sam. 14:45; 2 Sam. 14:11; 1 Reis 1:52; Atos 27:34) Um sentido similar foi indicado pelas palavras de Jesus Cristo a seus discípulos quanto ao cuidado de Deus por eles: “Os próprios cabelos de vossa cabeça estão todos contados.” — Mat. 10:30; Luc. 12:7.

      As cãs mereciam respeito (Pro. 16:31; 20:29), e eram usadas às vezes qual sinônimo de idade avançada e de sabedoria. (Jó 15:9, 10) Jeová, numa visão dada a Daniel, foi representado simbolicamente como tendo cabelos brancos, “como pura lã”, sendo ele o “Antigo de Dias”. (Dan. 7:9) O apóstolo João viu Jesus Cristo representado numa visão como tendo cabelos “brancos como lã branca”. — Rev. 1:1, 14, 17, 18.

      PÊLOS DE ANIMAIS

      O pêlo de cabra era usado para se fabricarem panos. (Êxo. 26:7) João Batista usava uma roupa de pêlo de camelo. (Mat. 3:4; Mar. 1:6) Este tipo de roupa era uma roupa oficial de profeta. (2 Reis 1:8; compare com Gênesis 25:25.) Os pêlos que Rebeca colocou sobre as mãos e o pescoço de Jacó, para simular os cabelos de Esaú, eram provavelmente pêlos da cabra-angorá do Oriente, que eram usados pelos romanos como substitutos dos cabelos humanos. — Gên. 27:16.

  • Cabritinho
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • CABRITINHO

      Veja CABRITO (BODE).

  • Cabrito (Bode)
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • CABRITO (BODE)

      Um mamífero ruminante dotado de chifres ocos e de pêlos usualmente longos, e relativamente lisos. A cabra da Síria, distinguida pelas suas orelhas compridas e caídas, e seus chifres encurvados para trás, é a raça predominante na Palestina. Usualmente tais cabras são negras; as malhadas são excepcionais. (Gên. 30:32, 35) Os cabritos eram um dos itens do comércio de Tiro. — Eze. 27:21.

      O cabrito era valiosíssimo para os hebreus. (Pro. 27:26) A cabra supria-lhes o leite, do qual se podia fabricar manteiga e queijo. (Pro. 27:27) Sua carne, especialmente a do cabritinho, era comida. (Gên. 27:9; Deut. 14:4; Juí. 6:19; 13:15; Luc. 15:29) E, para a Páscoa, podia-se usar um carneiro ou um cabrito de um ano. (Êxo. 12:5) O pêlo de cabra, transformado em tecido, era utilizado de várias formas. (Núm. 31:20) As “tendas de Quedar” talvez fossem feitas do pêlo da cabra-negra (Cân. 1:5), e o pêlo de cabra foi usado na construção do tabernáculo. (Êxo. 26:7; 35:26) O couro de cabra era transformado em recipientes (veja Gên. 21:15), e era também usado como vestimenta, como no caso de certas testemunhas pré-cristãs de Jeová que foram perseguidas. — Heb. 11:37.

      A Lei mosaica proibia que se comesse a gordura dum cabrito oferecido em sacrifício (Lev. 7:23-25), e que se cozinhasse um cabritinho no leite de sua mãe. (Êxo. 23:19; 34:26; Deut. 14:21) O motivo desta última proibição pode ter sido que tal prática tinha conexões idólatras. Diz-se que, entre certos povos antigos, um cabritinho era preparado ou cozinhado no leite de sua mãe, e, daí, o caldo era aspergido sobre árvores, campos e hortas, visando-se assegurar a fertilidade.

      O cabrito servia qual animal sacrificial, sendo apresentado como oferta queimada (Lev. 1:10; 22:18, 19), como sacrifício de comunhão (Lev. 3:6, 12), como oferta pelo pecado (Esd. 8:35) e como oferta pela culpa. (Lev. 5:6) Todo primogênito caprídeo devia ser sacrificado, mas não antes de ter, pelo menos, oito dias. (Lev. 22:27; Núm. 18:17) Uma cabra, em seu primeiro ano (ou uma cordeira) era a oferta prescrita pelo pecado para alguém que não era nem sacerdote nem chefe. (Lev. 4:28, 32; Núm. 18:17) Naturalmente, tais cabritos oferecidos em sacrifício não podiam realmente eliminar os pecados, mas apenas representavam verdadeiro sacrifício expiatório pelos pecados, apresentado por Jesus Cristo. — Heb. 9:11-14; 10:3, 4.

      USO FIGURADO E PROFÉTICO

      Usaram-se cabritos para representar pessoas, em especial as opostas a Jeová. (Isa. 34:6, 7; compare com Jeremias 51:40; Ezequiel 34:17; Zacarias 10:3.) Na ilustração de Jesus sobre as ovelhas e os cabritos, os cabritos representam as pessoas que recusam praticar o bem para com o mínimo dos irmãos dele. — Mat. 25:31-46.

      O bode da profecia de Daniel representava a Potência Mundial Grega (ou Greco-Macedônia). (Dan. 8:5-8, 21) A respeito disso, The Imperial Bible-Dictionary (Dicionário-Bíblico Imperial), Vol. I, página 664, observa: “Ê interessante saber que este [o bode] era o símbolo reconhecido, pelos próprios macedônios, de sua nação. Ainda existem monumentos em que se apresenta este símbolo, como numa das pilastras de Persépolis, onde se representa um bode com um só enorme chifre na sua testa, e um persa segurando o chifre, pelo qual se pretende mostrar a sujeição da Macedônia pela Pérsia”, (algo conseguido pelos persas perto do fim do sexto século A.E.C.).

      CABRA-MONTÊS, CABRA-SELVAGEM

      A designação hebraica ye’elím, traduzida “cabritos monteses” (M) e “cabras-selvagens” (AV), é geralmente entendida como se referindo ao íbex da Arábia, uma cabra-selvagem montês que possuí chifres grandes, com muitas cristas e curvados para trás. Este animal fica à vontade nas montanhas elevadas (Sal. 104: 18), onde transpõe penhascos escarpados e estreitas abas das montanhas com graciosa facilidade. No período de gestação, estas cabras procuram locais que o homem não encontra facilmente. É possível que Jó 39:1 se refira a isso, pois a pergunta ali suscitada aponta para o fato de que tais criaturas são bem independentes do homem, o nascimento de seus filhotes ocorrendo sem ser observado pelo homem.

      A forma hebraica feminina, ya‘aláh é empregada no trecho de Provérbios 5:18, 19. Aqui, compara-se a esposa da juventude da pessoa a uma “encantadora cabra montesa”, aludindo-se possivelmente à graça deste animal.

      Em Deuteronômio 14:4, 5, onde se faz referência aos animais aceitáveis como alimento, a palavra hebraica ’aqqóh tem sido traduzida “cabra-selvagem”. (AV, American Standard, Revised Standard) Há peritos que crêem que ’aqqóh talvez designe o mesmo animal que ye’elím, isto é, o íbex da Arábia. Outros sugerem que se tem presente a cabra-selvagem da Pérsia.

      [Imagem na página 242]

      Cabra da Síria

      [Imagem na página 243]

      Cabra-selvagem (íbex da Arábia)

  • Cabrito-montês
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    • CABRITO-MONTÊS

      Veja CABRITO (BODE).

  • Cabul
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • CABUL

      [talvez, terra agrilhoada]. Tal nome se aplicava a um distrito de 20 cidades, dadas por Salomão ao Rei Hirão, de Tiro, esta dádiva sendo possivelmente motivada

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