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  • O homem que caçava pandas
    Despertai! — 1974 | 22 de maio
    • incluísse galinha em dias alternados, o panda refuta a “alta crítica contra a Bíblia” que nega que toda carne primeiro se alimentava de vegetação. Embora os pandas possam comer carne, raramente o fazem. Preferem a sinarundaria, espécie de bambu que cresce a uma altura de 3 a 4,5 metros de altura, com caules de quase 4 centímetros de diâmetro. A sinarundaria é tão dura como uma rocha.

      Assim, a espécie de dentes que um animal tem não depende, talvez, de sua dieta de carne ou de vegetação, mas do tipo de vegetação que o animal foi feito para comer, quão dura é essa vegetação e quão resistente é para ser partida.

      Quando visitei Londres, Chi-Chi era o único panda a ser visto fora dos países comunistas. O âmbito natural dos pandas acha-se principalmente concentrado na Província Szechwan, na China. Alguns são encontrados no Tibete e nas regiões circunvizinhas. Seu âmbito inteiro em todo o mundo é uma localidade contígua, de três lados, que talvez possa ser generosamente expressa como tendo, cada um, uns 800 quilômetros de comprimento. Os pandas também se limitam, pelas temperaturas necessitadas, a altitudes entre 1.500 a 3.000 metros, e, por causa da dieta, às florestas de bambu que rodeiam as linhas de noves das montanhas.

      Chi-Chi já morreu desde então, com quinze anos, bem perto do período de vida esperado de 17 anos para os pandas em cativeiro. Mas, felizmente agora, para crianças de todas as idades fora da China, da Rússia e da Coréia do Norte, há recém-chegados em Tóquio, e dois pandas podem ser vistos em Washington, D. C., EUA. Os nomes destes últimos são Ling-Ling e Hsing-Hsing (pronuncia-se xing-xing).

      Captura do Primeiro Panda Vivo

      Gostaria de saber como foi capturado o primeiro panda vivo? Ouça a história deste evento, contada pelo próprio Quentin Young.

      “Fui contratado por uma viúva estadunidense para realizar o projeto em que o marido dela morrera, ao tentar executá-lo. Ele queria levar um panda vivo para os Estados Unidos. Juntos, de barco, a pé, de carrinho de mão e de “sedan chair” (espécie de liteira), percorremos quase 3.200 quilômetros desde a Xangai costeira até as florestas além de Chentu.

      “Por que de barco? O Yang-tse é a resposta. O grande rio lânguido da China era nosso trajeto até Chungking. É um rio preguiçoso, embora sempre pulule de tráfego. Pessoas, cachorros e galinhas podem ser ouvidos conversando, latindo e cacarejando ao longo de suas margens — até Hankow! Mas, daí, sua personalidade muda. Os penhascos sobem a quase 6.000 metros. São as famosas Gargantas do Yang-tse. Todavia, este rio é um elo tão vital no tráfego que grupos de laboriosos cules se inclinam por sobre duras cordas de bambu, de uma altura de até “trinta metros por sobre as paredes dos penhascos, para arrastar pequenos barcos (chamados juncos) contra a estrondosa corrente rio abaixo.

      “Por que a pé, de liteira e de carrinho de mão? Ao aportarmos em Chungking, estávamos ainda a muitos quilômetros de distância do pai hsiung, o panda. Quando se chega a Chungking, a topografia da terra começa a inchar para o alto, em direção à grande massa montanhosa dos Himalaias.

      “Quando não havia gritaria, pretensos vendedores e simplesmente pessoas curiosas ao redor de nós, o pó nos rodeava, engolfando-nos. Bandidos nos fustigaram. Cules e carregadores, levando nossos suprimentos, desapareceram, à medida que os salários satisfaziam sua necessidade de ópio. Lutamos contra os ramos chicoteantes das árvores, a medida que deixaram de existir estradas. Quando chovia, o pó virava lama. Abrimos caminho com dificuldades por entre as magníficas florestas de rododendros de Szechwan. Ao aumentar a altitude, a temperatura caía.

      “Depois das complicações da expedição, a descoberta real do panda era algo surpreendentemente simples. Déramos ordens para não se atirar nos pandas até que se capturasse um deles vivo. Foram armadas armadilhas.

      “Eu e a Sra. Harkness saímos a examinar as armadilhas. Subitamente, tiros romperam o silêncio! Gritos à nossa frente indicavam que os caçadores, excitados ao verem um panda, haviam desobedecido às ordens. Homens corriam à frente, influenciados pelos gritos de pai hsiung! pai hsiung! Nós também corremos, mas não seguimos os outros, ao perseguirem o animal possivelmente ferido.

      “A floresta se aquietou ao redor de nós, à medida que seus gritos diminuíram à distância. Saímos do denso bambuzal para uma área de grandes árvores. Daí, ouvi algo. Era um grito baixo, como que dum bebê, que vinha duma árvore oca.

      “Coloquei as mãos no buraco e as retirei acariciando Su-Lin. ‘Ela’ (como então pensávamos) era então do tamanho de dois punhados. Pensei: ‘Que será esta coisinha? É um brinquedo.’ Dei-a à Sra. Harkness, pensando: ‘Bem, a Sra. pode levar isso de volta e brincar com isso. Continuarei meu negócio de caçar pandas verdadeiros — adultos.’ Mas, sem me dizer nada, ela já resolvera semanas antes que aquilo que realmente desejava era um filhote de panda. Com grande senso prático, decidira que um filhote de panda seria mais fácil de transportar. Com que nenhum de nós contava era que este pequeno objeto que se contorcia iria provocar emoções comuns por todo o mundo.”

      Duas vezes, então, este mesmo senhor me interessara nos pandas. Mas, ainda tínhamos outra coisa em comum. Relaciona-se com o motivo de eu agora morar em Formosa. Sou missionário das testemunhas de Jeová. Eu e Quentin conversamos muitas vezes sobre a Bíblia, tendo ele grande respeito por ela. A esposa dele estudava com as testemunhas de Jeová. Ele achava que também poderia vir a estudar algum dia. Às vezes conversávamos sobre a pregação entre os chineses, mas, o principal de tudo, falávamos de sua própria relação pessoal com o Criador do homem, Jeová. Assim, um certo dia, tive o privilégio de me tornar seu lao-shr, ensinando-lhe a Bíblia.

      O feliz resultado foi que Quentin Young, que costumava caçar pandas, agora procura as pessoas semelhantes a ovelhas de Jeová.

  • O período de vida dos mamíferos
    Despertai! — 1974 | 22 de maio
    • O período de vida dos mamíferos

      O HOMEM pode viver até atingir setenta ou oitenta anos, mas poucos outros mamíferos podem viver assim por tanto tempo. Se basearmos o período de vida dum mamífero, não nos anos de existência, mas no número de batidas do coração é fácil calcular se o homem realmente vive por mais tempo que alguns de seus co-habitantes mamíferos da terra. O camundongo mediano vive cerca de 3,3 anos, mas sua taxa de batidas cardíacas é de cerca de 550 batidas por minuto. Em um ano, há aproximadamente 526.000 minutos, assim, se multiplicarmos o número de minutos por ano pelo número de batidas cardíacas por minuto, e então multiplicarmos isso pelo período de vida do camundongo, teremos cerca de 950.000.000 de batidas cardíacas para o camundongo mediano.

      O mesmo tipo de cálculo pode ser feito para outros mamíferos tais como o cão, o cavalo, a vaca, e o elefante. Por exemplo, o elefante, com 20 batidas cardíacas por minuto, num período de vida de 70 anos, tem um total de 736.300.000 de batidas cardíacas, muito menos que as do camundongo. Parece que os mamíferos, em geral, podem chegar a 1.000.000.000 ou menos de batidas cardíacas num período de vida. No entanto, se o mesmo cálculo for feito para o homem, presumindo-se 72 batidas cardíacas por minuto e uma probabilidade de vida de 70 anos, o número de batidas cardíacas dadas ao homem é de cerca de 2.600.000.000 — mais que o dobro das dos outros mamíferos.

      Conclui Isaac Asimov em seu livro The Human Body: “Considerando que as árvores não têm corações e que as tartarugas (e as criaturas de sangue frio em geral) só têm corações de batidas mui lentas, é seguro afirmar que o coração humano tem melhor desempenho que todos os demais. Por certo, tem melhor desempenho que outros corações de mamíferos numa proporção de 2,5 ou até de 3,5 para 1. . . . O corpo humano, portanto, com toda a modéstia, e de um ponto de vista inteiramente objetivo, é a estrutura mais maravilhosa que conhecemos.” Isto se dá porque o corpo humano foi feito por seu Criador para viver para sempre.

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