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  • Jeová Deus, o grande oleiro
    A Sentinela — 1965 | 15 de dezembro
    • Mais do que isso, as Escrituras mostram que há tal coisa como a responsabilidade comunal. Assim, no antigo Israel, os homens mais idosos duma cidade tinham de tomar certa ação para absolver sua cidade da culpa de sangue, no caso dum assassinato não esclarecido, pois se considerava culpada a inteira cidade. (Deu. 21:1-9) Pela mesma razão, a inteira tribo de Benjamim foi considerada culpada de se recusar a entregar os homens que não prestavam de Gibeá, que abusaram da concubina dum certo levita até matá-la. (Juí. 20:8-48) Em realidade, tal responsabilidade é reconhecida até nos tempos modernos; um exemplo sendo a forma que a Alemanha Ocidental, embora seja agora democrática, decidiu voluntariamente indenizar aos judeus e a outras vítimas da perseguição nazista.

      30, 31. De que interesse e importância são para nós, atualmente, os eventos em conexão com as dez pragas?

      30 O relato bíblico de como o Grande Oleiro procedeu com seus vasos, lá naqueles dias de Moisés, é de grande interesse e importância para nós, atualmente. A consideração disso aumentará a nossa apreciação da sabedoria, da justiça, do poder e do amor do Grande Oleiro, Jeová Deus. Também inculcará em nós a importância de sermos submissos a Ele, de deixar-nos guiar pela sua Palavra, pelo seu santo espírito e pelo seu instrumento visível, seu canal terrestre de comunicações. Pois, quem pode resistir à Sua vontade expressa?

      31 E, ademais, ajudar-nos-á a fortalecer nossa fé grandemente, pois verificaremos que estes eventos tem paralelo em nossos dias. Por fim, ajudará a todos os ministros cristãos a ter incrementada apreciação de sua própria comissão de pregar, pois é seu o privilégio de ter parte em derramar as pragas modernas sobre o Egito moderno, inclusive Babilônia, a Grande. Por certo, estas razões devem motivar-nos a desejar examinar mais a fundo este assunto com o mais vivo interesse!

  • O grande oleiro molda os vasos humanos
    A Sentinela — 1965 | 15 de dezembro
    • O grande oleiro molda os vasos humanos

      “Eu sou Jeová, e não há nenhum outro. Formando a luz e criando as trevas, fazendo a paz e criando a calamidade, sou eu, Jeová, que faço tôdas estas coisas.” — Isa. 45:6, 7.

      1. Para quem é que Jeová cria a luz e a paz? Para quem cria as trevas e a calamidade? Por quê?

      JEOVÁ Deus, sendo o Grande Oleiro, tem o direito de lidar com suas criaturas segundo a Sua vontade soberana. Conforme lhe apraz, ele forma a luz e faz a paz, e cria as trevas e a calamidade, assim como lemos em Isaías 45:7. Para o justo, ele designa a luz e a paz, assim como lemos: “A luz difunde-se para o justo.” “Grande paz têm os que amam a tua lei.” Mas, para o iníquo, Jeová cria as trevas e a calamidade: “O caminho dos perversos é como a escuridão.” “Fará chover sobre os perversos brasas de fogo e enxofre.” — Sal. 97:11; 119:165; Pro. 4:19; Sal. 11:6, ALA.

      2. Além de enviar a luz do sol e a chuva sobre os bons e os maus, o que mais tem Jeová, às vezes, achado apropriado enviar aos desobedientes, conforme observado por que exemplo?

      2 O Grande Oleiro deu notável exemplo de fazer estas coisas nas dez pragas que enviou sobre o antigo Egito, nos dias de Moisés, em especial, nas últimas sete pragas. No entanto, assim como Jeová envia a luz do sol e a chuva sobre os iníquos, bem como para os bons, assim, inversamente, às vezes o Seu propósito soberano foi servido por enviar a calamidade ou o mal sobre o seu próprio povo, quando desobediente, bem como sobre seus inimigos, e, assim, verificamos que, naquele tempo, seu povo Israel também sofreu por causa das três primeiras pragas. — Mat. 5:45.

      3, 4. (a) Como é que as pragas que sobrevieram ao Egito sublinham, ademais, o papel de Jeová como o Grande Oleiro? (b) Por que nos devemos interessar pelo registro sobre elas?

      3 O efeito que estas pragas tiveram sobre diversas pessoas sublinha ainda mais o papel soberano de Jeová como o Grande Oleiro. Aquelas pragas serviram ao Seu propósito no sentido de que revelaram a condição de coração dos que foram atingidos por elas. A cessação das pragas por certo endurecia o coração de Faraó e dos que, dentre seu povo, tinham seu espírito. Mas, sobrevirem as três primeiras pragas também sobre Israel não fez com que Moisés e seu povo se queixassem. Em realidade, havia uma “vasta companhia mista” de estrangeiros que aprenderam a lição de todas as pragas que vieram sobre eles, pois, de outra forma, não teriam deixado o Egito junto com os israelitas, naquela noite memorável de 14 de nisã. — Êxo. 12:38.

      4 Conforme observado anteriormente, o registro das dez pragas sobre o Egito é de interesse muito maior do que simplesmente histórico para os cristãos hodiernos. É parte de “todas as coisas escritas outrora . . . para a nossa instrução, para que, por intermédio da nossa perseverança e por intermédio do consolo das Escrituras tivéssemos esperança”. Entre as formas em que a Palavra de Deus serve para este fim, acha-se a de fornecer padrões proféticos em que certas pessoas, certos lugares e eventos têm seu correspondente em nossos dias. — Rom. 15:4.

      PADRÕES PROFÉTICOS

      5. O que se pode dizer dos padrões proféticos, e que princípio bíblico governa o entendimento deles?

      5 Os padrões proféticos em geral não apresentam verdades peculiares a si mesmos, mas, antes, corroboram e elucidam verdades expressas de forma explícita em outro lugar. Assim, os padrões proféticos indicados em Hebreus 7:26 a 10:22 servem primariamente para corroborar o que se acha mais explicitamente declarado no restante das Escrituras Gregas Cristãs, no tocante ao papel de Jesus qual sumo sacerdote. E, ao passo que não seria sábio ser dogmático a respeito de padrões proféticos não aplicados nas próprias Escrituras, parece que estas coisas se tornaram compreensíveis em razão do espírito santo de Deus, em harmonia com Provérbios 4:18, de que “a vereda dos justos é como a luz brilhante, que se torna cada vez mais clara, até o dia ficar plenamente estabelecido”.

      6, 7. (a) A quem representou Moisés? (b) Às vezes, por quem foi representado este Moisés antitípico, conforme verificado por que outro exemplo bíblico?

      6 No registro das dez pragas, que serve qual drama profético, observamos Jeová Deus, Moisés, Aarão e a nação de Israel, se oporem a Satanás, o Diabo, Faraó, seus conselheiros religiosos e o restante da nação do Egito. A quem representa Moisés? No sentido de ser ele o grande libertador de seu povo, representaria bem a Jesus Cristo, o grande Salvador e Libertador. Em realidade, o próprio Moisés predisse que um profeta semelhante a ele apareceria: “Um profeta do teu próprio meio, dos teus irmãos, semelhante a mim, é o que Jeová, teu Deus, te suscitará — a ele deveis escutar.” (Deu. 18:15) Que ele predizia a vinda de Jesus Cristo, mostra o apóstolo Pedro em Atos 3:22, 23, onde cita desta profecia e a aplica, a Jesus Cristo.

      7 Neste determinado drama, Moisés representa o próprio Jesus Cristo, mas, às vezes, Jesus Cristo pode ser representado pelos membros de sua congregação, mais especialmente, pelo restante

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