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  • Consolo numa hora de pesar
    A Sentinela — 1979 | 15 de abril
    • Atos 9:36-42; 20:9-12) A ressurreição mais notável foi a de Jesus Cristo. Mais de 500 testemunhas o viram após ele ter sido ressuscitado dentre os mortos. (1 Cor. 15:6) Este acontecimento foi tão bem corroborado, que o apóstolo Paulo podia dizer que a negação da ressurreição significava a rejeição da fé cristã como um todo. Lemos: “Se, deveras, não há ressurreição dos mortos, tampouco Cristo foi levantado. Mas, se Cristo não foi levantado, a nossa pregação certamente é vã e a nossa fé é vã. Além disso, somos também achados como falsas testemunhas de Deus, porque temos dado testemunho contra Deus, de que ele levantou o Cristo, a quem ele, porém, não levantou, se realmente é que os mortos não hão de ser levantados. Pois, se os mortos não hão de ser levantados, tampouco Cristo foi levantado. Outrossim, se Cristo não foi levantado, a vossa fé é inútil.” — 1 Cor. 15:13-17.

      Para o apóstolo Paulo e para milhões de outros, a fé inabalável na ressurreição dos mortos foi motivo de infalível consolo. Continua a sê-lo mesmo hoje em dia. Deveras, alguns talvez zombem da idéia de haver uma ressurreição, dizendo que nunca viram ninguém voltar dos mortos. Mas, será que a descrença deles os coloca numa situação melhor para enfrentar a morte? Por negarem a evidência histórica das ressurreições do passado, que consolo podem oferecer aos enlutados? Quando eles mesmos perdem parentes ou amigos queridos na morte, ajuda-lhes a sua descrença a ficarem menos tristes? Os fatos falam por si mesmos.

      Portanto, numa hora de luto, continue a tirar consolo da promessa segura de Deus, de haver uma ressurreição, conforme apresentada na Bíblia. Não há outra esperança. Não a deixe de lado. Também, tenha a satisfação de dar genuíno consolo aos enlutados, por transmitir-lhes a mensagem da Bíblia sobre a ressurreição.

  • A vida apesar de enfermidades
    A Sentinela — 1979 | 15 de abril
    • A vida apesar de enfermidades

      O REI DAVI estava seriamente enfermo, e seus adversários esperavam que morresse. Procurando ansiosamente qualquer indício de piora no estado de saúde do rei, os visitantes desejavam-lhe hipocritamente uma melhora. Depois, tinham prazer em divulgar aos outros as suas observações negativas. “Uma doença maligna o atingiu”, diziam. “Caiu na cama, nunca mais se levantará.” Até mesmo um amigo íntimo, o conselheiro de confiança, Aitofel, tornou-se traidor. — Sal. 41:6-10, Missionários Capuchinhos.

      O que ajudou a Davi a suportar este tempo de terrível aflição? Ele não perdeu a esperança, nem cedeu ao medo paralisante. Sua confiança em Deus permaneceu forte, pois, declarou: “O próprio Jeová . . . amparará [seu servo] no divã de enfermidade; certamente transformarás toda a sua cama durante a sua doença.” (Sal. 41:3) Finalmente, Davi restabeleceu-se da sua doença.

      Mas, como é que o Altíssimo ampara seus servos padecentes? Por meio de seu espírito, Jeová Deus faz lembrar ao doente os pensamentos que consolam e que fortalecem a esperança. O que Deus faz neste respeito desempenha um papel vital na recuperação. Por isso, Davi pôde dizer que Jeová transforma a cama do enfermo, mudando-a duma cama de enfermidade para uma cama de recuperação.

      É digno de nota que os médicos hodiernos chegaram a reconhecer o valor da esperança no restabelecimento duma doença. Por exemplo, o Dr. Karl Menninger, no seu livro O Equilíbrio Vital (publicado em inglês), escreveu: “Nosso atual conhecimento científico não é suficiente para reconhecer, identificar ou corretamente classificar todas as forças em operação a favor do restabelecimento, do mesmo modo como não conhecemos, em qualquer caso, todas as forças contra as quais trabalhamos. E sabemos o seguinte: Às vezes, a esperança falha, e ocorre a morte, ao passo que outras vezes a esperança perdura, e acontece o impossível.”

      Sobre os efeitos prejudiciais do desespero e do medo, a Encyclopedia Americana declara: “A operação do medo sobre a mente, muitas vezes, caso não seja corrigida, vem acompanhada das conseqüências mais sérias, especialmente na presença de doença ou na ameaça de enfermidade. Em muitas pessoas, a influência do medo é muito mais séria no seu efeito do que a pior forma de qualquer mal temido. Nas doenças epidêmicas, o terror que elas inspiram amiúde é tão fatal como a infecção — paralisando o sistema, e privando o corpo da elasticidade natural de sua resistência nervosa e a mente da animação da esperança, tornando vítimas aqueles que, em vista da idade e da robustez, têm a melhor probabilidade de escapar delas. O medo é veneno mental, e é o mais forte antagonista da saúde e da medicina.”

      Quem tem inabalável fé em Deus e nas promessas de sua Palavra está protegido contra tornar-se vítima de tal medo destrutivo. Acha consolo no fato de que qualquer padecimento, por fim, acabará. Mesmo que venha a ser pela morte, ele não é vencido pelo medo, porque a promessa de Deus, de ressuscitar os mortos, o ampara. Ao sofrer aflição, apela para Jeová Deus em busca de ajuda para perseverar. E o espírito ou a força ativa de Deus fornece a necessária energia. Adicionalmente, o doente aguarda com confiança o cumprimento da promessa bíblica: “[Deus] enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já passaram.” — Rev. 21:4.

      A esperança que esta grandiosa promessa gera pode ajudar a pessoa a ter uma perspectiva alegre em face de grande aflição por causa de doença ou acidente. Tome o caso de Roberto, de 43 anos, que passou a sofrer de câncer terminal da espinha. Os médicos disseram-lhe que tinha apenas uma semana para viver. Mas, uns quatro meses mais tarde, apesar de sua doença

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