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  • Quadros do antigo passado peruano
    Despertai! — 1979 | 8 de fevereiro
    • cadeiras, puxado por entre as pernas e amarrado na cintura. Sobre isto, os homens usavam uma camisa sem mangas para a parte superior do corpo, e um saiote curto cobria a parte de baixo. Tal saiote era seguro por um cinto largo, usualmente adornado de chocalhos. Os homens também usavam amplas capas, com largos colarinhos rodados. Sobre a cabeça, usavam pequenos barretes qual base para turbantes feitos de tiras estreitas de pano. A cobertura para a cabeça era mantida no lugar por meio dum amplo pano que corria em diagonal sobre o topo da cabeça e era amarrado abaixo do queixo. Este traje aparatoso, como comentaram os cronistas espanhóis, dava aos índios a aparência de ciganos. Durante o dia, esta peça os protegia do escaldante sol tropical e, à noite, fornecia o calor necessário para combater o vento frio e úmido que sopra para o interior, proveniente da fria corrente oceânica ao largo da costa do Peru.

      Agricultura e Pesca

      Toda uma série de jarros modelados segundo a semelhança dos principais produtos da terra revelam que os mochicas-chimus cultivavam mais ampla variedade de legumes e frutas do que seus correspondentes europeus. Sua cerâmica faz-nos lembrar que muitas das colheitas agora cultivadas em todo o mundo originaram-se no Peru, tais como a da batata-branca, da qual cerca de 30 variedades ainda são cultivadas, e o pallar, ou feijão-de-lima. Outras safras são a da batata-doce, mandioca, milho, abóbora, pimentões, amendoins, muitos tipos de vagens e de milho para pipocas, para as quais os oleiros inventaram uma panela especial para pipocar.

      Por volta da casa, que chamavam de an, os índios criavam perus, patos e um tipo de cão mudo. Conservavam cuyes (porquinhos-da-índia) nos cantos escuros de suas moradias e os usavam como alimento, algo ainda feito por muitos peruanos hodiernos.

      Tais índios aproveitavam outra fonte abundante de alimento — os peixes. Os jarros mostram pescadores mochicas-chimus pescando com suas redes e anzóis de pequenos barcos de tábua. Apanhavam peixes, polvos, lagostas e uma variedade de moluscos, todos os quais são fielmente representados em sua cerâmica.

      Guerra e Religião

      A civilização mochica-chimu, pelo que parece, dividia-se em muitos reinos locais, que constantemente combatiam uns aos outros. E os cativos em tais lutas eram sacrificados aos deuses.

      Tais índios praticavam degradante forma de adoração, conforme evidenciado pelos vasos que explicitamente representam muitos atos sexuais desnaturais. Os vasos também representam muitos deuses e demônios com traços humanos, combinados com os de animais e plantas.

      Na verdade, os jarros encontrados na costa do Peru representam um quadro do modo em que realmente se vivia entre os mochicas-chimus. Embora não expresso por palavras, o testemunho é inequívoco em apontar a existência duma civilização antiga que era bem avançada, em muitos sentidos, embora estivesse afundada na religião falsa.

  • Notável recorde
    Despertai! — 1979 | 8 de fevereiro
    • Notável recorde

      UM CAMELO necessita aproximadamente a mesma quantidade de água quanto um cavalo. Quando há água disponível, o animal beberá de cerca de dezenove a mais de 26 litros por dia. No entanto, o que há de notável sobre o camelo é que pode sobreviver sem água por um período prolongado. Transportando uma carga de mais de 180 quilos, poderá passar oito dias sem água. Um recorde excecional para um camelo é o de 34 dias sem beber água.

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