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    Nosso Ministério do Reino — 1973 | março
    • ministeriais como substitutos, se não houver anciãos suficientes para cuidar de todos os grupos de estudo de livro.

      Numa congregação grande, onde há mais que suficientes anciãos para cuidar de todos os grupos de estudo de livro, talvez não seja necessário que o superintendente presidente sirva como dirigente de estudo de livro. Entretanto, se não houver suficientes anciãos para cuidar de todos os grupos, será proveitoso que o superintendente presidente sirva como dirigente de estudo de livro. Se ele for o único ancião a assistir regularmente a certo estudo de livro, então, naturalmente, espera-se que ele seja o dirigente do estudo. Quando visitar outros grupos de estudo de livro uma ou duas vezes por ano, dependendo das necessidades dos grupos individuais, aquele que serve como seu ajudante poderá cuidar do estudo de livro na sua ausência.

      Não deve ser necessário que o superintendente presidente passe muito tempo visitando grupos onde anciãos são dirigentes, visto que os anciãos devam estar bem qualificados como instrutores e de outro modo capazes de cuidar corretamente das necessidades do grupo. Entretanto, em certos casos talvez seja aconselhável passar várias semanas visitando grupos em que servos ministeriais dirigem o estudo como substitutos, em harmonia com o que se diz na página 71, parágrafo 2, do livro “Organização”.

  • Apresentando as Boas Novas — “Quem é?”
    Nosso Ministério do Reino — 1973 | março
    • Apresentando as Boas Novas — “Quem é?”

      1 Quando o morador não quer abrir a porta, mas pergunta: “Quem é?”, o que lhe responde?

      2 Usualmente não sabemos qual a situação do outro lado da porta, de modo que a primeira coisa a fazer é ser bondoso e mostrar consideração na nossa resposta. Não é bom estabelecer regras para todas as situações. As pessoas e as circunstâncias variam muito. Nas cidades grandes, por exemplo, as pessoas amiúde parecem ter menos tempo e parecem ser menos tolerantes. Em outras partes, respondem melhor e estão dispostas a conversar.

      3 Se variarem as situações e as pessoas, então deve variar também o que lhes dizemos. Em algumas regiões, os publicadores acham que é melhor identificar-se pelo nome e pela organização, de modo rápido e claro. Em outras partes, identifica-se a mensagem e o objetivo da visita. Em qualquer caso, o objetivo é remover o temor e vencer o preconceito, para que se abra a porta. Se isso não acontecer, então o objetivo é ver se se pode dar alguma espécie de testemunho ou deixar alguma publicação, mesmo apenas um convite ou um tratado.

      4 Nos lugares onde os moradores têm medo e a voz deles for séria, talvez se possa dar o nome e depois dizer: “Sou uma das testemunhas de Jeová e gostaria de falar-lhe por um minuto.” Se a porta for aberta, poderá fazer-se a apresentação regular. Se a porta não for aberta e se achar que é por medo, poderá dizer-se: “Compreendo. As condições estão hoje ruins em toda a parte e as pessoas receiam abrir a porta. Vou deixar este tratado debaixo da sua porta, para a sua informação.” Alguns publicadores dizem então que têm a publicação descrita no tratado, se a pessoa desejar. Quando nos identificamos claramente, bem como o objetivo da nossa visita, poderemos achar que a responsabilidade então recai sobre o morador, por não querer escutar a mensagem.

      5 Em alguns bairros, os publicadores aprenderam que, quando o morador pergunta: “Quem é?”, ele não necessariamente espera que o publicador se identifique claramente por nome e pela organização com que as associa. Neste caso, lembrando-nos do tema usado, poderíamos dizer algo assim: “Estamos empenhados num serviço de interesse público. Muitas pessoas sinceras ficam preocupadas com a crescente impiedade. Nós achamos que temos algo que ajudará aos que desejam alguma coisa melhor. Terei prazer em explicar-lhe isso com poucas palavras.”

      6 Um publicador habilitado conta que, depois de tentar muitas coisas diferentes num território urbano onde há principalmente edifícios de apartamentos, ele achou que o mais eficiente é dizer simplesmente: “Meu nome é. . . . . Eu gostaria de falar-lhe por um momento.” Quando o morador quer saber mais, então a pessoa poderá identificar-se claramente. Alguns dizem: “Eu sou do Salão do Reino aqui na rua (e dão o endereço).” Não importa qual a resposta do morador, não mostremos nosso desapontamento, mas, antes, mostramos compreensão. Muitos estão preocupados com a sua segurança, e nós podemos mostrar que compreendemos isso.

      7 Não precisamos deixar que tais experiências reduzam nossa felicidade no serviço de casa em casa. Alegramo-nos quando as pessoas abram prontamente a porta e escutam o que temos a dizer. Mas em alguns lugares, onde as pessoas são mais cautelosas podemos encarar isso como desafio. Procure maneiras diferentes de falar; converse com outros publicadores e ouça o que eles têm a dizer.

  • Notícias Teocráticas
    Nosso Ministério do Reino — 1973 | março
    • Notícias Teocráticas

      ◆ Foram realizadas com bom êxito as 25 assembléias de distrito “Regência Divina” no Brasil, com o total de 129.949 pessoas que assistiram o discurso público e 3.655 foram imersas.

      A assistência e o número de imersos nas respectivas assembléias foram os seguintes:

      Cidade Assistência Imersos

      Rio Branco 706 14

      Manaus 1.750 81

      Belém 1.236 42

      São Luis 965 52

      Fortaleza 1.730 77

      Recife 7.286 229

      Salvador 25.452 406

      Jequié 1.443 72

      Niterói 4.800 74

      Rio de Janeiro 23.145 533

      São Caetano 11.440 336

      São Paulo (1) 17.657 578

      São Paulo (2) 5.965 245

      São José do Rio Preto 2.500 89

      Campinas 5.211 196

      Marília 1.620 70

      Curitiba 2.914 111

      Londrina 3.810 105

      Florianópolis 1.382 30

      Porto Alegre 5.176 138

      Santa Maria 1.240 56

      Goiânia 2.521 121

      Falta a assistência de Belo Horizonte, Campos e Juiz de Fora, visto que na ocasião da impressão do MR ainda não foram realizadas.

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    Nosso Ministério do Reino — 1973 | março
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      ● Oferta para março: O livro “Verdade” por Cr$ 1,75.

      Abril: O livro “Impossível Que Deus Minta” ou o livro “Vida Eterna” e um folheto, por Cr$ 3,50. Ambos os livros e dois folhetos podem ser colocados por uma contribuição de Cr$ 7,00.

      Maio: Assinatura de “Despertai!”, por um ano, por Cr$ 10,00. Em vez de três folhetos, ofereceremos um livro grátis com cada nova assinatura (de um ano) angariada durante maio. Os livros que vamos usar desta maneira serão os que foram publicados antes de 1961 (inclusive), de tamanho normal, e isto inclui livros tais como “Santificado Seja o Teu Santo Nome”, “Seja Feita a Tua Vontade na Terra”, “Está Próximo o Reino” e outros. Mais informações sobre esta oferta serão dadas no “Ministério do Reino” de abril.

      ● Publicações disponíveis:

      “Escute o Grande Instrutor”, em português: preço para público: Cr$ 1,75; publicador: Cr$ 1,40; pioneiro: Cr$ 0,35.

      “Caiu Babilônia, a Grande, . . .”, em português; preso para público: Cr$ 3,50; publicador: Cr$ 3,15; pioneiro: Cr$ 0,70.

      “Anuário” em português, preso para publicador: Cr$ 3,50; pioneiro: Cr$ 1,05. Os pioneiros que estavam na lista antes de 1.º de julho de 1972 podem receber um exemplar grátis para uso pessoal.

      Folheto “Regência Divina — Única Esperança de Toda a Humanidade”, de 32 páginas, em português.

      Volumes encadernados da “Sentinela” e de “Despertai!” de 1972, em português. O custo é de Cr$ 17,50 cada.

      ● Por certos motivos, achamos conveniente voltar à maneira original do símbolo e número das congregações nas cidades que têm mais de uma congregação. Continuaremos a usar o símbolo (U-1, U-2, etc.) e não (C-1, C-2, etc.)

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