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  • Uso apropriado de convites e fórmulas
    Nosso Ministério do Reino — 1971 | outubro
    • Uso apropriado de convites e fórmulas

      1 Com o objetivo de realizar a obra da pregação de modo mais eficiente e para promover os interesses da verdadeira adoração, a Sociedade torna disponíveis convites e fórmulas a serem usados de modo apropriado pelas congregações. — Luc. 16:10, 12.

      2 Cada fórmula se destina a um fim específico, contribuindo muito para o fácil desempenho da atividade ministerial e dos deveres dos servos. A maioria das fórmulas são fornecidas gratuitamente. Algumas são itens a dinheiro. No entanto, o fornecimento gratuito não significa que a Sociedade não gaste grandes somas de dinheiro, contribuído pelos irmãos, para promover assim os interesses do Reino. Em vista disso, a cooperação e o discernimento correto mostram que se deve evitar o uso de qualquer fórmula para fins diversos dos indicados. Pelo mesmo motivo, as fórmulas não são remetidas por via aérea, a menos que a congregação envie uma remessa para pagar a despesa adicional. Sugere-se que as fórmulas sejam bem guardadas, quer por quem as use, quer num só lugar na congregação, livre de poeira e umidade. Sempre se deve usar primeiro o estoque antigo. Mesmo que haja pequenas alterações numa fórmula, use primeiro o estoque antigo, a não ser que a Sociedade dê instruções diferentes.

      3 A Sociedade imprime todas as fórmulas consideradas necessárias para o uso das congregações, dos pioneiros, dos servos de circuito e de distrito. Esta é uma prerrogativa do corpo governante do “escravo fiel e discreto”. (Mat. 24:47) Portanto, não estaria em harmonia com o arranjo instituído por Jeová na sua organização se os irmãos nas congregações ou os servos de circuito e de distrito imprimissem os seus próprios exemplares das fórmulas da Sociedade ou de qualquer outra fórmula que acharem desejável ter. A Sociedade recomenda fortemente que se usem apenas as fórmulas impressas pela Sociedade. O mesmo princípio se aplica a imprimir folhas de instruções, tabelas ou outra matéria relacionada com a obra do Reino.

      4 Os convites, por sua vez, contribuem diretamente para anunciar as boas novas do Reino, indicando o Salão do Reino ou outros locais de reunião e despertando o interesse do público. A distribuição de convites para conferências públicas, quer realizadas nos Salões do Reino, quer em outra parte, mantêm a obra do Reino destacada diante do público. O uso apropriado de convites no território da congregação, ou por ocasião duma assembléia, é um dos meios de tornar conhecido o Deus a ser adorado.

      5 O superintendente, junto com o servo de revistas e território, desejará estar bem atento a que haja na congregação um suprimento de convites para o uso dos publicadores. São itens a dinheiro, de modo que os servos devem usar de bom critério ao fazerem o pedido dos mesmos. A impressão requer certo tempo, usualmente seis semanas, desde o recebimento do pedido na Sociedade. Podem-se imprimir os títulos de seis ou mesmo sete discursos num só convite, de modo que o superintendente desejará planejar com cuidado as séries de discursos públicos para sua congregação. Prestar-se-á um bom serviço aos irmãos se tais pedidos forem feitos de forma bem legível, de preferência escritos à máquina ou em letras de fôrma. Visto que se trata de algo que representa a organização de Jeová e seu Reino, os servos que preenchem os pedidos deverão certificar-se de que o nome do orador, o nome do local e o endereço sejam escritos corretamente. O servo ajudante, ou outro servo capaz, na ausência dele, fará o obséquio de sempre verificar o pedido.

      6 Uma vez recebidos os convites, devem ser utilizados de modo apropriado; isto é, todo publicador fará esforço de usar os que tiver em mãos. Quando se esgotar o tempo para o seu uso e ainda sobrarem alguns, o superintendente ou o servo de estudo de livro poderá sugerir que alguns publicadores simplesmente trabalhem numa parte do território colocando-os sob as portas dos lares ou por entregá-los às pessoas na rua ou em lugares movimentados. É um trabalho que até mesmo os jovens poderão fazer com alegria, e anunciar publicamente a mensagem do Reino. — Sal. 148:12, 13.

  • Somos amigos tanto quanto instrutores?
    Nosso Ministério do Reino — 1971 | outubro
    • Somos amigos tanto quanto instrutores?

      1 “Más associações estragam hábitos úteis”! Quantas vezes já ouvimos esta verdade básica! Entretanto, a idéia da reação invertida: ‘Boas associações cultivam bons hábitos’, tem sólido apoio bíblico. — 1 Cor. 15:33; Pro. 13:20.

      2 Podemos aplicar este princípio aos nossos próprios estudantes da Bíblia. Como podemos substituir os amigos atuais deles, alguns dos quais talvez sejam pessoas honestas e sinceras, mas que não são boas associações no que se refere à verdade? Precisamos ser mais do que instrutores destes estudantes. Precisamos ajudar os estudantes a ter amigos entre os verdadeiros cristãos. Nós mesmos precisamos ser amigos destes estudantes.

      3 É na própria congregação que podemos começar a ajudá-los a encontrar bons amigos. Sobre isso disse certo casal: “Demonstramos hospitalidade por convidá-los ao nosso lar, onde encontram companhia e associação Teocráticas. Procuramos fazer com que outros irmãos e irmãs, e famílias, de sua própria idade, estejam presentes, para que possam arranjar novos amigos. . . . Procuramos levar os recém-associados logo às reuniões. . . . Levamo-los conosco aos congressos.” Outro casal, que com o correr dos anos levou centenas de pessoas a ter um conhecimento da verdade, explicou seu bom êxito: “Criar amigos íntimos . . ., não apenas ter uma relação mecânica de instrutor e estudante. . . . Convidá-los à nossa casa. Em geral, ser generoso, bondoso e hospitaleiro parece ser contagioso, e comumente se desenvolve uma relação boa, íntima e amorosa do tipo família. Eles logo retribuem por convidar os amigos à sua casa, não demora muito até que tenham somente associações Teocráticas, o que os faz amadurecer depressa.”

      4 Existem diversas outras possibilidades que nos ajudarão a estabelecer amizade mais íntima com nossos estudantes da Bíblia. Por exemplo: Podemos telefonar-lhes amigavelmente. Podemos visitar com eles museus para ver artefatos que ajudam a provar o registro bíblico. Uma viagem ao interior ou uma visita a um parque os ajudará a apreciar as maravilhas da criação.

      5 Em tais ocasiões a chave do bom êxito para conseguir que se tornem amigos cristãos é: Em cada situação, tenha em mente pontos que lhes mostrem o valor das verdades bíblicas e do modo cristão de vida. Nossa conduta cristã atrairá continuamente estas pessoas de coração reto. Podemos passar um tempo agradável com eles, gastando a noitinha em palestras, em contar experiências e em falar sobre a verdade. Entretanto, precisamos estar atentos a evitar envolvimento em atividades sociais que eles talvez queiram organizar, se estas forem prejudiciais para o bem-estar cristão.

  • Visitas subseqüentes
    Nosso Ministério do Reino — 1971 | outubro
    • Visitas subseqüentes

      1 Sem dúvida, durante a atual campanha de assinaturas, tem acumulado nomes e endereços de alguns que indicaram a disposição de fazer a assinatura para “A Sentinela” numa outra ocasião. Por que não ajuntar estes nomes e reservar algum tempo, antes do fim de outubro, para que os que expressaram interesse possam receber “A Sentinela” durante o ano vindouro?

      2 Ao fazer tais visitas, poderá reestimular o interesse mediante uma apresentação breve, tal como a seguinte: “Quando o visitei anteriormente, para que pudesse receber regularmente a revista ‘A Sentinela’, indicou-me que gostaria de assinar para ela numa outra ocasião. Em vista da informação importante em cada número da ‘Sentinela’, para si mesmo e para sua família, fiz empenho especial para voltar. Jesus indicou, em Mateus 4:4, que o homem tem de viver não somente de pão, salientando assim que o alimento espiritual encontrado na Palavra de Jeová é vital. A revista ‘A Sentinela’ destina-se especialmente a satisfazer tal necessidade, e eu terei prazer em cuidar de que comece a recebê-la regularmente. Deve lembrar-se ainda de que receberá 24 números durante o ano, por apenas Cr$ 6,00.”

      3 Há muitos outros que assinaram no ano passado e que não renovaram a assinatura. A congregação tem recebido folhas de assinatura expirada referentes a estes. Uma pronta visita subseqüente poderá induzir a tais a ter renovado interesse e a renovarem sua assinatura. Convém dizer-lhes que está visitando anteriores assinantes porque acha que apreciam os valores espirituais. Em geral, poderá considerar com eles o sermão corrente e mostrar-lhes o tipo de artigos que poderão ler se renovarem agora sua assinatura. Quer a renovem, quer não, procure edificá-los espiritualmente, e se possível, anime-os a terem um estudo bíblico.

      4 Ao fazer tais visitas subseqüentes, ajude as pessoas a ver a vantagem de receberem regularmente, no lar, algo da Palavra de Jeová, que lhes fortaleça a fé. Aproveitemos toda oportunidade para angariar assinaturas neste último mês da campanha.

  • Relatório de Julho
    Nosso Ministério do Reino — 1971 | outubro
    • Relatório de Julho

      Méd. Méd. Méd. Méd.

      Publ. Hrs. Rev. E.B. R.Av.

      Pion. E. 849 142,4 53,4 7,3 52,2

      Pion. 1.249 97,8 35,6 5,1 67,0

      Pion. F. 2.388 92,7 30,4 2,6 57,4

      Publ. 63.916 10,0 4,4 0,7 5,3

      TOTAL 68.402

      Recém-dedicados batizados: 516

      ALVO DO BRASIL PARA 1971: 66.153 Publicadores

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