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Por que esta é uma ‘geração insegura’?Despertai! — 1979 | 22 de maio
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suicídio de cada quatro envolve uma pessoa de mais de 65 anos.
Vivendo nesta geração, com todos os seus problemas e suas incertezas, poderá existir qualquer estabilidade? O que pode ser seguro? Convidamo-lo a considerar a evidência, ao propor a si mesmo a pergunta:
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Quem pode sentir-se seguro atualmente?Despertai! — 1979 | 22 de maio
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Quem pode sentir-se seguro atualmente?
ALIMENTO, roupa e abrigo são necessidades básicas da vida. Sem elas, nosso apego à vida não pode estar seguro.
Se alguém se oferecesse a lhe dar todas essas coisas essenciais, em ampla medida, certamente lhe perguntaria: “Sob que condições?” Tal promessa, a um preço alto demais, dificilmente seria uma dádiva. Todavia, em termos aceitáveis, que bênção seria!
Válida Avaliação
Em seu famoso Sermão do Monte, Jesus Cristo foi realístico em avaliar as exigências materiais da vida. Sua ênfase, contudo, foi no sentido de que não deveríamos ‘nunca ficar ansiosos’ quanto a obtê-las. Por quê? Existem bons motivos. Talvez aprecie examinar por si mesmo, em sua Bíblia, Mateus 6:31-33, ou o relato paralelo de Lucas 12:29-31.
Podemos notar que Jesus, ali, reconheceu que a grande maioria jamais acataria seus conselhos. Antes, manter-se-ia em ‘ansiosa expectativa’, buscando obter bens materiais. Para tais pessoas, então, tais bens se tornam um fim em si mesmo. Todavia, conforme vimos, que segurança realmente trazem?
No mesmo contexto, Jesus falou de tesouros acumulados “onde a traça e a ferrugem consomem, e onde ladrões arrombam e furtam”. (Mat. 6:19, 20) Com todas as riquezas excelentes hoje disponíveis, os que as possuem não estão usufruindo maior senso de segurança do que as pessoas possuíam no passado. Mais importante é que seguir seu exemplo seria ignorar as riquezas duma espécie superior. Jesus avisou sobre tal conceito a curto prazo da vida, afirmando: “Mesmo na abundância, a vida do homem não é assegurada por seus bens.” — Luc. 12:15, A Bíblia de Jerusalém.
Onde, então, pode-se achar a verdadeira segurança? Não apenas em reconhecer que nosso Pai celeste está plenamente cônscio de nossas necessidades, mas em reconhecer que Ele se obrigou perante nós a supri-las todas. Em que termos? Simplesmente se ‘buscarmos primeiro seu reino e sua justiça’. (Mat. 6:33) Considere as seguintes experiências da vida real, e avalie como isto pode funcionar na prática.
Escolha de Prioridades
Em todo o mundo há mais de dois e um quarto milhões de testemunhas cristãs de Jeová que estão buscando em primeiro lugar o reino de Deus. Entre elas, há cerca de 75.000 que se apresentaram para gastar, em média, 1.000 horas por ano em pregar e ensinar as “boas novas do reino”. (Mat. 24:14) Tais homens e mulheres são chamados de “pioneiros”, visto que suas designações de território podem amiúde levá-los a áreas incomuns, e até mesmo remotas.
Se fôssemos igualar seu número total de horas (aproximadamente 75 milhões) com valores financeiros, tomando uma taxa horária de 1,10 libras esterlinas (uns Cr$ 46,00), então, anualmente, seu tempo vale 82.500.000 libras esterlinas (uns Cr$ 3.450.000.000,00). Todavia, todo este tempo é oferecido gratuitamente e com freqüência por pessoas que deixaram empregos bem pagos, até mesmo profissões liberais, para ter tal privilégio.
Um repórter especialista em religião, tendo avaliado o trabalho de tais pioneiros, chegou à conclusão: “Em geral, sua vida é felizmente frugal . . . seu comportamento (o das Testemunhas de Jeová) é governado pela fé absoluta e profundo senso de dever, o qual não possui vínculos financeiros e nem recompensas materiais.”
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