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Não Há Evolução no Ventre
● Antigamente, uma das idéias prevalecentes dos evolucionistas era a ‘teoria da repetição’. Segundo ela, o bebê em desenvolvimento, no ventre da mãe, passa pela história evolucionária da humanidade. Embora esta teoria tenha sido rejeitada pela maioria dos evolucionistas, quaisquer dúvidas que talvez restassem quanto à sua validade devem ser resolvidas pelos achados de novos dispositivos de controle pré-natal, tais como os examinadores ultrassônicos e os minúsculos microscópios inseridos no ventre, para registrar o desenvolvimento do bebê. Estes, conforme noticiou a United Press International, “dissiparam muitos mitos sobre o desenvolvimento humano”.
O serviço noticioso declarou: “Os métodos que usam monitores tais como o fetoscópio e os examinadores ultrassônicos, que reproduzem a figura do feto por nascer, têm demonstrado que o homem não passa pela evolução completa da vida — desde o primitivo organismo unicelular até a criatura aquática semelhante ao peixe, e até o homem. . . . Cada passo no processo do desenvolvimento do feto é especificamente humano.”
A Igreja Perde Poder
● Não faz muito tempo, a Igreja Católica Romana dominava os assuntos da província de Quebeque, no Canadá. Mas esta situação mudou dramaticamente nas últimas duas décadas. O jornal The Gazette de Montreal ostentou recentemente a manchete de primeira página: “Como a Igreja perdeu seu poder sobre o povo.” Declarou: “Os sacerdotes católicos romanos não mais são a consciência do Canadá francês. Foi-lhes arrancado o poder. Sua igreja foi posta de joelhos.” O jornal observou que o poder se encontra agora totalmente nas mãos das autoridades políticas e que “o poder da Igreja . . . é aproximadamente zero”.
O jornal mostrou que grande parte desta mudança se deve ao seguinte: “Havia regras eclesiásticas demais. Havia sacerdotes demais. Havia frades e freiras demais. Havia poder demais, dinheiro demais, mas não bastante misericórdia.”
Reconhecendo este desenvolvimento, o Arcebispo Gilles Ouellet, de Rimouski, declarou: “Quebeque não é mais uma sociedade católica. Duvido que se possa dizer que é hoje uma sociedade cristã.”
Em Montreal, a maior diocese do Canadá, o Bispo Auxiliar Jean-Marie Lafontaine disse que apenas 35 por cento dos 1.695.000 católicos ali compareciam à igreja com certa regularidade. Em Longueuil, o Bispo Bernard Hubert disse que dentre o meio milhão de católicos na sua diocese apenas de 20 a 25 por cento assistiam ainda à Missa aos domingos.
The Gazette comentou que Le Grand Seminaire (O Grande Seminário) de Montreal “parece mais uma antiguidade prestes a ser raspada, polida, e a receber [um] novo papel mais útil. O número dos que ingressam no sacerdócio caiu [em mais de] 75 por cento nas últimas duas décadas — de 135 em 1960 para uns 20 hoje”.
Em diversos graus, uma situação similar confronta não só o catolicismo romano, mas também a maioria das igrejas ortodoxas em muitas partes do mundo. O poder destas igrejas continua a declinar ao passo que o poder das forças antireligiosas aumenta. — Revelação (Apocalipse), cap. 17.
Não Há Distinção Entre Clérigos e Leigos
● O clérigo presbiteriano Thomas Gillespie, da Califórnia, EUA, escreveu em Theology Today que a separação de somente os clérigos para treinamento e instrução como ordem “superior”, sendo o laicado classificado como ordem “inferior”, “é alheio ao entendimento teológico do laicado nas Escrituras”.
Embora observasse que a Bíblia não mostra papéis diversos de liderança, Gillespie declarou que todo o “povo de Deus” é comissionado para fazer a obra de Deus. Ele disse: “No que se refere a este ministério aos povos da terra, não há nem a mínima justificativa . . . para esta distinção ‘em níveis diversos’ entre o ‘crente comum’ e o ‘clero’, entre o ‘novato’ e o ‘profissional’, que carateriza nosso uso contemporâneo do termo ‘laicado’.”
O clérigo disse que há necessidade de se “honrar a visão bíblica de união do ‘laos’ [povo, em grego] de Deus, do ministério de todos os membros”. Ele acrescentou: “Isto só será alcançado se os ‘não-clérigos’ estiverem dispostos a subir, se os ‘clérigos’ estiverem dispostos a ceder lugar e se todo o povo de Deus estiver disposto a sair.”
Mas, evidencia-se tal disposição em qualquer das principais religiões da cristandade?