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  • O “diário de uma criança por nascer” utilizado na escola
    Despertai! — 1983 | 22 de maio
    • O “diário de uma criança por nascer” utilizado na escola

      MINHA PROFESSORA de inglês pediu à classe que escrevesse um relatório sobre alguma revista recente que tivéssemos lido. Naquela época a edição corrente de Despertai! trazia uma série de artigos sobre o aborto. Visto que abortos ocorrem freqüentemente, mesmo entre alunas do curso secundário, escolhi esse assunto. Quando apresentei meu relatório à classe, li o “Diário de Uma Criança por Nascer”. (Despertai! de 8 de novembro de 1980, página 16) A classe ouviu atentamente e, no fim, quando o bebê disse “hoje minha mãe me matou”, praticamente todo mundo suspirou de pesar.

      Depois da aula certa moça se dirigiu a mim e perguntou: “Posso obter essa revista?” Explicou que sua mãe desejava submeter-se a um aborto mas, ela gostaria muito de ter um irmãozinho ou uma irmãzinha — de preferência um irmãozinho. Dei-lhe a revista, ela a deu à sua mãe, e na manhã seguinte a mãe anunciou que mudara de idéia. Teria o bebê, não faria aborto. Mais tarde a mãe fez um teste para determinar o sexo do bebê — seria menino. A moça ficou radiante!

      Eu também. Dar testemunho a outros pode salvar vidas em mais de uma maneira! — De uma jovem Testemunha em Ontário, Canadá.

      Ao cursar o terceiro ano do curso secundário, um grupo de nós recebeu a incumbência de elaborar uma peça sobre qualquer coisa relacionada com o lar. Propus o tema do aborto, e meus colegas aceitaram. A peça dizia respeito a uma família em que seus membros faziam o que bem entendiam. A filha fornicou e engravidou. Quando o restante da família soube, os vários membros opinaram sobre o que devia ser feito, mas a decisão coube à moça. Enquanto ela pensava, em pé na frente do palco, ouviu-se uma gravação do “Diário de Uma Criança por Nascer”. A peça terminou com o último assentamento no diário: “Hoje minha mãe me matou.”

      Houve silêncio. Muitos dos da classe ficaram ali sentados com lágrimas rolando pela face. Outros continham as lágrimas. Todos estavam profundamente comovidos pelo “Diário de Uma Criança por Nascer”. Finalmente a professora, ela mesma de olhos umedecidos, solicitou: “Bem, vocês não vão aplaudir?” Quebrado o encanto, os aplausos irromperam livremente. A professora perguntou onde obtive essa informação e eu mostrei-lhe o diário, publicado na revista Despertai!.

      Essa peça provocou muitos comentários tanto entre alunos como entre professores. — Experiência de uma Testemunha de Ensenada, Baixa Califórnia Norte, México.

  • “Annie” inocente demais
    Despertai! — 1983 | 22 de maio
    • “Annie” inocente demais

      Informa-se que o grande filme Annie foi originalmente classificado como G [censura livre] pela censura americana. O produtor preocupou-se achando que a classificação G não atrairia muito. Pediu que um dos diálogos de Carol Burnett fosse reescrito para incluir alguma imprecação. Isso foi feito e o filme foi reclassificado PG [censura livre, mas sob controle dos pais]. Agora, concluiu-se, o filme seria mais atraente para o público da nova moralidade. — New York Sunday News Magazine, 16 de maio de 1982.

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