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  • A escravidão cristã proporciona verdadeiros amigos
    A Sentinela — 1970 | 15 de julho
    • de Deus em contraste com ser escravo daquilo a que ele se opõe. Uma carta bíblica dirigida aos cristãos diz: “No entanto, agora, porque fostes libertos do pecado, mas vos tornastes escravos de Deus, tendes o vosso fruto no modo da santidade, e, por fim, a vida eterna. Pois o salário pago pelo pecado é a morte, mas o dom dado por Deus é a vida eterna por Cristo Jesus, nosso Senhor.” (Rom. 6:22, 23) Sim, por se tornar ‘escravo de Deus’ tem assegurada a promessa da vida eterna.

      Não pode fugir disso: Nenhum homem realmente é inteiramente livre. Os homens que pensam que são livres para viver em harmonia com a sua consciência são realmente escravos de seus próprios desejos carnais. São escravos do pecado. Mas não querem admitir isso.

      Em certa ocasião, um homem acusou um ministro cristão que fazia visitas de casa em casa: “Aquela Bíblia que usa é o seu esteio. Seus pensamentos não são os seus próprios; são os tirados daquele livro!” O ministro trouxe à atenção do homem a biblioteca de livros que cobria algumas das paredes do lar dele. O ministro indicou, com tato, que as idéias deste homem eram os pensamentos de filósofos, os quais ele citava constantemente.

      E isto é um fato. Todos nós temos pensamentos que se originam duma fonte externa. Moldam nosso modo de pensar e de proceder. Quão felizes podem ser os escravos cristãos de que são motivados pelos pensamentos e pelas ações de Deus e Cristo!

      GRANJEADOS VERDADEIROS AMIGOS

      Jesus Cristo mostrou a grande amizade que resulta da servidão cristã. Disse aos seus discípulos: “Vós sois meus amigos, se fizerdes o que vos mando.” (João 15:14) Observe cuidadosamente esta condição em que se baseia tal amizade. Está condicionada a se fazer o que Cristo e seu Pai dizem. Nunca queremos perder de vista este fato. A questão pode ser belamente ilustrada.

      É similar a de um pai que passeia com o filho pela praia. Brincam e riem juntos. O pai corre e sobe numa duna de areia, com o filho, e eles realmente se dão bem juntos. O filho olha para o pai e pergunta: “Papai, sou seu amigo?” O pai responde: “Sim, filho, naturalmente que é meu amigo.”

      Mais tarde, o pai diz ao filho que está na hora de irem para casa. O filho hesita: “Mas ainda não quero entrar. Quero ficar aqui fora e brincar.” O pai adverte: “Ora, é melhor que me obedeça, se sabe o que é bom para você.”

      “Mas, papai, pensei que dissesse que éramos amigos.”

      “Sim”, concorda o pai. “Somos amigos enquanto fizer o que eu lhe digo.”

      Assim é com a nossa amizade, como cristãos, com Deus e Cristo. A relação maravilhosa que temos se deve à nossa obediência às ordens deles. Nunca queremos perder esta amizade. Mas, lembre-se de que é a escravidão cristã que proporciona tais amigos verdadeiros.

  • Deixaram de ir à igreja
    A Sentinela — 1970 | 15 de julho
    • Deixaram de ir à igreja

      AS IGREJAS da cristandade se encontram hoje num estado de declínio. A freqüência às igrejas e o apoio a elas diminuem cada ano, num país após outro. Muitos abandonam as suas respectivas igrejas por causa daquilo que vêem nelas e por desejarem a verdade da Bíblia. As duas experiências que seguem ilustram o que está acontecendo. A primeira vem do Canadá.

      “Logo cedo na vida tornei-me membro da religião pentecostal, por ser a religião de meus pais. Contudo, dava-me conta de que nem todas as religiões podiam estar certas, visto que ensinavam tantas idéias diferentes e contraditórias. Por isso, costumava dirigir-me ao meu pastor no Templo do Calvário, em Winnipeg, no Canadá, e discutir estas coisas com ele.

      “Interroguei-o sobre a Trindade. Nunca jamais ele me deu uma resposta direta, mas disse-me repetidamente que era um mistério exatamente como três pessoas podiam ser um só Deus, e que eu tinha de aceitar tal ensino à base de fé. Outro ensino da religião pentecostal que me preocupou por muitos anos era o de que todos os bons vão para o céu. Achei isso difícil de aceitar. Perguntei-lhe: ‘Por que criou Deus este globo terrestre? Ia simplesmente abandoná-lo e levar-nos todos para o céu?’

      “‘Sim’, respondia-me sempre o pastor. Minha confusão aumentava e eu buscava cada vez mais a verdade de Deus. Em 1967, deixei de freqüentar o Templo do Calvário e comecei a orar seriamente pedindo orientação. Pouco depois, naquele mesmo ano, senti a necessidade de mudar de emprego, e, embora sem saber por que, fiz isso. Aceitei o cargo de gerente do departamento de animais de estimação numa loja. Tinha uma empregada sob as minhas ordens. Começamos a ter muitas palestras sobre a vida em geral. Observei prontamente que os comentários dela continham citações da Bíblia. Isto me interessou, e não levou muito tempo até que me dei conta de que esta senhora me falava a verdade da Palavra de Deus. Sim, reconheci que era isto o que havia procurado.

      “Não me importei de que esta senhora humilde fosse testemunha de Jeová, nem que a maioria das pessoas pareciam ter preconceito contra ela. Dava-me conta de que as testemunhas de Jeová tinham a verdade da Bíblia e senti-me muito feliz de ter encontrado o modo de aprendê-la.

      “Roguei literalmente a esta senhora que estudasse a Bíblia regularmente comigo. Ela e seu marido começaram a fazer isso. Fiquei tão alegre, que parecia não haver conhecimento que bastasse para mim. Duas semanas depois de começar a estudar com eles, perguntei se podia acompanhá-los na sua obra de pregação de casa em casa. Ficaram surpresos, mas incentivaram-me bondosamente a adquirir primeiro mais conhecimento da Bíblia. Desliguei-me da Igreja Pentecostal, e desde maio de 1968 tenho a alegria e felicidade de transmitir a verdade de Deus a outros como um dos seus servos dedicados.

      “Olhando para trás, para os meus dias no Templo do Calvário, compreendo agora por que não pude obter uma compreensão clara do seu ensino da Trindade, da imortalidade da alma e do fogo do inferno. A razão é que tais coisas realmente não são ensinadas pela Bíblia.”

      A segunda experiência é de uma senhora na África do Sul. Ela escreve:

      “Pertenci à Igreja Reformada Holandesa aqui em Johannesburg, na África do Sul, e meu filho, estudante universitário, pertencia à Igreja Metodista. Certo dia falávamos sobre os ensinos de nossas igrejas, e descobrimos, para a nossa consternação, que nenhum de nós sabia coisa alguma sobre a Bíblia Sagrada. Reconhecemos que alguma coisa estava bem errada, mas pensávamos que a culpa era nossa. Por isso decidimos escutar no futuro com mais atenção na igreja, para ver o que podíamos aprender. Mas, durante as próximas semanas, verificamos que, não importa quão cuidadosamente escutássemos, simplesmente não tirávamos nenhum proveito espiritual de nossas respectivas igrejas.

      “Por volta deste tempo, meu filho descobriu um exemplar da revista A Sentinela no nosso lar e sugeriu que o lêssemos juntos. O artigo principal tratava da maravilhosa esperança apresentada na Bíblia Sagrada, de se viver para sempre numa terra paradísica. Tudo era claro como cristal. Por isso decidimos assinar imediatamente para A Sentinela. Quando se passaram dez dias e ainda não recebemos nada, procuramos o número de telefone da Sociedade Torre de Vigia para indagar sobre a demora. Explicou-se-nos que levaria um pouco de tempo antes de recebermos as revistas, mas que se pediria que alguém nos visitasse e nos trouxesse os últimos números.

      “Mais tarde, quando fomos visitados por uma das testemunhas de Jeová, aceitamos o estudo bíblico domiciliar, gratuito, que nos foi oferecido. Agora estamos recebendo abundante alimento espiritual. Nenhum de nós voltou novamente à igreja. Depois de nosso segundo estudo, assistimos à nossa primeira reunião no Salão do Reino. Ficamos assombrados com a cordialidade e o entusiasmo de todos. Desde então temos freqüentado regularmente as reuniões das testemunhas de Jeová. Aprendemos as verdades maravilhosas da Palavra de Deus, a Bíblia, verdades que as igrejas que antes freqüentávamos simplesmente não ensinavam.”

      Quão sábios são os que fogem de tais instituições que professam ensinar as verdades de Deus, mas que de fato não as ensinam, negando-as até mesmo por suas palavras e suas ações. — Tito 1:16; Rev. 18:4, 5, 8.

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