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  • Poderá derrotar o câncer?
    Despertai! — 1986 | 8 de outubro
    • pelo Dr. William D. Kelley, dentista, baseado na crença de que o câncer “indica a deficiência duma enzima pancreática ativa”. — One Answer to Cancer (Uma Resposta Para o Câncer).

      Em aditamento, conforme declarado em Target: Cancer: “Há amplo número de pessoas, incluindo alguns médicos, que partilham da idéia ‘holística’ da causa, da cura, e da prevenção do câncer e de outras doenças: O câncer é uma doença ‘causada’ pelo todo humano que deixa de funcionar harmoniosamente, e o esforço consciente por parte do humano pode restaurar a saúde. Muitas pessoas de boa reputação crêem nisto, e muitas anteriores vítimas do câncer asseveram terem sido curadas por seguirem prescrições baseadas no enfoque holístico de saúde, em vez do reducionista.”

      Uma destas anteriores vítimas é Alice, uma mulher jovial de seus 50 e poucos anos, da Colúmbia Britânica, Canadá. Todavia, 36 anos atrás, ela se submeteu à sua primeira operação para remover pequeno tumor maligno na mão. Seis anos depois, operou-se devido a um câncer do ovário. Daí, em 1960, foi submetida a uma histerectomia (remoção cirúrgica do útero).

      O câncer voltou em 1965, e, de novo foi-lhe recomendada uma operação. Alice diz: “Eles queriam fazer uma colostomia e uma mastectomia em mim, mas eu não queria. Já tinha preenchido minha quota de cirurgias. Assim, fui fazer o tratamento Hoxsey no México. Segui o método deles durante 11 anos. Para mim, deu certo, embora eu saiba que nem sempre deu certo para outros. Não tive nenhuma recidiva de câncer desde então.”

      Outra pessoa que teve êxito em sua luta contra o câncer é Rose Marie. Ela conta a seguir a sua história.

  • “Câncer — estou conseguindo derrotá-lo”
    Despertai! — 1986 | 8 de outubro
    • “Câncer — estou conseguindo derrotá-lo”

      ROSE MARIE é uma texana muito feliz e extrovertida, de seus 60 e poucos anos. Foi em 1964 que ela descobriu que tinha um tumor, por volta da menopausa. Ela nos conta aqui sua história encorajadora:

      Quando notei, pela primeira vez, que tinha um caroço no seio, fiquei preocupada com o que poderia ser isso. Assim, meu marido me levou a um hospital para fazer um exame geral. Essa foi a parte assustadora — sentar e ficar esperando o veredicto. Quando finalmente me disseram que talvez tivesse câncer na mama, lembro-me de sentir como se alguém me tivesse chutado o estômago. Daí iniciou-se um período de indecisão — como deveríamos agir? Alguns médicos instavam a cirurgia, e outros recomendaram um tratamento alternativo. Que decisão fizemos?

      Meu marido conversou com um médico, nosso amigo, que disse que, ao passo que a maioria dos caroços no seio eram benignos, havia a possibilidade de que pudesse ser maligno. Assim, a opção era de corrermos nossos riscos e adiar a cirurgia, ou deveríamos remover de imediato o caroço incomodativo? Decidimos juntos que eu faria a operação. O caroço foi removido e declarado benigno. Suspirei de alívio.

      Em 1965, descobri outro caroço no mesmo seio. Isto foi um retrocesso, mas não uma derrota. Submeti-me à cirurgia, mais uma vez, e tal caroço também era benigno. Figurativamente,

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