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  • Um novo cancioneiro!
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1966
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1966
w66 15/11 pp. 697-701

Um novo cancioneiro!

Com 128 páginas, e muitas letras e melodias novas

ENTOAR cânticos é parte integral da adoração de Jeová Deus, e quão contentes estamos de isto se dar! É ao mesmo tempo uma obrigação e um prazer. Reconhecendo a obrigação de os cristãos entoarem cânticos de louvor a Jeová, a editora das testemunhas de Jeová tem, desde a sua infância, produzido cancioneiros, a partir de 1879, o mesmo ano em que A Sentinela começou a ser publicada.

Em 1896 surgiu um número especial de A Sentinela que consistia inteiramente em cânticos cristãos para serem acompanhados por música. O número seguinte deste periódico, comentando sobre isso, declarava o seguinte, entre outras coisas: “O entoar a verdade é boa maneira de fazê-la penetrar na mente e no coração do povo de Deus. Agradecemos a Deus o talento musical e poético concedido a alguns dentre o seu” povo. Entre outros cancioneiros que serviram ao povo de Jeová desde então se achava o de Hinos da Aurora do Milênio, publicado em 1905, e Cânticos de Louvor a Jeová, lançado em 1928. Este último cancioneiro fez esforço especial de desvencilhar-se do sentimentalismo e da adoração de criaturas babilônicos.

Mais progresso foi feito pelo Cancioneiro do Serviço do Reino, publicado em 1944. De forma ímpar, não atribuía nenhum crédito a autores e compositores, razão pela qual não continha quaisquer cânticos que necessitassem de permissão e de agradecimentos para serem usados. De seus sessenta e dois cânticos, mais de um terço eram inéditos para as testemunhas de Jeová.

Depois de cerca de meio milhão destes cancioneiros terem sido publicados e distribuídos, foram substituídos em 1950 pelos Cânticos em Louvor a Jeová, contendo noventa e um cânticos. Significou maior progresso, pois tinha muitos temas atualizados, deixara a linguagem arcaica da Versão Almeida e começara a usar a terminologia da Tradução do Novo Mundo, cujas Escrituras Gregas Cristãs foram lançadas em inglês naquele mesmo ano. O Cântico N.° 49, por exemplo, se baseava em Mateus 6:33, ‘Persisti em buscar primeiro o Reino’. Quase a metade das letras e das músicas deste cancioneiro eram inéditas para o povo de Jeová. No entanto, diversas jóias do campo da música séria ou “clássica” foram incluídas e adaptadas a temas bíblicos, tais como os N.os 24 (Von Weber), 46 (Chopin) e 87 (Beethoven). Este cancioneiro foi traduzido em dezoito idiomas e mais de três milhões de exemplares foram impressos e distribuídos.

Provérbios 4:18 nos diz que “a vereda dos justos é como a luz brilhante, que se torna cada vez mais clara, até o dia ficar firmemente estabelecido”. Este princípio bíblico tornou aconselhável publicar um novo cancioneiro, pois, com a luz sempre crescente há novas verdades, novos temas, entendimento mais claro e mudança de ênfase. E, assim, novamente em 1966, depois de dezesseis anos, a editora do povo de Jeová, a Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados (dos EUA), produziu um novo cancioneiro em inglês intitulado “Cantando e Acompanhando-vos com Música nos Vossos Corações”

O título do cancioneiro é tirado das palavras do apóstolo Paulo em Efésios 5:18, 19, que rezam: “Ficai cheios de espírito, falando a vós mesmos com salmos e louvores a Deus, e com cânticos espirituais, cantando e acompanhando-vos com música nos vossos corações, para Jeová.”

SEUS TESOUROS ESPIRITUAIS

Naturalmente, o que torna adequado um cancioneiro para os cristãos são as suas letras. E, de modo que estas possam ser apropriadas ao máximo para os dedicados ministros cristãos, não só todas elas se baseiam em temas bíblicos, e, tanto quanto possível, em expressões da Tradução do Novo Mundo, mas foram postos de lado todos os versos sobre os quais se nutria alguma dúvida de terem origens babilônicas. Alguma semelhança de quaisquer versos deste novo cancioneiro a letras que aparecem em outros cancioneiros será mera coincidência, devida, por exemplo, a ambos se basearem nos mesmos textos bíblicos.

O próprio fato de que as letras deste cancioneiro aderem à Tradução do Novo Mundo, tanto quanto possível, ajuda a torná-lo diferente, e isto, em si mesmo, tem resultado em diversas mudanças, como todo estudante cuidadoso da Bíblia notará. Assim, para dar apenas um exemplo, o primeiro verso do cântico N.° 21 costumava dizer, “Ó Jeová, nossa força, e canção”, com base na forma de rezar a Versão Almeida em Isaías 12:2 “cântico”. Mas, agora tal verso reza, “Jeová, nossa força e poder”, pois isto se harmoniza com o que Isaías realmente disse, em primeiro lugar.

Quanto aos temas de mais de oitenta novas letras que aparecem neste cancioneiro, estas certamente estão em dia com a luz aumentada e abrangem uma variedade de assuntos. Assim como os 150 salmos do livro de Salinos não se limitam a cânticos de louvor a Jeová, mas também contêm história exata, princípios divinos e admoestações e profecias inspiradas, assim também os cânticos neste novo cancioneiro contêm história sagrada, admoestações e profecias. Entre os novos temas ou títulos, acham-se “Declarai as Boas Novas Eternas!”, “De Casa em Casa”, “Saí de Babilônia, a Grande!”, “O Amor Leal de Deus”, “‘Jeová Se Tornou Rei’!”, “Mantende os Olhos no Prêmio!”, ‘Seja Deus Achado Verdadeiro’!”, “Não Negligenciando ‘a Casa do Nosso Deus’”, “Derramando as Últimas Sete Pragas” e ‘É Impossível que Deus Minta’!”

Ao manter-se em dia com a luz incrementada, há dois cânticos neste livro sobre o tema da ressurreição, cada um inteiramente diferente do outro tanto na letra como no tom. Cada um dos nove frutos do espírito mencionados pelo apóstolo Paulo em Gálatas 5:22, 23 é representado por um ou mais cânticos, e um cântico tem algo a dizer sobre cada um destes frutos do espírito. Há também vários cânticos especialmente apropriados para a Comemoração da Morte de Cristo, inclusive um com o título “A Refeição Noturna do Senhor”, os versos iniciais dele sendo, em tradução sem rima ou metrificação:

“Jeová, nosso Pai no céu,

Ó esta é uma noite mui sagrada!

Foi em quatorze de nisã que tua grandeza foi vista,

Tua justiça, amor, sabedoria e poder!”

Há diversos cânticos novos e estimulantes que exortam à coragem e destemor, tais como “Guerreiros Cristãos”, “Demonstrando Lealdade”, “‘Jeová É o Nosso Refúgio’!”, “Pregai com Destemor!”, “Vede o Exército de Jeová!” e “Somos Testemunhas de Jeová”, o coro deste último cântico sendo, em tradução sem rima ou metrificação:

“Somos testemunhas de Jeová;

Falamos com destemor!

O nosso é o Deus da verdadeira profecia;

O que ele prediz se realiza!”

Outro tema que adquire proeminência neste novo cancioneiro é o do amor e da unidade fraternais. O anterior cancioneiro tinha vários cânticos com este tema, que se situavam entre os cânticos mais populares, e estes foram mantidos. Foram acrescentados outros que tratam mais especìficamente dos diversos aspectos do amor, tais como: “Sede Perdoadores!”, “Sede Longânimes!”, “A Prova de Se Fazer Discípulos”, “O Poder da Bondade”, e assim por diante. Um deles, que destaca a união, e se baseia no Salmo 133, tem como seu primeiro verso, em tradução sem rima ou metrificação:

“Quão agradável é ver os irmãos

Todos morando em união,

Que realmente amam uns aos outros,

E trabalham em harmonia!

A bênção de Jeová descansa sobre ela;

É como o orvalho do Monte Hermom

Que caía nas encostas do Monte Sião

E as tornava frescas e novas.”

Adicionalmente, muitíssimos versículos bíblicos favoritos se tornaram o tema de cânticos inteiros ou foram incorporados aos cânticos. Assim, há um cântico sobre a determinação de Josué, “Quanto a Mim e à Minha Casa” (Jos. 24:15), um intitulado “Sede Firmes Como Rute!” que fala sobre a determinação de Rute (Rute 1:16, 17), outro que conta como a moça sulamita se sentia a respeito de seu amor por seu amado, “O ‘Restante’ Sulamita” (Cânt. de Sal. 8:6), e outro baseado nas palavras confortadoras de Jesus, encontradas em Mateus 11:28-30, intitulado ‘Tomai o Meu Jugo’!”

Entre outros tesouros adicionais deste cancioneiro acha-se o destaque do proceder fiel dos servos de Deus. Entre estes, acham-se: “Fé Como a de Abraão”, “Sede Como Jeremias!”, “Lembrai-vos de Esdras!”, “Cristo, Nosso Exemplo”, e o exemplo de Neemias, que aparece no cântico sobre o texto deste ano. Na verdade, cantar tais cânticos será tanto recompensador como prazeroso!

NOVAS MELODIAS!

Os inspirados músicos e poetas, os filhos de Coré, escreveram há muito: “Cantai louvores a Deus, cantai louvores; cantai louvores ao nosso Rei, cantai louvores. Pois Deus é o Rei de toda a terra, cantai louvores com inteligência.” E o músico e poeta, Davi, escreveu: “Cantai a Deus, cantai louvores ao seu nome; louvai aquele que vai sobre os céus, pois o seu nome é Já; exultai diante dele.” — Sal. 47:6, 7; 68:4, Al.

Estas instruções dadas pelos músicos inspirados por Deus do passado distante foram cumpridas em relação com o novo cancioneiro em sentido literal, pois nele há cerca de setenta músicas novas, além de cerca de dez adaptadas do fólio, “Música Para Assembléias de Distrito”. Por outro lado, todas as músicas reconhecidas como se originando de Babilônia, a Grande, foram retiradas, como também algumas músicas remanescentes de fontes seculares ou “clássicas”, por causa de suas associações mundanas. Qualquer semelhança das músicas no novo cancioneiro a melodias do mundo seria ressaltada por diferenças que distraem.

É desnecessário dizer que tudo isto significou o abandono de algumas músicas que têm sido favoritas de muitos; mas, é bom lembrar-se de que são as letras que tornam este um cancioneiro de louvor a Jeová e que é preferível que tais letras fiquem livres de todas as associações do mundo, religiosas ou seculares. Por exemplo, no anterior cancioneiro, havia melodias freqüentemente usadas em certos círculos religiosos ou fraternais. Uma pessoa certa vez associada com tais, ao se tornar cristã, se recordaria de sua anterior associação sempre que tais melodias fossem entoadas. Agora, isto não mais se dará. Sempre que ouvir uma melodia de “Cântico do Reino” será um Cântico do Reino!

Entretanto, crê-se confiantemente que por volta do tempo em que as novas músicas forem aprendidas, as quais tendem para a linguagem moderna, as mesmas, pelos seus próprios méritos, se tornarão ainda mais prezadas pelas Testemunhas do que as que foram deixadas de lado, e isso devido à sua preciosidade, por causa da letra que contêm. Para ajudar a aprender estes cânticos, o inteiro cancioneiro foi gravado por uma excelente orquestra consistindo principalmente de instrumentos de corda e de sopro de madeira.

As músicas foram fornecidas pelas Testemunhas de muitas nações, em adição às compostas pelos irmãos que trabalharam diretamente em produzir o cancioneiro. Entre tais acham-se algumas bem características do país de onde vieram, tais como o cântico N.o 19 do Havaí, e o cântico N.o 53, que foi baseado num tema enviado do Líbano. Entre os outros países e outras terras das quais as Testemunhas fizeram contribuições de melodias para o cancioneiro encontram-se a Austrália, o Canadá, a China, a Dinamarca, a França, a Alemanha, a Grécia, a Itália, o México e a África do Sul, bem como um bom número dos Estados Unidos. É também de interesse que muitas das músicas foram compostas por Testemunhas enquanto estavam na prisão ou num campo de concentração.

O TRABALHO ENVOLVIDO

Será de ajuda para que aprecie mais este cancioneiro se souber do trabalho exigido em prepará-lo. Ao passo que muitas músicas foram recebidas, estas, quase que invariavelmente, exigiram muito trabalho antes de se tornarem adequadas para serem cantadas na congregação. Depois de terminarem a letra e a música, as palavras foram divididas em suas sílabas e compostas num linotipo. Primeiramente levava 8 horas e meia para que o linotipista compusesse apenas um cântico. Mais tarde elaborou-se um sistema pelo qual pôde compor seis cânticos num dia de trabalho de 8 horas e meia, mas este sistema deu considerável trabalho extra a outros, tais como paginadores e desenhistas. As provas das palavras foram então enviadas junto com os manuscritos musicais ao produtor de músicas, onde a própria música foi datilografada para se harmonizar com a letra, bem semelhante ao modo de um datilógrafo bater à máquina de escrever.

A seguir, as palavras impressas foram coladas entre as linhas de música e então o resultado foi fotografado. Destas fotografias foram feitas cópias principais em zinco e destas, por sua vez, foram moldadas “matrizes”, usadas para fundir as chapas impressoras; depois do que se fez a impressão e a encadernação. Para prover melhor opacidade, tornando mais fácil ler as notas foi fabricado papel especial.

O novo cancioneiro, por motivo da sua grande variedade de poderosos versos e belas melodias, dá muito motivo de regozijo. Por entoarmos tais cânticos, não só trazemos louvor a Jeová Deus, mas também, destarte, podemos ‘fazer declaração pública de nossa esperança e estimular-nos uns aos outros ao amor e às obras excelentes’. Cantar tais cânticos inculcará em nosso coração e na nossa mente as verdades vitais e nos fortalecerá em nossa determinação de servir a Jeová e de sermos leais a Ele e aos concristãos. — Heb. 10:23-25.

Para ajudar os que assistem às reuniões congregacionais a se tornarem melhor familiarizados com estes cânticos, alguém talvez deseje tocá-los, por meio de discos ou no piano, antes e depois das reuniões congregacionais regulares, cuidando, contudo, de não tocá-los alto demais. Usufrua tais cânticos também nas reuniões sociais em casa ou em outros lugares. E, à medida que, como cristãos dedicados, se familiarizam com tais cânticos, cantem-nos de todo o coração, ‘admoestando uns aos outros com salmos, com louvores a Deus, com cânticos espirituais com graça, cantando em vossos corações a Jeová’. — Col. 3:16.

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