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  • Por que era permitida a poligamia?
    Despertai! — 1976 | 8 de julho
    • em sua vida, todas elas num curto período de tempo. Os primitivos cristãos hebreus, por exemplo, tinham muito que aprender quanto a livrar-se de muitas das tradições judaicas. Tinham de ser corrigidos pelo apóstolo Paulo no assunto de guardarem certos dias como mais santos do que outros, quanto ao comer, a circuncisão, e assim por diante. Deus amorosa e consideradamente não achou apropriado descarregar todas essas mudanças sobre eles de uma só vez. — Rom. cap. 14; Atos 15:1-29.

      Esse era o caso da poligamia. Devido à ‘dureza dos corações’ dos judeus, Deus não forçou a mudança. Não era a coisa importante naquele tempo. Como explica o apóstolo Paulo: “Por que, então, a Lei? Ela foi acrescentada para tornar manifestas as transgressões, até que chegasse o descendente a quem se fizera a promessa.” “No entanto, antes de chegar a fé, estávamos sendo guardados debaixo de lei, entregues juntos à detenção, aguardando a fé que estava destinada a ser revelada. A Lei, por conseguinte, tornou-se o nosso tutor, conduzindo a Cristo . . . Mas agora que chegou a fé, não estamos mais debaixo dum tutor.” (Gál. 3:19, 23-25) Deus fez dos judeus uma nação separada por lhes fornecer a Lei. Mas, até por Ele regular a poligamia havia uma separação, pois nenhuma das nações possuía tais leis sobre o assunto.

      A consideração de Jeová e a condução progressiva de Seu povo são evidentes nesta questão da poligamia. (Sal. 103:10, 14) Ao remover a humanidade do antro vil do pecado, Deus tem tempo certo para realizar certas modalidades de Seu propósito. Ora, será preciso o reinado milenar de seu Filho, Jesus Cristo, para eliminar todos os efeitos do pecado e elevar a humanidade ao estado perfeito, onde não mais será impedida por quaisquer vestígios da ‘dureza de coração’, e, assim, poderá viver conforme todo aspecto do padrão perfeito de Deus. Quão gratos devemos ser por sua paciência e bondade imerecida! — Rom. 8:21; 11:33-36.

  • Observando o Mundo
    Despertai! — 1976 | 8 de julho
    • Observando o Mundo

      Vozes Femininas no Canto

      ◆ Cerca de 600 judeus israelitas recentemente apresentaram queixas à rede nacional de rádio. Sustentaram que não deveria transmitir o canto de mulheres. Depois disso, destacado rabino da comunidade sefárdica do país decretou que os religiosos podiam ouvir o canto duma mulher, se não a conhecessem, e a melodia não fosse uma canção de amor. Interessante é que, depois de os israelitas cruzarem o Mar Vermelho; há séculos atrás, os homens entoaram um cântico a Jeová Deus. Em resposta aos homens, a bem-conhecida irmã de Moisés, “Miriã cantou para eles’ . (Êxo. 15:1, 20, 21, The Holy Scriptures [As Santas Escrituras], da Sociedade Publicadora Judaica dos EUA) O fato de que os homens a conheciam não representou nenhum problema.

      Os Antigos o Faziam Primeiro

      ◆ Atualmente, algumas pessoas dividem suas hortas ou as cercam de cravos-de-defuntos ou outras plantas que se diz que afugentam os insetos daninhos. Outros espalham algas marinhas em seus terrenos, para manter os besouros das batatas longe deles, ou plantam repolhos em terrenos cheios de folhas para repelir os gusanos. Recente estudo feito por cientistas canadenses, porém, mostra que os agricultores dos tempos antigos usavam métodos similares. Alguns escritores primitivos recomendavam que se colocassem fileiras de plantas tais como o cominho, alho e hera junto com outras plantas,

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